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6 de jun. de 2017

São Paulo abriga 13 bibliotecas temáticas que você precisa conhecer



Autoria: Luiz Pachella. Fonte: Vá de Cultura.

As bibliotecas temáticas são espaços públicos dedicados a segmentos específicos. Tem biblioteca de poesia, biblioteca de cinema, e muitas outras em SP.
A cidade de São Paulo abriga hoje 13 bibliotecas temáticas. São bibliotecas que, além do acervo tradicional de livros, oferecem, em cada unidade, publicações específicas sobre um determinado tema. Tem uma biblioteca focada só em poesia, por exemplo, e outra focada só em música. Outra em cinema, e por aí vai. Todas essas bibliotecas são públicas, e mantidas pela Secretaria Municipal de Cultura da capital.

O acervo das Bibliotecas Temáticas de SP

Um detalhe interessante é que além dos livros, cada biblioteca temática desenvolve programas e eventos ligados ao tema correspondente. Na biblioteca Cassiano Ricardo, que fica no Tatuapé e é dedicada à música, acontecem shows e, além disso, há um acervo de discos e CD, com alguns títulos raros.
Já no Ipiranga, na biblioteca Roberto Santos, dedicada ao cinema, há uma sala onde são exibidos filmes a preços populares. [...]

13 Bibliotecas Temáticas

Esses são só dois exemplos que ilustram de forma rápida como as bibliotecas temáticas de São Paulo funcionam. Há outras 11 bibliotecas em atividade, que funcionam da mesma forma, mas que têm temas diferentes e, alguns deles mais voltados às questões sociais atuais mais importantes, como a causa feminista e a cultura afro-brasileira.
Olha só a lista que a gente preparou, dividida por temas, com links para você conhecer cada uma delas:
Saber da existência dessas bibliotecas temáticas te possibilita uma nova experiência literária. Nos últimos anos criou-se, principalmente entre os cidadãos das grandes metrópoles, o hábito de frequentar as grandes livrarias. As bibliotecas quase são deixadas de lado na rotina do dia-a-dia.

Opinião

Se traçarmos um paralelo entre o hábito citado acima, e questões como a sustentabilidade, o consumo consciente e a relação entre os cidadãos, veremos que a própria literatura está fadada aos anseios e imposições do marketing e do consumismo. Nas bibliotecas públicas, e não só nas bibliotecas temáticas, em todas elas, o acesso à leitura é gratuito.
Esse acesso gratuito fomenta ainda o compartilhamento de obras e de experiências entre os leitores. O mais importante, porém, é que essas bibliotecas estão repletas de livros alternativos e outros ricos materiais exclusivos, que você não vê nas prateleiras de uma livraria. Então deixo aqui a dica: Visite as bibliotecas públicas! Conheça as bibliotecas temáticas. Além de ser uma experiência cultural diferente na sua agenda, é de graça.

23 de dez. de 2016

Uma biblioteca pioneira para a fotografia no Brasil



O IMS Paulista chega em julho de 2017 com foco em artes visuais, música e tecnologia digital
Fonte: El Pais. Data: 21/12/2016.
O que já era bom fica melhor. Abre as portas em julho de 2017 mais um centro cultural na avenida Paulista, que abriga uma das maiores ofertas em cultura e entretenimento de São Paulo e – palco emblemático dos vários protestos ao longo do ano –, se consolida como um dos espaços mais pulsantes da cidade. É o novo endereço paulistano do Instituto Moreira Salles, entidade privada especializada em literatura, música e artes visuais que detém um dos maiores acervos fotográficos do país. Seguindo o talento da casa, a novidade inclui uma biblioteca dedicada a publicações sobre fotografia e com acesso livre ao público que é a primeira do país, com 230 m² e 30.000 itens.
Além da biblioteca, o novo IMS Paulista chega prometendo uma ampla oferta de atividades ligadas sobretudo a foto, cinema, vídeos e tecnologias digitais. Serão sete andares, dos quais três se voltam exclusivamente às exposições, com um auditório para exibição de filmes, palestras e shows, salas de aula para cursos, um café e um restaurante. “Será um museu 100% voltado ao público, que atraia as pessoas e crie uma relação franca com a rua”, afirmou o diretor do IMS, Flávio Pinheiro, na coletiva
Segundo Lorenzo Mammì, que será o diretor do museu, a curadoria de conteúdo seguirá quatro eixos principais: “Teremos a fotografia como principal objeto, o investimento na realização de exposições próprias, a articulação para diferentes usos do espaço e a integração com o entorno territorial onde a nova sede estará instalada”, adiantou o músico, filósofo e crítico de arte que organizou, entre outros, o livro de ensaios 8X fotografia.
Dos hits da biblioteca, comprados do acervo pessoal do fotógrafo húngaro Thomas Farkas (1924-2011), fazem parte os 135 números da revista Novidades Fotoptica e os 100 da Revista de Fotografia, entre outros títulos. Também as mais de 1.000 obras que pertenceram à fotógrafa polonesa Stefania Bril. Tanto Farkas como Bril, que se radicaram no Brasil, são nomes centrais para a fotografia nacional. [...]

5 de out. de 2016

A biblioteca é nossa!

Servidores e empregados da CPRH protestam contra a transferência da biblioteca
Fonte: Diário de Pernambuco. Data: 4/10/2016.
Categoria denuncia que o espaço vem passando por um processo de desmonte, sem receber apoio da diretoria nos últimos 10 anos
Servidores e empregados da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realizam, nesta quarta-feira, um ato público contra a transferência da biblioteca da sede do órgão para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). O ato, organizado pelo sindicato da categoria, foi definido durante assembleia realizada no dia 26 de agosto.
A programação teve início pela manhã, com panfletagem em frente à CPRH. À tarde haverá mobilização e caminhada até a Semas. Com o tema “A Biblioteca é Nossa! ”, os trabalhadores pedem a permanência da considerada "melhor biblioteca ambiental do Norte e Nordeste do Brasil" e uma das melhores de todo país, com um acervo acima de 10 mil títulos.
A categoria denuncia ainda que o espaço vem passando por um processo de desmonte, não recebendo, nos últimos 10 anos, nenhum apoio das sucessivas diretorias da CPRH e sendo transferida para o Anexo II.
Além do atendimento ao público externo, a biblioteca oferece condições para o corpo técnico da agência obter informações para executar as atividades de controle ambiental com maior embasamento. Para a classe, o serviço será prejudicado caso se concretize a transferência para outro local. “Entendemos que a transferência para a Semas demonstra mais um equívoco da atual gestão da CPRH, em virtude dos investimentos já realizados naquele Centro durante anos anteriores às últimas gestões da Agência”, comenta o presidente do Sintape, Manoel Saraiva

Nota do blog:

Sem entrar no mérito da validade ou não do pedido dos servidores dessa agência pernambucana, é importante frisar o aspecto inovador. São os usuários que estão lutando pela biblioteca!