Mostrando postagens com marcador computador tablete. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador computador tablete. Mostrar todas as postagens

27 de set. de 2012

Brasileiros compram cinco tablets a cada minuto


Fonte: Veja On Line. Data: 24/09/2012.

Autor: James Della Valle.

Pouco mais de 600.000 tablets foram comercializados no Brasil durante o segundo trimestre de 2012, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela International Data Corporation (IDC Brasil). O número é 275% superior ao registrado pela indústria no primeiro trimestre. Atualmente, são vendidos cerca de cinco tablets por minuto no Brasil, segundo o documento. Agora, a expectativa é que a venda de tablets chegue a 2,6 milhões de unidades até o fim deste ano. O crescimento fez com que o país saltasse do 17º para o 11º lugar no ranking mundial das nações que mais vendem tablets. [...] Para 2013, o analista estima que o número de tablets comercializados chegue a 5,4 milhões de unidades. A estimativa se baseia no grande volume de modelos a serem disponibilizados no mercado, além de preços de entrada mais baratos – que devem atrair consumidores com orçamento mais modesto.

20 de set. de 2012

Tablets e e-book: uma relação complicada


Fonte: Exame. Data: 03/09/2012.

Autor: Cauã Taborda.

Números mostram que quanto mais tablets são vendidos no mercado norte-americano, menos espaço é destinado aos e-books e e-readers. Conforme os tablets ganham a preferência dos consumidores no lugar dos tradicionais Kindle, Nook ou mesmo Positivo Alfa, os livros digitais passam a competir com aplicativos, e-mails, navegação na web e redes sociais. Nos e-readers, que têm como função exclusiva a leitura, a disputa pela atenção do usuário ocorre com o mundo físico a seu redor. Nos tablets, a situação é muito diferente. Afinal, quem nunca perdeu a concentração por conta de um alerta do Twitter ou Gmail que atire o primeiro mouse. [...] No Brasil, a situação dos livros digitais é ainda mais complexa. Segundo dados da Fundação Pró-Livro, e-books fazem parte da rotina de 9,5 milhões de brasileiros.[...] “Não há sentido para que os livros digitais não emplaquem no Brasil”, diz Susanna Florissi, diretora e coordenadora da área digital da Câmara Brasileira do Livro (CBL).Para ela, os tablets não são vistos como inimigos, mas como facilitadores nesse processo.

21 de fev. de 2012

Barão do Rio Branco: tablet desde o maternal

Fonte: Baguete. Data: 14/02/2011.

URL: http://www.baguete.com.br/noticias/hardware/14/02/2012/barao-do-rio-branco-tablet-desde-o-maternal

Autora: Camila Freitas.

A escola catarinense Barão do Rio Branco vai disponibilizar, a partir deste ano, quatro tablets Breeze, da taiwanesa AOC, como ferramenta de ensino aos alunos.
De acordo com a instituição, os dispositivos não vão substituir os livros e podem ser utilizados por crianças a partir de dois anos.
Os tablets ficam alocados na biblioteca e permitem acesso à Internet, jornais, revistas, jogos educativos e e-books.
“Com os aparelhos, a biblioteca passa a proporcionar tanto a leitura convencional quanto a interatividade com as novas tecnologias”, afirma Marcos da Silva, diretor da escola catarinense.
Sem revelar o investimento com os tablets adquiridos, a Barão prevê a compra de mais quatro equipamentos, mas de outra fabricante, ainda não definida.
O objetivo, segundo Silva, é fazer testes de adaptação junto aos alunos.
Além disso, em 2013, a escola projeta a aquisição de mais 30 tablets, visando a criação de um laboratório móvel.
Com sede em Blumenau, a Barão do Rio Branco tem cerca de 1,8 mil alunos, conta com duas unidades de ensino, oferecendo desde o nível infantil até cursos técnicos

6 de fev. de 2012

Ano letivo começa com mais tecnologia na Escola Barão

Fonte: Portal Fator Brasil. Data: 4/02/2012.

URL: www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=190492

Unidade de ensino disponibilizará tablets na biblioteca para que alunos aprofundem conhecimentos.
Blumenau (SC) – O ano letivo para os alunos da Escola Barão do Rio Branco começará mais tecnológico. Antenada com a evolução das ferramentas de ensino, a partir deste ano, a escola disponibilizará tablets na biblioteca para permitir um maior aprofundamento de conteúdo. Jornais, revistas e e-books estarão ao alcance de crianças a partir de dois anos. “Além dos aparelhos, teremos um espaço novo para estudos que estará disponível aos estudantes a partir do dia 8 de fevereiro. A biblioteca passa então a propiciar tanto a leitura convencional quanto a interatividade com as novas tecnologias”, afirma Marcos da Silva, diretor da escola.
Com a inserção dos tablets, a escola quer propiciar mais uma maneira de seus alunos expandirem os conhecimentos, mas sem abandonar os bons livros. O uso conjunto é uma forma de estimular e fazer com que os estudantes vejam as novas tecnologias como mais uma ferramenta de trabalho, não somente para a diversão.

14 de jun. de 2011

Portal de Periódicos terá versão para smartphones e tablets

Fonte: CAPES. Assessoria de Comunicação.
Data: 14/06/2011.
A Capes desenvolve, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), uma versão de fácil acesso ao Portal de Periódicos para os aparelhos. A versão ainda está em fase de testes, mas os usuários que quiserem contribuir com sugestões podem encaminhar suas observações para periodicos@capes.gov.br
O diretor de Programas e Bolsas no País, Emídio Cantídio, e o diretor de Avaliação, Livio Amaral, participaram no último dia 31 de uma reunião para elaboração da nova ferramenta e diversas sugestões foram dadas para a melhoria da versão de teste. A equipe do Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos da Capes já está providenciando as alterações solicitadas e adquirindo novos equipamentos para o desenvolvimento desta versão.

11 de mai. de 2011

Enquanto tablets se expandem no Brasil, livro digital ainda engatinha

Fonte: O Globo. Data: 11/05/2011.
Autor: Paulo Justus.

SÃO PAULO. Enquanto a base de proprietários de tablets, como o iPad, cresce em ritmo acelerado no Brasil, a oferta de livros digitais engatinha, devido a obstáculos que vão da renegociação de direitos autorais à preocupação com pirataria. Paulo Rocco, dono da editora Rocco, conta que alguns agentes cedem os direitos autorais para o livro digital por apenas dois anos, a título de experiência.
A editora começou a vender e-books há um mês. São 50 títulos, tirados dos contratos mais novos, que preveem a cessão de direitos para livros digitais.
Apesar das dificuldades, as editoras querem dar este ano um salto no número de e-books. A LP&M, hoje com 200 títulos, pretende chegar a 450. A Zahar quer passar de 300 para 450, e a Sextante, de 50 para 100.
- Se você procura um livro digital que não existe, a chance é maior que ele seja pirateado - diz Marcos Pereira, editor e sócio da Sextante.
Download é pouco se comparado à venda impressa
O consumo ainda é modesto. O best-seller "A cabana", da Sextante, atingiu em seis meses mil downloads, contra 200 mil cópias em papel vendidas no período. Já "Comer, rezar e amar", da Objetiva, teve 75 downloads em abril, contra 10 mil impressos vendidos.
Na Zahar, que produz livros digitais há dois anos, o faturamento destes é de apenas 0,1% do total. A editora, forte em livros acadêmicos, vende títulos por 30% menos que nas livrarias e oferece capítulos separadamente, por até R$ 1,90.
De olho na demanda futura, LP&M, Objetiva, Planeta, Record, Rocco e Sextante criaram em 2010 a Distribuidora de Livros Digitais (DLD). Ela entrou efetivamente em operação há um mês, com catálogo de 400 obras, vendidas por Saraiva e Livraria Cultura e preço 30% menor que a versão em papel. Roberto Feith, diretor-presidente da Objetiva e presidente do Conselho da DLD, aposta na forte expansão quando os e-readers forem acessíveis à classe média.
Na Ediouro, a ênfase ainda é nas classes A e B. Ela tem hoje 200 livros digitais. Já a Record vem apostando em títulos para o público jovem.