22 de jun de 2016

Novo número: Perspectivas em gestão & conhecimento

Novo número: Perspectivas em gestão & conhecimento
A Perspectivas em Gestão & Conhecimento publicou seu último número em:
Sumário:
Editorial
BOAS NOTÍCIAS DA PG&C: O INGRESSO EM MAIS UM INDEXADOR E A ADOÇÃO DE MÍDIA SOCIAL PARA PRESENÇA DIGITAL (1-3). Luciana Ferreira da Costa, Jorge de Oliveira Gomes.
Artigos de Revisão
O RELACIONAMENTO COM EGRESSOS COMO ESTRATÉGICA ORGANIZACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR (4-18). Tatiana Pereira Queiroz, Cláudio Paixão Anastácio de Paula.
   REFLEXÃO SOBRE A RELAÇÃO ENTRE A MUDANÇA DE CULTURA ORGANIZACIONAL E A GESTÃO DO CONHECIMENTO (19-35). Ronielton Rezende Oliveira, Roniton Rezende Oliveira, Juvêncio Braga de Lima.
A ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO À LUZ DA TEORIA DE PIAGET:  UMA POSSIBILIDADE EPISTEMOLÓGICA PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO (36-52). Rosilene Agapito Lorena, Emeide Nóbrega Duarte, Suzana Lucena Lira.
Relatos de Pesquisa
ESTRATÉGIA DOS NEGÓCIOS: A PERTINÊNCIA DO MÉTODO FALSEOCIONISTA NAS REDES DE RELACIONAMENTOS DAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS (53-71). Roberto Bazanini, Jorge Miklos, Denis Donaire, Alessandra Preto Citante, Homero Leoni Bazanini.
PLATAFORMAS PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO: ESTUDO DE CASO SOBRE A ATIVAÇÃO DO VALOR DE EXCEDENTES COGNITIVOS POR MEIO DO DESENVOLVIMENTO DE UM CONTEXTO CAPACITANTE VIRTUAL (72-88). José Francisco Rezende, Rafael Deolindo Pereira, Danielle Almeida Oliveira.
COOPERAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO ENTRE OS ATORES SOCIAIS EM UM ASSENTAMENTO RURAL (89-108). Heloiza Cristina Holgado Silva, Erlaine Vinhoto, Olivier François Vilpoux.
EVIDENCIAÇÃO DA INOVAÇÃO NO RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO: UMA ANÁLISE NA PERSPECTIVA DA LEI DO BEM (LEI Nº. 11.196/2005) (109-127). Iago França Lopes, Ilse Maria Beuren.
MEMÓRIA ORGANIZACIONAL E AS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O FUNDO SETORIAL – CT–INFRA–UFPR (128-140). Maria Olivia Ferreira Pereira, Helena de Fátima Nunes Silva, Maria do Carmo Duarte Freitas, André Anastácio Oliveira.
GESTÃO DE PESSOAS E GESTÃO DO CONHECIMENTO À LUZ DA ESTÉTICA ORGANIZACIONAL (141-154). Inara Antunes Vieira Willerding, Micheline Guerreiro Krause, Édis Mafra Lapolli.
APRENDENDO A SER SUCESSOR: UM OLHAR SOBRE A EXPERIÊNCIA (155-174). Sayonara de Fátima Testo, Eliane Salete Filippim, Fernando Fantoni Bencke.
COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO EM UMA EMPRESA FAMILIAR: UM ESTUDO À LUZ DA INVESTIGAÇÃO APRECIATIVA (175-199). Rezilda Rodrigues Oliveira, Alane Bruna Santos Sauer.
AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL ADMINISTRADA NA PREFEITURA DE MANAUS POR MEIO DA APLICAÇÃO DO MODELO IMPACT (200-222). Diego Melo Dias, Maria da Glória Vitorino Guimarães.
GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO EM COORDENAÇÕES DE CURSOS DE
GRADUAÇÃO DE UNIVERSIDADES PÚBLICAS FEDERAIS (223-237). Luzia Góes Camboim, Simone Bastos Paiva, Maria das Graças Targino.
A INFLUÊNCIA DA TRADIÇÃO ANGLO-SAXÔNICA NOS ESTUDOS ORGANIZACIONAIS BRASILEIROS: O QUE MUDOU (OU NÃO) NOS ÚLTIMOS 15 ANOS? (238-254). Fernanda Roda Cassundé, Milka Alves Correia Barbosa, José Ricardo Costa de Mendonça.
UM ESTUDO PRELIMINAR DOS FATORES PERCEPTIVOS SUBJACENTES DA PREFERÊNCIA DOS BRASILEIROS POR APARELHOS CELULARES (255-269). Gustavo da Rosa Borges, Jonas Fernando Petry, Denise del Prá Netto Machado, Isabel Cristina Rosa Barros Rasia.
Resenhas

DA INFORMAÇÃO À AUDITORIA DE CONHECIMENTO: A BASE PARA A INTELIGÊNCIA ORGANIZACIONAL (270-274). Marcia Maria de Medeiros Travassos Saeger.

23 de junho: criação do sindicato nacional dos bibliotecários

No dia 23 de junho próximo, estaremos realizando nossa assembleia anual, que tratará da discussão e aprovação da pauta de reivindicações das categorias representadas - profissionais da informação (arquivistas, técnicos de arquivo, bibliotecários, documentalistas, técnicos de documentação, museólogos, historiadores, auxiliares de biblioteca e centros de documentação) - a ser negociada junto aos nossos empregadores, sejam estes do setor público, privado ou de qualquer segmento do mercado de trabalho. A sugestão de pauta de reivindicações da(s) categoria(s) estará disponível no site "www.sinbiesp.org.br" a partir de 1º de junho.
É importante frisar que as categorias profissionais dos arquivistas, técnicos de arquivo, bibliotecários, documentalistas, técnicos de documentação e museólogos são diferenciadas, pois estão regulamentadas em lei.
Neste ano, a assembleia já estará sendo realizada pelo SINAInfo, o que significa que as negociações salariais se darão com entidades patronais em nível nacional. É de suma importância sua participação, com sugestões de reinvindicações considerando as necessidades regionais, como também para o novo estatuto, cuja minuta estará no site a partir de 1º de junho, para discussão e aprovação na mesma assembleia.
O processo de transformação do SINBIESP em SINAInfo depende da ratificação dos profissionais de todo o país e aprovação dos seus Estatutos nessa assembleia, que também irá regulamentar a eleição da primeira Diretoria, a ser realizada em dezembro. Após essa AGE e as negociações da CCT e Dissidio - 2016/2017, estaremos divulgando a regulamentação para o pleito eleitoral do SINAInfo.
Contamos com a sua prestigiosa colaboração, no sentido de compactuar e difundir essa ideia e vir participar da nossa assembleia ou, na impossibilidade, de ao menos nos enviar a procuração anexa, de modo a atendermos o quórum legal.
SinBiesp/SINAInfo – SINDICATO NACIONAL DOS BIBLIOTECÁRIOS, CIENTISTAS DA INFORMAÇÃO, HISTORIADORES, MUSEÓLOGOS, DOCUMENTALISTAS, ARQUIVISTAS, AUXILIARES DE BIBLIOTECA E DE CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO.
Av. Nove de Julho, 40 - 6º andar – Conj 6-F – CEP 01312-000 – CNPJ nº 53.253.605/0001-50

Fones (11) 3242.0911 – 32371080 –www.sinbiesp.org.br – sinbiesp@sinbiesp.org.br

Aracaju (SE): biblioteca pública completa 168 anos

Fonte: G1. Data: 16/06/2016.
A Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED) completa 168 anos de fundação nesta quinta-feira (16). A unidade fica na Rua Doutor Leonardo Leite, na continuação da Rua Vila Cristina próximo ao Estádio Batistão, no Bairro 13 de Julho em Aracaju.
A biblioteca tem 13 mil obras que atendem a públicos diversificados. O acervo geral é o local ideal para consultas de assuntos acadêmicos e didáticos. Na Seção de Obras Raras, os leitores podem obter informações a partir do século XIX. Este setor dispõe de cerca de 100 mil obras.
Segundo informações da biblioteca, outro setor procurado é a Seção Circulante. Com mais de 11 mil usuários cadastrados, o acervo conta com cerca de 10,5 mil obras que podem ser consultadas no local ou pelo site, em sua maioria romances e best-sellers, dos mais variados autores e temas didáticos. Essas publicações estão à disposição para o empréstimo aos leitores.
A hemeroteca tem 9 mil jornais e o Setor de Documentação Sergipana tem 6,8 mil com mais de 350 autores e 200 temas variados sobre Estado. As salas de Braille, do Projeto CDI e de Cultura Popular têm publicações adaptadas para a inclusão, laboratório de computadores e literatura de cordel.

Segundo a diretora da biblioteca, Juciene Maria, diversas atividades são criadas para incentivar o interesse pela leitura. “O trabalho realizado por essa instituição atende o caráter cultural e educacional que tem a vocação nata para exercer o papel fundamental na inserção da sociedade sergipana. Nós disponibilizamos para os usuários todo tipo de informação, na igualdade de acesso para todos”, explica.

17 de jun de 2016

Evento: Integrar



A FEBAB em parceria com ARQ SP e Universidade Presbiteriana Mackenzie promoverão o 3º INTEGRAR– Congresso Internacional de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Documentação e Museus, que acontecerá na cidade de São Paulo, no período de 19 a 21 de julho de 2016.
O tema dessa edição é “PRESERVAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES” e terá como eixos temáticos: Acessibilidade e inclusão; Ações socioeducativas e culturais; Competências e habilidades dos profissionais face às demandas; Fortalecimento das relações sociais: engajamento da comunidade; Inovação e desafios na gestão dos equipamentos culturais; Mobilidade e acesso: demandas da sociedade; Preservação da memória institucional; Preservação das coleções físicas e digitais e Políticas públicas.

Por que as bibliotecas estão ociosas



Saber ler e escrever não é mais privilégio de poucos. Se outrora isso era algo restrito às elites, hoje, apesar dos 14 milhões de analfabetos ainda existentes como aponta o IBGE, o que se vê é um avanço no sentido da universalização da alfabetização. Porém, mesmo com o progresso em relação ao número de alfabetizados e com a ampliação de bibliotecas em todo o país, o brasileiro pouco frequenta esse espaço dedicado à leitura.
Em um estudo realizado no primeiro semestre de 2012, pelo Instituto Pró-Livro, intitulado “Retratos da Leitura no Brasil”, os dados revelados pela pesquisa são alarmantes. Indica-se que 75 % da população brasileira nunca pisou em uma biblioteca, fato que está diretamente ligado à visão predominante das pessoas sobre a prática da leitura: algo maçante, chato, difícil, não visto como uma prática prazerosa ou divertida. As explicações possíveis para tal fenômeno perpassam questões históricas e culturais, o que reflete diretamente no comportamento social.
Dentre os aspectos que contribuem para isso estão um sistema escolar que, por tratar das disciplinas e dos conteúdos de maneira fragmentada, forma alunos imaturos socialmente e politicamente, como aponta o sociólogo Edgar Morin (2000). Os alunos acabam por criar uma relação com os livros que não está pautada no prazer da leitura em si, mas sim pela obrigação do estudo e da pesquisa sobre conteúdos diversos, os quais, não necessariamente, os alunos conseguem relacionar com seu dia a dia enquanto indivíduos. Logo, a leitura perde sua característica enquanto algo estimulante por ampliar o conhecimento, assim como seu potencial enquanto uma prática prazerosa de entretenimento, tornando-se uma ferramenta (árdua e penosa para muitos alunos) para incutir teorias, teses, fórmulas, entre outras coisas, conforme pregam muitos padrões tradicionais de pedagogia e ensino com uma formação conteudista. Assim, a biblioteca é vista como um lugar de estudo e pesquisa em que a frequência se daria de forma compulsória e não de forma espontânea como entre aqueles que gostam desse ambiente.
 Contudo, a ociosidade ou esvaziamento das bibliotecas não se dá apenas pela falta de empatia construída ao logo dos anos de estudo por conta desse aspecto pedagógico. Trata-se de uma característica cultural da sociedade brasileira, sociedade na qual, historicamente como já se afirmou, a leitura e acesso aos livros estavam restritos a elites. Além disso, uma sociedade de natureza capitalista como a que vivemos acaba por ter o trabalho como atividade central no cotidiano do homem comum, relegando a vida intelectual para outro plano. Logo, as altas jornadas entre trabalho e deslocamento para casa não apenas ocupam o tempo, mas impelem os indivíduos a uma necessidade de outras tantas horas de descanso, fato que configura uma realidade presente entre a classe trabalhadora.
Somado a isso, tem-se a armadilha da facilidade do acesso à informação pela internet. Com seus conteúdos resumidos e outros tantos recursos de áudio e vídeo, ela parece ser mais atrativa que o conhecimento que se pode obter apenas por meio da leitura de livros. Dessa forma, o resultado é o não gosto pela leitura, a preferência pela superficialidade dos conteúdos da rede mundial de computadores e uma visão alienada da realidade na qual este mesmo indivíduo se insere. Isso não faz das novas tecnologias ou da própria internet inimigas da leitura e do conhecimento, muito pelo contrário, são excelentes ferramentas. No entanto, é a existência de conteúdos superficiais, de fontes não confiáveis que pode comprometer a busca pelo conhecimento. O hábito da leitura requer um esforço cognitivo e de interpretação mais intenso do que apenas assistir ou ouvir conteúdos.
Dessa forma, o que se pode inferir sobre o não uso das bibliotecas é que uma série de fatores inter-relacionados contribui para que a grande maioria da população não seja frequentadora desses espaços.  Como se sabe, em sociedades onde a leitura (e a educação de maneira geral) é valorizada, tem-se o predomínio de um senso crítico mais aguçado, logo de uma sociedade civil mais engajada, mais participativa. Afinal, como diz o ditado popular: “para bom entendedor, um pingo é letra”.

Paulo Silvino Ribeiro
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Fonte:
RIBEIRO, Paulo Silvino. "Por que as bibliotecas estão ociosas?"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/por-que-as-bibliotecas-estao-ociosas.htm>. Acesso em 11 de junho de 2016.

Evento: ensino de Biblioteconomia



Encontro Regional de Educação em Ciência da Informação
Florianópolis – UDESC – 14 e 15 de julho de 2016

A Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), antiga Associação Brasileira de Ensino de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (ABEBD), desde sua criação em 1967, tem buscado reunir os docentes dos cursos de Biblioteconomia e Ciência da Informação, no âmbito da graduação, em torno de uma questão central: a qualidade de ensino. 
Dessa forma, a ABECIN organiza os encontros regionais (ERECIN) para propor um espaço para reflexão e debate sobre as demandas, perfis e formação nos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, Ciência da Informação e Gestão da Informação no sul do país. 
O ERECIN objetiva incentivar a comunidade docente da área a buscar soluções para diferentes problemas detectados, atualizar as propostas pedagógicas adotadas nos vários cursos e, promover o aperfeiçoamento contínuo dos professores, buscando, assim, o aprimoramento do ensino, extensão e pesquisa no país.
Em 2016, o ERECIN região Sul ocorrerá no Centro de Ciências Humanas e da Educação (FAED) na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) dias 14 e 15 de julho em Florianópolis/SC.
Como representante da Diretoria Região Sul da ABECIN gostaria de convidar todos os professores, alunos, pesquisadores, profissionais e demais interessados na temática que envolve a educação em Ciência da Informação para participar do ERECIN conforme programação abaixo.