1 de dez de 2016

Fim de convênios põe Bibliotecas Parque em risco

Fonte: Extra. Data: 28/11.2016.

URL: http://oglobo.globo.com/oglobo-20550507#ixzz4RWMMh5PL

As Bibliotecas Parque, projeto que já foi uma das vitrines do governo do estado na área de cultura, e que ficou seriamente ameaçado pela crise financeira, vive agora uma nova fase de incertezas. Os convênios com as prefeituras do Rio e de Niterói, que deram sobrevida à iniciativa, terminam em dezembro e não se sabe ainda se serão renovados. Com o colapso financeiro do estado, a gestão das unidades do Centro, da Rocinha e de Manguinhos, que demanda R$ 1,5 milhão por mês, foi assumida na maior parte por Eduardo Paes em novembro de 2015.

Já a unidade de Niterói, que custa cerca de R$ 250 mil mensais, ficou com o prefeito reeleito Rodrigo Neves. Como não há ainda sinal de renovação dos contratos, o Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), organização social responsável pela operação das bibliotecas, deu aviso prévio a todos os 153 funcionários, conforme antecipou a coluna de Ancelmo Gois no GLOBO.

Biblioteca Mário de Andrade ganha intervenção de Alex Flemming

Autoria: Felipe Stoffa.

Fonte: Select. Data: 29/11/2016.

URL: http://www.select.art.br/de-cara-nova/

Uma nova obra integra o acervo da Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo, que entra em 2017 de cara nova. Localizada no centro da cidade, o espaço tem sua fachada de vidro alterada, abrigando rostos de pessoas anônimas que usualmente frequentam a biblioteca, projeto assinado pelo artista Alex Flemming. São, ao todo, 16 chapas de vidro estampadas, produzidas a partir de uma técnica desenvolvida especialmente para a ocasião.

O trabalho dialoga com sua outra intervenção na Estação de Metrô Sumaré, mas carrega algumas especificidades. “Não poderia repetir as obras que realizei há 18 anos atrás. O trabalho do artista deve ser dinâmico, refletir o momento em que é realizado. Nessa série para a Biblioteca Mario de Andrade eu me utilizei de inúmeras inovações de ordem técnica e introduzi a cor dentro do conceito da imagem-retrato. A Biblioteca é um organismo vivo, pulsante, multifacetado. Ela vibra por causa das pessoas que circulam aqui diariamente, e eu concretizei plasticamente nos meus retratos a ideia de um conceito de um mundo livre, sem amarras e sem preconceitos”, comenta Flemming.
Na fachada da Biblioteca, os sujeitos estampados ganham corpo e volume a partir de efeitos de visualidade, impressionando quem transita pelo local, como se as figuras estivessem em 3D. “Sempre fui fascinado pela beleza do ser humano, e como acredito que todos nós somos iguais, considero a miscigenação uma das grandes virtudes do Brasil. A pluralidade étnica é o amanhã. A cidade de São Paulo se apresenta como queremos o futuro para o mundo: cosmopolita, multicultural, inesgotável. Viva a miscigenação!”, completa o artista, que mantém constante em seu trabalho a busca pela pluralidade.

“Essas obras demonstram toda a maturidade do artista, pois condensam os aspectos mais significativos do seu trabalho”, diz Armando Bagolin, diretor da Biblioteca. “A Biblioteca Mário de Andrade se tornou nos últimos dois anos um lugar de modernidade no centro de São Paulo, aberta a novas experiências e adepta ao cosmopolitismo”, completa.

CIC inaugura Biblioteca de Artes nesta terça em Florianópolis

Fonte: Diário Catarinense. Data: 29/11/2016.
Ele conta com um jardim de inverno anexo que será usado para apresentações musicais, saraus literários e outros eventos culturais. Além disso, a biblioteca possui um acervo de aproximadamente dois mil exemplares, entre livros e dicionários de artes e cultura.

O público encontrará obras com informações sobre cinema, teatro, música, design, arquitetura e artes visuais. O horário de atendimento será de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h, e os exemplares estarão à disposição para pesquisa no local.

literatura na sala de aula: como incentivar seus alunos a lerem mais

Fonte: Universia Brasil. Data: 29/11/2016.
É verdade que, às vezes, fazer com que os alunos leiam alguma obra – em especial da literatura clássica – se mostra uma tarefa bastante difícil. Alguns reclamam, outros não leem por completo e muitas vezes as aulas acabam rendendo menos do que o professor gostaria. Nós reunimos algumas dicas de como atrair os alunos para os livros:
Trabalhar em grupo tende a fazer com que os estudantes se sintam mais animados sobre trabalhos em geral. Com a leitura é a mesma coisa. Sempre que possível, separe a turma e ofereça opções de obras para eles escolherem.
Outro recurso interessante que pode ajudar na memorização – e também no aumento do interesse – é fazer com que os alunos marquem os trechos que mais acharam importantes. Um livro cujo o aluno pode retirar alguma frase que irá se relacionar com a sua vida com certeza marcará mais na memória do que outro em que isso não seja possível.
Muitos jovens acabam por ter seu interesse pela leitura despertado após ver a obra adaptada para o cinema. Incentive os alunos a conhecerem filmes relacionados ao livro em questão. Você mesmo pode passar trechos de alguns durante a aula. As imagens tendem a captar a atenção e instigar o espectador a conhecer mais sobre a história.
Uma das principais dificuldades que os alunos têm na hora de se relacionar coma história de um clássico é a distância no tempo. Traga o tema do livro para a atualidade e incentive os estudantes a buscarem no dia a dia fatos atuais que se relacionem com algo vivido por determinado personagem.
Quando o personagem se torna próximo do leitor, o interesse pela história aumenta. Que tal propor aos alunos a criação de perfis para os personagens principais? Rosto, características, personalidade. Peça-os para construir essa pessoa a partir do que eles sentem sobre ela enquanto leem.

Varie o tema. Busque mesclar obras fundamentais com obras contemporâneas, que atraiam o gosto dos alunos de acordo com a faixa etária. Após uma obra mais densa, estude outra que esteja mais presente no cotidiano dos estudantes. Fazer essas trocas ajuda na hora de incentivar e faz com que eles anseiem para chegar ao livro escolhido pela turma logo.

Harvard exige mil páginas de leitura por semana, diz aluna

Fonte: Exame. Data: 29/11/2016.
URL: http://exame.abril.com.br/carreira/harvard-exige-mil-paginas-de-leitura-por-semana-diz-aluna/
Segundo a paulista Tábata Amaral, que se graduou em Ciências Políticas e Astronomia pela, a instituição se diferencia de todas as outras em três pontos principais: o foco no pensar, e não no conteúdo; o contato com pessoas que são as melhores do mundo em suas áreas; e a formação de pessoas englobando seus mais diferentes interesses.
“Lá, o objeto de estudo importa muito pouco; como você aprende a pensar importa muito”, explica ela. No vídeo abaixo, gravado durante um encontro de Bolsistas da Fundação Estudar, a jovem explica como uma formação tão diversa (as pessoas sempre a questionam o porquê da escolha por Astrofísica) contribuiu para o seu desenvolvimento.
Na ocasião, ela também comentou sobre a sua rotina na – comparando com o período em que estudou Física na, considerada a melhor universidade do Brasil. “Em Harvard, a gente passa muito pouco tempo em aula e muito tempo na biblioteca”, explica. “Em ciências políticas, tem aula que tem mais de mil páginas de leitura por semana. Normal”, completa.

Por fim, Tábata argumenta que lá ela aprendeu a ser uma pessoa completa, que podia, sim, se interessar ao mesmo tempo por matemática, política e – por que não? – danças latino-americanas.

25 de nov de 2016

100 anos do Samba: Biblioteca Nacional faz homenagem

Para comemorar o centenário do samba, celebrado em 27 de novembro, a Fundação Biblioteca Nacional inaugura a exposição virtual “Ai, ai, ai… cem anos o samba faz!”. A mostra, composta por mais de 40 itens, resgata a memória do ritmo brasileiro nascido a partir do registro de Pelo Telephone, do músico e compositor Donga, no departamento de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional.
Em 1898, com a promulgação da Lei n º 496, que definiu e garantiu os direitos autorais, os músicos da época puderam registrar suas composições. Em 27 de novembro de 1916, o samba ganhou “certidão de nascimento”, tornando-se a primeira música identificada como tal a fazer sucesso.
Dentre as peças da exposição, estão a partitura original de “Pelo Telephone” (1916) e algumas canções como ‘Ai que saudade da Amélia’ (Mario Lago e Ataulfo Alves), ‘A flor e o espinho’ (Nelson Cavaquinho) e ‘Ave Maria no morro’ (Herivelto Martins).
Serviço:
Exposição virtual ‘Ai, ai, ai… cem anos o samba faz!’

Período: a partir de 27/11/16.

Segredos da biblioteca do Vaticano vão ser revelados

Fonte: Jornal Económico. Data: 21/11/2016.
Graças à consultora Everis, mais de 82 mil manuscritos armazenados na biblioteca do Vaticano vão finalmente ver a luz do dia.
Uma obra de arte é eterna e tem o poder de imortalizar o seu autor, mas o seu acesso limitado pode fazer com que a mesma seja esquecida e foi por isso que em 2010 se propôs ao Vaticano digitalizar a sua enorme biblioteca e torna-la acessível a qualquer pessoa.
Desde que a biblioteca abriu portas em 1448 com o Papa Nicolau V, esta é a primeira vez que o estado do Vaticano partilha com o mundo os seus textos históricos: 82 mil manuscritos que versam sobre questões de religião e cultura.
A tarefa não é fácil, dado o elevado valor e fragilidade da generalidade dos manuscritos. Cada imagem demora duas horas para ser digitalizada e pesa entre 200 e 300 megabytes.

Iniciado em 2010, o projeto tem a duração de 18 anos e até ao dia de hoje, 10 mil manuscritos foram digitalizados, segundo o jornal “Expansión”.

3 livros que vão virar filme em 2017

Fonte: Cinema 10. Data: 23/11/2016.
Transportar a história de um livro para a telona nem sempre é missão fácil. Muitos amantes da literatura ficam inconformados com os “cortes” necessários para a adaptação, enquanto cinéfilos ressaltam a contribuição dos efeitos especiais e das grandes atuações para dar vida à história contada em papel.
Em 2016, grandes obras literárias foram revividas no cinema, como “A Garota No Trem”, “Alice Através do Espelho” e “Como eu Era Antes de Você”. No ano que vem, outras grandes obras também vão estrear como filme no Brasil.
Para você já ir se aquecendo, separamos a sinopse de três livros que serão adaptados para o cinema e ainda indicamos onde é possível comprá-los.
A Longa Caminhada de Billy Lynn (Ben Fountain)
O livro Billy Lynn’s Long Halftime Walk, que ainda não foi traduzido para português, conta a história de Billy Lynn, soldado americano, de 19 anos, e seus companheiros de exército. Após serem filmados derrotando inimigos na guerra no Iraque, eles se transformam em sensação no YouTube. O governo os traz de volta para casa para uma turnê pelo país e, durante as últimas horas da visita, Billy vai se misturar com os ricos e poderosos, suportar a política e louvor de seus colegas americanos e se apaixonar. Porém, amanhã ele deve voltar para a guerra.
Vencedor do National Book Critics Circle Award, na categoria Ficção, o livro está a venda na Saraiva.
Sete Minutos Depois da Meia-Noite (Patrick Ness)
O livro, que pode ser encontrado na versão digital na Amazon, conta a história de Connor, um menino de 13 anos que sofre com a doença da mãe, os maltratos da avó e o bullying dos colegas. Todas as noites, Connor acorda de um terrível pesadelo e recebe a visita de um monstro-árvore, que promete o ajudar desde que o garoto nunca minta para ele.
Baseado na idéia de Siobhan Dowd, Sete minutos depois da meia-noite é uma história em que fantasia e realidade se misturam, em um livro que traz ilustrações lindíssimas que complementam a sensibilidade do texto.
Deixe a Neve Cair (Jhon Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle)
Dividido em três histórias distintas que se cruzam em algum momento – O Expresso Jubileu, O Milagre da Torcida de Natal e O Santo Padroeiro dos Porcos – o livro traz contos que acontecem na véspera de Natal e têm como pano de fundo uma forte nevasca. Com uma leitura leve, a obra é voltada para o público adolescente, mas combina bem com um fim de semana na praia. Você pode comprá-lo na Americanas.com.

Aproveite as dicas para renovar os livros de cabeceira. Não se esqueça que comprando pelo Méliuz você tem acesso a cupons de desconto exclusivos e ainda recebe de volta, em dinheiro, uma parte do valor gasto (cashback).

Projeto quer reduzir pena de detentos no ES por meio da leitura

Autoria: Kaique Dias.
Fonte: G1. Data: 20/11/2016
Um projeto da Defensoria Pública da União no Espírito Santo (DPU-ES) propõe a redução da pena de detentos por meio da leitura de livros. O objetivo é ressocializar e educar os presidiários para que não voltem para o mundo do crime.
O detento vai ter até quatro dias a menos na pena a cada livro lido. Para provar, ele precisa fazer uma resenha, corrigida por alunos e professores universitários e homologada por um juiz da Vara de Execuções Penais.
A defensora pública Karina Rocha Mitleg Bayerl é idealizadora de uma campanha chamada ‘Remir pela leitura’, que prevê arrecadar livros para os presídios do estado.
Segundo ela, a inspiração veio de ideias semelhantes em outros estados e em uma penitenciária de São Mateus, no Norte do Espírito Santo, onde o projeto já existe, por iniciativa da direção.
"Eu vejo a remissão da leitura não apenas como uma forma para reduzir a pena, mas para fazer um trabalho integrado com a psicologia e assistência social, para se fazer um perfil desse interno e trabalhar melhor a ressocialização dele”, analisou a defensora.
Próximos passos
A defensora explica que junto à arrecadação dos livros é realizada uma conversa com o governo do estado, para que um projeto de lei seja levado à apreciação dos deputados na Assembleia Legislativa para formalizar a remissão das penas.
A doação dos livros que serão levados para os presídios já pode ser feita por qualquer pessoa na sede da Defensoria Pública da União, no Bairro Santa Lúcia, em Vitória, até março de 2017.
Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça disse que ainda não foi procurada para discutir a proposta de remissão pela leitura, mas foi convidada para um evento nesta segunda-feira (20) para tratar do assunto.

A secretaria disse que existem, hoje, 2,6 mil internos trabalhando e 2,5 estudando e oferecerá 6 mil vagas em cursos de qualificação profissional até o final do ano.

23 de nov de 2016

A nomeação do bibliotecário, Cristian Santos, foi publicada na última sexta-feira (18) no Diário Oficial da União

Bibliotecário da Câmara dos Deputados, Cristian José Oliveira Santos, foi nomeado como o novo diretor do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. A nomeação do bibliotecário foi publicada no Diário Oficial da União do dia 18 de novembro, sexta-feira. Lembrando que o Departamento estava sem comando desde o início do mandato do agora ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero.
Santos é o primeiro bibliotecário responsável pela pasta desde a sua criação. “Todas as atividades desenvolvidas pelo Departamento têm por fim democratizar o acesso ao livro e à biblioteca no país, fomentando práticas de leitura, em particular da literatura. A última edição do Retratos da Leitura do Brasil comprova que avançamos, ainda que timidamente”, avalia o novo diretor. Segundo ele, no DLLLB é necessário fortalecer o que já foi implementado e estabelecer novas frentes de atuação. “Nesse contexto de desafio (recursos escassos e projetos audaciosos), o trabalho em rede, envolvendo instituições públicas e privadas, é uma das melhores estratégias destinadas a aumentar a capilaridade das ações em prol dos brasileiros”, planeja.
O Diretor Cristian Santos é redator da Coluna Arenas na CRB-1 em Revista, exerceu cargo de conselheiro do Conselho Regional de Biblioteconomia da Primeira Região; e possui doutorado em Literatura e Práticas Sociais, mestrado em Ciência da Informação e graduação em Biblioteconomia, Letras (Língua e Literatura Francesas), Filosofia e Tradução, além destes títulos foi, também, agraciado com o Prêmio Casa de las Américas em 2016.
O DLLLB foi criado em 2008, e é responsável pela formulação, implementação, monitoramento e avaliação da política do MinC no campo do livro e da leitura. Em 2011, deixou de ser diretamente subordinada ao MinC e passou a reportar à Fundação Biblioteca Nacional. Em 2014, voltou a pertencer à estrutura organizacional do MinC onde ganhou mais importância e passou a incorporar na sua estrutura o Sistema Nacional de Bibliotecas (SNBP); o Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler); e a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles – BDB, além das Coordenações-Gerais de Leitura e de Literatura e Economia do Livro.

Fonte: CRB-1. Data: 22/11/2016.

Evento: Bibliotecas digitais


Biblioteca Estevão de Mendonça recebe doação de livros em aramaico

Fonte: FolhaMax (Cuiabá). Data: 11/11/2016.
A Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça passa agora a contar com 23 volumes do livro Zohar. A publicação foi doada na tarde desta sexta-feira (11.11) e entregue à secretária adjunta de Estado de Cultura, Regiane Berchieli, pelo secretário de Planejamento (Seplan), Gustavo de Oliveira.
Os escritos datam de dois mil anos atrás e tratam sobre os mistérios do universo. Os textos estão estruturados sob a forma de diálogos entre estudiosos e mestres espirituais.
A Kabbalah Centre Brasil, instituição sem fins lucrativos responsável pela doação, realizou o primeiro contato com o Governo do Estado, por meio da Seplan. A instituição tem como objetivo tornar os ensinamentos da Kabbalah compreensíveis e relevantes no cotidiano dos praticantes da doutrina.
Segundo os disseminadores do projeto Zohar, no Brasil, a iniciativa já chegou a todas as bases militares da fronteira da floresta Amazônica, tendo edições enviadas também para áreas atingidas por enchentes, escolas, favelas, presídios, entre outros.

Localizada no Palácio da Instrução, no centro histórico de Cuiabá, a Biblioteca Estevão de Mendonça é conhecida por conter o maior quantitativo de acervo dentro da esfera de biblioteca pública do Estado, com aproximadamente mais de 100 mil volumes. A Biblioteca, subordinada à Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC), foi fundada em 26 de março de 1912. 

Biblioteca sedia curso sobre serviços de informação ao cliente

A Biblioteca Professor Nelson Foot sedia, dia 1º de dezembro, curso sobre serviços de informação ao cliente: do atendimento presencial ao virtual. A atividade será pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) e integra o programa Aprender Sempre.
O curso é voltado para profissionais de bibliotecas, salas de leitura e programas de incentivo à leitura. As inscrições estão abertas e podem ser feitas no link: http://cadastro.aprendersempre.org.br/workshop/inscricao.do?acao=cadastrar.
Das 10h às 17h, serão apresentadas informações e habilidades para prestação de serviço de informação de excelência para assegurar o contínuo aprimoramento das equipes e a satisfação das exigências qualitativas dos novos usuários das bibliotecas públicas.

A responsável pelas aulas será Adriana Maria de Souza, mestre em Ciência da Informação pela ECA-USP, docente do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), além de consultora em Unidades de Informação.

22 de nov de 2016

Quando a internet é a melhor biblioteca



Fonte: Veja. Data: 4/11/2016.
Os 168 milhões de smartphones em uso no país são a principal forma de acesso à internet para o usuário doméstico, atestam os dados da Fundação Getúlio Vargas. Nesse papel de porta de entrada para a internet, os smartphones se tornaram ferramenta indispensável para diversas atividades – inclusive a leitura.
Segundo o instituto Pew, o número de pessoas que leem em smartphones e tablets está crescendo continuamente, superando aparelhos específicos para leitura, como o Kindle, da Amazon. De acordo com o instituto, esse resultado demonstra que os celulares estão tornando a leitura digital mais acessível para a população.
Reflexos dessa popularização já podem ser vistos no mercado de publicações digitais. A atividade de e-publishing, que engloba livros, revistas e jornais digitais, está em franco crescimento. No Brasil, a expectativa é que o faturamento do segmento supere 435 milhões de reais, de acordo com previsões do instituto Statista. Espera-se ainda um aumento de cerca de 10% ao ano, resultando em um mercado valorizado em mais de 700 milhões de reais na próxima década.
O crescimento do segmento chama a atenção dos grandes players do mercado. O Grupo Abril, que edita VEJA, lançou em outubro o Go Read, plataforma de assinatura de revistas digitais que já conta com mais de 100 títulos disponíveis para leitura – todo o catálogo é disponibilizado ao usuário mediante pagamento de uma mensalidade única. As revistas podem ser acessadas por meio de um aplicativo.
A plataforma é a evolução de um produto já existente, o Iba Clube, que já apresentava crescimento considerável no número de assinantes – o faturamento da ferramenta aumentou 40% de 2014 para 2015.
A estratégia é semelhante à de outras empresas inseridas na economia on demand, composta por serviços e produtos digitais capazes de suprir uma necessidade ou um desejo do consumidor por meio do acesso imediato e conveniente. O sucesso das plataformas de streaming de filmes e séries, com milhões de usuários espalhados pelo mundo, não deixa dúvidas do potencial desse formato de consumo de conteúdo online.
Nota do blog
A matéria da revista Veja fez uma publicidade da sua plataforma Go Read. Na verdade, está tentando “vender” a importância da assinatura paga de revistas eletrônicas. A comparação com a biblioteca não faz sentido.
A biblioteca é uma instituição democrática, aberta a todos e que não COBRA pelo uso do seu potencial de informação. Ela inclusive pode se tornar assinante do Go Read e passar a oferecer, de forma GRATUITA, os produtos digitais para os seus leitores.
            Murilo Cunha

eBooks são opção para ler mais gastando menos; entenda os vários formatos



Autor: Rafael Balago.
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 6/11/2016.
Para quem adora ler, mas não faz questão do cheirinho das páginas impressas, os livros digitais são uma opção barata e prática para levar suas histórias por aí. Um leitor digital consegue armazenar o equivalente a várias estantes de livros físicos. E ainda traz vantagens como uma tela que cansa menos a vista, bateria que dura semanas e leveza.
Esse mercado também tem seguido o modelo do Netflix: disponibilizar o conteúdo em diversas plataformas. Quem faz uma conta no Kindle, da Amazon, pode acessar seus livros digitais no e-reader, no tablet, no celular ou no computador. Há ainda o Kindle Unlimited: por R$ 19,90 mensais, o leitor pode ler quantos livros quiser de um extenso catálogo. Veja outras dicas abaixo:
ESCOLHA O APARELHO
Tablet ou smartphone
No iPad, acesse livros pelo aplicativo iBooks. No Android, vá em Play Livros. Também é possível baixar outros apps de leitura.
Kindle
Tem várias versões, incluindo opções com e sem luz por trás da tela. A partir de R$ 299.
Lev
Criado pela Saraiva, custa R$ 399 e vem com dez livros digitais incluídos.
Computador
Baixe um programa gratuito para ler e-books, como o Adobe Digital Editions.
TIPOS DE ARQUIVO
Formato mais comum, o ePUb é usado para venda de e-books em livrarias. Não é, porém, aceito por aparelhos Kindle, que usam o AZW. Os leitores geralmente também comportam arquivos PDF, muito usados para apostilas, e TXT, arquivos de texto simples.
COMO ADQUIRIR
É possível encontrar livros digitais em sites de lojas como o da Livraria Cultura e da Amazon. Após a compra ser aprovada, o cliente recebe um link para baixar o arquivo para seu aparelho.
Dentro do próprio leitor digital, que geralmente possui conexão wi-fi.