22 de nov. de 2012

Evento: Gestão do conhecimento e da informação

Link: http://ocs.letras.up.pt/ocs/index.php/ISKO/ISKO


Congresso ISKO Espanha e Portugal / XI Congresso ISKO Espanha


Faculdade de Letras da Universidade do Porto


Novembro 7, 2013 – Novembro 9, 2013


O I Congresso ISKO Espanha e Portugal, subordinado ao tema Informação e/ou Conhecimento: as duas faces de Jano vai realizar-se nos dias 7, 8 e 9 de novembro de 2013, na cidade do Porto, e terá lugar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

O Capítulo Espanhol da ISKO, criado em 1991, passou a integrar diversos membros portugueses, estando em processo de mudança da sua denominação para ISKO España y Portugal e, por isso, o I Congresso ISKO Espanha e Portugal irá ter lugar no Porto, sendo, simultaneamente, o XI Congresso ISKO Espanha.

A organização do congresso está a cargo do centro de investigação CETAC.MEDIA (Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação).

Notícias

CALL FOR PAPERS

Submissão de resumos de 1 de dezembro de 2012 até 15 de janeiro de 2013

19 de nov. de 2012

Novo número: Biblionline

Biblionline acaba de publicar seu número especial 2012 em
www.biblionline.ufpb.br. Convidamos você a navegar no sumário da revista
para acessar os artigos e itens de interesse.

Informamos que a revista passa a disponibilizar seus artigos em formato
e-pub para leitura em dispositivos móveis. Para uma melhor visualização
em IPADs recomenda-se os apps IBooks ou Free Books. Em tablets com sistema
Android o app Aldiko em equipamentos com tela de 7’’ ou maiores.

Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,
Patricia Silva
Wagner Junqueira Araújo
Editores

Biblionline
Edição Especial 2012
Sumário
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/issue/view/1131

ABDF completa 50 anos


Ceará terá mais nove bibliotecas públicas


Fonte: Diário do Nordeste. Data: 16/11/2012.


Autora: Ana Cecilia Soares.

O Ceará possui, hoje, 194 bibliotecas públicas e municipais, número que deverá aumentar em breve. De acordo com Maria Aparecida de Lavor, coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado (SEBP/CE), serão implantadas mais nove. Entre as cidades contempladas, estão Icó, Farias Brito, Pacatuba e Pacoti. "Nós já recebemos os livros, os computadores, as cadeiras, as estantes e outros equipamentos importantes. Não temos uma data definida, mas, logo, estaremos realizando a distribuição", afirma.

Atualmente, existem 194 bibliotecas em todo o Estado. Ainda não há uma data definida para a implantação dos novos equipamentos, que vão beneficiar os municípios de Icó, Farias Brito, Pacatuba e Pacoti, entre outros.

A coordenadora, que participou do VI Encontro de Bibliotecas Municipais e do I Encontro de Bibliotecas Comunitárias do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Ceará, na programação da X Bienal Internacional do Livro do Ceará, chama atenção para o crescimento de projetos de manutenção dos acervos e formação de bibliotecários.

"De 2008 a 2011, foram partilhadas cerca de 300 mil obras entre os 184 municípios. A Secretaria de Cultura (Secult), em parceria com a Associação de Bibliotecários do Ceará (ABC), tem investido na modernização dos acervos, assim como na instrução de seus profissionais. Vamos realizar diversas capacitações em áreas, como auxiliar de biblioteca, conservação e restauração de documentos e contação de histórias", garante.

Maria Aparecida também destacou a presença do Ceará no programa Iberbibliotecas, coordenado pelo Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caraíbas (Cerlalc) e pela Secretaria Geral Iberoamericana (Segib), com o intuito de promover a criação e o desenvolvimento das bibliotecas públicas do Estado.

Incentivo

Outra ação que tem fortalecido o setor é a instauração da coordenadoria de bibliotecas. Para Enide Vidal, responsável pela coordenação do órgão, em vigor desde fevereiro de 2012, uma de suas principais finalidades é incentivar o hábito da leitura na população. "A coordenadoria cuida da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, do Sistema Estadual de Bibliotecas e das bibliotecas volantes e comunitárias. Inclusive, sobre estas últimas, temos cadastrado um total de 72. Vinte de Fortaleza e 52 do Interior (estas já receberam um kit com 500 livros)".

O objetivo dos encontros realizados ontem é construir uma sociedade leitora e cidadã, a partir da intervenção de equipamentos culturais destacando a importância das bibliotecas públicas para atender a população carente de recursos informacionais, além de aprimorar seu repertório cultural e crítico.

Dentre os principais assuntos discutidos, destacaram-se o papel do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas no apoio às bibliotecas brasileiras; experiências públicas para a política do livro e da leitura; bibliotecários no século XXI; e a formação profissional e sua atuação na área.

(...)

18 de nov. de 2012

Eventos em Brasília nesta semana

Todos os painéis do 4º Seminário Sobre Informação na Internet, III Gecic –
Congresso Ibero-americano de Gestão do Conhecimento e Inteligência
Competitiva e 10º Workshop Brasileiro de Inteligência Competitiva e Gestão
do Conhecimento serão transmitidos via WEB nos dias 19, 20 e 21 de
novembro.
Para acessar use as seguintes URLs
URL 1 - "4º Seminário sobre Informação na Internet"
www.ibict.gluckfilmes.com.br/webcast
URL 2 - "III GeCIC e 10 Workshop"
www.ibict.gluckfilmes.com.br/webcast2___

15 de nov. de 2012

Imunidade tributária de livro eletrônico


Fonte: Lista Infolegis. Data: 13/11/2012.

A imunidade tributária concedida a livros, jornais, periódicos e ao papel destinação à sua impressão, prevista na alínea “d” do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal, alcança os livros eletrônicos ou e-books ? A resposta à controvérsia será dada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Recurso Extraordinário (RE 330817), de relatoria do ministro Dias Toffoli. O processo teve a repercussão geral reconhecida por meio de deliberação do Plenário Virtual e a decisão do STF no caso deverá ser aplicada às ações similares em todas as instâncias do Poder Judiciário.

No processo em questão, o Estado do Rio de Janeiro contesta decisão da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que, julgando mandado de segurança impetrado por uma editora reconheceu a imunidade relativa ao ICMS na comercialização de enciclopédia jurídica eletrônica. Segundo entendimento do TJ-RJ, “livros, jornais e periódicos são todos os impressos ou gravados, por quaisquer processos tecnológicos, que transmitem aquelas ideias, informações, comentários, narrações reais ou fictícias sobre todos os interesses humanos, por meio de caracteres alfabéticos ou por imagens e, ainda, por signos”.

No recurso ao STF, o Estado do Rio sustenta que o livro eletrônico é um meio de difusão de obras culturais distinto do livro impresso e que, por isso, não deve ter o benefício da imunidade, a exemplo de outros meios de comunicação que não são alcançados pelo dispositivo constitucional.

Ao reconhecer a repercussão geral da questão tratada no recurso, o ministro Dias Toffoli afirmou que “sempre que se discute a aplicação de um benefício imunitório para determinados bens, sobressai a existência da repercussão geral da matéria, sob todo e qualquer enfoque” porque “a transcendência dos interesses que cercam o debate são visíveis tanto do ponto de vista jurídico quanto do econômico”.

O ministro lembrou que essa controvérsia é objeto de “acalorado debate” na doutrina e na jurisprudência e citou as duas correntes (restritiva ou extensiva) que se formaram a partir da interpretação da alínea “d” do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal. “A corrente restritiva possui um forte viés literal e concebe que a imunidade alcança somente aquilo que puder ser compreendido dentro da expressão ‘papel destinado a sua impressão’. Aqueles que defendem tal posicionamento aduzem que, ao tempo da elaboração da Constituição Federal, já existiam diversos outros meios de difusão de cultura e que o constituinte originário teria optado por contemplar o papel. Estender a benesse da norma imunizante importaria em desvirtuar essa vontade expressa do constituinte originário”, explicou.

Já a concepção extensiva destaca que o foco da desoneração não é o suporte, mas sim a difusão de obras literárias, periódicos e similares. “Em contraposição à corrente restritiva, os partidários da corrente extensiva sustentam que, segundo uma interpretação sistemática e teleológica do texto constitucional, a imunidade serviria para se conferir efetividade aos princípios da livre manifestação do pensamento e da livre expressão da atividade intelectual, artística, científica ou de comunicação, o que, em última análise, revelaria a intenção do legislador constituinte em difundir o livre acesso à cultura e à informação”, acrescentou o relator.

Trabalho de conclusão de curso


Fonte: Agência Senado

Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), projeto de lei que prevê a disponibilidade de trabalhos de conclusão de curso (TCC) para consulta pública. Segundo o autor da matéria, senador licenciado Blairo Maggi (MT/PR), o objetivo da proposta (PLS 199/2012) é dificultar práticas ilícitas, como o plágio de teses acadêmicas.

Dissertações de mestrado e teses de doutorado já possuem caráter público e divulgação em bibliotecas. Mas, segundo o autor, "trabalhos como monografias de graduação não são respeitados e tornam-se objetos de crimes".

- Essa displicência com a divulgação dos trabalhos acadêmicos de conclusão dos cursos tem sido responsável por práticas abusivas e desonestas de compra de monografias e plágio. Com a difusão do acesso à internet, fatos dessa natureza tornaram-se mais fáceis, o que põe em dúvida a lisura dos processos de avaliação do conhecimento dos formandos, argumenta Blairo Maggi.

De acordo com o texto, antes da divulgação do TCC, que deverá obedecer a um tempo regulamentar, haverá prazo para possíveis aprimoramentos por parte dos acadêmicos.

O projeto recebeu voto favorável do relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e, caso seja aprovado, poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados, se não for apresentado recurso para o Plenário.

14 de nov. de 2012

Projeto de lei: Marco civil da internet


Texto foi enviado ontem (12) ao deputado Alessandro Molon, relator do projeto do Marco Civil da internet. A carta é assinada por diversas entidades, entre elas a SBPC.

São Paulo, 12 de novembro de 2012

Deputado federal Alessandro Molon

Relator do Marco Civil da Internet (PL 2.126/2011), que tramita agregado ao PL 5.403/2001

Assunto: Considerações sobre o texto do Marco Civil da Internet apresentado no

substitutivo do dia 07/11/12 ao PL 5.403/2001

Excelentíssimo deputado Alessandro Molon,

As entidades e grupos abaixo assinados vêm expressar a importância do Marco Civil da Internet como lei garantidora dos direitos e liberdades civis na rede. Reforçam, através desta carta, o apoio ao processo de construção desse projeto de lei, tão bem conduzido pelo seu relator e pelos demais deputados e órgãos do Executivo relacionados. Submetido a anos de consultas e audiências públicas, com participação direta da sociedade na sua elaboração, inclusive por estas entidades signatárias, o Marco Civil é uma das mais importantes e avançadas propostas sobre o uso da Internet no mundo. É ele quem vai estabelecer os princípios, valores, direitos e responsabilidades sobre o uso da rede no nosso país. Por isso, é um projeto de lei essencial para garantir a democracia e a liberdade na Internet e deve ser votado imediatamente.

Contudo, a última versão de seu substitutivo, apresentada no dia 07/11/12, trouxe modificações pontuais extremamente negativas para os direitos dos usuários na rede. Para evitar que sua aprovação gere consequências distintas dos objetivos pretendidos, vimos solicitar as seguintes alterações no projeto:

1) Supressão do § 2o do artigo 15

O parágrafo segundo anula indevidamente a regra disposta no caput do artigo 15. O artigo estabelece, como regra, que os provedores de aplicações na Internet somente serão responsabilizados civilmente se não retirarem um conteúdo após receberem um ordem judicial. A exceção do parágrafo segundo prevê que a regra não é válida para infrações relativas a conteúdos protegidos por direitos autorais.

O novo dispositivo traz vários danos aos usuários da Internet. Dando margem à interpretação de que não é necessária a avaliação judicial para a remoção de conteúdos que violem direito autoral, o dispositivo traz o risco desses conteúdos prescindirem da decisão de um juiz para serem removidos. Com isso, uma simples notificação poderá ser suficiente para que os provedores, com medo de serem responsabilizados, retirem o conteúdo do ar, mesmo que não seja constatada qualquer ilegalidade. O julgamento não será feito pela Justiça, mas pelo próprio provedor, em âmbito privado, configurando censura prévia, que é inconstitucional.

Essa possibilidade institucionalizará uma indústria de notificações, já existente na prática, que não precisará comprovar titularidade de direitos, tampouco ilegalidade dos conteúdos para conseguir as remoções. Aos usuários restará apenas o ônus de tentar na Justiça a reinserção dos seus conteúdos previamente retirados. O parágrafo segundo, em suma, fere a liberdade de expressão na Internet em benefício de interesses privados sem autenticidade ou legitimidade comprovadas.

2) Alteração no § 1o do artigo 9o: regulamentação da neutralidade por decreto

O § 1o do artigo 9o versa sobre a regulamentação da neutralidade e seus critérios de exceção. Cumpre ressaltar que o princípio da neutralidade é a garantia da não discriminação de tráfego na rede. À neutralidade se devem a igualdade de condições na Internet e o respeito à privacidade na navegação dos usuários. Sua importância, portanto, é indiscutível e estratégica. Por isso, a regulamentação da neutralidade deve ser realizada pela mais alta instância do Poder Executivo: a Presidência da República. Assim, é imprescindível que o texto do Marco Civil preveja literalmente que um decreto presidencial será o instrumento apto a estabelecer os parâmetros de aplicação da neutralidade. Essa é maior garantia que se pode dar aos usuários da Internet, que têm o direito a uma rede neutra, de que a regulamentação será guiada pelos mais corretos princípios da Administração Pública, na esfera de maior submissão à visibilidade e ao controle público, dentro dos requisitos técnicos necessários e afastados quaisquer interesses econômicos privados capazes de contaminar o processo.

Dessa maneira, sugere-se a seguinte redação para o § 1o do artigo 9o:

"A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada por decreto e somente poderá decorrer de: (...)"

Congratulando V. Excelência pelo excelente trabalho na relatoria desse projeto, esperamos com esta proposta colaborar para o aprimoramento do Marco Civil da Internet, que apoiamos substancialmente, julgamos absolutamente necessário para melhor garantir direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil e para o qual reivindicamos a maior celeridade possível em sua aprovação.

Assinam:

Artigo 19

Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub)

Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Coletivo Digital

Coletivo Fora do Eixo

Coletivo Intervozes

Grupo de Pesquisa em Direitos Autorais e Acesso à Cultura da

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (GP Cult - UFRRJ)

Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da

Universidade de São Paulo (GPOPAI - USP)

Instituto Bem Estar Brasil

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

Instituto Nupef

Instituto Telecom

Laboratório Brasileiro de Cultura Digital

Movimento Mega (Mega Não/Mega Sim)

Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direitos Autorais e Culturais da

Universidade Federal do Rio de Janeiro (NEDAC - UFRJ)

Pontão de Articulação da CNPdC

PROTESTE - Associação de Consumidores

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da

Cultura, capítulo Brasil (ULEPICC-BR)

Fonte: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

USP recebe obras raras


Fonte: Portal do Governo de São Paulo. Data: 12/11/2012.


URL: http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=224195&c=6


A Biblioteca de Livros Raros da Escola Politécnica da USP recebeu um material histórico: livros sobre tecnologia siderúrgica impressos na Suécia por volta de 1800.

Os livros foram trazidos ao Brasil em 1810 pelo empresário sueco Carl Gustav Hedberg (1774-1827), convidado pelo governo brasileiro a se instalar por aqui. Ele tinha a missão de instalar três siderúrgicas no País, entre elas a Fábrica de Ferro de Ipanema, na região de Sorocaba, no interior. Até ontem, o material estava sob guarda de um engenheiro sueco.

Além da doação, o evento contará com uma palestra do presidente do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), Fernando Landgraf, que falará sobre as relações entre a "Biblioteca Perdida de Ipanema" e a Memória escrita por José Bonifácio de Andrade e Silva, documento que pode ser considerado a certidão de nascimento da tecnologia siderúrgica moderna no Brasil.

Biblioteca Digital sobre Corrupção


O jornal Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP) lançaram no início de novembro a Corrupteca, biblioteca digital que agrega notícias e artigos acadêmicos sobre corrupção, noticiou o próprio Estadão.

Na primeira fase, a Corrupteca agrega cerca de 100 mil textos sobre corrupção -- entre produção científica de 63 países que fazem parte do consórcio Open Archives Initiative (OAI) e todas as notícias publicadas no Estadão sobre o tema desde 1875 --, informou a Revista Fapesp. Qualquer pessoa com acesso à internet pode pesquisar no site.

Em entrevista à publicação, o diretor do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas da USP (Nupps), José Álvaro Moisés, disse que a Corrupteca é "uma ferramenta analítica capaz de municiar os estudantes e pesquisadores do tema com material empírico".

Mais informações: http://nupps.usp.br/corrupteca

12 de nov. de 2012

Crianças passam a noite na biblioteca pública


Fonte: Paraná Shopping. Data: 8/11/2012.


Durante a Virada Cultural, a Biblioteca Pública do Paraná promove a terceira edição do projeto “Uma Noite na Biblioteca”, que, como o nome sugere, leva crianças, de 7 a 13 anos, para um divertido “acampamento” dentro da BPP.

O evento faz parte da programação da Virada Cultural 2012, que este ano será realizada entre 10 e 11 de novembro. As atividades iniciam às 18h do dia 10 e acabam somente na manhã do dia seguinte. Em cada Seção da Biblioteca, uma atividade diferente é realizada. Após a chegada, as crianças assistem ao espetáculo musical “A noiva cadáver”, com o grupo de teatro do Clube Curitibano. Logo depois, o músico e compositor carioca Paulo Bi faz uma apresentação musical no auditório Paul Garfunkel. Ao longo da noite, várias esquetes teatrais sobre temas culturais (jornal 19 de Dezembro) e literárias (Jorge Amado) serão apresentadas. Oficinas de capoeira e criação de instrumentos, Hora do Conto e uma gincana também estão na programação.

Depois das atividades, as 50 crianças dormem nas salas da Biblioteca e, pela manhã do dia 11, tomam café com os pais e funcionários da BPP. Os participantes também vão ganhar um kit, contendo livros infantojuvenis, edições do jornal Cândido e marcadores de páginas que homenageiam grandes escritores da literatura nacional e estrangeira.

O projeto “Uma Noite na Biblioteca” busca propiciar às crianças maior contato com o universo dos livros, mostrando que a biblioteca também é um lugar agradável e prazeroso.

Curso de Biblioteconomia a distância


No último dia 29 de outubro, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) protagonizou um momento histórico para a Biblioteconomia no País. A presidente do CFB, Nêmora Rodrigues, assinou junto ao Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), um acordo de parceria para a implantação do curso de Biblioteconomia à distância no Brasil. O acordo resulta de uma discussão conjunta que se iniciou em outubro de 2008.

A decisão do CFB em consolidar tal cooperação para viabilizar esta formação foi pautada em dois princípios: na avaliação de que as políticas nacionais têm, ao longo do tempo, favorecido a distribuição de acervos em detrimento da oferta de serviços de informação, sendo que qualquer intervenção, visando promover alterações no quadro descrito, esbarra na pouca quantidade de profissionais formados no País e no entendimento de que a educação à distância é uma realidade mundial.

Na área de Biblioteconomia, essa modalidade já é efetuada em diversos países da Ásia e Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Venezuela, Costa Rica e Cuba.

O sistema de ensino brasileiro faculta a qualquer instituição a oferta de ensino de graduação nesta modalidade, fato que poderia se constituir em uma realidade nacional a qualquer momento, independentemente da qualidade ou da ingerência de qualquer organismo ligado à área.

Desse modo, o Conselho Federal de Biblioteconomia entende que, ao apoiar a iniciativa da formação de bibliotecários nessa modalidade, é oportuno conduzir, na qualidade de organismo fiscalizador, um processo de negociação visando à formação de bibliotecários que assegurem a qualidade almejada pelas instituições da área e, sobretudo, pelo mercado.

Para operacionalizar o trabalho junto à Universidade Aberta do Brasil (UAB), foram observados os pressupostos estabelecidos pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), por meio dos documentos construídos pelas escolas de Biblioteconomia do Brasil, bem como a observância das diretrizes curriculares elaboradas para os cursos de graduação em Biblioteconomia estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

EIXOS TEMÁTICOS

Nesse sentido, foram assumidos como eixos temáticos os seis estabelecidos pelos documentos que a norteiam, a saber:

1.      Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação;

2.      2. Organização e Representação da Informação;3. Recursos e Serviços de Informação;

3.      4. Gestão da Informação;

4.      5. Tecnologias de Informação e Comunicação;

5.      6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação.

A elaboração do projeto pedagógico, o acompanhamento, visando o fiel cumprimento dos princípios de qualidade emanados pela Comissão de Ensino do CFB, estão a cargo de um grupo de trabalho composto por bibliotecários professores doutores, com relevada produção em cada um dos eixos citados e que atuam em diferentes regiões do País, para atuar junto à UAB, cujas atividades tiveram início em 18 de junho de 2009.

A previsão de início da primeira turma do curso é março de 2013.

Fonte: Conselho Regional de Biblioteconomia 1ª Região (CRB-1). Editado pelo CRB-6.

10 de nov. de 2012

Informação tecnológica: 10 anos do SBRT

Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas comemora dez anos

O sistema, idealizado pelo MCTI, é hoje conduzido por 13 instituições
parceiras e atingiu a marca de um milhão de acessos ao site do serviço.

Em cerimônia nesta terça-feira (6), em Brasília, empresários e
representantes das instituições que compõem o Serviço Brasileiro de
Respostas Técnicas (SBRT) comemoraram os dez anos de criação da rede, que
atua como ferramenta de acesso à informação tecnológica para empresas para
a promoção da competitividade, em especial, em atendimento aos micro e
pequenos empresários e empreendedores.

Idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o
sistema hoje é conduzido por 13 instituições parceiras e atingiu a marca de
um milhão de acessos ao site do serviço (http://sbrt.ibict.br/).

"Temos 55 mil demandas registradas e 18 mil respostas técnicas variadas
prontas para ser acessadas", anunciou a coordenadora do SBRT, Vera Arcar,
ao comentar a crescente demanda do portal, que aumenta 50% ao ano.
"Conseguimos fazer com que as informações que antes estavam trancadas nas
universidades chegassem ao micro e pequeno empresário."

O SBRT constitui uma política pública apoiada pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Serviço Brasileiro
de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o suporte do Instituto
Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

A rede é formada pelo Centro de Apoio Tecnológico da Universidade de
Brasília (CDT/UnB), pela Agência USP de Inovação, pelo Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (Senai - Rio Grande do Sul/Amazonas), pelo
Instituto de Tecnologia do Paraná, pela Fundação Centro Tecnológico de
Minas Gerais, pelo Instituto Evaldo Lodi da Bahia, pela Rede de Tecnologia
e Inovação do Rio de Janeiro e pela Universidade do Estado de São Paulo
(Unesp).
Fonte: IBICT.

8 de nov. de 2012

Eu quero minha biblioteca


Fonte: Maricá.com Data: 6/11/2012.

URL: http://www.marica.com.br/2012/0611mobilizacao.htm

 
 
Apesar da lei 12.220/10, assegurando que todas as instituições de ensino do País, públicas ou privadas, tenham biblioteca até 2020, dois anos depois pouca coisa mudou no país para ser efetivamente cumprida a legislação. Para garantir sua execução da lei, o Instituto Ecofuturo está lançando a campanha “Eu Quero Minha Biblioteca”, que conta com a parceria do pesquisador Fernando Burgos, da Fundação Getúlio Vargas, que preparou a cartilha “Como Acessar Recursos Públicos para Implementar e Manter Bibliotecas”. A publicação informa o que se precisa fazer para ter uma biblioteca na escola em apenas dez páginas. A mobilização está sendo feita através do site www.euquerominhabiblioteca.org.br, que disponibiliza o cadastramento de cidadãos, empresas, imprensa, organizações sociais, parlamentares e mesmo instituições educacionais. A página ainda dispõe da publicação “Como acessar recursos públicos para implementar e manter bibliotecas”, e mesmo material de divulgação da campanha. O Instituto Ecofuturo reúne na ação entidades como Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto de Corresponsabilidade pela Educação, Movimento Por um Brasil Literário, Instituto Ayrton Senna, Rede Marista de Solidariedade e Todos pela Educação.

6 de nov. de 2012

Palestra: Valorizando o conhecimento

O Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, em parceira com a Biblioteca de São Paulo promove a Palestra "Valorizando o conhecimento – facilitando o acesso"

Palestrante: Profa. Titular Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Data
: 14 de novembro de 2012
Horário
: 18h30min - 20h30min
Local
: Auditório da Biblioteca de São Paulo
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Pq. da Juventude
São Paulo - SP.


Objetivo: integrando as ações da Campanha Mês da Produção USP, a palestra tem como objetivo discutir os desafios atuais referentes à acessibilidade e visibilidade da informação produzida nas universidades e seu impacto na sociedade, a partir da apresentação dos novos produtos/serviços disponíveis a professores, alunos, bibliotecários e público em geral: o Portal de Bibliotecas Digitais da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo e o Portal de Periódicos da Universidade de São Paulo.

Público-alvo:
bibliotecários, professores, alunos, profissionais e público interessado.

Inscrições pelo link:
http://bit.ly/Palestra_SIBi_BSP_2012

Curso em São Paulo: DSpace

Criando repositórios digitais com DSpace
ainda temos algumas vagas
dia 7/dez - São Paulo - curso semipresencial
será complementado por 22h de práticas on-line
http://www.contentmind.com.br/cursos/criando-repositorios-digitais-com-dspace/
Prof. Dr. Divino Ignácio Ribeiro Júnior da UDESC, SC

Mais de 85 mil escolas receberão acervo de 360 livros


Programa Nacional Biblioteca da Escola atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de estudantes do ensino médio

Fonte: Sonda Brasil. Data: 5/11/2012.

URL: http://www.sondabrasil.com.br/new.asp?cod=24145&dpto=1

Um acervo contendo 360 obras foi selecionado para integrar o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) no próximo ano. O resultado da avaliação pedagógica foi divulgado, e publicado no Diário Oficial da União, da segunda-feira (29) pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretária de Educação Básica (SEB).

O PNBE 2013 atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de alunos do ensino médio - com orçamento previsto de R$ 75 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para aquisição e distribuição das obras.

Serão distribuídos três acervos distintos, com 60 títulos cada, totalizando 180 títulos, para os anos finais do ensino fundamental e na mesma quantidade para o ensino médio.

Segundo o edital, cerca de 6,7 milhões de obras literárias serão distribuídas para 85,2 mil escolas públicas federais e das redes de ensino municipais, estaduais e do Distrito Federal. Do total de instituições atendidas, 50,5 mil escolas oferecem matrículas dos anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e 34,7 mil são escolas do ensino médio.

O objetivo do programa é oferecer literatura da melhor qualidade aos estudantes brasileiros e, com isso, fomentar cada vez mais a leitura nas escolas, afirma o secretário de educação básica do MEC, Cesar Callegari, que reconhece ainda ser necessário fortalecer alguns pontos.

“Nosso grande desafio é capacitar professores para que eles possam fazer este trabalho de mediação com os alunos. A ideia é que eles conheçam o teor dos livros e assim possam usá-los adequadamente, se apropriando do conteúdo e incentivando os alunos e seus familiares a lerem”, salientou Callegari.

O acervo também estará disponível por meio da tecnologia Mecdaisy, um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado.

Durante a realização do processo de avaliação, seleção e formação dos acervos, o ministério estabeleceu parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O Programa Nacional Biblioteca da Escola foi desenvolvido em 1997 e tem o objetivo de promover o acesso à cultura e o incentivo à leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência.

O atendimento é feito em anos alternados: em um ano são contempladas as escolas de educação infantil, de ensino fundamental (anos iniciais) e de educação de jovens e adultos. Já no ano seguinte são atendidas as escolas de ensino fundamental (anos finais) e de ensino médio. Atualmente, o programa atende de forma universal e gratuita todas as escolas públicas de educação básica cadastradas no Censo Escolar.

O PNBE divide-se em três ações: avaliação e distribuição de obras literárias, cujos acervos são compostos por textos em prosa (novelas, contos, crônica, memórias, biografias e teatro), em verso (poemas, cantigas, parlendas, adivinhas), livros de imagens e livros de história em quadrinhos; o PNBE Periódicos, que avalia e distribui periódicos de conteúdo didático e metodológico para as escolas da educação infantil, ensino fundamental e médio; e o PNBE do Professor, que tem por objetivo apoiar a prática pedagógica dos professores da educação básica e também da Educação de Jovens e Adultos (EJA) por meio da avaliação e distribuição de obras de cunho teórico e metodológico.

Com o intuito de auxiliar alunos e professores em relação à Reforma Ortográfica, o MEC distribuiu, no ano de 2010, mais de 204 mil exemplares do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), desenvolvido pela Academia Brasileira de Letras, beneficiando 137.968 escolas.

A lista das obras inclui obras como A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick; Viagem ao Centro da Terra, do escritor Julio Verne; Dom Casmurro, de Machado de Assis; Moby Dick, de Herman Melville; Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, e Nietzsche em HQ, da Singular Editora.

Novo livro: Política de indexação


Novo livro: “Política de indexação”, organizado por Isidoro Gil Leiva & Mariangela Spotti Lopes Fujita. Editora da UNESP.

Este livro é resultado da colaboração científica entre os pesquisadores Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquista Filho”, Campus de Marília, e Prof. Dr. Isidoro Gil Leiva da Universidade de Murcia, Espanha, que trabalham com a temática política de indexação sob diferentes perspectivas. Em especial, decorre da pesquisa “Política de indexação para bibliotecas” junto ao CNPq com bolsa Produtividade em Pesquisa, nível 1C, da Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita cujo desenvolvimento tem propiciado orientações de várias pesquisas e publicações nesta temática com os demais autores deste livro. Nesse sentido, o objetivo comum de todos os autores é apresentar estudo sobre política de indexação sob três diferentes aspectos: teórico, metodológico e pedagógico. Os capítulos do livro foram organizados em três partes antecedidas pelo capítulo 1: Aspectos Teóricos (Parte I); Aspectos Metodológicos (Parte II); Aspectos Pedagógicos (Parte III) e Considerações finais (Parte IV). A primeira parte, composta por cinco capítulos, dedica-se à perspectiva teórica sobre a política de indexação. O capítulo seguinte, o sétimo, compõe a segunda parte que se dedica a analisar os aspectos metodológicos para a elaboração de política de indexação. A terceira parte do livro, composta por dois capítulos, visa os aspectos concernentes à uma ação pedagógica para a elaboração de manual de política de indexação tanto na formação inicial como na formação continuada do catalogador. No décimo e último capítulo da quarta parte, é dedicado às considerações finais com vistas às Perspectivas da política de indexação para a formação e atuação profissional de bibliotecários.

O texto completo está disponível no URL:

5 de nov. de 2012

Descrição bibliográfica internacional normalizada (ISBD)

A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) acaba de lançar uma nova publicação técnica “Descrição bibliográfica internacional normalizada (ISBD): edição consolidada“.


Estabelecida pela IFLA há mais de trinta anos, a Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (ISBD) tem constituído um instrumento essencial para a formulação e comunicação normalizada de informação bibliográfica em bibliotecas de todo o mundo, quer integrando a maioria dos códigos de catalogação quer sendo aplicada diretamente. Naturalmente, a ISBD foi também abrangida pelo amplo movimento de reformulação de conceitos e de desenvolvimento de novos documentos orientadores e normas que se tem vindo a desenrolar nos últimos quinze anos e em que se destacam particularmente os novos Princípios Internacionais de Catalogação e o modelo FRBR com os quais esta nova ISBD se encontra já harmonizada.

Para além desta harmonização essencial, a nova edição da ISBD representa uma revisão e consolidação das diferentes ISBD anteriores, antes desenvolvidas separadamente para diferentes tipos de recursos, assegurando, assim, uma coerência transversal indispensável, tanto para a aplicação atual da norma como para a sua manutenção futura.

A presente edição portuguesa traduz a ISBD – edição consolidada, publicada pela IFLA, em 2011, na sequência e em resultado da revisão internacional de uma primeira edição consolidada preliminar, disponibilizada em 2007.

Para mais informações no URL: http://livrariaonline.bnportugal.pt/Issue.aspx?i=2163

Novo livro sobre comunicação científica

Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas
ISBN: 978-85-70 13-095-2

Nesta quarta (31), durante a realização do XIII Encontro Nacional de
Pesquisa em Ciência da Informação (XIII ENANCIB), será lançada, no Rio de
Janeiro, a publicação Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação
Científicas: transformações em cinco séculos organizado por Lena Vânia
Ribeiro Pinheiro e Eloisa da Conceição Príncipe de Oliveira.

A temática desta coletânea vai desde os primórdios da ciência, com Galileu
Galilei e cartas de cientistas, às aplicações das tecnologias de
informação e comunicação (TICs) e questões contemporâneas do acesso livre
à informação científica e repositórios, passando pelas metrias da
comunicação e informação, o ambiente de museus e arquivos, e aspectos
políticos e sociais do tema.

O IBICT, ao publicar esta coletânea, reune tanto questões do mundo da
ciência e dos cientistas, nas suas respectivas áreas e comunidades, quanto
ações empreendidas para levar à sociedade o conhecimento produzido em C&T,
na transformação do discurso científico para uma linguagem inteligível pelo
cidadão, ou público não especializado.

ACESSE A PUBLICAÇÃO (em PDF)
http://www.ibict.br/sala-de-imprensa/noticias/MLTIPLASFACETASPARAINTERNET.pdf