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23 de ago. de 2016

Biblioteca Virtual do Amazonas

Fonte: Portal do Holanda. Data: 22/08/2016.
URL: https://www.portaldoholanda.com.br/amazonas/biblioteca-virtual-do-amazonas-oferece-mais-85-novas-obras
A Biblioteca Virtual do Amazonas, projeto criado em 2001 pelo Governo do Amazonas, por meio da secretaria de Estado de Cultura, passou por uma grande reestruturação neste ano. Todo o seu acervo está disponível no endereço eletrônico www.bv.cultura.am.gov.br, um site que oferece um layout mais enxuto e responsivo, com uma linguagem atual, utilizada pela web, e que dá mais agilidade às funções disponíveis ao usuário em sua pesquisa. Agora, por meio de uma tecnologia mobile, o site pode ser acessado com todas as suas funções, via computadores, smartphones e tablets.
A Biblioteca Virtual tem como base documentos provenientes do Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado do Amazonas e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA). Atualmente, o internauta tem acesso a um acervo com mais de 2 mil documentos digitais, entre audiobooks, folhetos, fotografias, livros, jornais, mapas, revistas e outros documentos elaborados especificamente para o site, todos com ênfase na cultura e história do Amazonas. Vale lembrar que todas as obras disponibilizadas pela Biblioteca Virtual estão de acordo com as diretrizes da Lei de Direitos autorais (9.610/98).

O site possibilita, também, ao visitante, realizar o download das obras. Entretanto, alguns arquivos não estão na íntegra e as versões completas podem ser solicitadas pelo email: acervodigitalsec@gmail.com. (...)

14 de out. de 2014

Situação precária das bibliotecas públicas



Fonte: Portal G1. Data: 10/10/2014.
URL: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/10/bibliotecas-publicas-tem-situacao-precaria-em-varios-estados-do-brasil.html
Em Manaus, a Biblioteca Pública está abandonada há 3 anos. No Rio, Biblioteca Nacional tem parte de acervo armazenado no cais do porto.
As bibliotecas públicas estão em situação precária em vários estados do Brasil. São livros ameaçados, poucos funcionários e prédio com estrutura inadequada – problemas que afastam leitores e também põem obras raras em risco.
Um senhor prédio. Mais de 100 anos guardando a história de Manaus. A Biblioteca Pública da cidade está abandonada há três anos. Mato ao redor, portas quebradas e pichações. Os livros foram para outro prédio, alugado, esperando pela obra que nem data para começar tem. 
A prefeitura de Manaus ainda negocia com o governo federal a liberação de verbas para a reforma. Já em Brasília, quem interditou a Biblioteca Demonstrativa foi a Defesa Civil, por problemas estruturais na marquise. A reforma começou em agosto e ainda deve levar mais quatro meses.
A Biblioteca Pública de Alagoas está fechada há três anos. Segundo a Secretaria de Cultura a obra demorou porque o prédio é tombado. E só no mês que vem a restauração ficará pronta.
Suntuosa, acervo de obras raras, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro está entre as dez maiores do mundo. Na América Latina ocupa o primeiro lugar. Mas nem por isso escapa dos problemas. A reforma da rede elétrica e do telhado já começou. Mas ainda falta muito a fazer. A consequência da falta de espaço pode ser vista pelos corredores do prédio histórico.
Na época em que foi construído o prédio, há 104 anos, a capacidade era para 1 milhão de livros e documentos. Hoje, o acervo é de 10 milhões. E todos os meses chegam 25 mil novas publicações.
O jeito foi abrigar boa parte dos livros e jornais em prateleiras, em um antigo armazém de grãos do cais do porto.
O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Renato Lessa, garante que as obras não correm risco. “Nenhum risco. Esse acervo está guardado ali, não está guardado em condições ideais, tanto não está guardado em condições ideais que nós vamos fazer obra no anexo”, afirma.
A biblioteca abriu concurso para escolha do projeto de arquitetura do novo prédio anexo, na zona portuária. O local vai receber parte do acervo para desafogar a estrutura da sede, no centro do Rio de Janeiro.
O presidente da entidade reconhece a dificuldade de resolver tudo com agilidade.
“Burocracia brasileira é terrível, você tem a pior combinação possível, que é de um lado urgência e do outro lado lentidão, isso enlouquece o gestor”, diz Renato Lessa.
A Associação dos Servidores da Biblioteca Nacional defende a contratação de mais profissionais especializados, melhores salários e mais recursos para os restauros.
Hoje o Brasil tem mais de 6 mil bibliotecas públicas. Segundo a pesquisadora Fabíola Farias, a rede chega a 98% dos municípios.
Mas isso não significa um serviço de qualidade. Boa parte do acervo vem de doações. E muitas bibliotecas não tem projeto pedagógico.
“Eu acho que a biblioteca pública no Brasil hoje não sabe o que fazer, o seu papel na formação de leitores, o seu papel na consolidação da cidadania. E é claro que faltam investimentos, a gente precisa de muito mais investimento nas bibliotecas”, afirma a mestre em Letras.
O Ministério da Cultura informou que 40 novos bibliotecários devem começar a trabalhar na Biblioteca Nacional do Rio já no mês que vem. O Ministério da Cultura disse também que vem ampliando os repasses para manutenção de bibliotecas.

22 de jan. de 2013

Reabertura da Biblioteca Pública novamente adiada


Fonte: Em Tempo Online. Data: 18/01/2013.

URL: www.emtempo.com.br/editorias/dia-a-dia/664-reabertura-da-biblioteca-p%C3%BAblica-%C3%A9-novamente-adiada.html

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros deve ir hoje à Biblioteca realizar uma vistoria – foto: Ione Moreno

Uma guarnição do Corpo de Bombeiros deve ir até a tarde desta sexta-feira (18) à Biblioteca Pública do Estado para realizar uma vistoria e concluir o laudo que poderá liberar em breve o local.

Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), a única coisa que falta é a liberação pelo Corpo de Bombeiros para a biblioteca ser entregue à população.

De acordo com uma das integrantes do grupo ‘Abre Biblioteca’, a mestre em sociedade e cultura na Amazônia, bibliotecária e pesquisadora Soraya Magalhães, a espera do retorno do funcionamento do espaço é aguardada desde 2010, mas sempre é repassada uma nova data de reabertura.

Uma audiência foi marcada para o dia 4 de dezembro do ano passado, ocasião na qual o governador prometeu reinaugurar a biblioteca até o dia 15 deste mês. Passados três dias da data-limite, a expectativa continua e a previsão é que até o fim do mês pesquisadores e estudantes tenham novamente as portas abertas para suas atividades.

Os 18 mil livros que compõem o acervo da Biblioteca Municipal estão disponíveis desde setembro de 2011 na antiga Casa de Restauro, no entorno do largo São Sebastião, na Rua Costa Azevedo, Centro, mas o local também fechou as portas no dia 12 de março do ano passado. Por conta das chuvas, a biblioteca foi interditada por abalos no telhado e no forro, gerando riscos de desabamento, envolvendo usuários e servidores.

Novos espaços para leitura

Conforme a diretora de Cultura da Agência Municipal de Promoção Cultura e Turismo (Manaustur), Socorro Andrade, durante esta semana equipes da própria secretaria foram ao local para realizar o levantamento do que pode ser reformado. “Estamos contando que a biblioteca seja reaberta antes da volta às aulas da prefeitura, e estamos realizando o estudo para a construção de mais duas bibliotecas que ainda serão mapeadas na planta da cidade”, informou.

A diretora informou, ainda, que o antigo prédio da biblioteca, que fica ao lado da Praça do Congresso, passará por uma reforma, e se estuda a criação ali de um Centro de Atendimento ao Turista. “Estamos levantando um estudo junto à secretaria do centro para a realização do projeto”, explicou.

5 de dez. de 2012

Biblioteca Pública do Amazonas será reaberta


Fonte: Portal G1. Data: 4/12/2012.


Autor: Adneison Severiano.

Fechada há mais de cinco anos, a Biblioteca Pública do Amazonas poderá ser reaberta ao público em janeiro do próximo ano, após reforma e recuperação iniciadas em 2009. Os trabalhos no prédio histórico, situado no Centro de Manaus, estão na fase final. Antes da reabertura da biblioteca, a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) antecipou ao G1 as novidades que serão oferecidas no espaço literário. Além da ampliação do acervo de livros, a Biblioteca Pública do Amazonas terá acessibilidade plena para os deficientes físicos, visuais e auditivos.

Com base nos dados fornecidos pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), o titular da SEC, Robério Braga, disse que a ordem de serviço só foi dada em 2009. A previsão inicial de conclusão da reforma no prédio era novembro de 2011. Entretanto, a entrega do espaço foi adiada para outubro deste ano e novamente adiada.

O novo prazo anunciado pelo governador Omar Aziz é que a Biblioteca Pública estadual volte a receber leitores em janeiro de 2013. Porém, a Secretaria de Cultura ressalvou que só reabrirá o espaço se constatada em inspeção as plenas condições adequadas para receber o público.

Robério Braga justificou o atraso da reabertura da biblioteca apontando uma série de problemas que surgiram depois da execução dos serviços realizados pela primeira empresa. Atualmente, profissionais estão executando os últimos ajustes no piso de madeira danificado com temporal, refazendo pintura das portas e janelas do prédio.

"A parte de obras civis é de responsabilidade da Seinfra, que licita, fiscaliza, refaz e paga. A SEC acompanha e faz a fiscalização da parte de restauração de pinturas. A obra foi concluída e no dia 5 de novembro de 2011 iríamos reinaugurar, fizemos inclusive as placas da reinauguração, porém um temporal abriu o telhado e mostrou para a Seinfra os problemas nas obras. Somente rede de lógica foi feita três vezes por conta dos danos provocados por ratos que vivem na área. Então, não inaugurei e nem entreguei a obra para eles retomarem os serviços", revelou o titular da SEC.

Durante os trabalhos no prédio o acervo foi retirado do local, sendo transferido para o Centro Cultural dos Povos da Amazônia e para o Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, localizado no Sambódromo. "A nossa medida para garantir que a população não ficasse sem biblioteca foi possibilitar o funcionamento de 13 bibliotecas, isso sem contar as das escolas públicas, que todas possuem biblioteca. Além disso, temos o Programa Mania de Ler com caixas-estantes em todos os hospitais públicos, em barcos que vão para o interior de médio e grande porte. Publicamos mais de 500 títulos e até final do ano serão mais 50 novos", destacou o secretário.

Mudanças

Desde 2011, os equipamentos e o acervo de 65 mil livros estão instalados no prédio da Biblioteca Pública Estadual, aguardando apenas a conclusão dos serviços extras, assegurou o secretário Robério Braga. Na manhã desta terça-feira (4), o G1 constatou que funcionários da biblioteca trabalham na organização de cadastros dos usuários.

Além da recuperação do prédio centenário, a Biblioteca Pública do Amazonas será reaberta com várias novidades. O acervo de 65 mil livros foi ampliado para 350 mil volumes. O prédio ganhou ainda sistema de proteção contra incêndio, câmeras de vigilância em todas as instalações, sistema de som e aparelho para controle de visitantes com cartão magnético.

Sharles Costa, diretor do Sistema de Bibliotecas do Estado, revelou que todos os livros possuem chip que emitem alertas sonoros quando passam pela porta de saída sem antes receber a devida liberação.

Entre as melhorias, o prédio da Biblioteca passou a dispor de acessibilidade para as pessoas com deficiência física com instalação de elevador, além de equipamentos que possibilitam a inclusão dos deficientes auditivos e visuais na utilização do conteúdo literário.

"Ela não será a mesma biblioteca de antes, porque ela está restaurada do ponto de vista físico e modernizada naquilo de mais moderno conhecido. A biblioteca tem acessibilidade plena, coisa que não existia antes. Foi instalado piso tátil em todo prédio para os deficientes visuais, as placas com braile e linguagem de sinais, que nenhum lugar público do Brasil tem essa tradução em libras, vamos implantar isso no país. A iniciativa utilizou estudo feito por uma amazonense surda, que fez mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina sobre o assunto", contou Robério Braga.

Saiba mais

A Biblioteca Pública oferecerá livros em braile e em áudio, computadores com software para deficientes visuais. Para pessoas que não tem uma das mãos ou paralisia nos braços, uma novidade promoverá a inclusão desse grupo da população. Trata-se do equipamento chamado de folheador automático, que faz a passagem de páginas dos livros e revistas com acionamento por botões de controle. Em cada andar do prédio foi instalado um mapa tátil, possibilitando os cegos encontrarem os departamentos da biblioteca e ler as informações em braile. No segundo andar do prédio, onde ocorrerá exposição com história da biblioteca, os deficientes visuais poderão ouvir a descrição da mostra num equipamento que é acionado por movimento.

Outra novidade que será disponibilizada na biblioteca pretende incentivar a publicação de livros e obras audiovisuais. Segundo a Secretaria de Cultura, um escritório de direito autoral fará parte da nova estrutura. "Quando um autor quer publicar um livro e registrar com ISBN, antes tinha que mandar para o Rio de Janeiro e esperar muito tempo para receber o número de registro. Um serviço que não é nosso e sim da Biblioteca Nacional, mas que nós vamos ser agentes dela e isso gratuitamente para facilitar a vida dos autores", explicou o titular.

Depois da reforma da biblioteca, o material está organizado por grupos de acervos: geral, obras da Amazônia, obras raras e acervo de jornais recuperados.

19 de jul. de 2012

Manifestação cobra a abertura da Biblioteca Pública do Amazonas

Autor: Adneison Severiano.
Fonte: Portal G1. Data: 19/07/2012.
Indignados com a situação da Biblioteca Pública do Amazonas, que permanece fechada há mais de cinco anos, um grupo de frequentadores do estabelecimento realizou manifestação pela reabertura do local. Na segunda-feira, cerca de 100 pessoas participaram do protesto em prol da biblioteca, no Centro de Manaus. Os manifestantes mobilizados no movimento intitulado "Abre biblioteca" seguiram em protesto contra a inoperância do estabelecimento literário. A bibliotecária e organizadora do movimento, Soraia Magalhães, explicou que o local realmente precisava de reparos, mas que essa reforma já se estendeu por muito tempo.