6 de set. de 2016

Biblioteca Viva da UEMS oferece circuito de pinturas em Dourados

Fonte: Jornal do Povo. Data: 2/09/2016.
Neste domingo (04), a “Biblioteca Viva” da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), continuará com atividades para crianças de 3 a 10 anos, que poderão se divertir no “Circuito de Pinturas”. As atividades serão realizadas às 14h30 e às 16h30, no Shopping Avenida Center, em Dourados.
O evento contará com brincadeiras, jogos, leitura e entretenimento para a garotada, por meio de alunas do curso de Pedagogia, da UEMS.
O projeto tem como intuito oferecer às crianças atividades que contemplem linguagem, movimento, leitura, brincadeiras, jogos e artes visuais, de forma que amplie o seu repertório cultural e literário, contribuindo para a formação do sujeito leitor, segundo a professora Giana Amaral Yamin.
Com turmas de até 25 crianças, o evento será realizado no piso superior - espaço das lojas, próximo ao corredor do Supermercado ABV. Os convites são gratuitos e serão retirados no local meia hora antes do início de cada grupo (15h e 16h).

A última data de atividade será no dia 11 de setembro, em que será apresentado o musical “O casamento da Bruxa Onilda”, às 16h, onde não serão necessários convites.

Mais de 260 mil obras digitais da Biblioteca do Senado podem ser baixadas gratuitamente pela internet

Fonte: Agência Senado. Data: 2/09/2016.
A Biblioteca Digital do Senado, que em dois meses completará dez anos de existência, disponibiliza para download gratuito na internet mais de 260 mil documentos. O acervo digital reúne, entre outros itens, livros, obras raras, artigos de revistas, notícias de jornal, textos de senadores e servidores do Senado e legislação, inclusive em áudio.
Segundo o chefe do Serviço de Biblioteca Digital, André Luiz Lopes de Alcântara, as obras são de domínio público ou cedidas pelos proprietários dos direitos autorais. O público-alvo, afirma, é formado principalmente por estudantes de direito e história, pesquisadores e outras pessoas interessadas em obras com teor histórico e legislação.
As publicações podem ser acessadas no endereço www.senado.leg.br/biblioteca. Cerca de 2,5 milhões de downloads são feitos anualmente, de acordo com André Luiz.
— Por mês, são em média 205 mil downloads. As obras mais baixadas são o Código Civil em áudio e a Constituição federal, também em áudio. A partir do momento que o usuário encontra o material que deseja, ele pode salvá-lo e imprimi-lo livremente. A gente só pede que a fonte seja citada — diz.
A preservação e a divulgação estão entre as principais funções da Biblioteca Digital, destaca André Luiz. Segundo ele, o conteúdo disponível se destaca pela qualidade e segurança.
— Hoje a internet tem muito conteúdo de qualidade duvidosa. As bibliotecas digitais, entre elas a do Senado, se destacam por oferecer um material de alta qualidade, que passa pelos cuidados de diversos profissionais. É uma fonte segura de pesquisa.
André Luiz afirma que atualização do acervo digital é feita conforme a aquisição de novos livros e a produção intelectual da Casa. Novos artigos são disponibilizados semanalmente na página. Já as notícias dos jornais são inseridas diariamente.
— O ritmo da publicação dos livros costuma ser um pouco mais lento, já que também depende da autorização [dos detentores] dos direitos autorais.
Obras raras
Aproximadamente 1,4 mil obras raras, algumas com mais de 300 anos, também compõem o acervo da Biblioteca Digital. O livro mais antigo é o Novvs Orbis seu Descriptionis Indiae Occidentalis, de Johannes de Laet, datado de 1633. Trata-se de uma descrição geográfica, etnológica e linguística da América, além de relatos e desenhos de animais e plantas da região, com especial destaque para o Brasil.
Outra obra de grande valor histórico é a versão digitalizada do decreto que aboliu a escravatura no Brasil, dando origem à Lei Áurea. O documento é assinado pela Princesa Isabel (1846-1921), cujo nome completo era Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon.

— São obras históricas e fonte de pesquisas primárias — ressalta André Luiz.

Primeira edição de “Harry Potter” pode valer alguns milhares de reais

Autoria: Jessica Soares.
Fonte: Superinteressante. Data: 19/08/2016.
Accio fortuna: Cópia britânica do primeiro livro da saga criada por J.K. Rowling com pequeno erro de digitação deve ser vendida por mais de 100 mil reais em leilão
Como um bom fã do bruxo mais famoso do mundo, você provavelmente já desbravou Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, oitava história da saga criada por J.K. Rowling, que foi lançada em inglês em 31 de julho e chega às prateleiras em português no dia 31 de outubro. Caso seja mesmo um potterhead, provavelmente também já colocou no carrinho os novos três livros digitais anunciados nesta semana pela autora - coletâneas de histórias relacionadas ao universo da magia (muitas delas publicadas anteriormente no portal Pottermore) que serão lançadas no dia 6 de setembro e já estão disponíveis na pré-venda. A boa notícia da vez é que toda essa dedicação não vai garantir apenas uma boa pontuação no exame de Níveis Incrivelmente Exaustivos de Magia - ela pode ser recompensada também com alguns milhares de notinhas verdes trouxas.
Um dos exemplares da primeira edição britânica de Harry Potter e a Pedra Filosofal vai a leilão no dia 9 de novembro, em Londres. E a estimativa é que o livro, que foi lançado em 1997, possa ser arrematado por até 26 mil libras - a bagatela de 109 mil reais.
Caso você tenha adquirido alguma versão internacional antiga do livro, vale a pena correr até a sua prateleira e folhear o seu exemplar. Um pequeno errinho na página 53 identifica as primeiras 500 cópias da obra que valem ouro: na lista de materiais escolares a serem adquiridos no Beco Diagonal, "1 wand" ("1 varinha", em português) aparece listada duas vezes. O erro foi corrigido nas edições posteriores do livro que vendeu mais de 400 milhões de cópias em todo o mundo.
"Como o primeiro livro da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal tem um lugar especial no coração de milhões de leitores em todo o mundo, o erro sobre a varinha na primeira edição fez, naturalmente, com que ela se tornasse item precioso desse universo", afirmou, em comunicado oficial, Matthew Haley, Diretor de Livros e Manuscritos da Bonhams, tradicional casa de leilões responsável pela venda da cópia.

O exemplar a ser leiloado não é o único que vale uma grana no mercado de colecionadores. As mais valiosas são aquelas em capa dura, que possuem a numeração 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1. Mas a versão em brochura e exemplares da segunda edição também são valorizados. Se você for dono de uma dessas, já dá para considerar alugar um cofre em Gringotes. 

Estudantes belgas deixam de capturar Pokémons para caçar livros

Autoria: Pâmela Carbonari.
Fonte: Super Abril. Data: 26/08;2016.
URL: http://super.abril.com.br/cultura/pokemon-go-a-nova-moda-na-belgica-e-cacar-livros
A brincadeira foi criada no dia 12 de agosto e, desde então, 47.848 pessoas estão inscritas no grupo dos caçadores de livros
Esqueça Bulbasauro, Charmander, Pikachu e outros monstrinhos. Depois da febre mundial de Pokémon Go, o que vem fazendo sucesso entre os belgas é a brincadeira Chasseurs de livres (Caçadores de Livros, em português).
Inspirada pela realidade virtual do jogo da Nintendo, Aveline Grégoire, a diretora de uma escola primária na cidade belga de Farcienne criou um grupo no Facebook para procurar livros nas ruas. O conceito é bastante simples: o jogador escolhe um livro que queira doar ou compartilhar com outras pessoas, deixa em um local público e de fácil acesso e então posta uma foto no grupo, indicando onde a obra foi deixada. Depois que a pessoa terminar a leitura, deve retribuir: devolver o tesouro ou abandonar outro livro para que um próximo jogador possa também possa ler.
Ok, não é tão high-tech quanto Pokémon Go, mas nem por isso é menos atraente. A brincadeira foi criada no dia 12 de agosto e, desde então, 47.848 pessoas estão inscritas no grupo dos caçadores de livros. As obras variam de clássicos e livros infantis à livros de autoajuda e romances eróticos - a maioria deles é doada em embalagens plásticas para ficarem protegidos das mudanças do tempo. Junto com o livro, muitos jogadores escrevem uma carta ao próximo leitor ou a instrução do grupo, que diz: "Sou um livro abandonado. Me capture, me leia e me liberte na natureza".
Vendo a grande repercussão da brincadeira, a idealizadora, Aveline Grégoire, pensa agora em passar de fase e transformar o jogo em um aplicativo.

Se o leitor tiver sorte em encontrar os títulos certos, a caça aos livros pode realmente virar uma caça ao tesouro.

3 de set. de 2016

Qual era o livro mais vendido no ano em que você nasceu?

Autoria: Pamela Carbonari.
Fonte: Superinteressante.
Você já deve ter lido por aqui que quem lê vive mais. Ok, leitura não garante longevidade, mas pode diminuir suas chances de morrer se você mantiver o hábito de ler livros durante toda a vida – e não apenas jornais ou revistas (não há nenhuma ressalva se você ler Superinteressante, então continue conosco). Por isso e pelos outros tantos benefícios da leitura, não é novidade para nenhum leitor que a atividade seja primordial desde muito cedo.
Não importa se você é leitor desde o berço ou se adquiriu o hábito depois de adulto: se você pudesse comprar um livro no ano em que nasceu, que livro seria?
Compilamos os maiores best-sellers de ficção: para selecionar os hits literários no Brasil recorremos à lista dos mais vendidos da revista Veja. Também utilizamos a lista do The New York Times para encontrar as obras mais compradas pelos americanos nas últimas quatro décadas. Boa leitura!
1975
Brasil – Gabriela, Cravo e Canela, Jorge Amado
Estados Unidos – A Saga do Colorado, James Michener
1976
Brasil – Araceli, Meu Amor, de José Louzeiro
Estados Unidos – Triniy, Leon Uris
1977
Brasil –
Estados Unidos – Pássaros Feridos, Colleen McCullough
1978
Brasil- Conversa na Catedral, Mario Vargas Llosa
Estados Unidos – A Herdeira, Sidney Sheldon
1979
Brasil – Farda, Fardão, Camisola de Dormir, Jorge Amado
Estados Unidos – O círculo Matarese, Robert Ludlum
1980
Brasil- A Falta que Ela me Faz, Fernando Sabino
Estados Unidos- A identidade Bourne, Robert Ludlum
1981
Brasil- Crônicas de uma morte anunciada, Gabriel García Márquez
Estados Unidos- Os Rebeldes, James Michener
1982
Brasil – O Analista de Bagé, Luis Fernando Veríssimo
Estados Unidos – O Mosaico de Parsifal, Robert Ludlum
1983
Brasil – A Velhinha de Taubaté, Luis Fernando Veríssimo
Estados Unidos – A Garota do Tambor, John Le Carré
1984
Brasil – Tocaia Grande, Jorge Amado
Estados Unidos – Operação Aquitânia, Robert Ludlum
1985
Brasil – A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
Estados Unidos – Tripulação de Esqueletos, Stephen King
1986
Brasil – A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera
Estados Unidos – A Coisa, Stephen King
1987
Brasil – As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley
Estados Unidos – O Preço do Amor, Danielle Steel
1988
Brasil – As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley
Estados Unidos – O Cardeal do Kremlin, Tom Clancy
1989
Brasil – As Areias do Tempo, Sidney Sheldon
Estados Unidos – A casa da Rússia, John Le Carré
1990
Brasil – Diário de um Mago, Paulo Coelho
Estados Unidos – O Ônus da Prova, Scott Turow
1991
Brasil – O Alquimista, Paulo Coelho
Estados Unidos – Scarlett, Alexandra Ripley
1992
Brasil – O Alquimista, Paulo Coelho
Estados Unidos- O Dossiê pelicano, John Grisham
1993
Brasil – Noite sobre as Águas, Ken Follett
Estados Unidos – As Pontes de Madison, Robert James Waller
1994
Brasil – Brida, Paulo Coelho
Estados Unidos – A Profecia Celestina, James Redfield
1995
Brasil – Comédias da Vida Privada, Luis Fernando Veríssimo
Estados Unidos – A Profecia Celestine, James Redfield
1996
Brasil – O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder
Estados Unidos – Segredos do Poder, Joe Klein
1997
Brasil – O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder
Estados Unidos – A Montanha Gelada, Charles Frazier
1998
Brasil – O Livro das Virtudes para Crianças, William j.Bennett
Estados Unidos – O Advogado, John Grisham
1999
Brasil – O Homem que Matou Getúlio Vargas, Jô Soares
Estados Unidos – O Testamento, John Grisham
2000
Brasil – Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K Rowling
Estados Unidos – A Confraria, John Grisham
2001
Brasil – Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K. Rowling
Estados Unidos – O diário de Suzana para Nicolas, James Patterson
2002
Brasil – Harry Potter e a Câmara Secreta, J.K. Rowling
Estados Unidos – The Lovely Bones, Alice Sebold
2003
Brasil – Onze Minutos, Paulo Coelho
Estados Unidos – O Código da Vinci, Dan Brown
2004
Brasil – Budapeste, Chico Buarque
Estados Unidos – O Código da Vinci, Dan Brown
2005
Brasil – Fortaleza Digital, Dan Brown
Estados Unidos – O Corretor, John Grisham
2006
Brasil – Quando Nietzsche Chorou, Irvin D. Yalom
Estados Unidos – For One More Day, Mitch Albom
2007
Brasil – A Cidade do Sol, Khaled Hosseini
Estados Unidos – A Cidade Do Sol, Khaled Hosseini
2008
Brasil – A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak
Estados Unidos – O Recurso, por John Grisham
2009
Brasil – A Cabana, William Young
Estados Unidos – O Símbolo Perdido, Dan Brown
2010
Brasil – A Cabana, William P. Young
Estados Unidos – A Rainha do Castelo de Ar, Stieg Larsson
2011
Brasil – A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin
Estados Unidos – A Resposta, Kathryn Stockett
2012
Brasil – A Escolha, de Nicholas Sparks
Estados Unidos – Cinquenta Tons de Cinza, E. L. James
2013
Brasil – Inferno, Dan Brown
Estados Unidos – Um Porto Seguro, Nicholas Sparks
2014
Brasil – A Culpa é das Estrelas, John Green
Estados Unidos – O Pintassilgo, Donna Tartt
2015
Brasil – O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

Estados Unidos – A Garota no Trem, Paula Hawkins

O hábito que ajudou Bill Gates, Warren Buffett e Oprah Winfrey alcançarem o sucesso

Fonte: Época. Data: 10/08/2016.
Eles são extremamente ocupados e trabalham muito. Mas nenhum deixa de lado uma prática: a de reservar algumas horas por semana para fazer algo aleatório com o objetivo de aprender. A conclusão é de Michael Simmons, cofundador da Empact, plataforma para empreendedores, que analisou histórias pessoais de grandes líderes e executivos como Elon Musk, Oprah Winfrey, Bill Gates, Warren Buffett e Mark Zuckerberg. “Percebi um padrão na rotina de todos eles: reservam uma hora por dia (ou cinco horas semanais), durante toda a carreira, para fazer atividades que podem ser classificadas como práticas de aprendizado”, diz Simmons em artigo publicado na Inc. É o que ele define como a “regra das cinco horas”. Simmons selecionou algumas dessas práticas – e as dividiu em três tópicos: leitura, reflexão e experimentos. Confira abaixo:
Segundo um artigo publicado na Harvard Business Review, o fundador da Nike, Phil Knight, venera tanto a sua biblioteca particular que você precisa tirar os sapatos antes de adentrá-la e fazer uma saudação. Já Oprah Winfrey credita boa parte de seu sucesso a livros que leu. “Livros são meu passe para minha liberdade pessoal”. Ela compartilha o seu hábito abertamente, por meio de um clube de leitura. Eles não estão sozinhos. Veja os hábitos de outras personalidades:
– Warren Buffett gasta cerca de seis horas por dia lendo cinco jornais e 500 páginas de balanços de empresas
– Bill Gates lê 50 livros por ano
– Mark Zuckerberg lê, ao menos, um livro a cada duas semanas
– Elon Musk cresceu lendo dois livros por dia, segundo seu irmão
– Mark Cuban lê mais do que três horas por dia
– Arthur Blank, cofundador da Home Depot, lê duas horas por dia
– O bilionário e empreendedor David Rubenstein lê seis livros por semana

– Dan Gilbert, bilionário e dono do Cleveland Cavaliers, lê de uma a duas horas por dia. (...)

2 de set. de 2016

CRB-1 e SEDF irão atuar conjuntamente na estruturação de pessoal nas Bibliotecas do DF

A tarde do primeiro dia de setembro foi de conquistas para a classe bibliotecária do Distrito Federal. O Conselho Regional de Biblioteconomia da Primeira Região (CRB-1) no cumprimento de suas atribuições fez valer a aplicação dos arts. 2º e 6º da Lei 4.084, de 30 de junho de 1962, na audiência de conciliação realizada na Câmara de Conciliação e Arbitragem Federal (CCAF), visando solucionar três ocupações irregulares de servidores do GDF, não bibliotecários, para o exercício de atribuições privativas da classe bibliotecária.
O CRB-1 e a SEDF, após a audiência de conciliação, decidiram que irão atuar conjuntamente a fim de subsidiar a Secretaria de Educação com informações relativas à estrutura de pessoal ideal para cada unidade, levando em conta volume de usuários, tamanho do acervo, estrutura física, entre outros, sempre que solicitado pela Secretaria. A princípio e com objetivo de sanar o problema foi obtida uma lista com treze bacharéis em biblioteconomia que já são servidores, e será realizada pela Secretaria uma seleção interna com esses servidores, habilitados, para ocupação dos cargos.
A assessoria jurídica do SEDF informou que o Parecer já foi aprovado e remetido para conhecimento da Secretaria de Educação e poderá ser usado como um dos fundamentos do acordo no âmbito da CCAF. A Diretoria de Administração de Pessoal do GDF apresentou um documento com o levantamento dos servidores aptos a ocuparem os cargos privativos de bibliotecário. O referido levantamento irá susidiar a instauração de um procedimento seletivo simplificado com o objetivo de identificar servidores interessados em ocupar a função gratificada de bibliotecário. Desta maneira foi encaminhado para análise da PGDF um projeto base de concurso públio para provimento de cargo de bibliotecário (1 vaga + 2 de cadastro reserva). O edital tem previsão de ser publicado ainda este ano e a realização de processo seletivo no 1º semestre de 2017.
Os interessados deliberaram sobre o termo de conciliação, ficando a conciliadora - Maria Isabel Cohim R. Freitas (Advogada da União – CCAF/CGU/AGU) - responsável pela elaboração da minuta no prazo de dez dias e posteriormente de submetê-la à apreciação dos interessados para análise e sugestões. O CRB-1 e a SEDF terão o prazo de cinco dias para análise.
Na oportunidade fizeram-se presentes o Diretor de Administração de Pessoal SEDF - Idalmo Santos, o Assessor Jurídico CRB-1 - Isley Dutra, o Assessor Jurídico AJL/SEDF - Luiz Antônio Paz e a Analista Assessora AJL - Renata Silva Corrêa. A próxima reunião está marcada para o dia 05 de outubro.


Fonte: Conselho Regional de Biblioteconomia, 1ª Região.

Cidades do Interior recebem “Mês da Literatura”

Fonte: Bem Paraná. Data: 29/08/2016.
Entre 24 de agosto e 23 de setembro de 2016, a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e a Biblioteca Pública do Paraná promovem o “Mês da Literatura”. Onze escritores paranaenses vão percorrer 25 municípios do interior do Estado. Cada autor visitará entre duas e três bibliotecas. Durante os encontros, os escritores vão falar sobre suas próprias obras e comentar temas como livro, leitura e formação de leitores. Também haverá uma Oficina de Quadrinhos na Biblioteca Pública do Paraná, com Eloar Guazzelli, entre 27 e 29 de setembro — as inscrições são gratuitas, já estão abertas e podem ser feitas pelo e-mail oficina@bpp.pr.gov.br.

As instituições selecionadas para receber a visita de escritores abrangem as mais variadas regiões do Estado — dos Campos Gerais ao Norte paranaense — e são referências entre as quase 500 bibliotecas cadastradas no Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Paraná, que é coordenado e administrado pela BPP. (...)


1 de set. de 2016

Há livros espalhados por Lisboa à espera de serem caçados

Autoria: Liliana Borges.
Fonte: O Público. Data: 29/08/2016.
Os livros são espalhados em diferentes locais da freguesia de Arroios e chegam aos 60 exemplares num só dia. Em bancos de jardins, esplanadas ou até piscinas municipais, os livros procuram novas casas até dia 15 de Setembro.
Podem ser policiais ou histórias de amor. Há quem prefira a poesia ou o fantástico, mas são poucos. Num mundo em que se procuram pokémons e dominado pela hegemonia do online há uma freguesia em Lisboa que quer colocar os moradores a caçar livros. Para isso, até 15 de Setembro, a Biblioteca de S. Lázaro e a Junta de Freguesia de Arroios unem-se numa iniciativa que pretende distribuir gratuitamente 2500 livros pelas ruas até ao próximo dia 15 de Setembro. A selecção é feita com base nos critérios de catalogação exigidos e com base no seu estado de conservação, no tipo de literatura em que se inserem e nos anos da edição do livro.
A ideia de oferecer livros não é pioneira, mas é a primeira vez que os livros são colocados na rua, conta ao PÚBLICO Joaquina Pereira, uma das coordenadoras do projecto e responsável pela biblioteca. "Queremos que as pessoas percam o medo que têm dos livros. Em anos anteriores fazíamos a iniciativa aqui na própria biblioteca, mas não eram muitas as pessoas que aqui vinham buscar. Ou por não saberem, ou por sentirem vergonha", explica Joaquina.
Joaquina trabalha na biblioteca há cerca de dois anos e meio. Durante este tempo, familiarizou-se com as estantes por onde nos guia, enquanto explica a disposição dos livros naquela que é a biblioteca municipal mais antiga de Lisboa e fala-nos da biblioteca e dos seus visitantes. A menina dos seus olhos é a sala original, a sala de leitura principal do edifício de arquitectura neoclássica erudita, inaugurada em 1883, por Teófilo Ferreira, quando ainda se escrevia “Bibliotheca”. Aqui os livros estão protegidos do tempo pelos vidros dos velhos armários de madeira. No centro, um candeeiro de lustre marca o encontro entre as duas linhas de mesas dispostas em dois círculos ao longo do espaço hexagonal, que se preservou, mesmo depois do encerramento entre 2000 e 2006 para requalificação da biblioteca.
"Esta é a sala mais antiga, que foi depois alargada a mais duas salas, a sala de estudo e a sala infantil, mas quisemos manter tudo igual ao projecto original. Até o relógio de parede é o mesmo ainda", conta orgulhosa. Entre as colecções constam livros dos séculos XVII ao século XIX, sobre História de Portugal, sem esquecer os Descobrimentos, a expansão e a colonização portuguesas, espanholas e francesas, a Restauração de 1640, o Governo de Pombal e a implantação do liberalismo.
No entanto, apesar da qualidade da oferta, não são os livros de História os mais procurados, adianta Joaquina. Os favoritos continuam a ser os policiais e os romances. Segue-se depois a literatura erótica e só depois os infantis e especializados. Os clássicos e a poesia são menos populares.
Para desafiar os hábitos de leitura e até as preferências dos leitores, a equipa da biblioteca distribui diariamente cerca de 50 a 60 livros pela freguesia. “Cada saco tem cerca de duas dezenas de livros. Cada funcionário leva um ou dois sacos e procede à distribuição. Tentamos espalhar por diferentes zonas da freguesia.” O jardim do Torel, a zona do Saldanha e da Penha de França ou Estefânia são algumas das zonas onde se podem encontrar os livros.
 “Às vezes vamos encontrando os papéis que distribuímos com o livro, mas não há sinal dele”, conta. “Ainda esta semana vi alguém a ler um dos livros distribuídos, enquanto almoçava numa esplanada, o que prova que as pessoas estão a aderir ao projecto”, conclui. “Muitas vezes as pessoas intimidam-se e não conhecem os livros. Parece que os livros assustam", analisa, descrevendo o projecto como uma forma de atrair novos leitores, que não têm de ser moradores da freguesia. “Tem de haver um trabalho que aposte em expandir os livros. Ler e conhecer mais livros traduz-se em mais conhecer, mais informação. E as pessoas mais informadas são pessoas mais livres”, sublinha.
Por isso, os livros saem da biblioteca e podem ser encontrados em bancos de jardim, cafés, quiosques. São sinalizados com um panfleto que contextualiza a iniciativa Leva-me Contigo e que convida o leitor a conhecer as instalações que são a casa de mais de 20 mil livros, entre os quais se contam colecções únicas no país.


Domingo na biblioteca em Casa Amarela

Fonte: Folha de Pernambuco. Data: 29/08/2016.

URL: http://www.folhape.com.br/cotidiano/2016/8/domingo-na-biblioteca-em-casa-amarela-0530.html

A Biblioteca Popular de Casa Amarela Jornalista Alcides Lopes promoveu no último domingo (28) uma série de atividades lúdicas e culturais. A primeira edição do Domingo na Biblioteca levou ao espaço famílias do bairro e da vizinhança que aproveitaram a contação de histórias, música e oficina de brinquedos com material reciclado.

A temática do encontro foi o Dia do Folclore, comemorado dia 22 de agosto. A ação foi uma parceria com o movimento Casa Amarela Saudável e Sustentável. Uma das propostas do movimento é tornar a participação cidadã mais ativa. Para isso foram coletadas sugestões dos visitantes.

Evento: Organização da informação e do conhecimento

O I Colóquio em Organização, Acesso e Apropriação da Informação e do Conhecimento (COAIC) visa promover um diálogo das linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), que são “Organização e Representação da Informação e do Conhecimento” e “Compartilhamento da Informação e do Conhecimento”. Para tanto, parte-se do eixo central, sua área de concentração “Organização, Acesso e Apropriação da Informação e do Conhecimento”, para contribuir com a formação e experiências em pesquisa aos ingressantes, egressos, assim como especialistas de diferentes origens institucionais, nacionais ou estrangeiros

Biblioteca Augusto José Ribeiro será inaugurada no dia 26 em São Francisco

Fonte: Diário Catarinense. Data: 23/08/201q6.
A população de São Francisco do Sul terá acesso, a partir do dia 26, a mais um equipamento cultural importante: será inaugurada a Biblioteca Augusto José Ribeiro, relocada para um espaço mais adequado ao seu funcionamento, em prédio histórico totalmente restaurado.
A biblioteca pública do município contribuirá para a preservação da memória local, a difusão de conhecimento sobre a história da região e a realização de programas e atividades com grupos escolares. Estará presente na inauguração a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa.
As obras de restauro e requalificação do casarão onde foi instalada a biblioteca foram realizadas por meio de parceria entre o Iphan e a Prefeitura de São Francisco do Sul. Para celebrar, a entrega será realizada na ocasião a abertura da 4ª Feira do Livro de São Francisco do Sul, que neste ano tem o tema O patrimônio que surge em poemas. Durante o evento, que inaugura a programação cultural da Biblioteca Augusto José Ribeiro, serão realizadas diversas atividades, como oficinas literárias, rodas de conversa, sarau, seminário, além da venda livros.
A feira acontece das 9h às 20h, entre 26 de agosto e 3 de setembro, e é promovida pela Fundação Cultural Ilha de São Francisco do Sul, em parceria com o Iphan e apoio da ArcelorMittal. O espaço será entregue à comunidade totalmente mobiliado e equipado. Foi investido cerca de R$ 1,4 milhão, sendo quase R$ 1 milhão do Iphan, R$ 50 mil da Prefeitura e R$ 350 mil provenientes de termo de ajustamento de conduta por parte da empresa Terlogs.
Com um acervo de aproximadamente 13 mil exemplares para consulta e empréstimo aos moradores da cidade, a nova biblioteca estará aberta diariamente, das 8h às 20h. Também será transferido para o local, mas nesse caso disponível apenas a pesquisadores, o acervo documental atualmente no Museu Histórico, composto por obras raras, jornais, plantas, mapas e fotografias antigas.

O espaço contará ainda com um programa permanente de contação de histórias. O prédio está inserido no conjunto edificado da rua Babitonga, a principal do Centro Histórico. A realização da obra, com destinação de uso público, é de grande importância para a requalificação urbana da área tombada da cidade.

Obras raras da Biblioteca Nacional ganham forma inédita de exibição

Fonte: Agência Brasil. Data: 22/08/2016.
URL: http://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2016-08/obras-raras-da-biblioteca-nacional-ganham-forma-inedita-de-exibicao
Com cerca de 9 milhões de volumes, a Biblioteca Nacional é a oitava do mundo e a maior da América Latina. Possui um valioso acervo que inclui raridades bibliográficas, entre elas as 60 mil peças que chegaram ao Brasil no início do século 19, trazidas por Dom João VI e a corte portuguesa, para constituir o núcleo original do que é hoje a biblioteca sediada no centro do Rio de Janeiro.
Uma proposta expográfica inédita permite que 507 obras originais desse acervo possam ser vistas pelo público, na mostra Gabinete de Obras Máximas e Singulares, que a Biblioteca Nacional inaugurou na semana passada. A exposição integra à arquitetura dos corredores do 3° e 4° andares 18 vitrines, especialmente construídas e climatizadas para abrigar o acervo. 
São obras que exigem muito cuidado para a sua preservação, o que inviabilizava sua exibição, a não ser por meio de fac-símiles, nas tradicionais vitrines expositoras horizontais. A solução encontrada pela curadora Claudia Fares e pelo arquiteto Temer Neder foi a verticalização, ideia que buscou inspiração nos gabinetes de curiosidades, comuns nos séculos 16 e 17 na Europa.
Obras da antiguidade clássica, animais empalhados, autômatos, minerais, fósseis, fragmentos de meteoritos, esculturas, sementes, plantas conservadas em frascos, instrumentos musicais são exemplos das peças que compunham os gabinetes de curiosidades. Organizados por eruditos, naturalistas, profissionais liberais e nobres interessados pela ciência e pela arte, os gabinetes eram originalmente locais de estudos, periodicamente abertos ao público, e tiveram seu apogeu com a descoberta do Novo Mundo e a curiosidade em torno dos itens então considerados exóticos
“Eles tinham uma forma de expor muito fascinante e rica. A maneira de associar as obras era sincrética, eles juntavam as coisas da natureza e as da cultura, as de Deus e as dos homens”, explica Claudia Fares. Os mesmos critérios dos eruditos e naturalistas dos séculos 16 e 17 foram utilizados pela curadoria na disposição das obras na exposição.
De acordo com a curadoria, as obras selecionadas são máximas, “por serem superlativas em significado, e singulares por serem, em si mesmas, únicas, o que as qualifica, todas, como raras”. Exibidas pela primeira vez, essas obras raras incluem até mesmo os catálogos dos gabinetes de curiosidades, que vieram de Lisboa como parte da biblioteca real.
“Não tenho dúvida de que essa forma de apresentar as obras vai tornar mais atrativas as exposições na Biblioteca Nacional”, aposta Cláudia Fares. Além dos estudantes e pesquisadores que frequentam suas salas de leitura, a instituição recebe visitantes, nacionais e estrangeiros, interessados em conhecer o acervo, a arquitetura imponente e as obras de arte do prédio.

A exposição Gabinete de Obras Máximas e Singulares fica em cartaz até 31 de outubro e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 10h às 17h e aos sábados, das 10h30 às 14h. A entrada é grátis e a Biblioteca Nacional fica na Avenida Rio Branco, 219, na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro.