18 de ago de 2012

Papa sonhava em ser bibliotecário


A Biblioteca do Instituto de Física da Universidade de São Paulo oferece o serviço “Pergunte ao bibliotecário” [detalhes no URL: http://www-sbi.if.usp.br/?q=ask]. Por meio desse serviço o usuário pode solicitar, entre outras coisas, cópia de artigo de periódico, encaminhar sugestão para compra, abono de suspensão, empréstimo-entre-bibliotecas e renovação de livros.
A biblioteca também oferece o serviço de atendimento online (Chat) [URL: http://www-sbi.if.usp.br/chat.html] onde o usuário pode bater um papo com o bibliotecário e resolver os seus problemas informacionais. Parabéns aos colegas do Instituto de Física por terem entrado na era da biblioteca 2.0!
Murilo Cunha
A Biblioteca do Instituto de Física da Universidade de São Paulo oferece o serviço “Pergunte ao bibliotecário” [detalhes no URL: http://www-sbi.if.usp.br/?q=ask]. Por meio desse serviço o usuário pode solicitar, entre outras coisas, cópia de artigo de periódico, encaminhar sugestão para compra, abono de suspensão, empréstimo-entre-bibliotecas e renovação de livros.
A biblioteca também oferece o serviço de atendimento online (Chat) [URL: http://www-sbi.if.usp.br/chat.html] onde o usuário pode bater um papo com o bibliotecário e resolver os seus problemas informacionais. Parabéns aos colegas do Instituto de Física por terem entrado na era da biblioteca 2.0!
Murilo Cunha
Fonte: Instituto Humanitas Unisinos. Data: 11/08/2011.
URL: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/512306-bento-xvi-sonhava-em-ser-o-bibliotecario-do-vaticano
Após ter passado toda uma vida à frente do dicastério da Doutrina da Fé e antes de ser eleito Papa, Joseph Ratzinger “tinha um sonho: converter-se no bibliotecário da Santa Romana Igreja”. Era o sonho lógico de um intelectual que ama os livros. A revelação é do arcebispo francês Jean-Louis Bruguès, ex-secretário da Congregação para a Educação Católica, que desde 26 de junho passado, substituiu neste posto o cardeal Raffaele Farina.
O novo bibliotecário explica que o Papa pretende tornar realidade um sonho “mediante a minha pessoa”, mas “não me disse como”, e “meu compromisso, por enquanto, é tratar de entender como poderia levá-lo a cabo”.
Para dom Bruguès, o sonho de Bento XVI está relacionado à sua capacidade catequética. “Quando se vê a riqueza e a potência das catequeses do Papa, não se pode não imaginar que este homem, tão propenso à catequese, não tenha pensado em um vínculo direto com a Biblioteca”.
O novo bibliotecário concebe a Biblioteca do Vaticano como uma “quilha de uma nave que não se vê”: só os especialistas “a conhecem, a entendem, reconhecem a quantidade de trabalho que se desenvolve na Biblioteca, assim como nos Arquivos”.
E acrescenta: “São justamente estas instituições que permitem à nave da Igreja flutuar e avançar. Se não existisse a quilha, a nave estaria à mercê de ventos doutrinais de todo tipo ou das modas”.
O fato é que, como destacou Bruguès, “a Igreja é a instituição mais antiga da humanidade. É mais velha que as universidades, que as cidades e que os sistemas políticos. E, assim, sua memória não é apenas própria, mas de uma boa parte da humanidade”.
E “a memória é a condição da identidade e, consequentemente, do futuro. Quem perde a memória, perde a possibilidade de se orientar. A memória é a condição de qualquer progresso social”.
Talvez por isso, o prelado vaticano conclua: “A Biblioteca Apostólica e o Arquivo Secreto Vaticano deverão ser considerados como as joias da coroa da Igreja”.

 

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