21 de mai. de 2015

Evento: Bibliotecas escolares

Estimados colegas:
 
Disculpas por una posible recepción repetida de esta mensaje. Nos es muy grato informaros de la celebración en el campus de Getafe de la Universidad Carlos III de Madrid del Congreso Iberoamericano de Bibliotecas Escolares, CIBES 2015, los días 26, 27 y 28 de Octubre de 2015, así como os hacemos extensiva la invitación a participar a partir de esta primera llamada a presentación de trabajos que se exponen en la web del Congreso:  http://cibes2015.wix.com/cibes2015
 
Os animamos a que asistáis o presentéis vuestros trabajos en el Congreso:
Fechas importantes
 
22 de junio Envío de resúmenes

13 de julio Notificación de aceptaciones

7 de septiembre Envío de comunicaciones escritas
 
 Los ejes temáticos que aborda el Congreso son:
 
Eje 1. La Biblioteca Escolar en el proceso educativo: enseñanza y aprendizaje
  • Impacto de la Biblioteca Escolar en el proceso de enseñanza y aprendizaje.
  • Los estilos de aprendizaje y el papel de la biblioteca.
  • El Bibliotecario como educador.
  • Recursos de información, las tecnologías y el aprendizaje.
  • El rol del bibliotecario y del profesor en el proceso de enseñanza-aprendizaje.
  • Asociación entre el profesor y el bibliotecario.
  • La promoción del bibliotecario escolar.
  • Informes de buenas prácticas en Bibliotecas Escolares.
  • La Biblioteca Escolar como herramienta de Aprendizaje.
  • Lenguajes de indexación para la Biblioteca Escolar.
  • Clasificación de materiales en la Biblioteca Escolar.
  • Accesibilidad, inclusión y ayuda tecnológica en la Bibliotecs Escolar
  • Las fuentes de información para niños.
  • Nivel de madurez de la comunidad educativa e instrumentos para organizar la información.
Eje 2 Comprensión lecto-escritora como factor de inclusión
  • Estrategias de comprensión textual y educación por competencias.
  • Procesos de inclusión social y educativa en torno a prácticas lectoras y escritoras.
  • El lector y el escritor “digital”; la lectura hipertextual; las narrativas digitales; y el lenguaje audiovisual en el proceso de aprendizaje.
  • La digitalización de materiales; la interactividad y su influencia en el proceso de aprendizaje.
  • Utilización de las TICs en la educación e impacto en el desarrollo del lenguaje: dispositivos móviles, aplicaciones informáticas, Apps, Internet, Webs, Blogs, redes sociales, entornos virtuales, etc.
  • La familia y la ciudad: su papel colaborador con carácter multilateral en las prácticas de lectura y escritura; política educativa amplia; educación formal y no formal; manifestaciones culturales; uso de las fuentes de información como forma de descubrimiento de la realidad.
  • Estrategias para la selección, adecuación y búsqueda en recursos tecnológicos.
Eje 3 Las alfabetizaciones en la Biblioteca Escolar
  • Biblioteca escolar y programas competenciales en alfabetización en información: diseño programático, diseño curricular, experiencias.
  • Biblioteca escolar y la visualiteracy.
  • Biblioteca escolar y transliteracy y medialiteracy.
  • Biblioteca escolar y gaming.
  • Modelos educativos, pedagógicos y didácticos para una educación por competencias y su proyección desde la biblioteca escolar.
  • Biblioteca escolar y aprendizajes: e-learning, blended learning, m-learning.
  • Biblioteca escolar y uso ético de la información.
  • Biblioteca escolar como factor de interculturalidad.
  • Biblioteca escolar como factor de integración digital y social: políticas educativas, experiencias.
  • Biblioteca escolar y redes de conocimiento.
  • Biblioteca escolar y cooperación bibliotecaria: experiencias con bibliotecas públicas y universitarias, bibliotecas integradas.
  • Biblioteca escolar y la integración de las redes sociales como medios para desarrollar el trabajo colaborativo.
  • Biblioteca escolar y estrategias para fortalecer las competencias lectoras a través de recursos Web.
Eje 4 Contenidos para el desarrollo de competencias en la Biblioteca Escolar

  • Materiales didácticos para el desarrollo de competencias en el currículo escolar / objetos digitales de aprendizaje.
  • Instrumentos para el desarrollo de contenidos (herramientas y aplicaciones de trabajo para la creación, acceso, tratamiento y difusión de información educativa).
  • Contenidos para la interculturalidad y la convivencia solidaria en el ámbito escolar.
  • Políticas de acción educativa para el desarrollo de competencias en la Biblioteca Escolar.
  • Políticas de gestión de contenidos en la Biblioteca Escolar para el desarrollo de competencias.
  • Repositorios de contenidos educativos digitales en el ámbito escolar.
  • Contenidos educativos digitales para nuevos perfiles profesionales en la Biblioteca Escolar.
 
El Comité Organizador

20 de mai. de 2015

A Declaração de Haia

Big Data pode reconfigurar o mundo e salvar vidas através de sua análise, podemos encontrar respostas a desafios como as alterações climáticas e as pandemias globais, pode estimular as economias podem impulsionar a investigação ;. Mas antes de legislação propriedade intelectual deve ser modificado e deve ser melhorado o acesso à tecnologia, fazendo com que os fatos, dados e idéias acessíveis a todos igualmente. "

A organização Ligue des Bibliothèques Européenes de Recherche (LIBER) anunciou em 6 de maio a Declaração de Haia em Descoberta de Conhecimento na Era Digital em Bruelas. IFLA é um dos primeiros signatários da Declaração, que visa promover e aumentar a acordos de consenso sobre a forma de permitir um melhor acesso aos fatos, dados e idéias para a extração de conhecimento na era digital. Acreditamos que a remoção de barreiras ao acesso e análise de uma grande quantidade de dados produzidos pela empresa, você pode encontrar respostas para os grandes desafios como as alterações climáticas, a escassez e pilhagem dos recursos naturais e da globalização. No entanto, os quadros legais vigentes, incluindo o direito de uso e reprodução (copyright) nem sempre ajudam a adopção de novas abordagens em matéria de investigação, particularmente mineração. A Declaração suporta os seguintes princípios em que assenta a abordagem à mineração de dados, para o futuro:
A propriedade intelectual não se destina a regular o fluxo livre de fatos, dados e idéias, mas cujo principal objectivo é promover actividades de investigação.
As pessoas devem ser livres para discutir e prosseguir a sua curiosidade intelectual, sem medo de vigilância, monitorização ou retaliação.
Licenças e condições contratuais não devem restringir os indivíduos de usar informações e idéias.
Será necessário continuar a investigar as noções éticas na aplicação de técnicas de mineração de dados em resposta às rápidas mudanças da tecnologia.
Inovação e pesquisa comercial baseado no uso de dados e idéias não será restringida pela legislação sobre a propriedade intelectual.
A Declaração propõem um roteiro para a defesa de ação para melhores políticas, infra-estrutura e ferramentas. Tem sido muito oportuno lançamento da Declaração no mesmo dia em que a Comissão Europeia anunciou a sua estratégia para o Mercado Único Digital.

Por que é importante?

As bibliotecas têm a oportunidade de explorar a sociedade da informação e consolidar seu papel como agentes do desenvolvimento sustentável. No entanto, continuamente enfrentam desafios diante das restrições à mineração de dados.

Embora os dados não sejam protegidos por leis de propriedade intelectual; textos, documentos e bases de dados podem estar sujeitos a regulamentos de direitos de utilização e reprodução, direitos conexos ou direitos sui generis em bases de dados. Cópias e transformação do conteúdo em um formato legível por máquina , mediante acesso legal, podem afetar os detentores dos direitos exclusivos de reprodução. 
Além disso, as medidas de proteção técnica do conteúdo apresentam outras restrições.  

A IFLA tem defendido reformas para o direito de uso e reprodução, para que a Declaração reflita seu compromisso de alcançar um quadro internacional habilitado em direitos de utilização e reprodução (por exemplo, ações como a Declaração da IFLA de Mineração e texto e dados trabalhadas na OMPI) para oferecer proteção suficiente para a criatividade e o acesso às informações sem restringir a pesquisa e o desenvolvimento do interesse público.

O que vem a seguir:

A Declaração de Haia sobre Descoberta de Conhecimento na Era Digital é uma estrutura diferente, pois pede aos decisores políticos para fornecerem clareza jurídica sobre as questões dos direitos de autor, enquanto pede aos cidadãos, pequenas e médias empresas (PME) e bibliotecas para fazerem o mesmo e assiná-lo. 

A IFLA vai usar esta oportunidade para incentivá-los a promover o acesso à informação e dados abertos em suas regiões mediante assinatura de Termo.

Para mais informações sobre esses tópicos, consulte a página web dedicada aos direitos de autor Limitações e Exceções para Bibliotecas e Arquivos http://www.ifla.org/copyright-tlib


Atenciosamente,

Sigrid Karin Weiss Dutra
CRB 14/093
Diretora da Biblioteca Universitária UFSC
Presidente IFLA/LAC
Fone: 48-9672-9071

16 de mai. de 2015

Novo livro: "A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital"

Desde 1810, quando d. João VI trouxe ao Brasil o acervo de sua coleção de livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas e inaugurou a Real Biblioteca no país, até o momento atual, em que a ciência da informação é uma disciplina instituída, as atividades de tratamento da informação não param de se transformar.
A trajetória das mudanças ocorridas na Real Biblioteca, hoje Biblioteca Nacional, e sua relação com a memória da ciência da informação no Brasil é narrada em A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital, de Ângela Monteiro Bettencourt. O livro, lançado pela Fundação Biblioteca Nacional e oferecido em formato PDF na BNDigital, é o primeiro volume da Coleção Ramiz Galvão, criada para divulgar estudos nas áreas da biblioteconomia e ciência da informação.
A autora é coordenadora da Biblioteca Nacional Digital – BNDigital e reúne a experiência de mais de trinta anos de exercício da profissão de bibliotecária na maior biblioteca do país. O livro surgiu como resultado da dissertação de mestrado da autora, que utilizou o rico acervo da própria Biblioteca Nacional para pesquisar sobre processamento técnico antes do aparecimento do digital.
A pesquisa acompanha a evolução dos padrões, normas e protocolos para a representação da informação na Biblioteca Nacional, incluindo os atuais sistemas de documentação digital. “O tratamento da informação digital na Biblioteca Nacional reflete o tratamento da informação de uma maneira geral. A Biblioteca Nacional é a instituição de memória mais antiga do Brasil e sempre foi a agência bibliográfica referencial para outras instituições. Fomos pesquisar o passado para estudar a representação atual da informação digital”, conta Ângela.
A pesquisadora explica também a relevância do tema para as bibliotecas modernas: “a informação digital equaliza duas questões antagônicas entre si – a preservação e o acesso à informação. Trata-se do futuro da informação, principalmente porque o potencial de acesso é multiplicado, várias pessoas podem acessar sem que o suporte se deteriore, ou seja, seriamente prejudicado”, justifica.
A BNDigital (http://bndigital.bn.br) oferece na internet grande parte dos mais relevantes documentos guardados pela Fundação Biblioteca Nacional. E, assim, proporciona tanto a disseminação do conhecimento quanto a preservação dos originais, evitando seu manuseio.
Voltado para profissionais, pesquisadores e estudantes de biblioteconomia, ciência da informação e áreas afins, o livro A representação da informação na Biblioteca Nacional preenche um espaço fundamental na discussão de temas como tratamento de coleções no país e armazenamento de documentos nos formatos analógico e digital.





9 de mai. de 2015

Webinar: livro eletrônico

A Bibliotech promoverá sua última webinar no dia 19 de maio, às 20h.
O tema é "Gestão de livros digitais", com Liliana Giusti Serra, autora da obra "Livro digital e bibliotecas".

Para assistir, basta acessar o evento: https://goo.gl/usJ6y2
Ao final, haverá sorteio de um exemplar de seu livro.


Um olhar sobre a catalogação no Brasil

Com quase 140 anos de história, o periódico Anais da Biblioteca Nacional serve tanto à divulgação do vasto acervo da Fundação quanto à discussão de assuntos técnicos relacionados a organização e preservação de documentos. A edição número 131 trata, sobretudo dessa última função: nela estão publicadas as principais questões atuais da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, relatadas no I Encontro Nacional de Catalogadores (I Enacat) que ocorreu há três anos, juntamente com o III Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação (III EEPC).
Segundo a idealizadora e organizadora do Encontro e também coordenadora de Serviços Bibliográficos da Biblioteca Nacional, Luciana Grings, o evento promoveu uma reunião entre trabalhos acadêmicos e produções de profissionais. “A ideia do encontro surgiu porque percebemos que a BN precisava voltar a fomentar a produção de trabalhos técnicos em Biblioteconomia”, explica Luciana.
Além de publicar a maior parte dos trabalhos apresentados no Encontro, a edição também reproduz na íntegra um dos documentos mais importantes do acervo da Biblioteca Nacional na área de Biblioteconomia, o Plano do Catalogo Systematico da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, que, em 1883, guiou as políticas de organização da coleção da Biblioteca Nacional. O plano também prenunciou o papel que seria consagrado à instituição no século seguinte, o de agência bibliográfica nacional, responsável por toda a produção bibliográfica no país.
Com esta edição, o periódico Anais da Biblioteca Nacional reitera sua função de principal publicação a divulgar o vasto material memorialístico da instituição, contribuindo para a preservação do patrimônio histórico e cultural do país. “A publicação desses trabalhos nos Anais da Biblioteca Nacional representa o reconhecimento ao trabalho do bibliotecário e o compromisso com a evolução da área no país”, completa Luciana Grings.
Para mais informações sobre os Anais da Biblioteca Nacional e acessar as edições anteriores, conheça as páginas da publicação na Hemeroteca Digital:

5 de mai. de 2015

Corrupteca: a biblioteca digital sobre corrupção

A palavra corrupção tem feito parte do dia-a-dia do brasileiro e nada melhor do que se informar por meio de artigos especializados, antes de opinar ou até se indispor com algum amigo partidário, por conta desse assunto.
A Corrupteca é uma biblioteca digital especializada em corrupção desenvolvida e mantida pelo Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPP) da Universidade de São Paulo. Seu objetivo é fomentar a pesquisa, ampliar a transparência e difundir informações sobre o fenômeno da corrupção, fornecendo subsídios para a formulação de políticas para seu combate por parte de pesquisadores e gestores públicos, para o aumento da qualidade da informação vinculada pela imprensa e para a ação cidadã da população em geral.
Com acervo aberto ao público e formado em sua primeira fase por cerca de 100 mil volumes digitais de texto completo, a Corrupteca reúne a produção científica específica sobre corrupção extraída de 48.567 periódicos científicos, disponíveis em 1.643 universidades e centros de pesquisa de 63 países que fazem parte do consórcio Open Archives Initiative (OAI), além do Acervo de Notícias ou Hemeroteca, que em parceria com o Acervo Digital do jornal O Estado de São Paulo, reúne notícias relativas à corrupção desde o ano de 1875.
A biblioteca tem por objetivo excitar a pesquisa, expandir a transparência e promover informações sobre os acontecimentos da corrupção, colocando à disposição informações que auxiliem na formulação de políticas, para o combate da corrupção por parte de pesquisadores e gestores públicos. Aumentando assim a qualidade da informação vinculada pela imprensa e para a ação dos cidadãos em geral, facilmente encontrada na *Coleção Casos.
É um acervo aberto ao público, em sua primeira fase em 2012 com mais de 100 mil volumes digitais de textos completos, inclusive de produções cientificas específicas, extraídas de quase 50 mil periódicos disponibilizados por 1.643 universidades e centros de pesquisas de 63 países. Países estes que fazem parte do consórcio OAI (Open Archives Initiative), isto é, um disseminador de conteúdos eficiente.
Em 2014 a plataforma da Corrupteca foi inovada, segundo um dos objetivos iniciais do projeto, a seria a melhoria continua dos informativos e do diálogo com o público e com as diversas instituições que utilizam e apoiam a Corrupteca.
Acesse o sitio da biblioteca e observe como avançaram no Plano Institucional, dividindo os acervos científicos dos acervos de notícias, facilitando a busca e a localização da informação. Ainda criaram quatro novas coleções: A Coleção Didática, A Coleção Nacional, A Coleção Corrupção nas Manchetes e em destaque citada acima a quarta, *Coleção Casos.

Para maiores informações ver o URL: http://corrupteca.web.versila.com/

4 de mai. de 2015

Evento: Bibliotech

A Bibliotech nasceu em 2013 como resultado da disciplina de “Tecnologias da Informação e da Comunicação” da turma do Mestrado Profissional em Gestão de Unidades de Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Com uma abordagem mais prática, o objetivo da feira é apresentar como a tecnologia tem influenciado as unidades de informação, trazendo novos produtos e serviços e remodelando os tradicionais.
Para a versão de 2015, a feira se ampliou, tendo a participação de mais mestrandos e se expandindo para dois dias. Além de trazer as ambientações tecnológicas, oficinas e palestras estão sendo programadas, além de conteúdo gerado em nossas mídias sociais, com as webinars  no canal no YouTube.
Acesse melhore informações:
 https://feirabibliotech.wordpress.com/author/feirabibliotech/