26/11/2014

Evento: bibliotecas e arquivos militares

Fonte: Portal Brasil. Data: 25/11/2014.

URL: www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/11/evento-debate-importancia-da-gestao-do-patrimonio-militar

Especialistas em tecnologia da informação, arquivistas e bibliotecários do Ministério da Defesa e das Forças Armadas participaram nesta segunda-feira da abertura do I Simpósio do Patrimônio Histórico e Cultural Militar, no auditório da Escola de Guerra Naval (EGN), no Rio de Janeiro (RJ).
O encontro, que se estende até o dia 28, também engloba o IV Encontro de Gestão de Arquivos Militares Brasileiros e o III Encontro de Profissionais de Bibliotecas Militares Brasileiras. O objetivo é debater novos processos de armazenamento e de gestão da informação de arquivos e bibliotecas.
Na solenidade de abertura, o secretário-geral do Ministério da Defesa, Ari Matos Cardoso, ministrou uma palestra inaugural ao lado de representantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de especialistas do Arquivo Nacional e da Biblioteca Nacional.
Em sua apresentação, o secretário exaltou a importância do encontro para preservar os documentos da área militar que compõem a memória do País.
Ari Matos destacou também a importância de essas informações serem compartilhadas com a sociedade de uma maneira geral. “Precisamos conhecer nosso passado, entender nossas raízes, para construirmos um futuro coerente”, disse o secretário-geral, lembrando que a Defesa foi uma das primeiras pastas a aderir completamente à Lei de Acesso à Informação (LAI).
O Simpósio
Com o tema principal o Acesso e Uso da Informação – Parceria Governo-Sociedade, o evento contará com 280 participantes.
Compartilhamento e Gestão da Informação, Direito e Tecnologia serão alguns dos assuntos do simpósio, que conta com a participação de professores de grandes universidades brasileiras, empresários e representantes de órgãos como a Fundação Biblioteca Nacional, a Empresa de Gestão de Documentos, o Conselho Regional de Biblioteconomia da 7ª Região e a Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro, entre outros.
Palestrante do evento, a chefe do Protocolo e Arquivo e presidente da Subcomissão do Sistema de Gerenciamento de Arquivos (SSIGA) do Ministério da Defesa, Nilza Azevedo, destacará a importância da inovação tecnológica nesse processo de armazenamento e de gestão de documentos.
A arquivista esclarecerá a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que dará mais agilidade aos processos, além de eliminar a tramitação dos procedimentos em meio físico, ou seja, um sistema em que todos os documentos serão digitais.
“Nossa meta é que, em 2016, o Ministério da Defesa e todas as Forças tenham aderido ao SEI. Assim, teremos nossos arquivos seguros e de forma integrada”, explica.

A bibliotecária do ministério, Miraildes Alves Regino, discutirá, em sua apresentação, a importância da integração da informação. “Estamos na era da informação. A moeda não é mais o capital, e sim as informações”, declara a bibliotecária, que implantou a Rede de Bibliotecas do Ministério da Defesa (REBIMD), projeto que integra os acervos bibliográficos de todas as Forças.

Alagoas moderniza bibliotecas públicas

Fonte: Tribuna Hoje (Alagoas). Data: 25/11/2014.

URL: www.tribunahoje.com/noticia/124314/cidades/2014/11/25/governo-entrega-kits-de-modernizaco-de-bibliotecas-publicas.html

Convênio celebrado entre o Estado e a Fundação Biblioteca Nacional tornou possível a renovação de acervo e de mobiliário para as bibliotecas alagoanas

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, realizou na manhã desta segunda-feira (24) a entrega de kits de modernização para Bibliotecas Públicas de 30 municípios alagoanos.
Os kits, compostos por duas mesas circulares com quatro cadeiras, dois circuladores de ar, um mural informativo e 500 livros, foram adquiridos por meio do Programa de Modernização de Bibliotecas Públicas, convênio firmado entre a Fundação Biblioteca Nacional e a SECULT. Parte do acervo também foi doada pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, por meio da Lei Rouanet e Cepal.
A solenidade ocorreu no Centro Cultural Linda Mascarenhas, no Farol, e contou com a presença do governador Teotônio Vilela e do secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas, da prefeita de Cajueiro, Lucila Toledo, que representou os prefeitos, e do diretor-presidente da Imprensa Oficial Graciliano Ramos, Moisés Aguiar.
Durante a entrega simbólica dos kits o secretário Osvaldo Viégas destacou a parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, que através de convênio celebrado com o Estado tornou possível a renovação de acervo e de mobiliário para as bibliotecas de Alagoas.
Ainda em sua fala, Viégas enfatizou que Alagoas é um dos Estados do Brasil que tem uma das melhores coberturas de Bibliotecas Públicas, atendendo a cerca de 90% dos municípios. “A aquisição desses kits de modernização é importante para que os municípios fortaleçam o incentivo ao livro e a leitura”, destacou.
Em sua fala o governador Teotônio Vilela destacou a importância de entrega de acervo bibliográfico para cada município contemplado. “É uma satisfação realizar a entrega desses livros, pois livro significa tudo nas vidas das pessoas e é através dele que descobrimos outros universos e novas perspectivas.”, afirmou. Vilela ressaltou, ainda, a reabertura da Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos, que acontece nesta terça-feira, (25). O equipamento público foi totalmente restaurado e modernizado para acesso da população.

A prefeita de Branquinha, Renata Moraes, fez um agradecimento ao Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Cultura (SECULT) pela iniciativa da doação dos kits. “Agradeço ao Governo e a SECULT pela iniciativa que irá ajudar a desenvolver a cultura e a educação nos municípios, buscando com um trabalho em conjunto com os gestores municipais trazer mais desenvolvimento”, afirmou.

Oito características de um gestor de sucesso

Autoria: Ricardo M. Barbosa.

Fonte: ComputerWorld. Data: 26/11/2014.
URL: http://computerworld.com.br/carreira/2014/11/26/8-caracteristicas-de-um-gestor-de-sucesso/
Há uma grande distância entre um bom profissional e um bom gestor
Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor, cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.
Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.
Outro ponto importante, a resiliência, é a capacidade de se adaptar a diversas situações mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.
Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:
Capacidade de mediar e resolver conflitos - é saber ouvir e mediar os conflitos logo que surgem, mas não se deve tomar partido e buscar que as respostas para os conflitos ocorram naturalmente, trazendo ganhos para corporação. Tenha uma postura racional evitando reações que prejudiquem o clima. Discussões ríspidas e muito emocionais devem ser controladas.
Iniciativa e pró-atividade - Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade proporciona destaque, mostra o quanto você é engajado e quer crescer. O gestor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação. Agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem.
Autoconfiança - O profissional que quer tomar a frente de uma equipe precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores.
Capacidade de reter talentos – Mais do que se esforçar para manter talentos na sua empresa, é imprescindível cativá-los e dar aos mesmos ambições e segurança para que eles queiram continuar no projeto e, principalmente, almejem crescer, para isso incentive a aprender e estar perto do núcleo de decisões do negócio.
Saber delegar o operacional – Um gestor tem como função gerenciar as ações, e se ficar se dedicando às questões operacionais perderá tempo e principalmente não estará preparado para sua real função. Delegue tarefas operacionais.
Conexões e criatividade - O gestor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação levando a um retorno imediato.
Controle - O gestor não pode esquecer que ele está no comando, e que é possível e aceitável delegar as funções, mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto, esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.
Aprendizado contínuo - O bom profissional busca se capacitar, mas se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.

*Ricardo M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting 

Saraiva adquire Siciliano

Fonte: Valor Econômico. Data: 26/11/2014.
Autoria: Beth Koike.

Em março de 2008, a Saraiva desembolsou R$ 60 milhões para adquirir a Siciliano e se tornar a maior rede de livrarias do país. Seis anos depois, o foco da companhia não é mais o varejo, e sim a área de educação, que deverá absorver boa parte do investimento de cerca de R$ 60 milhões previsto para 2015. O segmento de educação sempre foi mais rentável, apesar de o seu faturamento ser menor quando comparado aos negócios de varejo. Para efeitos de comparação, nos nove primeiros meses deste ano, a editora Saraiva teve receita líquida de R$ 277 milhões e lucro líquido de R$ 5,4 milhões. Já nas livrarias, a receita foi de R$ 1,3 bilhão e houve um prejuízo de R$ 23,3 milhões no mesmo período. Diante de tais desempenhos e do bom momento por qual passa o setor de educação, a Saraiva reorganizou sua estratégia. "Desde o começo do ano passado, a companhia está se reposicionando para participar cada vez mais na área de educação", disse Jorge Saraiva Neto, diretor-presidente da Saraiva. Entre as estratégias vislumbradas para alavancar o crescimento, está a aquisição de sistemas de ensino, editoras ou negócios de tecnologia aplicada ao ensino. Diferentemente do que ocorria até 2012, os investimentos da Saraiva não são mais direcionados para elevar o número de lojas. Em 2015, devem ser inauguradas apenas três unidades, mas outras duas ou três livrarias consideradas pouco rentáveis devem fechar. Com isso, a Saraiva encerrar o próximo ano com 116 pontos de venda.

MEC discute acesso à internet pelas escolas

Fonte: Portal R7. Data: 26/11/2014.
O FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), instância ligada ao MEC (Ministério da Educação), realiza nesta quarta-feira (26) uma audiência pública, em Brasília, para definir as especificações técnicas do chamado Media Center (Plataforma de Nuvem Educacional). A ferramenta permitirá que cada uma das 190 mil escolas públicas do País salvem conteúdos educacionais feitos por seus professores uma plataforma interna. Os materiais poderão ser direcionados aos alunos e docentes da instituição por uma rede local, sem necessidade de conexão à internet. 
A iniciativa foi comentada ontem (25) pela diretora de formulação de conteúdos educacionais da SEB (Secretaria de educação Básica) do MEC, Mônica Franca. Ela esteve presente no seminário internacional “Tecnologias para a transformação da educação”, realizado em São Paulo, pela Fundação Santilla, junto à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), e em parceria com o INSPER. 
— O Media Center vai ser um grande conjunto de tecnologias que, dentro da escola, vão permitir acesso aos conteúdos dispensando o acesso à internet, como se fosse uma rede local, uma ‘rede interna de cada escola. Não é uma ideia nova, mas é uma solução mais barata para ofertarmos nas escolas, e aí abrir um canal que dá acesso aos conteúdos digitais. 
Segundo Mônica, um projeto piloto já foi aplicado em uma escola do Distrito Federal. Agora, a ideia é, depois da audiência pública que terá a presença de representantes da indústria, planejar o lançamento do edital para a criação dos equipamentos. 
— Esforços estão sendo feitos para lançarmos os editais para a produção dos equipamentos a serem instalados nas escolas no início de 2015.
Ela ressalta que não há previsão de data para o funcionamento do sistema nas instituições de ensino. 
Questão de acesso 
Questionada pelo R7 sobre as restrições de acesso das escolas públicas a equipamentos e à infraestrutura adequada para a viabilizar projetos tecnológicos ligados à educação, a secretária da SEB-MEC, Maria Beatriz Luce, também presente no seminário, mencionou que os déficits não são exclusividades do setor público. 
— Quando existir dificuldade de ser colocado uma satélite ou uma banda larga na casa de alguém, na Prefeitura, em qualquer lugar, também vai haver dificuldade nas escolas, e não importa se forem públicas ou privadas. 
Durante a sua fala na abertura do evento, a secretária ressaltou que o Brasil ainda tem dívida com a educação no que diz respeito à distribuição educacional. Ela avalia que melhorias estão acontecendo e que um dos atuais desafios do País é ter condições de levar a tecnologia para todas as escolas em igualdade de condições.
— No Ministério de Educação, estamos numa fase extremamente importante que é de transição de gestão. Estamos com muita expectativa de que poderemos contar com uma rede de dados de melhor qualidade para alcançarmos todas as escolas. Para isso, contamos também com um conjunto de políticas de outros setores, como a área de comunicação e telefonia do País. Estamos batalhando para disponibilizar banda larga para todas as escolas”, disse lembrando do Programa Banda Larga na Escola, lançado e 2008. 
Estudo 
Durante o seminário, foi apresentado o documento “Tecnologias para a transformação da educação: experiências de sucesso e expectativas”. O material foi elaborado pelos organizadores do evento em parceria com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e mostra um panorama de experiências bem sucedidas em tecnologia na educação em escolas da América Latina. 
Até o momento, a pesquisa levantou materiais no Chile, na Colômbia, no Peru e no Brasil. Ainda serão coletados dados sobre o tema no México e na Espanha. 
A principal conclusão do estudo é que, de maneira geral e também quando o assunto é tecnologia, mais valem três horas de formação de professores realizada na própria escola onde eles atuam, do que 30 horas de aprendizado em centros de formação fora e longe das salas de aula.
Segundo Francesc Pedró, que dirige a área de políticas públicas para a tecnologia na educação da Unesco em Paris, o ideal é o professor se formar para o uso da tecnologia tendo como base o contexto onde trabalha, e os materiais e ferramentas digitais a serem usados com os alunos. 
— Precisamos não só formar, mas também apoiar os docentes. É necessário entrar com eles nas salas de aula e entender como tecnologia pode ajudar em suas práticas. 
Quanto às experiências brasileiras, o especialista avalia ser necessário justamente formar e escutar os professores em seus ambientes de trabalho. 
— Geralmente, no Brasil, a tecnologia cai na escola de cima para baixo, sendo que é preciso perguntar para o professor o que ou que tipo de tecnologia eles precisam para melhorar suas aulas. 
Ele também ressalta que o bom uso da tecnologia nas escolas brasileiras pode captar o interesse do aluno e, consequentemente, combater a evasão escolar no País. 
— As experiências mostram que a tecnologia pode ajudar alunos a pesquisarem sobre o bairro onde vivem e a aplicarem a criatividade em prol de melhorias para a realidade do entorno onde moram. 
Mesmo dada a inegável presença da tecnologia nas escolas, há quem reivindique um passo anterior às formas de sua utilização para o ensino. O presidente do Insper, Cláudio Haddad, destaca, que antes mesmo da introdução de novas tecnologias nas salas de aula, é preciso melhor as práticas educacionais atuais. 

— Tecnologia nada mais é do que técnica, é para ser a coisa mais simples do mundo. Então, antes de pensarmos em algo sofisticado, temos que aprimorar o básico: se os professores conseguissem cumprir seu tempo de aula e transmitir bem o conteúdo, a educação no Brasil já melhoria muito. 

25/11/2014

CAPES e a internacionalização dos periódicos brasileiros

Manifesto de editores pede suspensão de projeto da Capes
Autoria: Maurício Tuffani.
Data: 19/11/2014.
A Abec (Associação Brasileira de Editores Cientificos) e a SciELO (Scientific Electronic Library Online) divulgaram nesta terça-feira (18.nov) o documento em que contestaram o Projeto de Internacionalização de Periódicos Científicos, anunciado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão vinculado ao MEC (Ministério da Educação). O documento foi encaminhado ao órgão na segunda-feira, segundo Sigmar de Oliveira Rode, presidente da Abec.
Em reunião em Brasília com cerca de 60 editores-chefes de revistas científicas brasileiras em 29 de outubro, Jorge Guimarães, presidente da Capes,  anunciou que pretende lançar edital do projeto ainda neste ano para contratar um publisher estrangeiro especializado na área acadêmica para publicar em acesso aberto pela internet cerca de cem revistas científicas brasileiras.
Os grupos Elsevier (Holanda), Emerald (Reino Unido), Springer (Alemanha) e Wiley (Estados Unidos) —todos com escritórios no Brasil— e Taylor & Francis (Reino Unido) apresentaram propostas na mesma reunião no dia 29 (clique nos links para ver as apresentações). O órgão pretende remunerar o publisher a ser contratado pelo custo total de seus serviços.
Críticas
Na semana passada, editores-chefes de revistas científicas e representantes de editoras brasileiras especializadas em periódicos acadêmicos criticaram o projeto da agência federal durante o 8º Workshop de Editoração Científica, em Campos de Jordão (SP). Assinado por Rodde e por Abel Packer, diretor da SciELO, o documento não reproduziu críticas formuladas à iniciativa no neto, como, por exemplo, a de violação da lei de licitações e contratos por não prever a participação de editoras nacionais.
No texto enviado à Capes, a Abec e a SciELO requerem a “a suspensão e reformulação do edital anunciado no dia 29 de outubro”. No entanto, a agência federal naquele data divulgou somente o projeto e até a publicação deste post a página “Editais e licitações” não indicava nada sobre essa iniciativa. O presidente da Abec afirmou que o  edital está em elaboração e que o posicionamento das duas entidades em nome dos editores de revistas pede antecipadamente a reformulação da iniciativa da Capes.
Procurada por este blog, a Capes não se pronunciou sobre do documento, que está publicado no site da Abec.
Abaixo o documento da ABEC
URL: www.abecbrasil.org.br/includes/noticias/arquivos/Declaracao-CAPES-SciELO-sobre-Edital-CAPES-versao-20141117.pdf

ABEC Brasil e SciELO vêm requerer da CAPES a reformulação do edital anunciado para o financiamento público de publicação de periódicos do Brasil por editora estrangeira
A Associação Brasileira de Editores Científicos do Brasil (ABEC Brasil) e o Programa SciELO / FAPESP, em consideração às manifestações exaradas durante o VIII Workshop de Editoração Científica da ABEC Brasil, realizado em Campos de Jordão, entre os dias 10 e 13 de novembro e que contou com a participação de mais de 300 editores e autores científicos, vêm publicamente requerer da CAPES a suspensão e reformulação do edital anunciado no dia 29 de outubro passado relativo ao financiamento por esta entidade oficial da publicação de um grupo de periódicos do Brasil por editora comercial estrangeira, com base nas seguintes considerações:
1. É bem-vinda a decisão da CAPES de dispor de recursos financeiros de grande monta para apoiar a internacionalização dos periódicos do Brasil, iniciativa que segue os avanços que a ABEC Brasil, o SciELO e os periódicos individualmente vêm promovendo com êxito e de modo sustentável nos últimos anos.
2. A internacionalização, como vêm implantando a ABEC Brasil e o SciELO, compreende a adoção e o desenvolvimento de capacidades e infraestruturas nacionais por meio de políticas e de práticas de gestão e operação da editoração, publicação e disseminação dos periódicos. Estas ações vão além da simples publicação por uma editora comercial estrangeira, que, conforme os índices bibliográficos, não asseguram aumento de visibilidade e impacto internacional comparado com os periódicos editados e publicados nacionalmente, particularmente os indexados pelo SciELO, não obstante implicarem maiores custos. Estes altos custos não se justificam, pois serão direcionados a um número limitado de periódicos, levando em conta que periódicos de qualidade do Brasil vêm, de modo crescente, publicando artigos científicos de outros países.
3. Os periódicos do Brasil cumprem uma função relevante ao comunicar mais de 25% da pesquisa do Brasil indexada internacionalmente. Ao mesmo tempo, a internacionalização dos periódicos avançou notavelmente nos últimos anos com o aumento da publicação em inglês e de autores estrangeiros e do acompanhamento do estado da arte internacional em editoração, publicação e interoperabilidade na Web. A capacidade de editar e publicar periódicos é parte integral do desenvolvimento da infraestrutura de pesquisa do país.
4. A participação de empresas comerciais estrangeiras, incluindo as editoras selecionadas pela CAPES, juntamente com as editoras comerciais do Brasil e as editoras de instituições públicas, deve ser promovida em um contexto de transparência e competitividade, que leve em conta de modo equitativo os interesses e prioridades da pesquisa e os avanços da comunicação científica do Brasil, como vem ocorrendo. A intervenção proposta pela Capes poderá desestruturar estes avanços e capacidades nacionais já alcançadas e com enorme potencial de crescimento.
5. A publicação pioneira dos periódicos de qualidade em acesso aberto por meio do SciELO e sua continuidade ao longo dos últimos 16 anos contribuíram para que o Brasil lidere a publicação em acesso aberto. Esse avanço, que dota os periódicos com visibilidade nacional e internacional crescente, vem mantendo autonomia da gestão editorial e deve ser fortalecida pelas políticas públicas. É nesse sentido que se espera que sejam orientados os apoios das agências federais e estaduais de fomento ao progresso da pesquisa.
Com base nestas considerações propomos que os recursos anunciados pela CAPES sejam disponibilizados para custear taxas de publicação (Article Processing Charge) dos artigos de autores afiliados a instituições do Brasil publicados em periódicos de qualidade editados no país. Desta forma os recursos serão aplicados de forma transparente pelos pesquisadores que privilegiarão o uso dos recursos na comunicação de suas pesquisas nos periódicos do Brasil com melhor desempenho. Estes recursos da Capes poderão ser incrementados com aportes das demais agências e instituições de pesquisas do Brasil em um movimento para o estabelecimento de um fundo nacional que assegure de modo racional, efetivo e sustentável o financiamento da publicação em acesso aberto dos periódicos de qualidade do Brasil. A ABEC Brasil e o SciELO têm interesse em contribuir para este movimento e o desenvolvimento deste fundo nacional. Em assim sendo, o Brasil poderá realizar um avanço pioneiro e inovador na comunicação científica em acesso aberto.
Sigmar de Mello Rode
ABEC Brasil, Presidente
Abel L Packer Programa SciELO / FAPESP, Diretor


Bibliotecas universitárias como nova Diretoria

Durante a realização do SNBU em Belo Horizonte ocorreu a eleição da nova Diretoria da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias - CBBU para gestão 2014-2016.
A nova diretoria ficou composta por:
Presidente: Viviane Carrion Castanho (UFRGS)
Vice-presidente: Paula Maria Abrantes Cotta de Mello (UFRJ)
Diretora de Planejamento e Marketing: Celia Regina Simonetti Barbalho (UFAM)
Diretora de Finanças: Marcia Valéria da Silva de Brito Costa (UNIRIO)
Secretária: Kelma Patricia de Souza (UFU)

Desejamos sucesso a nova diretoria.
Atenciosamente
Luiz Vicentini

Presidente CBBU/Gestão 2011-2014

Lançamento: Práticas de leituras

Com base na sua experiência de 15 anos com bibliotecas comunitárias, o Instituto Ecofuturo lança publicação para ajudar na formação de leitores

O livro “Boas práticas de leitura nas Bibliotecas Comunitárias Ler é Preciso” já está disponível, virtual e gratuitamente no Portal do Instituto Ecofuturo, e reúne iniciativas criativas e eficientes que ajudam a atrair as pessoas para os livros ou levar os livros onde estão as pessoas. A publicação é uma realização do Ecofuturo com autoria do escritor Reni Adriano, consultor em leitura, literatura e formação de mediadores e ganhador do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2009 pelo romance “Lugar”. O objetivo é disseminar essas práticas que podem ser aplicadas ou adaptadas a diferentes contextos.

“Algumas vezes ousadas, outras vezes surpreendentemente inventivas, essas ações mereceram destaque não pelo que pudessem ter de exóticas, nem por mera invencionice delas. Elas se tornaram exemplares por primarem, acima de tudo, pelo respeito à relação leitora e pelo encontro entre pessoas e livros”, afirma Reni. Assim, para completar o lançamento e divulgar bons exemplos promovidos pelos profissionais de biblioteca, no dia 26 de novembro, às 15 horas, também no Portal, o escritor participará de um bate papo online promoção de leitura e planejamento de atividades de bibliotecas.

Histórico
O Instituto Ecofuturo é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que, há 15 anos, incentiva ações transformadoras, atuando em projetos que contribuem para o fortalecimento das práticas de leitura e escrita como atividade individual e social e para a conservação do meio ambiente por meio do desenvolvimento de projetos para áreas de reserva florestal. O Projeto Ler é Preciso também nasceu em 1999 e tem como principal objetivo preparar crianças e jovens para atuarem na sociedade do conhecimento a partir do domínio crítico da linguagem e da competência de comunicar-se pela escrita, base da autoestima e da cidadania. Atualmente, são 101 bibliotecas em onze estados brasileiros.



Para mais informações: www.ecofuturo.org.br

24/11/2014

Biblioteca móvel escolar vai percorrer Venâncio Aires (RS)

Fonte: Folha do Mate. Data: 21/11/2014.
Reconhecida como Capital Gaúcha da Leitura após divulgação de pesquisa do Tribunal de Contas que aponta Venâncio Aires como a cidade que mais investiu em livros no Estado, a Administração Municipal lança, nesse fim de semana, mais um projeto de incentivo à cultura literária.
Uma Kombi está sendo transformada em Biblioteca Móvel e levará acervo literário adquirido pelo Município às escolas, bairros e comunidades do interior. O veículo da Secretaria Municipal de Educação participará de eventos, projetos escolares e será ponto de encontro para contação de histórias.
A Biblioteca Móvel Escolar terá apoio do SESC na formação do acervo e na atração de eventos cultuais itinerantes. Além disso, a Secretaria Municipal de Educação já definiu o projeto que percorrerá as escolas municipais de Ensino Fundamental (Emefs).
Após a definição do calendário de parceria com o SESC, aquisição de mobiliário, mesas, prateleiras, cadeiras e tenda de proteção do sol, a Administração Municipal quer expandir a presença da Kombi para as comunidades, reativando a história de sociedades do interior, que em sua maioria trazem a leitura como origem das associações.

O prefeito Airton Artus, que destaca a importância de incentivar a leitura para os públicos de todas as idades, finaliza dizendo que o projeto é mais uma política pública de médio prazo que deve capacitar os jovens venâncio-airenses a tornarem-se adultos mais críticos e independentes, contribuído assim para o desenvolvimento do município.


Delfim Netto doa 250 mil livros para a USP

Fonte: Época Negócios. Data: 19/11/2014.
URL: http://epocanegocios.globo.com/Ideias/noticia/2014/11/como-organizar-uma-baita-biblioteca.html
“Tem quem faça coleção de uísque ou cuecas. Livros são meu  grande hobby”
Fato memorável de julho: Antônio Delfim Netto doou sua biblioteca para a Universidade de São Paulo (USP). Eram 250 mil livros sobre economia, história, antropologia e ciências sociais em geral, que antes viviam fechados num sítio em Cotia (SP). O que fez do acervo da Faculdade de Economia e Administração da USP, agora com 470 mil volumes, o maior da América Latina sobre essa temática. “Tem gente que coleciona uísque ou cuecas. No fundo, leitura é o meu grande hobby”, diz o ex-ministro e perene voz influente em governos de diferentes cores partidárias. Aos 86 anos, Delfim lê em média quatro horas por dia, sempre à tarde – “de manhã eu trabalho”, diz, em tom de brincadeira, porque ler, naturalmente, faz parte do trabalho. Otimista com os progressos do país na área da educação, ele falou sobre as miudezas de sua relação com os livros: como escolhe e compra, como os lê e organiza. É um método que vale a pena estudar. 
Descobrir

Delfim compra mais ou menos 40 livros por mês. Ele os encontra de duas formas: em catálogos que recebe de sebos pelo mundo – Japão, Suécia, Alemanha etc – e de grandes editoras, por carta ou e-mail; ou em citações e notas de rodapé de outros livros. O tema de interesse são as ciências sociais. “Tenho procurado mais obras sobre história e menos sobre assuntos como a matemática, minha formação, porque nessa idade falta um pouco da agilidade mental necessária”, diz.

Reinaugurada a Biblioteca Pública Estadual de Alagoas

Fonte: Alagoas 24 Horas. Data: 21/11/2014.
URL: www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Cultura&vCod=214324
Modernização – Em todo o processo de restauração e modernização da Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos foram investidos R$ 3,4 milhões, por meio do convênio do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria da Cultura, com a Fundação Biblioteca Nacional, vinculada ao Ministério da Cultura, sendo mais de R$ 800 mil a contrapartida do Tesouro do Estado. O secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas, aponta algumas das novidades: instalação de dois telecentros, setor em braile, acervo de obras raras, Memoriais Graciliano Ramos e da Biblioteca Pública Estadual.
Todo o acervo reunido, cerca de 90 mil títulos, tem passado por um processo de avaliação e cuidados, de acordo com a diretora da Biblioteca, Maria Luiza Russo. A BPE disponiblizará, inicialmente, mais de 70 mil títulos à população. Os livros foram divididos em sessões, por sala. As obras de alagoanos e sobre o Estado ocupam um espaço exclusivo – são mais de 6 mil títulos.
Outros dois ambientes, o espaço infanto-juvenil e a bebeteca, destacam-se pelas cores e livros novinhos. Os bebês poderão ser apresentados ao folhear das páginas, numa área própria, onde podem se movimentar no chão, sobre tapetes emborrachados, com mobiliário lúdico. Para crianças e jovens, o acervo é de mais de 3 mil títulos, incluindo uma Gibiteca.
Deficientes visuais também poderão ter em mãos clássicos da literatura e exemplares do Direito. Mais de mil livros compõem a seção em braile, todos reunidos, numa área acessível.
Além das seções com livros, a maioria dotada de salas de leitura, a Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos apresenta também uma biblioteca modelo, que servirá de referência para as administrações municipais na implantação de novos espaços para ler e tem a curadoria da bibliotecária Wilma Nóbrega. Na BPE, os livros ganharam a companhia de computadores. Os dois telecentros serão abertos 8 horas por dia, com acesso livre. Mais uma forma de inclusão.
A Biblioteca Pública Graciliano Ramos funcionará das 8h às 17h. Boa parte do acervo está catalogado digitalmente. O acesso ao catálogo, com a localização, pode ser feito em terminais, instalados nos três pavimentos da Biblioteca. O serviço de autoatendimento será uma realidade.
Seção de Obras Raras – Os livros raros estão todos reunidos agora numa sala exclusiva da Biblioteca Pública Estadual. Mais de 6.300 títulos. Os livros centenários passaram pelas mãos de um jovem, Francisco Ferreira, estudante de História e um apaixonado pelos registros, com o acompanhamento da bibliotecária Almiraci Dantas dos Santos. Francisco mostra a obra mais antiga, a coleção Da Asia de Diogo Couto – dos feitos que os portuguezes fizeram na conquista e descobrimento das terras e mares do Oriente, de 1778. Até o momento, outros exemplares dessa coleção somente foram localizados em Portugal.
Colaboradores – Todas essas histórias mantiveram-se vivas graças ao comprometimento de funcionários abnegados. Consta no quadro Valdir Nobre, que trabalha na Biblioteca há 40 anos. Ele é o responsável pela seção de jornais. Tem histórias inusitadas de pesquisas. Outras colaboradoras, Cícera Vicente e Telma Sueli Roque têm menos tempo de casa, 33 e 32 anos, respectivamente. No time, espaço ainda para Jorge Neves, com 15 anos de BPE.
Aspectos históricos – A Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos envolve aspectos importantes da história de Alagoas. O prédio em si, o Palacete Barão de Jaraguá, foi cenário da vinda de D. Pedro II e D. Teresa Cristina, em 1859. Cedido pelo português José Antônio de Mendonça, posteriormente intitulado Barão de Jaraguá, foi a residência oficial do casal em Maceió – o Paço Imperial.

Restauração – A restauração do prédio, que possui três pavimentos e 54 salas, tem sido acompanhada pelas arquitetas Adriana Guimarães Duarte e Ariana Salete de Moraes, autoras do texto Palacete Barão de Jaraguá: o ato de restaurar, que integra o livro Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos, uma publicação da Imprensa Oficial.

Recife: bibliotecas aguardam reformas

Fonte: Diário de Pernambuco. Data: 23/11/2-14.
URL: www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/11/23/interna_vidaurbana,544621/bibliotecas-aguardam-reformas.shtml
Calor, iluminação deficiente, salas fechadas e livros tomados pelo mofo. Essa é a situação das duas bibliotecas públicas municipais do Recife. No início de 2013, a Secretaria de Segurança Urbana assumiu o compromisso de transformá-las em ambientes atrativos para atender a população. O objetivo era diminuir a vulnerabilidade e, consequentemente, reduzir a violência nas comunidades do seu entorno. Quase dois anos depois, nenhuma mudança saiu do papel.
Na Biblioteca Popular de Afogados, lâmpadas estão queimadas, dificultando a leitura, e a maioria dos ventiladores está quebrada. A sala de informática, apesar de contar com computadores, não é acessível para uso. A sala infantil é precária. Paredes estão rabiscadas, sujas e com infiltrações. “Sinto falta, principalmente, da ventilação”, disse o universitário Ricardo Lucena Filho, 21 anos.
“O movimento caiu muito. A comunidade reclama da falta de estrutura e de não ter internet sem fio. Encaminhei vários ofícios à secretaria”, disse o gestor, Wendes Barbosa. Ele relatou que houve um arrombamento em agosto, e que só então foram colocados guardas municipais à noite.
Na Biblioteca de Casa Amarela, os problemas se repetem. A população reclama da falta de manutenção, calor e livros com mofo e traças. Em 2013 houve pelo menos dois arrombamentos. O Diario esteve lá às 15h da última terça-feira. As portas estavam fechadas. Moradores do bairro se mostraram surpresos. A Secretaria de Segurança Urbana não soube informar o que houve
Baseado no modelo adotado em Medellín e Bogotá, na Colômbia, a proposta inicial era redesenhar os espaços onde as bibliotecas estão inseridas, fazendo modificações não só nos conceitos físicos, mas também operacionais. Climatização, equipamentos tecnológicos e áreas para convívio familiar fazem parte do modelo. Na Colômbia, o resultado contribuiu para redução da criminalidade
PCR diz que ações começam em 2015
A assessoria da Secretaria de Segurança Urbana do Recife informou por meio de nota que o processo licitatório para as reformas “já foi concluído e que as obras serão iniciadas no primeiro semestre de 2015”. Ainda segundo a assessoria, as duas unidades serão climatizadas e adaptadas para as normas de acessibilidade. “Além disso, terão as fachadas cobertas e recuperadas, sem perder a suas características originais. Os salões de leitura e de livros serão climatizados, com espaços reservados para as crianças.”
Por fim, a Secretaria de Segurança Urbana afirmou que “irá apurar o motivo do fechamento da Biblioteca de Casa Amarela antes do horário”.

A prefeitura ainda prevê cinco novas bibliotecas inseridas nos Centros Comunitários da Paz (Compaz). Porém, como o Diário denunciou no mês passado, os centros também estão com obras atrasadas. Dois deles sequer tiveram os endereços definidos.

18/11/2014

BN faz exposição da ilustração brasileira



Fonte: Portal Brasil. Data: 17/11/2014.
URL: www.brasil.gov.br/cultura/2014/11/exposicao-gratuita-destaca-panorama-da-ilustracao-brasileira
A Biblioteca Nacional abre as portas para a exposição "Brasil: Incontáveis linhas, incontáveis histórias, um panorama da ilustração brasileira".
Com curadoria da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), a mostra apresenta importantes obras do acervo da Biblioteca Nacional, além do trabalho dos 55 ilustradores contemporâneos de livros para crianças e jovens. A visitação é gratuita e segue até fevereiro de 2015.
As ilustrações contemporâneas dos 55 autores foram selecionadas originalmente para a 51º Feira do Livro para Crianças de Bolonha, na Itália, ocorrida em março de 2014, onde o Brasil foi o país homenageado. A exposição destaca ainda dois importantes nomes da ilustração brasileira: Ziraldo e Roger Mello.
Ziraldo, cuja trajetória de autor e ilustrador é um símbolo da criação de livros para a infância e a juventude, é o grande homenageado desta exposição. Já a mostra Roger Melo e seus Jardins, realizada pela FNLIJ em comemoração ao Prêmio Hans Christian Andersen-2014, foi agregada à exposição.
Por iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a exposição foi apresentada na Biblioteca Infantil de Moscou e na Biblioteca Central Lermontov de São Petesburgo. Esta foi a primeira itinerância da mostra. Também foi apresentada, com os originais, na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em agosto de 2014, com apoio do Sesc-SP.
Além da exposição, a Fundação Biblioteca Nacional promove, nesta segunda-feira (17), a mesa-redonda "Um passeio pelo tempo: primórdios da ilustração no Brasil". O debate faz parte do ciclo de eventos ligados à exposição "Brasil: incontáveis linhas, incontáveis histórias" e contará com a participação da Professora Graça Lima (EBA/UFRJ) e do Professor Alexandre Guedes (CBA/UFRJ).
Serviço
Entrada: franca.
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti. Rua México s/nº (entrada pelo jardim), Centro, Rio de Janeiro (RJ).
Horário: Segunda à sexta, das 9h às 17h. Sábado, das 10h às 14h
Data: aberta até fevereiro de 2015

Horto Municipal de Teresópolis (RJ) organiza biblioteca



Fonte: Net Diário. Data: 17/11/2014.
URL: http://netdiario.com.br/horto-municipal-organiza-biblioteca-tematica-e-espaco-para-aulas/
Unidade oferece salas com estrutura para palestras e espaço de reuniões com vivência e experimentação de espécies nativas Com livros e revistas tendo a ecologia e a educação ambiental como temas Tião espera que a população e os empresários da cidade façam doações para o local Ainda muito pouco conhecido e quase nada visitado pelos cidadãos de Teresópolis, apesar de toda a sua importância, o Horto Municipal acaba de inaugurar uma série de mudanças para promover a educação ambiental e a consciência preservacionista em nossa cidade.
São salas de aula com capacidade para 35 pessoas, bem acomodadas; uma biblioteca temática com títulos relacionados à biologia e espécies de nossa região; e um estrutural montado e pensado para receber escolas, universidades e turmas interessadas em desenvolver aulas e palestras sobre a ecologia.
Toda a estrutura do Horto está a disposição das unidades escolares. Nossa visita foi guiada pelo administrador do Horto e subsecretário de Serviços Públicos Tião Correa e acompanhada pelo jornalista, historiador e ambientalista Wanderley Peres. Tião, como é de costume, se mostrou muito empolgado com as mudanças que promoveu no espaço, que há bem pouco tempo, corria o risco de ser retomado pela família doadora por sua subutilização
Um dos muitos orgulhos do subsecretário é a recente Biblioteca, que ele mostrou cuidadosamente ao jornalista Wanderley Peres. Com livros e revistas tendo a ecologia e a educação ambiental como temas, o espaço ainda pode ser ampliado e para isso, Tião espera que a população e os empresários da cidade façam doações para o local. “Nós já recebemos muitas doações de empresários aqui da cidade, mas acho que ainda temos muito espaço aqui, para muitas outras obras nestas prateleiras.
Nosso espaço está aceitando todo tipo de doação de livros, revistas, qualquer material que remeta à Biologia, a Ecologia, enfim, aos assuntos referentes ao nosso ambiente”, enfatiza Correa