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17 de ago. de 2016

Evento: Preservação digital

10º DEBATE: PRESERVAÇÃO DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES

Apresentador: Ricard de la Vega

Dia: 17 de agosto - Quarta-feira
Horário: 14h00 às 15h00 (Horário de Brasília)
Local: Sala virtual - http://webconf2.rnp.br/ibict_cgpd2


Ricard de la Vega, pós-graduado em Gestão de Big Data pela UPC - Business and Professional School (2015); Mestre em Inovação Empresarial e Empreendedorismo (2012-2013). Gerente de computação e aplicações do Consorcio de Serviços Universitários de Catalunya (CSUC). Possui vínculo com a Universidade Autônoma de Barcelona. Professor no Proyecto Universidad Empresa - PUE (2002-2006). Líder Especialista de repositórios e portais de informação - CESCA (2007-2009); Especialistas em sistemas - CESCA (2003-2006); Analista/Programador - Partal, Maresma y Associats (2002-2003) e Argus.net Tecnologia Creativa (2002).

29 de mar. de 2016

Evento: Preservar para futuras gerações

Convidamos para participar do 3º INTEGRAR – Congresso Internacional de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Documentação e Museus com o tema “PRESERVAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES”. O evento acontecerá no período de 19 a 21 de julho de 2016, na Universidade Presbiteriana Mackenzie na cidade de São Paulo.

A chamada de trabalhos está aberta! Maiores informações pelo http://www.integrar.febab.org.br/

10 de nov. de 2015

Palestras na USP

Preservação da informação digital: desafios e oportunidades em garantir o acesso às gerações futuras
Francisco Carlos Paletta

Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo. Pós Doutorado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares. Professor e Pesquisador da Universidade de São Paulo, Escola de
Comunicações e Artes, Departamento de Biblioteconomia e Documentação. Atua nas áreas de ciência da informação, administração geração e uso da
informação, gestão de dispositivos de informação, e bibliotecas digitais.

Os direitos autorais na era digital
Anita Pissolito Campos

Mestre em Direito Civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Atualmente é sócia - Nascimento e Mourão
Advogados, responsável pelas áreas de Biodiversidade, Propriedade Intelecual e Direito Ambiental. Professora da pós graduação do GVLaw, do FGV
Management e da Business School São Paulo Ltda. Participante do Programa de Negociação da Harvard Law School.

Data: 12 de novembro de 2015 — Quinta-feira
Horário: das 14h00 às 17h00
Local: Sala João Arruda - Térreo—Prédio Histórico
Faculdade de Direito da USP

Inscrições: bibfd@usp.br 3111-4053

14 de set. de 2015

Curso: Preservação digital

Prezados



Vimos informar que foi prorrogado, para o dia 17 de setembro próximo, o prazo de inscrição no 1o. Workshop de Preservação Digital realizado em parceria entre a Espanha e o Brasil, como parte das atividades na IFLA - Seção da América Latina e do Caribe, no Campus da USP de Ribeirão Preto no período de 19 a 23 de outubro de 2015.

Aproveitamos para divulgar o Conteúdo Programático do referido Workshop, bem como o endereço da página onde os interessados poderão acessar mais informações sobre procedimentos para inscrição: 

Agradecemos se puder repassar a possíveis interessados.

Atenciosamente,



Sueli Mara Ferreira

10 de mar. de 2014

Evento: Preservação digital

Chamada de trabalhos (resumos de projetos de pesquisa sobre preservação
digital)

O Iº Seminário Internacional de Preservação Digital é promovido pelo Ibict
e a Rede CARINIANA e será realizado em Brasília no período de 7 a 9 de maio
de 2014.
O I SINPRED tem como objetivo promover o intercâmbio de informações e
experiências entre os parceiros e usuários da Rede CARINIANA, de modo a
fortalecer a preservação digital em todas as regiões do Brasil, difundindo
o uso completo de tecnologias, assim como a verificação das possibilidades
de novos serviços oferecidos pela Rede.
Convidamos a todos os interessados para submeter resumos de projetos de
pesquisa sobre assuntos ligados à preservação digital. Os resumos deverão
ser preparados em texto completo de, no máximo, 300 palavras. O arquivo
final em PDF do pôster com o resumo aprovado deverá ser enviado - até 15 de
abril de 2014 via Portal do evento. A apresentação será na última sessão do
dia 8 de maio no auditório principal do Brasília Imperial Hotel. A versão
impressa do pôster ficará exposta nas salas de acesso ao auditório durante
todo o tempo do evento.

Programação e Inscrições: http://sinpred.ibict.br
Mais informações: cariniana@ibict.br

Comitê organizador
I SINPRED e III Encontro Nacional da Rede CARINIANA
I SINPRED: I International Digital Preservation Seminar 7-9 May, 2014

7 de dez. de 2013

Cresce a Rede Cariniana

Fonte: IBICT. Data: 2/12/2013.
A diretora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Cecília Oliveira Leite, participou na última sexta-feira, 29, do II Encontro Nacional da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital - Cariniana, na sede do IBICT. Na oportunidade, Cecília afirmou que seguirá em sua gestão a trajetória do Instituto de repassar informação e tecnologia para a comunidade.
“A Rede Cariniana desenvolve um trabalho de destaque na formação de parcerias com instituições de pesquisa e ensino. Seguindo essa linha o IBICT vem participando de projetos onde está, cada vez mais, inserido nas ações das instituições de ensino, como as desenvolvidas pela Universidade de Brasília (UnB)”, destacou Cecília.
Presente ao encontro, o diretor da Biblioteca Central da UnB, profº Emir José Suaiden, salientou que a Cariniana é um programa de preservação digital de extrema importância para o país e que dará grandes frutos para a sociedade. Para Emir, esse será um instrumento poderoso de preservação digital que ficará disponível para todos os pesquisadores brasileiros. “No tempo da sociedade industrial, o Brasil teve muitos problemas em preservar o seu patrimônio bibliográfico documental e a revolução tecnológica nos dá essa oportunidade. Teremos amplas condições de difundir esse patrimônio para as bibliotecas, centros e redes de informação e, com isso, impactar a geração da produção científica brasileira”, destacou ele.
Uma das primeiras instituições a participar da Rede Cariniana foi a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que esteve representada no encontro pelo professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Guilherme Ataíde Dias. A UFPB vem auxiliando a rede na sua divulgação, replicando para outras instituições a importância desse projeto. “A Cariniana teve uma iniciativa paradigmática, já que não se pode perder a oportunidade de preservar o conhecimento produzido pelas nossas instituições para as futuras gerações”, afirmou Guilherme.

Também participaram do encontro representantes da Finep, Stanford University (via vídeo), UFSM, Unicamp, USP, UFBA e UFG. Informações sobre a Rede Cariniana podem ser obtidas através do email cariniana@ibict.br



20 de nov. de 2013

Evento: Preservação digital



II Encontro Nacional da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital
Dias: 28 e 29 de novembro de 2013
Local: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT
Sede - Brasília - DF
Sinopse
O objetivo do 2º Encontro Nacional da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital é o compartilhamento de informações técnicas e de gerenciamento dos recursos humanos e tecnológicos ativos nas instituições parceiras.
O IBICT implantou a Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital – Cariniana, a solução inicialmente adotada foi o software LOCKSS para estabelecer a arquitetura de redes colaborativas de preservação digital para o tratamento de publicações técnico científicas (periódicos, teses, dissertações e livros) eletrônicas.
No Encontro serão apresentados para os representantes da Rede e colaboradores outros softwares utilizados nas iniciativas internacionais que facilitarão a utilização, de ferramentas que possibilitem a integração entre repositórios de livros, teses, dissertações e periódicos eletrônicos. A rede de preservação digital distribuída precisa da colaboração das instituições parceiras detentoras desses documentos, em um ambiente padronizado e de segurança que garantisse o acesso permanente e o armazenamento monitorado.
28 de Novembro








8h00 – 8h15 – Credenciamento

Curso de Preservação Digital

8h15 – 9h50 – Preservação Digital, Políticas e Gestores
Sônia Araujo de Assis Bôeres – Universidade de Brasília - Unb

9h50 – 10h05 - Coffee Break

0h05 – 12h00 – Técnicas, Tecnologias e Gestão da Digitalização
Rafael Cobbe – Uninter – Centro Universitário – Curitiba
Denis Novaes Lopes – IBICT - Brasília

12h00 – 14h00 - Almoço

14h00 – 15h50 – Tecnologias de Preservação Digital e o LOCKSS
Alexandre Faria de Oliveira – IBICT - Brasília
Arthur Heleno Lima R. de Souza – IBICT - Brasília

15h50 – 16h05 - Coffee Break

16h05 – 18h00 – Serviços de Preservação Digital
Miguel Angel Márdero Arellano – Coordenador da Rede Cariniana – IBICT - Brasília

18h00 - Encerramento

29 de novembro
8h00 - 8h30 – Abertura - Convidados
Drª Cecília Oliveira Leite – Diretora do IBICT
Prof.º Drº Emir Suaiden - Diretor da biblioteca da UnB
Miguel Angel Márdero Arellano - Relatório de Atividades 2013
8h30 – 10h00 - Reunião Técnica - Parceiros Integrais
1ª Parte: Documentação
Acordos; guias e manuais; relatórios de atividades; lista de publicações; repositórios; rede IBICT e portal
10h00 – 10h15 - Coffee Break
10h15 – 12h00 - Reunião Técnica - Parceiros Integrais - Continuação
2ª Parte: Infraestrutura
Requisitos das caixas LOCKSS; manutenção e funcionamento das caixas LOCKSS; suporte e sustentabilidade.
12h00 – 14h00 - Almoço
14h00 – 15h50 - Reunião Técnica - Colaboradores Individuais
Comunidades de pesquisa; representantes das comunidades; atribuições, metas e parcerias.
15h50 – 16h15 - Coffee Break
16h15 – 18h00 - Reunião Técnica - Representantes Regionais
Relatórios de atividades; identificação das necessidades e planos de ação.

5 de nov. de 2013

Rede de Serviços de Preservação Digital


Fonte: IBICT, Núcleo de Comunicação Social.

A Rede de Serviços de Preservação Digital – Cariniana do Ibict, responsável pela preservação dos periódicos eletrônicos na plataforma OJS/SEER no Brasil, está sendo lançada pela equipe do projeto em várias instituições do país. Já foram realizadas apresentações na região Sul (Blumenau/SC) e no Nordeste (Salvador/BA). Na sexta- feira (1/11) será a vez da região Centro-Oeste, no Auditório da Biblioteca da UFG. O evento é aberto a todos os interessados na temática. Serão realizadas duas palestras com profissionais do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), coordenador desta rede no Brasil.

Ainda no mês de novembro está programada uma apresentação na UNIRIO, no dia 18, e para dezembro já está sendo agendada a apresentação na Região Norte, no Museu Goeldi, em Belém.

No site do IBICT há mais detalhes sobre a Rede Cariniana.

Detalhes no URL:

10 de out. de 2013

Anais sobre preservação digital


Anais sobre preservação digital:
iPRES 2013: proceedings of the 10th International Conference on Preservation of Digital Objects . 2013. ISBN: 9789725654934

Editores:  José Borbinha, Michael Nelson, Steve Knight

Os trabalhos apresentados estão no URL: http://purl.pt/24107

15 de jul. de 2013

Biblioteca digital garante acesso sem infringir copyright

Fonte: Portal Terra. Data: 9/07/2013.
Autoria: Déborah Salves.
Compartilhar conhecimento. O termo vive um momento de alta com a internet, mas a atividade é tão antiga quanto o homem. E uma das formas institucionais mais consolidadas de garantir acesso a informações são as bibliotecas.
"Estamos tentando recriar digitalmente esse processo, para que não percamos a capacidade de acessar o conhecimento - uma vez que hoje há até pessoas querendo tirar o direito de compartilhar algo que você comprou", explica Alexis Rossi, diretora de coleções do Internet Archive, que disponibiliza mais de um milhão de títulos gratuitamente.
Alexis foi um dos destaques do Fórum Internacional Software Livre (fisl) de 2013, realizado entre 3 e 6 de julho em Porto Alegre. Ao Terra, a executiva do Internet Archive contou quais os passos que a organização toma para conseguir disponibilizar seu acervo e ainda respeitar os direitos autorais dos produtores de conteúdo.
"Bibliotecas trabalham com coisas criadas por outras pessoas, e temos uma maneira histórica de fazer isso", diz. "Não queremos que ninguém perca dinheiro, só queremos que as pessoas tenham acesso às informações", resume.
Acervos digitais

Alexis lista a Wayback Machine como um dos principais sucessos do Internet Archive. O banco de dados aberto lançado em 2001 reúne versões antigas de site da internet - como, por exemplo, a primeira versão do Google.

25 de jun. de 2013

Lançamento: Preservação digital

O livro “Preservação digital na gestão da informação: um modelo processual para as instituições de ensino superior”, de José Carlos Abbud Grácio, lançado pela Cultura Acadêmica, braço editorial da UNESP, propõe um modelo de gestão do processo de preservação digital voltado especificamente para instituições de ensino superior.
A obra analisa conceitos e modelos de gestão de informação, levanta questões como a necessidade de uma cultura de preservação digital, a implantação de um modelo de gestão a ela adequado e os custos de todo o processo, e aborda os aspectos que norteiam a preservação digital e o modo como as instituições vêm tratando dos problemas decorrentes de sua implantação.
O tema é importante para as universidades, já que são geradoras de grandes volumes de conteúdo científico, tecnológico, cultural e artístico e precisam compartilhar esse conhecimento com a sociedade, além de preservarem sua história e os documentos administrativos.  
O objetivo do autor é destacar que o maior desafio é lidar com a tecnologia, que oferece um leque crescente de alternativas e cujos componentes estão sujeitos a mudanças constantes. Os programas, as máquinas que os suportam e até os arquivos sofrem alterações significativas ao longo do tempo. Simultaneamente, é preciso definir como escolher o que deve ser preservado e como desenvolver e gerenciar esse processo, complexo e repleto de detalhes.
Download gratuito do livro está disponível em: www.culturaacademica.com.br.


23 de mai. de 2013

Brasil e China vão trocar experiências sobre preservação digital

Fonte: Monitor Mercantil.  Data: 20/05/2013
URL: www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=133511&Categoria=INTERNACIONAL
Brasil e China farão uma troca de informações sobre preservação digital de arquivos históricos. O assunto foi discutido durante encontro hoje entre o diretor- geral do Arquivo Nacional, Jaime Antunes, e do diretor-geral do Arquivo Municipal de Tianjin, na China, Rong Hua. A reunião foi na sede do Arquivo Nacional.
- O mundo é digital. É inexorável que cada vez mais registros se produzam digitalmente para você garantir que a qualquer momento que você necessite daquela informação, ela esteja disponível, senão estaríamos contribuindo para uma amnésia nacional. Teríamos preservados documentos de séculos passados e estaríamos chorando a preservação do patrimônio do século XXI - disse Antunes.
Segundo o diretor do Arquivo Nacional, a China tem uma longa tradição em preservação de arquivos, enquanto o Brasil está apenas começando.
- Por meio da preservação digital, iremos aumentar a longevidade desses materiais para que a qualquer momento essa informação possa ser vista por qualquer pessoa. Primeiro, queremos fazer o intercâmbio de informações com o Brasil. Segundo, nós queremos estabelecer um acervo de informações gerais sobre a nossa cidade. Como o Brasil teve um consulado na cidade em 1909, buscamos informações sobre esse período - destacou Rong Hua.
A estimativa do governo federal é implantar até o início de 2014 o programa de administração sem papel, dando prioridade à digitalização de arquivos, que estão sob risco de deterioração.

Ligado ao Ministério da Justiça, o Arquivo Nacional foi criado durante o reinado do imperador Pedro II para a preservação e divulgação do patrimônio documental do país. Atualmente, o órgão tem cerca de 16 milhões de páginas digitalizadas.

9 de abr. de 2013

Biblioteca Britânica começa a arquivar páginas da internet



Fonte: BBC. Data: 5/03/2013.
A Biblioteca Britânica começa um ambicioso projeto para criar um arquivo no qual será guardada uma cópia de todas as páginas do Reino Unido na internet para que possam ser consultadas pelas gerações futuras.
A partir da próxima meia-noite e durante o prazo de um ano começarão a ser armazenadas cópias de 4,8 milhões de páginas da internet, segundo o centro público, entre páginas institucionais, blogs, domínios locais e inclusive fóruns, para mostrar uma visão da sociedade atual a futuros pesquisadores.
"Admito que é um projeto realmente ambicioso. Não vamos discriminar entre as páginas, incluiremos todas as que atualmente estiverem no Reino Unido", explicou Richard Gibby, porta-voz da instituição.
Com o prestigiado centro londrino colaborarão as bibliotecas nacionais da Escócia e País de Gales, as das universidades de Cambridge e de Oxford e o Trinity College de Dublin.
Para antecipar esta ideia, os seis equipes - um por cada centro - que desenvolverão o programa iniciarão um complexo sistema de informática a partir de meia-noite, momento no qual entra em vigor um novo marco legal que lhes permite obter uma cópia sem contar com o consentimento dos donos das páginas.
"Até agora era necessário pedir permissão ao proprietário e, no caso de conteúdo de terceiros, precisava contar ainda com a autorização deste, tudo era muito complicado e demorava muito", comentou Gibby.
O tempo é algo que obceca a Biblioteca Britânica, que procura incorporar toda a informação possível de cada site a seu catálogo antes que expire o tempo médio de vida de uma página - 75 dias -, uma contagem regressiva contra a qual um amplo elenco lutará.
"Pode se dizer que toda a Biblioteca está envolvida no projeto, já que, além de uma equipe específica, contamos com o apoio do serviço de operações técnicas e de manutenção", afirmou Gibby.
Agora não será pedida permissão, mas os donos serão informados; apesar de a Biblioteca Britânica pretender se dirigir a eles por escrito de forma individual, o volume de domínios faz com que provavelmente recebam simplesmente a mensagem automática do programa que obterá as cópias.
O porta-voz do centro reconhece que esse sistema pode gerar controvérsia, por isso que esclareceu que só serão registrados conteúdos que tenham sido expostos em páginas públicas e com o consentimento expresso de seu autor.
"Não tem nada a ver com a informação que podemos compartilhar em redes sociais, onde publicamos dados pessoais dentro de um grupo muito concreto de privacidade", disse.

1 de mar. de 2013

IBICT e Stanford University: parceria na preservação digital



Para a criação da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital – Cariniana, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) aderiu à Aliança Internacional LOCKSS (http://www.lockss.org), no mês de janeiro de 2013.

Segundo Miguel Ángel Mardero Arellano, coordenador da Cariniana, a ideia é de que o IBICT estabeleça ainda no início dos trabalhos da nova rede, no primeiro semestre de 2013, uma sub-rede de preservação dos mais de 1.000 periódicos eletrônicos que utilizam a plataforma OJS/SEER no país.

Miguel explicou que a questão da preservação digital sempre foi fundamental na manutenção dos serviços de informação do IBICT. “Com a cooperação técnica da Stanford University estão sendo estabelecidas as diretrizes de funcionamento da rede e a concretização da implantação das sub-redes de periódicos, teses, dissertações e livros eletrônicos previstas no projeto

para 2013”, esclareceu.

O diretor do IBICT, Emir Suaiden, destacou que com o advento da revolução tecnológica, a questão da preservação se tornou um dos indicadores fundamentais do desenvolvimento da ciência e tecnologia. “Isso porque antes a revolução tecnológica, no século anterior, nós perdemos a capacidade de memória do nosso patrimônio científico e tecnológico. A informação era bibliográfica e a gente não tinha recursos para mantê-la. Hoje, a memória da produção científica e tecnológica brasileira está muito mais presente na Library of Congress, em Washington, do que na Biblioteca
Nacional do Rio de Janeiro. Daí a grande importância de o IBICT investir na preservação digital de nossos acervos”, salientou.

De acordo com o diretor, “a Biblioteca Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), é um exemplo de uma ação bem sucedida da preservação da produção científica nacional e a rede Cariniana é uma grande alavanca nesta área. Hoje, muitos países têm acesso ao que foi preservado pelas bibliotecas digitais. É um novo momento. Propício para fazer circular e difundir a informação em todos os níveis. Essa preservação leva ao crescimento do país c um todo”, explicou Suaiden.

O objetivo principal desta rede, conforme Miguel é disponibilizar serviços de preservação digital de recursos exclusivamente eletrônicos. Nos próximos anos, o IBICT disponibilizará na Rede Cariniana serviços de preservação digital para a comunidade que lida com informação científica e tecnológica, passando também, a preservar digitalmente acervos patrimoniais de bibliotecas, arquivos e centros de memória institucionais no Brasil. Fazem parte dessa aliança, além da Stanford University, a Harvard University, o M.I.T., a Library of Congress, entre outras instituições. No Brasil participam da iniciativa a USP, Unicamp, UFPB e UFSM. O projeto conta ainda com o apoio da FUNCATE e do MCTI.

1 de fev. de 2013

A biblioteca digital privada de Beyoncé


Fonte: Yahoo Omg. Data: 01/02/2013


A cantora pop Beyoncé anunciou que irá contratar um bibliotecário para catalogar as filmagens que ela fez nos últimos dez anos, bem como outros tipos de documentos privados. A cantora de 31 anos de idade possui mais de 50.000 horas de vídeos caseiros em formato digital, armazenados numa sala especial com temperatura e umidade controladas.

Se essa notícia for verdadeira ela será um bom exemplo que a cantora demonstra em relação à importância dada à preservação digital e ao processamento técnico correto de um acervo digital.

Murilo Cunha

23 de jan. de 2013

Biblioteca do Congresso arquiva mensagens do Twitter


Fonte: O Globo (Rio de Janeiro). Data: 6/01/2013.

A Biblioteca do Congresso dos EUA, considerada a maior do mundo, anunciou na última sexta-feira que está perto de encerrar o arquivamento de todos os tweets públicos postados desde o lançamento do Twitter, em 2006, até 2010. Ao todo, são cerca de 170 bilhões de mensagens.

Detalhes no URL: www.interjornal.com.br/noticia.kmf?canal=5&cod=19550594

24 de ago. de 2012

Evento: Editoração científica


Este é o tema que será abordado no VII Workshop de Editoração Científica que se realizará de 11 a 14 de novembro de 2012, no Costão do Santinho em Florianópolis (SC).

Organizado pela ABEC, UFSC e Senac, junto ao VII WEC estão previstos:

- I SCOPE - Seminário do COPE - Committee On Publication Ethics;

- VI SSEP - Seminário Satélite para Editores Plenos;

- III ENB - Encontro Nacional de Bibliotecários com o tema central a Preservação Digital da Informação?

Para o domingo, dia 11 estão previstos oito mini cursos, visando atender demandas da área e sugestões recebidas na pesquisa de opinião realizada durante o XXCEC.

A solenidade de Abertura do evento será seguida da Conferência Magna

proferida pela Dra Sabine Kleinert, Editora Senior Executiva do The Lancet e former Vice-Chair do COPE - Committee On Publication Ethics.

16 de ago. de 2012

Elaboração e arquivamento de documentos em meio magnético


Autoras: Janice Costa, Maria Lourenço de Deus e Nilcéia Lage de Medeiros

Fonte: Migalhas.com Data: 9/08/2012.


Em 10 de julho de 2012, foi publicada a lei 12.682, de 9 de julho de 2012, que dispõe sobre a elaboração e o arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos.

Em linhas gerais, a nova lei tem por objetivo regulamentar a digitalização e o armazenamento, em meio eletrônico, óptico ou digital, de documentos públicos e particulares. Para isso a lei prevê que o processo de digitalização seja realizado em prol da manutenção da integridade, autenticidade e confiabilidade do documento eletrônico, óptico ou digital; o uso de certificado digital (medida provisória 2.200-2/2001 e decreto 3.872/2001), principalmente para documentos gerados em atos e negócios jurídicos sujeitos a registro pelas normas legais vigentes; a proteção e segurança contra uso, acesso, alteração, reprodução e destruição indevidos e não autorizados; a indexação com vistas a permitir a localização precisa e a conferência da regularidade das etapas do processo adotado (as trilhas de auditoria, por exemplo); e, por fim, a preservação dos originais de acordo com a legislação pertinente em vigor, preservando-se documentos de valor secundário (documentos de valor histórico, cartorial e probatório, por exemplo).

Foram vetados os artigos 2º e 5º que tratavam da destruição dos documentos originais após a digitalização, bem como dos digitais após o término dos prazos de decadência ou prescrição, porque iam de encontro à legislação arquivística vigente (lei 8.159/1991 e decreto 4.073/2002 e "Recomendações do Conarq para digitalização de documentos arquivísticos permanentes").

Além disso, em prol da segurança jurídica e ampla defesa, também foram vetados o artigo 2º, parágrafo 2º, que pretendia conceder valor jurídico probatório às cópias digitalizadas de documentos, e o artigo 7º que pretendia conferir às cópias digitalizadas de documentos o mesmo efeito jurídico dado aos documentos microfilmados (lei 5.433/1968, decreto 64.398/1969, decreto 1.799/1996, resolução nº 10/1999 do Conarq, e portaria nº 29/2008 do Ministério da Justiça). Portanto, permanece a necessidade de registro, certificação, autenticação ou conferência com o original nas atividades notariais e de registro por detentores de fé pública o que, além de ser custoso e trabalhoso, gera uma enorme quantidade de documentos em papel (lei 6.015/1973, lei 8.934/1994, lei 8.935/1994, lei 9.279/1996 e decreto 1.800/1996 e demais diplomas que regem os tipos de registro).

Vale ressaltar que o valor jurídico probatório das cópias digitalizadas de documentos e a destruição de originais já foram abordadas em 2006 na lei que dispõe sobre a informatização do processo judicial (lei 11.419):

“Art. 11. Os documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos com garantia da origem e de seu signatário, na forma estabelecida nesta Lei, serão considerados originais para todos os efeitos legais.

§ 1o Os extratos digitais e os documentos digitalizados e juntados aos autos pelos órgãos da Justiça e seus auxiliares, pelo Ministério Público e seus auxiliares, pelas procuradorias, pelas autoridades policiais, pelas repartições públicas em geral e por advogados públicos e privados têm a mesma força probante dos originais, ressalvada a alegação motivada e fundamentada de adulteração antes ou durante o processo de digitalização.

§ 2o A arguição de falsidade do documento original será processada eletronicamente na forma da lei processual em vigor.

§ 3o Os originais dos documentos digitalizados, mencionados no § 2o deste artigo, deverão ser preservados pelo seu detentor até o trânsito em julgado da sentença ou, quando admitida, até o final do prazo para interposição de ação rescisória” (grifos nossos).

Com o veto dos artigos citados, a lei sancionada acabou anulando os objetivos dos Projetos de Lei que pretendiam conceder valor jurídico probatório às cópias digitalizadas de documentos e conferir às cópias digitalizadas de documentos o mesmo efeito jurídico dado aos documentos microfilmados para a redução drástica do arquivamento de cópias em papel. Pecou-se pela timidez e reforçou-se a tendência de preservação da cultura de usar o papel como meio de registro de prova.

Entendemos que a insegurança jurídica, justificativa para os vetos, decorre da inexistência de procedimentos e diretrizes para a digitalização e autenticação dos documentos digitais e, por conseguinte, leva à necessidade de manutenção dos registros em papel. O debate acerca do tema deve ser difundido, com vistas a se “instaurar um diálogo entre os sistemas eletrônicos de digitalização e armazenamento e a fé pública”, de forma que o arcabouço legislativo confira mecanismos que realmente possam garantir a segurança da informação no ambiente digital, possibilitando, assim, que os documentos digitalizados tenham como atributo a validade jurídica e o descarte autorizado dos originais. É imprescindível que a legislação brasileira estabeleça diretrizes que proporcionem ao documento digitalizado, por meio de uma série de recursos técnicos, o mesmo grau de segurança já conferido aos documentos em papel.

Esperamos que brevemente os órgãos competentes, entre eles a Secretaria Nacional de Justiça, regulamentem a matéria por meio de normas capazes de acompanhar a modernidade do tema, já que a lei 12.682/2012, por si só, não conseguiu disciplinar a contento o uso de novas tecnologias na elaboração e arquivamento de documentos em meio eletromagnéticos.

__________

* Janice Costa, Maria Lourenço de Deus e Nilcéia Lage de Medeiros são bibliotecárias e arquivistas do escritório Rolim, Viotti & Leite Campos Advogados.