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30 de abr. de 2015

Fluminense lança e-book

Em 2012, quando o Fluminense completou 110 anos, para celebrar a data, o clube lançou um livro impresso comemorativo, apresentando jogos e personagens que marcaram a história do time ao longo de mais de um século de existência. Na época, o livro “Guerreiros desde 1902 – 110 jogos inesquecíveis” foi viabilizado por meio de um financiamento coletivo com o apoio da torcida tricolor. A obra aborda a saga de viradas incríveis, gols nos últimos minutos, batalhas fora de casa, títulos inesquecíveis e clássicos marcantes, mostrando que o Fluminense sempre teve a marca da superação, luta e garra. Agora, em 2015, o Fluminense relança o livro, desta vez na versão digital e com histórias inéditas, tornando-se o primeiro clube de futebol do mundo a publicar um livro eletrônico oficial.

Diferentemente da obra física, o livro vai ter apenas textos, sem imagens. Ele foi revisado e atualizado com dois jogos que marcaram o tetracampeonato brasileiro do clube: Fluminense 1 x 0 Flamengo (30/09/2012) e Fluminense 3 x 2 Palmeiras (11/11/2012). O e-book "Fluminense – Jogos inesquecíveis" é dos autores Dhaniel Cohen, Heitor D’Alincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro. A produção e edição do projeto é da Publiki, startup carioca especializada em tecnologia e marketing editorial. O preço sugerido para o mercado é de apenas R$ 9,90. O lançamento oficial do e-book acontecerá no dia 28 de abril, terça-feira, através do site www.publiki.me/fluminense. O produto vai estar à venda nos seguintes sites: Amazon, Apple (iBooks), Google Play, Kobo, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Publiki.
Fonte: Extra. Data: 27/04/2015.

17 de mar. de 2014

A Copa do Mundo na Biblioteca de São Paulo

Entre os destaques, está a oficina Pintando o 7, que realiza, na próxima quarta-feira, 19, às 10h, releituras da história da Taça Jules Rimet em HQ
Esquentando o clima para a Copa do Mundo no Brasil, a Biblioteca de São Paulo (BSP), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, preparou diversas atividades relacionadas ao tema. Entre os destaques, está a oficina Pintando o 7, que realiza, na próxima quarta-feira, 19, às 10h, releituras da história da Taça Jules Rimet em HQ.
No mesmo dia, durante a tarde, o programa "Brincando e Aprendendo" promove uma intervenção brincadeira com a atividade "Universo da Copa - a bola, o jogo e o torcedor". Já o programa "Hora do Conto" trará um especial com livros dos países que vão disputar o Mundial de futebol. Na edição do dia 21 de março, o texto falará sobre Anansi, que significa aranha em akan, a língua dos ashanti, grupo étnico de Gana.
Serviço
Biblioteca de São Paulo - Parque da Juventude
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630
Telefone: (11) 2089-0800
Estação Carandiru do Metrô - Linha Azul
Horário
Aberta de terça a sexta, das 9 às 21 horas.

Sábados, domingos e feriados das 9 às 19 horas.

30 de dez. de 2013

Dicionário de futebol



Autoria: Cristiane Capuchinho.
Fonte: UOL (São Paulo, SP). Data: 26/12/2013.
URL: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/12/26/futeboles-ganha-dicionario-bilingue-feito-por-pesquisadores-da-usp.htm
Para evitar balões do idioma no ano da Copa do Mundo no Brasil, dois pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) resolveram criar um dicionário de 'futebolês'. O glossário bilíngue servirá para traduções de termos usados dentro das quatro linhas do inglês para o português e do português para o inglês.
As expressões foram recolhidas pelos pesquisadores Sabrina Matuda e Tiago Rosa Machado, do Ludens (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas), em textos sobre o esporte. Além dos significados, a obra trará expressões históricas do futebol no Brasil que caíram em desuso, explica Sabrina.
O objetivo da pesquisa era pensar a língua a partir do recorte do futebol e, assim, mostrar como a língua se reinventa ao longo do tempo.
Enquanto recolhiam termos e significados, os pesquisadores se depararam com muitas curiosidades ao longo do caminho. "As expressões mais curiosas são sempre as culturalmente marcadas. Ou seja, aquelas que foram criadas dentro de um contexto histórico-cultural específico. Em inglês, por exemplo, temos o termo "nutmeg", que em português significa noz-moscada, mas é utilizado em inglês para designar um "rolinho", conta Sabrina.
Segundo ela, o termo 'nutmeg' surgiu na Inglaterra durante a era Vitoriana (1837-1901) e era usada em uma situação em que alguém fosse trapaceado e ficasse com fama de bobo. "Isso porque a noz-moscada era um importante produto para a exportação da Inglaterra e, devido ao alto valor, alguns exportadores que queriam se dar bem colocavam réplicas de madeira no meio das especiarias para lucrar mais", explica.
Sabrina e Tiago ainda não sabem quantos serão os termos do glossário, mas pretendem que seja o dicionário esteja bem completo para consulta online antes do início do campeonato mundial, em junho.

10 de out. de 2013

Gol: Museu e biblioteca sobre futebol


Fonte: O Serrano. Data: 7/10/2013.

URL:  http://www.oserrano.com.br/view.asp?tipo=Local&id=30595

Inauguração do Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB) ocorreu na manhã do dia 4

O Museu do Futebol - instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizada no Estádio do Pacaembu - inaugurou na manhã desta sexta-feira (04) o Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB).

O Centro oferece uma biblioteca e midiateca com 1.700 livros sobre futebol e um banco de dados com mais de 150 referências sobre a prática do futebol na cidade de São Paulo e informações sobre 260 pessoas entrevistadas e 493 instituições, como clubes de futebol profissional e amador, torcidas organizadas, estádios.

A solenidade de abertura contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, o Secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Marcelo Araújo, Luiz Laurent Bloch, diretor executivo do IDBrasil, organização social de cultura que faz a gestão do Museu do Futebol, além de outras personalidades, jogadores, dirigentes e representantes do futebol de várzea.

"O Museu do Futebol é um gol que completa cinco anos com mais de um milhão e setecentos mil visitantes. A Instituição comemora esta data com a inauguração do Centro de Referência do Futebol Brasileiro que é um case de sucesso internacional. Agora vou poder pesquisar o melhor ataque de todos os tempos composto por Mengalvio, Pelé, Coutinho e Pepe", afirmou o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Luiz Laurent Bloch, diretor executivo do IDBrasil, organização social de cultura que faz a gestão do Museu do Futebol, completa: "Agora o acervo do Museu, assim como suas pesquisas, poderão ser consultados em qualquer lugar do mundo".

Serviço

Centro de Referência do Futebol Brasileiro/Museu do Futebol

Endereço: Praça Charles Miller, s/n

Quanto: gratuito* Todas as quintas a entrada é gratuita* Crianças até sete anos não pagam entrada

* Pessoas com deficiência não pagam entrada

 

A biblioteca/midiateca funcionará de terça a sábado, das 10h às 17h. A entrada é gratuita. Para acessar o visitante tem de retirar um crachá na Bilheteria do Museu. A biblioteca não é circulante, consultas somente no local.

8 de abr. de 2012

Maior acervo sobre futebol do Brasil está escondido no alto da Serra da Cantareira

Fonte: UOL (São Paulo). Data: 30/03/2012.
Autor: Bruno Doro.
Um dos maiores tesouros do futebol brasileiro atualmente está escondido em uma casa no alto da Serra da Cantareira, a cerca de uma hora do centro de São Paulo, longe do público comum. São 2.108 livros, 15.750 revistas, 5.700 pôsteres e 4.750 edições de jornais que falam sobre futebol, cuidadosamente cuidados pelo engenheiro José Renato Santiago Júnior.
A coleção, iniciada em 1980, é considerada o maior acervo sobre futebol do Brasil – o título foi dado pelo site RankBrasil Recordes Brasileiros, que computa marcas nacionais no mesmo estilo do Guinness World Records. Apesar de seu tamanho e da importância dos documentos, a biblioteca está fechada para o público geral. Ela fica no escritório da casa de José Renato, em Mairiporã.
“O objetivo é permitir que as pessoas de forma geral tenham acesso à coleção. Mas o grande obstáculo é que não existe um projeto cultural que queira assumir esse acervo de maneira séria. Nenhuma instituição tem um projeto efetivo de interesse. Alguns locais me ligam e dizem: ‘Manda’. Mas não é manda. Tem que ter um espaço definido, uma estrutura montada, uma taxonomia, uma pesquisa e pessoas preocupadas com tudo isso”, explica o dono da coleção.
O cuidado ao escolher parceiros é grande. José Renato não quer ver seu acervo guardado em locais inapropriados, descobrir que revistas sumiram ou livros foram fechados em algum setor proibido em uma biblioteca qualquer. E o motivo para isso é o amor que ele mostra pelos mais de 23 mil itens.
Os mais queridos são os exemplares mais velhos, que ficam dentro de um armário fechado – os livros mais recentes ficam em prateleiras abertas. “O mais antigo é esse, Veteranos e Campeões, do Leopoldo Sant’Ana, de 1924. Eu já tinha o livro, em cópia, e encontrei um exemplar em bom estado. Depois dele, temos os livros do Thomas Mazzoni, que escreveu muito sobre futebol e esportes em geral, do início dos anos 30 até o final dos anos 40”, contra.
Outra paixão são os guias de campeonatos e os livros sobre Copa do Mundo. Tem até em búlgaro. “Quando as letras mudam é que as coisas começam a complicar. Em holandês, alemão, tudo bem, consigo ler, consigo entender. Mas quando o alfabeto é diferente, preciso comparar os símbolos”, diz o historiador, rindo. Foi com base nessas comparações que ele escreveu o livro “Os Distintivos de Futebol Mais Curiosos do Mundo”. “O processo de checagem é complicado. Passa por site oficial, guias, livros”.
Para conseguir as peças, ele usa a criatividade. “Algumas edições não são vendidas. Para conseguir o livro que foi enviado para a Fifa no pedido do Palmeiras para que a Copa Rio de 1951 virasse título mundial, fui até a gráfica e consegui um exemplar. Para os guias estrangeiros, ligo nas editoras e faço o pedido. No começo, não acreditavam que uma pessoa do Brasil estava pedindo o guia do futebol holandês, por exemplo”.
Para cuidar do acervo gigante, ele tem uma planilha que tabula todos os dados sobre as publicações, com ano de publicação, autor, título. Com revistas e jornais, o trabalho é mais minucioso: “Eu não compro todas as revistas, somente as que tem algumas coisa a ver com futebol na capa. Na planilha está apontada qual é essa conexão”. Um exemplo curioso são as revistas Playboy, que ele tabula a edição, mês de publicação, mulher da capa e como ela está ligada ao futebol.