15 de nov. de 2012

Imunidade tributária de livro eletrônico


Fonte: Lista Infolegis. Data: 13/11/2012.

A imunidade tributária concedida a livros, jornais, periódicos e ao papel destinação à sua impressão, prevista na alínea “d” do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal, alcança os livros eletrônicos ou e-books ? A resposta à controvérsia será dada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Recurso Extraordinário (RE 330817), de relatoria do ministro Dias Toffoli. O processo teve a repercussão geral reconhecida por meio de deliberação do Plenário Virtual e a decisão do STF no caso deverá ser aplicada às ações similares em todas as instâncias do Poder Judiciário.

No processo em questão, o Estado do Rio de Janeiro contesta decisão da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que, julgando mandado de segurança impetrado por uma editora reconheceu a imunidade relativa ao ICMS na comercialização de enciclopédia jurídica eletrônica. Segundo entendimento do TJ-RJ, “livros, jornais e periódicos são todos os impressos ou gravados, por quaisquer processos tecnológicos, que transmitem aquelas ideias, informações, comentários, narrações reais ou fictícias sobre todos os interesses humanos, por meio de caracteres alfabéticos ou por imagens e, ainda, por signos”.

No recurso ao STF, o Estado do Rio sustenta que o livro eletrônico é um meio de difusão de obras culturais distinto do livro impresso e que, por isso, não deve ter o benefício da imunidade, a exemplo de outros meios de comunicação que não são alcançados pelo dispositivo constitucional.

Ao reconhecer a repercussão geral da questão tratada no recurso, o ministro Dias Toffoli afirmou que “sempre que se discute a aplicação de um benefício imunitório para determinados bens, sobressai a existência da repercussão geral da matéria, sob todo e qualquer enfoque” porque “a transcendência dos interesses que cercam o debate são visíveis tanto do ponto de vista jurídico quanto do econômico”.

O ministro lembrou que essa controvérsia é objeto de “acalorado debate” na doutrina e na jurisprudência e citou as duas correntes (restritiva ou extensiva) que se formaram a partir da interpretação da alínea “d” do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal. “A corrente restritiva possui um forte viés literal e concebe que a imunidade alcança somente aquilo que puder ser compreendido dentro da expressão ‘papel destinado a sua impressão’. Aqueles que defendem tal posicionamento aduzem que, ao tempo da elaboração da Constituição Federal, já existiam diversos outros meios de difusão de cultura e que o constituinte originário teria optado por contemplar o papel. Estender a benesse da norma imunizante importaria em desvirtuar essa vontade expressa do constituinte originário”, explicou.

Já a concepção extensiva destaca que o foco da desoneração não é o suporte, mas sim a difusão de obras literárias, periódicos e similares. “Em contraposição à corrente restritiva, os partidários da corrente extensiva sustentam que, segundo uma interpretação sistemática e teleológica do texto constitucional, a imunidade serviria para se conferir efetividade aos princípios da livre manifestação do pensamento e da livre expressão da atividade intelectual, artística, científica ou de comunicação, o que, em última análise, revelaria a intenção do legislador constituinte em difundir o livre acesso à cultura e à informação”, acrescentou o relator.

Trabalho de conclusão de curso


Fonte: Agência Senado

Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), projeto de lei que prevê a disponibilidade de trabalhos de conclusão de curso (TCC) para consulta pública. Segundo o autor da matéria, senador licenciado Blairo Maggi (MT/PR), o objetivo da proposta (PLS 199/2012) é dificultar práticas ilícitas, como o plágio de teses acadêmicas.

Dissertações de mestrado e teses de doutorado já possuem caráter público e divulgação em bibliotecas. Mas, segundo o autor, "trabalhos como monografias de graduação não são respeitados e tornam-se objetos de crimes".

- Essa displicência com a divulgação dos trabalhos acadêmicos de conclusão dos cursos tem sido responsável por práticas abusivas e desonestas de compra de monografias e plágio. Com a difusão do acesso à internet, fatos dessa natureza tornaram-se mais fáceis, o que põe em dúvida a lisura dos processos de avaliação do conhecimento dos formandos, argumenta Blairo Maggi.

De acordo com o texto, antes da divulgação do TCC, que deverá obedecer a um tempo regulamentar, haverá prazo para possíveis aprimoramentos por parte dos acadêmicos.

O projeto recebeu voto favorável do relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e, caso seja aprovado, poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados, se não for apresentado recurso para o Plenário.

14 de nov. de 2012

Projeto de lei: Marco civil da internet


Texto foi enviado ontem (12) ao deputado Alessandro Molon, relator do projeto do Marco Civil da internet. A carta é assinada por diversas entidades, entre elas a SBPC.

São Paulo, 12 de novembro de 2012

Deputado federal Alessandro Molon

Relator do Marco Civil da Internet (PL 2.126/2011), que tramita agregado ao PL 5.403/2001

Assunto: Considerações sobre o texto do Marco Civil da Internet apresentado no

substitutivo do dia 07/11/12 ao PL 5.403/2001

Excelentíssimo deputado Alessandro Molon,

As entidades e grupos abaixo assinados vêm expressar a importância do Marco Civil da Internet como lei garantidora dos direitos e liberdades civis na rede. Reforçam, através desta carta, o apoio ao processo de construção desse projeto de lei, tão bem conduzido pelo seu relator e pelos demais deputados e órgãos do Executivo relacionados. Submetido a anos de consultas e audiências públicas, com participação direta da sociedade na sua elaboração, inclusive por estas entidades signatárias, o Marco Civil é uma das mais importantes e avançadas propostas sobre o uso da Internet no mundo. É ele quem vai estabelecer os princípios, valores, direitos e responsabilidades sobre o uso da rede no nosso país. Por isso, é um projeto de lei essencial para garantir a democracia e a liberdade na Internet e deve ser votado imediatamente.

Contudo, a última versão de seu substitutivo, apresentada no dia 07/11/12, trouxe modificações pontuais extremamente negativas para os direitos dos usuários na rede. Para evitar que sua aprovação gere consequências distintas dos objetivos pretendidos, vimos solicitar as seguintes alterações no projeto:

1) Supressão do § 2o do artigo 15

O parágrafo segundo anula indevidamente a regra disposta no caput do artigo 15. O artigo estabelece, como regra, que os provedores de aplicações na Internet somente serão responsabilizados civilmente se não retirarem um conteúdo após receberem um ordem judicial. A exceção do parágrafo segundo prevê que a regra não é válida para infrações relativas a conteúdos protegidos por direitos autorais.

O novo dispositivo traz vários danos aos usuários da Internet. Dando margem à interpretação de que não é necessária a avaliação judicial para a remoção de conteúdos que violem direito autoral, o dispositivo traz o risco desses conteúdos prescindirem da decisão de um juiz para serem removidos. Com isso, uma simples notificação poderá ser suficiente para que os provedores, com medo de serem responsabilizados, retirem o conteúdo do ar, mesmo que não seja constatada qualquer ilegalidade. O julgamento não será feito pela Justiça, mas pelo próprio provedor, em âmbito privado, configurando censura prévia, que é inconstitucional.

Essa possibilidade institucionalizará uma indústria de notificações, já existente na prática, que não precisará comprovar titularidade de direitos, tampouco ilegalidade dos conteúdos para conseguir as remoções. Aos usuários restará apenas o ônus de tentar na Justiça a reinserção dos seus conteúdos previamente retirados. O parágrafo segundo, em suma, fere a liberdade de expressão na Internet em benefício de interesses privados sem autenticidade ou legitimidade comprovadas.

2) Alteração no § 1o do artigo 9o: regulamentação da neutralidade por decreto

O § 1o do artigo 9o versa sobre a regulamentação da neutralidade e seus critérios de exceção. Cumpre ressaltar que o princípio da neutralidade é a garantia da não discriminação de tráfego na rede. À neutralidade se devem a igualdade de condições na Internet e o respeito à privacidade na navegação dos usuários. Sua importância, portanto, é indiscutível e estratégica. Por isso, a regulamentação da neutralidade deve ser realizada pela mais alta instância do Poder Executivo: a Presidência da República. Assim, é imprescindível que o texto do Marco Civil preveja literalmente que um decreto presidencial será o instrumento apto a estabelecer os parâmetros de aplicação da neutralidade. Essa é maior garantia que se pode dar aos usuários da Internet, que têm o direito a uma rede neutra, de que a regulamentação será guiada pelos mais corretos princípios da Administração Pública, na esfera de maior submissão à visibilidade e ao controle público, dentro dos requisitos técnicos necessários e afastados quaisquer interesses econômicos privados capazes de contaminar o processo.

Dessa maneira, sugere-se a seguinte redação para o § 1o do artigo 9o:

"A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada por decreto e somente poderá decorrer de: (...)"

Congratulando V. Excelência pelo excelente trabalho na relatoria desse projeto, esperamos com esta proposta colaborar para o aprimoramento do Marco Civil da Internet, que apoiamos substancialmente, julgamos absolutamente necessário para melhor garantir direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil e para o qual reivindicamos a maior celeridade possível em sua aprovação.

Assinam:

Artigo 19

Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub)

Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd)

Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

Coletivo Digital

Coletivo Fora do Eixo

Coletivo Intervozes

Grupo de Pesquisa em Direitos Autorais e Acesso à Cultura da

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (GP Cult - UFRRJ)

Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da

Universidade de São Paulo (GPOPAI - USP)

Instituto Bem Estar Brasil

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

Instituto Nupef

Instituto Telecom

Laboratório Brasileiro de Cultura Digital

Movimento Mega (Mega Não/Mega Sim)

Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direitos Autorais e Culturais da

Universidade Federal do Rio de Janeiro (NEDAC - UFRJ)

Pontão de Articulação da CNPdC

PROTESTE - Associação de Consumidores

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da

Cultura, capítulo Brasil (ULEPICC-BR)

Fonte: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

USP recebe obras raras


Fonte: Portal do Governo de São Paulo. Data: 12/11/2012.


URL: http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=224195&c=6


A Biblioteca de Livros Raros da Escola Politécnica da USP recebeu um material histórico: livros sobre tecnologia siderúrgica impressos na Suécia por volta de 1800.

Os livros foram trazidos ao Brasil em 1810 pelo empresário sueco Carl Gustav Hedberg (1774-1827), convidado pelo governo brasileiro a se instalar por aqui. Ele tinha a missão de instalar três siderúrgicas no País, entre elas a Fábrica de Ferro de Ipanema, na região de Sorocaba, no interior. Até ontem, o material estava sob guarda de um engenheiro sueco.

Além da doação, o evento contará com uma palestra do presidente do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), Fernando Landgraf, que falará sobre as relações entre a "Biblioteca Perdida de Ipanema" e a Memória escrita por José Bonifácio de Andrade e Silva, documento que pode ser considerado a certidão de nascimento da tecnologia siderúrgica moderna no Brasil.

Biblioteca Digital sobre Corrupção


O jornal Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP) lançaram no início de novembro a Corrupteca, biblioteca digital que agrega notícias e artigos acadêmicos sobre corrupção, noticiou o próprio Estadão.

Na primeira fase, a Corrupteca agrega cerca de 100 mil textos sobre corrupção -- entre produção científica de 63 países que fazem parte do consórcio Open Archives Initiative (OAI) e todas as notícias publicadas no Estadão sobre o tema desde 1875 --, informou a Revista Fapesp. Qualquer pessoa com acesso à internet pode pesquisar no site.

Em entrevista à publicação, o diretor do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas da USP (Nupps), José Álvaro Moisés, disse que a Corrupteca é "uma ferramenta analítica capaz de municiar os estudantes e pesquisadores do tema com material empírico".

Mais informações: http://nupps.usp.br/corrupteca

12 de nov. de 2012

Crianças passam a noite na biblioteca pública


Fonte: Paraná Shopping. Data: 8/11/2012.


Durante a Virada Cultural, a Biblioteca Pública do Paraná promove a terceira edição do projeto “Uma Noite na Biblioteca”, que, como o nome sugere, leva crianças, de 7 a 13 anos, para um divertido “acampamento” dentro da BPP.

O evento faz parte da programação da Virada Cultural 2012, que este ano será realizada entre 10 e 11 de novembro. As atividades iniciam às 18h do dia 10 e acabam somente na manhã do dia seguinte. Em cada Seção da Biblioteca, uma atividade diferente é realizada. Após a chegada, as crianças assistem ao espetáculo musical “A noiva cadáver”, com o grupo de teatro do Clube Curitibano. Logo depois, o músico e compositor carioca Paulo Bi faz uma apresentação musical no auditório Paul Garfunkel. Ao longo da noite, várias esquetes teatrais sobre temas culturais (jornal 19 de Dezembro) e literárias (Jorge Amado) serão apresentadas. Oficinas de capoeira e criação de instrumentos, Hora do Conto e uma gincana também estão na programação.

Depois das atividades, as 50 crianças dormem nas salas da Biblioteca e, pela manhã do dia 11, tomam café com os pais e funcionários da BPP. Os participantes também vão ganhar um kit, contendo livros infantojuvenis, edições do jornal Cândido e marcadores de páginas que homenageiam grandes escritores da literatura nacional e estrangeira.

O projeto “Uma Noite na Biblioteca” busca propiciar às crianças maior contato com o universo dos livros, mostrando que a biblioteca também é um lugar agradável e prazeroso.

Curso de Biblioteconomia a distância


No último dia 29 de outubro, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) protagonizou um momento histórico para a Biblioteconomia no País. A presidente do CFB, Nêmora Rodrigues, assinou junto ao Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), um acordo de parceria para a implantação do curso de Biblioteconomia à distância no Brasil. O acordo resulta de uma discussão conjunta que se iniciou em outubro de 2008.

A decisão do CFB em consolidar tal cooperação para viabilizar esta formação foi pautada em dois princípios: na avaliação de que as políticas nacionais têm, ao longo do tempo, favorecido a distribuição de acervos em detrimento da oferta de serviços de informação, sendo que qualquer intervenção, visando promover alterações no quadro descrito, esbarra na pouca quantidade de profissionais formados no País e no entendimento de que a educação à distância é uma realidade mundial.

Na área de Biblioteconomia, essa modalidade já é efetuada em diversos países da Ásia e Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Venezuela, Costa Rica e Cuba.

O sistema de ensino brasileiro faculta a qualquer instituição a oferta de ensino de graduação nesta modalidade, fato que poderia se constituir em uma realidade nacional a qualquer momento, independentemente da qualidade ou da ingerência de qualquer organismo ligado à área.

Desse modo, o Conselho Federal de Biblioteconomia entende que, ao apoiar a iniciativa da formação de bibliotecários nessa modalidade, é oportuno conduzir, na qualidade de organismo fiscalizador, um processo de negociação visando à formação de bibliotecários que assegurem a qualidade almejada pelas instituições da área e, sobretudo, pelo mercado.

Para operacionalizar o trabalho junto à Universidade Aberta do Brasil (UAB), foram observados os pressupostos estabelecidos pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), por meio dos documentos construídos pelas escolas de Biblioteconomia do Brasil, bem como a observância das diretrizes curriculares elaboradas para os cursos de graduação em Biblioteconomia estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

EIXOS TEMÁTICOS

Nesse sentido, foram assumidos como eixos temáticos os seis estabelecidos pelos documentos que a norteiam, a saber:

1.      Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação;

2.      2. Organização e Representação da Informação;3. Recursos e Serviços de Informação;

3.      4. Gestão da Informação;

4.      5. Tecnologias de Informação e Comunicação;

5.      6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação.

A elaboração do projeto pedagógico, o acompanhamento, visando o fiel cumprimento dos princípios de qualidade emanados pela Comissão de Ensino do CFB, estão a cargo de um grupo de trabalho composto por bibliotecários professores doutores, com relevada produção em cada um dos eixos citados e que atuam em diferentes regiões do País, para atuar junto à UAB, cujas atividades tiveram início em 18 de junho de 2009.

A previsão de início da primeira turma do curso é março de 2013.

Fonte: Conselho Regional de Biblioteconomia 1ª Região (CRB-1). Editado pelo CRB-6.

10 de nov. de 2012

Informação tecnológica: 10 anos do SBRT

Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas comemora dez anos

O sistema, idealizado pelo MCTI, é hoje conduzido por 13 instituições
parceiras e atingiu a marca de um milhão de acessos ao site do serviço.

Em cerimônia nesta terça-feira (6), em Brasília, empresários e
representantes das instituições que compõem o Serviço Brasileiro de
Respostas Técnicas (SBRT) comemoraram os dez anos de criação da rede, que
atua como ferramenta de acesso à informação tecnológica para empresas para
a promoção da competitividade, em especial, em atendimento aos micro e
pequenos empresários e empreendedores.

Idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o
sistema hoje é conduzido por 13 instituições parceiras e atingiu a marca de
um milhão de acessos ao site do serviço (http://sbrt.ibict.br/).

"Temos 55 mil demandas registradas e 18 mil respostas técnicas variadas
prontas para ser acessadas", anunciou a coordenadora do SBRT, Vera Arcar,
ao comentar a crescente demanda do portal, que aumenta 50% ao ano.
"Conseguimos fazer com que as informações que antes estavam trancadas nas
universidades chegassem ao micro e pequeno empresário."

O SBRT constitui uma política pública apoiada pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pelo Serviço Brasileiro
de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o suporte do Instituto
Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).

A rede é formada pelo Centro de Apoio Tecnológico da Universidade de
Brasília (CDT/UnB), pela Agência USP de Inovação, pelo Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial (Senai - Rio Grande do Sul/Amazonas), pelo
Instituto de Tecnologia do Paraná, pela Fundação Centro Tecnológico de
Minas Gerais, pelo Instituto Evaldo Lodi da Bahia, pela Rede de Tecnologia
e Inovação do Rio de Janeiro e pela Universidade do Estado de São Paulo
(Unesp).
Fonte: IBICT.

8 de nov. de 2012

Eu quero minha biblioteca


Fonte: Maricá.com Data: 6/11/2012.

URL: http://www.marica.com.br/2012/0611mobilizacao.htm

 
 
Apesar da lei 12.220/10, assegurando que todas as instituições de ensino do País, públicas ou privadas, tenham biblioteca até 2020, dois anos depois pouca coisa mudou no país para ser efetivamente cumprida a legislação. Para garantir sua execução da lei, o Instituto Ecofuturo está lançando a campanha “Eu Quero Minha Biblioteca”, que conta com a parceria do pesquisador Fernando Burgos, da Fundação Getúlio Vargas, que preparou a cartilha “Como Acessar Recursos Públicos para Implementar e Manter Bibliotecas”. A publicação informa o que se precisa fazer para ter uma biblioteca na escola em apenas dez páginas. A mobilização está sendo feita através do site www.euquerominhabiblioteca.org.br, que disponibiliza o cadastramento de cidadãos, empresas, imprensa, organizações sociais, parlamentares e mesmo instituições educacionais. A página ainda dispõe da publicação “Como acessar recursos públicos para implementar e manter bibliotecas”, e mesmo material de divulgação da campanha. O Instituto Ecofuturo reúne na ação entidades como Academia Brasileira de Letras, Conselho Federal de Biblioteconomia, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Instituto de Corresponsabilidade pela Educação, Movimento Por um Brasil Literário, Instituto Ayrton Senna, Rede Marista de Solidariedade e Todos pela Educação.

6 de nov. de 2012

Palestra: Valorizando o conhecimento

O Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, em parceira com a Biblioteca de São Paulo promove a Palestra "Valorizando o conhecimento – facilitando o acesso"

Palestrante: Profa. Titular Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Data
: 14 de novembro de 2012
Horário
: 18h30min - 20h30min
Local
: Auditório da Biblioteca de São Paulo
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Pq. da Juventude
São Paulo - SP.


Objetivo: integrando as ações da Campanha Mês da Produção USP, a palestra tem como objetivo discutir os desafios atuais referentes à acessibilidade e visibilidade da informação produzida nas universidades e seu impacto na sociedade, a partir da apresentação dos novos produtos/serviços disponíveis a professores, alunos, bibliotecários e público em geral: o Portal de Bibliotecas Digitais da Produção Intelectual da Universidade de São Paulo e o Portal de Periódicos da Universidade de São Paulo.

Público-alvo:
bibliotecários, professores, alunos, profissionais e público interessado.

Inscrições pelo link:
http://bit.ly/Palestra_SIBi_BSP_2012

Curso em São Paulo: DSpace

Criando repositórios digitais com DSpace
ainda temos algumas vagas
dia 7/dez - São Paulo - curso semipresencial
será complementado por 22h de práticas on-line
http://www.contentmind.com.br/cursos/criando-repositorios-digitais-com-dspace/
Prof. Dr. Divino Ignácio Ribeiro Júnior da UDESC, SC

Mais de 85 mil escolas receberão acervo de 360 livros


Programa Nacional Biblioteca da Escola atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de estudantes do ensino médio

Fonte: Sonda Brasil. Data: 5/11/2012.

URL: http://www.sondabrasil.com.br/new.asp?cod=24145&dpto=1

Um acervo contendo 360 obras foi selecionado para integrar o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) no próximo ano. O resultado da avaliação pedagógica foi divulgado, e publicado no Diário Oficial da União, da segunda-feira (29) pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretária de Educação Básica (SEB).

O PNBE 2013 atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de alunos do ensino médio - com orçamento previsto de R$ 75 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para aquisição e distribuição das obras.

Serão distribuídos três acervos distintos, com 60 títulos cada, totalizando 180 títulos, para os anos finais do ensino fundamental e na mesma quantidade para o ensino médio.

Segundo o edital, cerca de 6,7 milhões de obras literárias serão distribuídas para 85,2 mil escolas públicas federais e das redes de ensino municipais, estaduais e do Distrito Federal. Do total de instituições atendidas, 50,5 mil escolas oferecem matrículas dos anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e 34,7 mil são escolas do ensino médio.

O objetivo do programa é oferecer literatura da melhor qualidade aos estudantes brasileiros e, com isso, fomentar cada vez mais a leitura nas escolas, afirma o secretário de educação básica do MEC, Cesar Callegari, que reconhece ainda ser necessário fortalecer alguns pontos.

“Nosso grande desafio é capacitar professores para que eles possam fazer este trabalho de mediação com os alunos. A ideia é que eles conheçam o teor dos livros e assim possam usá-los adequadamente, se apropriando do conteúdo e incentivando os alunos e seus familiares a lerem”, salientou Callegari.

O acervo também estará disponível por meio da tecnologia Mecdaisy, um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado.

Durante a realização do processo de avaliação, seleção e formação dos acervos, o ministério estabeleceu parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O Programa Nacional Biblioteca da Escola foi desenvolvido em 1997 e tem o objetivo de promover o acesso à cultura e o incentivo à leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência.

O atendimento é feito em anos alternados: em um ano são contempladas as escolas de educação infantil, de ensino fundamental (anos iniciais) e de educação de jovens e adultos. Já no ano seguinte são atendidas as escolas de ensino fundamental (anos finais) e de ensino médio. Atualmente, o programa atende de forma universal e gratuita todas as escolas públicas de educação básica cadastradas no Censo Escolar.

O PNBE divide-se em três ações: avaliação e distribuição de obras literárias, cujos acervos são compostos por textos em prosa (novelas, contos, crônica, memórias, biografias e teatro), em verso (poemas, cantigas, parlendas, adivinhas), livros de imagens e livros de história em quadrinhos; o PNBE Periódicos, que avalia e distribui periódicos de conteúdo didático e metodológico para as escolas da educação infantil, ensino fundamental e médio; e o PNBE do Professor, que tem por objetivo apoiar a prática pedagógica dos professores da educação básica e também da Educação de Jovens e Adultos (EJA) por meio da avaliação e distribuição de obras de cunho teórico e metodológico.

Com o intuito de auxiliar alunos e professores em relação à Reforma Ortográfica, o MEC distribuiu, no ano de 2010, mais de 204 mil exemplares do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), desenvolvido pela Academia Brasileira de Letras, beneficiando 137.968 escolas.

A lista das obras inclui obras como A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick; Viagem ao Centro da Terra, do escritor Julio Verne; Dom Casmurro, de Machado de Assis; Moby Dick, de Herman Melville; Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, e Nietzsche em HQ, da Singular Editora.

Novo livro: Política de indexação


Novo livro: “Política de indexação”, organizado por Isidoro Gil Leiva & Mariangela Spotti Lopes Fujita. Editora da UNESP.

Este livro é resultado da colaboração científica entre os pesquisadores Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquista Filho”, Campus de Marília, e Prof. Dr. Isidoro Gil Leiva da Universidade de Murcia, Espanha, que trabalham com a temática política de indexação sob diferentes perspectivas. Em especial, decorre da pesquisa “Política de indexação para bibliotecas” junto ao CNPq com bolsa Produtividade em Pesquisa, nível 1C, da Profa. Dra. Mariângela Spotti Lopes Fujita cujo desenvolvimento tem propiciado orientações de várias pesquisas e publicações nesta temática com os demais autores deste livro. Nesse sentido, o objetivo comum de todos os autores é apresentar estudo sobre política de indexação sob três diferentes aspectos: teórico, metodológico e pedagógico. Os capítulos do livro foram organizados em três partes antecedidas pelo capítulo 1: Aspectos Teóricos (Parte I); Aspectos Metodológicos (Parte II); Aspectos Pedagógicos (Parte III) e Considerações finais (Parte IV). A primeira parte, composta por cinco capítulos, dedica-se à perspectiva teórica sobre a política de indexação. O capítulo seguinte, o sétimo, compõe a segunda parte que se dedica a analisar os aspectos metodológicos para a elaboração de política de indexação. A terceira parte do livro, composta por dois capítulos, visa os aspectos concernentes à uma ação pedagógica para a elaboração de manual de política de indexação tanto na formação inicial como na formação continuada do catalogador. No décimo e último capítulo da quarta parte, é dedicado às considerações finais com vistas às Perspectivas da política de indexação para a formação e atuação profissional de bibliotecários.

O texto completo está disponível no URL:

5 de nov. de 2012

Descrição bibliográfica internacional normalizada (ISBD)

A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) acaba de lançar uma nova publicação técnica “Descrição bibliográfica internacional normalizada (ISBD): edição consolidada“.


Estabelecida pela IFLA há mais de trinta anos, a Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (ISBD) tem constituído um instrumento essencial para a formulação e comunicação normalizada de informação bibliográfica em bibliotecas de todo o mundo, quer integrando a maioria dos códigos de catalogação quer sendo aplicada diretamente. Naturalmente, a ISBD foi também abrangida pelo amplo movimento de reformulação de conceitos e de desenvolvimento de novos documentos orientadores e normas que se tem vindo a desenrolar nos últimos quinze anos e em que se destacam particularmente os novos Princípios Internacionais de Catalogação e o modelo FRBR com os quais esta nova ISBD se encontra já harmonizada.

Para além desta harmonização essencial, a nova edição da ISBD representa uma revisão e consolidação das diferentes ISBD anteriores, antes desenvolvidas separadamente para diferentes tipos de recursos, assegurando, assim, uma coerência transversal indispensável, tanto para a aplicação atual da norma como para a sua manutenção futura.

A presente edição portuguesa traduz a ISBD – edição consolidada, publicada pela IFLA, em 2011, na sequência e em resultado da revisão internacional de uma primeira edição consolidada preliminar, disponibilizada em 2007.

Para mais informações no URL: http://livrariaonline.bnportugal.pt/Issue.aspx?i=2163

Novo livro sobre comunicação científica

Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação Científicas
ISBN: 978-85-70 13-095-2

Nesta quarta (31), durante a realização do XIII Encontro Nacional de
Pesquisa em Ciência da Informação (XIII ENANCIB), será lançada, no Rio de
Janeiro, a publicação Múltiplas Facetas da Comunicação e Divulgação
Científicas: transformações em cinco séculos organizado por Lena Vânia
Ribeiro Pinheiro e Eloisa da Conceição Príncipe de Oliveira.

A temática desta coletânea vai desde os primórdios da ciência, com Galileu
Galilei e cartas de cientistas, às aplicações das tecnologias de
informação e comunicação (TICs) e questões contemporâneas do acesso livre
à informação científica e repositórios, passando pelas metrias da
comunicação e informação, o ambiente de museus e arquivos, e aspectos
políticos e sociais do tema.

O IBICT, ao publicar esta coletânea, reune tanto questões do mundo da
ciência e dos cientistas, nas suas respectivas áreas e comunidades, quanto
ações empreendidas para levar à sociedade o conhecimento produzido em C&T,
na transformação do discurso científico para uma linguagem inteligível pelo
cidadão, ou público não especializado.

ACESSE A PUBLICAÇÃO (em PDF)
http://www.ibict.br/sala-de-imprensa/noticias/MLTIPLASFACETASPARAINTERNET.pdf

Evento: Seminário eDOC Rio


Nova associação: ABRAINFO

Nos últimos meses pelas redes sociais foi possível constatar o interesse dos bibliotecários, arquivistas e museólogos pelo tema "representatividade profissional". Essas discussões mostraram um quase e inesperado consenso: a necessidade de integração maior entre entre Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. As ferramentas digitais, incluindo a internet, foram determinantes para essa aproximação - já evidenciada no perfil dos cursos de formação de profissionais para essas áreas, bem como no perfil de nossas representações acadêmicas e políticas.


Dessa constatação surgiu a proposta de abertura de um novo espaço de diálogo e de convergência. Para chegar a essa meta, considerou-se a necessidade de existir uma associações que pudesse reunir, amplamente, os profissionais de Informação - sem as tradicionais divisões. Assim, com o trabalho incansável do nosso colega Briquet de Lemos, está sendo proposta a criação da ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação.

Essa entidade de caráter nacional deverá aproximar pessoas físicas que trabalhem na área da Informação, os bibliotecários, arquivistas e museólogos e, ainda, engenheiros, linguistas e outros que inclusive dão aulas nos cursos das três áreas. O objetivo maior que se busca é a convergência tanto do ponto de vista teórico e prático quanto da representatividade social.

No próximo dia 23 de novembro vamos realizar a Assembléia para instituir a entidade. É importante que essa iniciativa seja do conhecimento de todos os profissionais brasileiros. Por isso peço a sua ajuda para divulgar entre professores e alunos o convite anexo.


Grato.

Luís Milanesi

1 de nov. de 2012

Evento: Gestão do conhecimento


Biblioteca Pública inaugura setor infantil


Fonte: Agência de Noticias do Paraná. Data: 23/10/2012.

URL: www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=71341&tit=Biblioteca-Publica-inaugura-novas-instalacoes-da-Secao-Infantil

Com a presença de 200 pessoas, foi inaugurada na manhã desta terça-feira (23) a Seção Infantil da Biblioteca Pública do Paraná (BPP), que recebeu pintura, plotagem de desenhos nas paredes, novo mobiliário, tapete e palco para o espaço da Hora do Conto, onde diariamente são realizadas contações de histórias, além de repaginação do telecentro infantil. “A reforma faz parte de um projeto de revitalização completa do prédio”, afirmou o diretor da Biblioteca, Rogério Pereira.

A inauguração da Seção Infantil deu início às atividades da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca na BPP. Até a próxima segunda-feira (29), acontecem oficinas, mesas-redondas, debates, apresentações musicais e palestras. A programação completa pode ser conferida no site da BPP: www.bpp.pr.gov.br

A reforma foi realizada com apoio do Grupo Dom Bosco. “Estamos sempre dispostos a contribuir com a comunidade, em especial, no que diz respeito à cultura. Ao investirmos na reforma da Seção Infantil, sonhamos tirar crianças das ruas e levá-las para dentro da BPP”, afirmou o diretor-geral do grupo, Durval Antunes Filho. Vinte e nove alunos de primeira à quinta série do Dom Bosco estavam na cerimônia, além de outros 27 alunos da quarta série da Escola Municipal Paranavaí, de Curitiba. A diretora-geral da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (Seec), Valéria Marques Teixeira, representou o secretário da Cultura, Paulino Viapiana, na solenidade.

PONTE PARA A LEITURA

A Seção foi criada em 19 de dezembro de 1954, inicialmente denominada Divisão Infanto Juvenil e Educação. Em 1972, passou a ser chamada Infantil, atualmente vinculada à Divisão de Coleções Especiais (DCE). Com acervo de 27 mil volumes, o que representa 8,5 mil títulos, o espaço recebe diariamente, de segunda a sábado, 60 crianças no período da manhã e outras 60 à tarde. Há visitas agendadas de escolas das redes público e privada, incluindo visitação espontânea.

Além do atendimento e da realização de oficinas e outras atividades, a Seção Infantil também está à frente de três projetos mensais: Aventuras Teatrais, Aventuras Literárias e Aventuras Musicais. “São atividades que, seja por meio da música ou do teatro, têm a finalidade de despertar no público o interesse pelo livro e pela leitura”, afirma a chefe da Divisão de Coleções Especiais (DCE), Lidiamara Gross.

Mama África


Fonte: O Globo. Data: - 24/10/2012.
Autor: Ancelmo Gois.
Ainda na coluna do Ancelmo Gois, a biblioteca de um dos maiores brasilianistas, Anthony John R.Russell-Wood, falecido em 2010, foi doada pela família do antigo professor da Universidade Johns Hopkins à Universidade Federal da Bahia. O colunista lembra ainda que o britânico radicado nos EUA tinha fascínio pelo Brasil e estudou a contribuição africana ao país.

Lançada a "Revista Machado de Assis"


Foi lançada na Feira do Livro de Frankfurt a Revista Machado de Assis – Literatura Brasileira em Tradução, que resulta de uma parceria público-privada da Fundação Biblioteca Nacional com outras instituições brasileiras, com o intuito de promover os autores e a literatura do país, apresentando-a a outros mercados editoriais internacionais. A revista terá edições virtuais trimestrais e uma versão em papel de periodicidade semestral.

Aventuras na biblioteca


Fonte: PublishNews. Data: 18/10/2012.
Bibioteca???: Uma biblioteca pode fazer milagres! (Brinque-book, 28 pp., R$ 26 - Trad. José Feres Sabino), de Lorenz Pauli com ilustrações de Kathrin Schärer, conta como funciona uma biblioteca e incentiva a leitura às crianças de forma lúdica. No livro, o pequeno rato é o alvo da raposa. Ele corre o mais rápido que pode e passa por lugares apertados na tentativa de fugir, mas a raposa continua a sua caça. O rato descobre sua salvação em uma biblioteca, repleta de livros com histórias e novidades, onde apresenta um mundo muito maior a raposa. Ela nunca tinha ouvido falar daquilo: “Bibioteca???”. E logo esquece o rato para se aventurar num novo desafio: aprender a ler.

Evento: Ciência da Informação


Evento: Workshop Internacional em Ciência da Informação (WICI)

Data: 7 a 9 novembro de 2012

Local: Auditório da Faculdade de Ciência da Informação

Evento anual promovido pelo Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília (PPGCINF/UnB) desde 2006, com objetivo de trazer pesquisadores internacionais e nacionais para a discussão das várias interfaces da Ciência da Informação. Os resultados alcançados trouxeram ao PPGCINF inúmeros benefícios na cooperação interinstitucional e na inovação.

Evento: Bibliotecas municipais e comunitárias


29 de out. de 2012

Evento: Ação cultural


O Congresso Nacional pela Qualidade da Ação Cultural em bibliotecas, arquivos, museus e centros culturais, será em Belo Horizonte, no SESC Palladium durante os dias 20, 21 e 22 de maio de 2013.

A proposta do evento nasceu da Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais, ABMG e da Escola de Ciência da Informação da UFMG, que possui os cursos de graduação em Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia, obtendo o valioso apoio do SESCMG, do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª região e outras instituições ligadas ao setor da área da informação.

O evento tem como objetivo conhecer as práticas adotadas pelas instituições e por meio da análise dos relatos dos seus representantes e das apresentações de trabalhos, com a colaboração de professores, pesquisadores e especialistas, identificar possíveis indicadores para desenvolver ações culturais, de incentivo à leitura, de democratização da informação, de acesso à cultura e de inclusão social.

Para isso pretendemos reunir em maio de 2013 representantes, diretores, planejadores e profissionais de diversas instituições culturais (bibliotecas, arquivos, museus e centros culturais) que a alguns anos, constituem instituições de sucesso em suas áreas de atuação em Belo Horizonte e outras cidades brasileiras e do exterior.

Maiores detalhes no URL:

Verba para periódico científico


ATENÇÃO: Chamada pública incentiva publicação de periódicos científicos O prazo final para submissão de propostas é o dia 3 de dezembro. Estão abertas as inscrições para a Chamada MCTI/CNPq/MEC/CAPES Nº 09/2012 que visa apoiar e incentivar a editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros em todas as áreas de conhecimento.

A chamada é fruto de parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Terá prioridade o apoio às revistas divulgadas por meio eletrônico, na internet, em modo de acesso aberto, ou de forma impressa/eletrônica simultaneamente.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ 6 milhões. O prazo final para submissão de propostas é o dia 3 de dezembro. As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto e encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.

Detalhes no URL:

USP lança portal de revistas


O Sistema de Bibliotecas da Universidade de São Paulo acaba de lançar o seu Portal de Revistas, que conta com 104 títulos.

Detalhes no URL: www.revistas.usp.br/wp/

Biblioteca Nacional complete 202 anos


A Biblioteca Nacional comemora, nesta segunda-feira, 29/10, 202 anos de existência. Uma das dez maiores bibliotecas do mundo e a maior da América Latina segundo a UNESCO, a Biblioteca Nacional funciona diariamente e atende pesquisadores, estudantes e visitantes em geral (a partir do ano passado, passou a abrir também nos finais de semana e feriados para visitas guiadas). Seu acervo de 9 milhões de livros, jornais, revistas, fotografias, documentos e manuscritos, que inclui muitas raridades, abrange mil anos da cultura letrada da humanidade. As visitas orientadas por guias especializados é uma boa maneira de conhecer a história da biblioteca que chegou nas caravelas junto com a corte portuguesa e a arquitetura do prédio-sede construído há um século no centro do Rio. As visitas são grátis e acontecem de segunda a sexta de 10h às 17h, e sábados, domingos e feriados de 12h30 às 16h30. Para passeios especiais ou grupos, é recomendável agendar antes. A Biblioteca Nacional oferece também visitas guiadas em inglês e espanhol.

Mais informações pelos telefones (21) 2220-9484 e (21) 3095 – 3881, ou através do e-mail: visiguia@bn.br

Evento: Acervo raro


O Encontro Nacional de Acervo Raro, organizado pelo Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras (Planor), da Fundação Biblioteca Nacional, terá como tema este ano uma discussão sobre os Critérios de Raridade de Acervos Raros e Especiais. O evento, já em sua 10ª edição, será nos dias 7 e 8/11. Entre os palestrantes, há vários especialistas da própria Biblioteca Nacional, como Ana Virgínia, Chefe da Divisão de Obras Raras, Jayme Spinelli, Coordenador de Preservação, Elizete Higino, Chefe da Divisão de Música e Arquivo Sonoro, e Maria Dulce de Faria, Chefe da Divisão de Cartografia.

Detalhes no URL: http://www.bn.br/planor/eventos.html

Nova Brasiliana nos Estados Unidos


Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 27/10/2012.

Autora: Maria Fernanda Rodrigues.

A coluna Babel informou no último sábado que todo o material doado em 2006 pelo historiador e professor de história latino-americana Thomas E. Skidmore à Brown University, nos Estados Unidos, que inclui 6 mil itens, entre os quais livros em português e inglês sobre o Brasil, ganhou espaço próprio com a inauguração, esta semana, da Brasiliana Collection, na Biblioteca da universidade.

25 de out. de 2012

Universidade de Coimbra lança biblioteca digital


Fonte: Blogtailors. Data: 16/10/2012.

URL: http://blogtailors.com/

O blog português Blog Tailors informa que a Universidade de Coimbra lançou a plataforma UC Digitalis, um projeto para a agregação e difusão de conteúdos digitais de matriz lusófona, que pretende intensificar a ligação da Universidade com o contexto envolvente ao nível nacional e internacional. “Encontram-se integradas no projeto as plataformas Pombalina eImpactum. A primeira é um repositório digital de livros, diretamente ligado à atividade editorial da Imprensa da Universidade de Coimbra, apresentando-se com 1001 e-books e 500 artigos alojados na Impactum, repositório digital de publicações periódicas. Os artigos e cerca de metade dos e-books encontram-se em acesso livre, sendo apenas possível aceder aos restantes através de IP institucional.”

Biblioteca Pública de Niterói investe em inclusão social


Fonte: Correio do Brasil. Data: 17/10/2012.

URL: http://correiodobrasil.com.br/biblioteca-publica-de-niteroi-investe-em-inclusao-social/530816/

A Biblioteca Pública de Niterói vai além do incentivo à leitura. Diante da grande quantidade de moradores de rua que visitavam o prédio para acessar a internet a aproveitar o ar-condicionado, a direção decidiu desenvolver atividades de inclusão social.

Aos poucos, a aproximação dos funcionários foi decisiva na orientação de pesquisas, na emissão de documentos e no encaminhamento para albergues. O resultado transformou a vida desses frequentadores e foi além: deu ao espaço o direito de ser o único no Brasil aceito como membro da comunidade internacional de bibliotecas Beyond Acess. O trabalho em Niterói foi apresentado em uma conferência em Washington (EUA).

Ex-moradores da Rua Amaral Peixoto, no centro de Niterói, Eduardo Bispo, de 21 anos, e Jaqueline Paixão, de 19, consideram que tiveram suas esperanças renovadas com o apoio da biblioteca. Incentivados a regularizar os documentos, conseguiram sair da rua com o trabalho de reciclagem, alugaram um quarto e reconquistaram a custódia do filho de 7 meses novamente.

- Não acreditava nem que poderia entrar na biblioteca mal vestido. Estava desacreditado e aprendi que poderia seguir em frente – disse Eduardo, que gosta de acessar a internet e ler biografias.

Um espaço diferente

As mudanças da biblioteca surgiram após a reforma do Governo do Estado, finalizada em julho do ano passado. Com mais de 50 mil obras no acervo, entre livros e DVDs, a biblioteca oferece oficinas culturais, leituras dramatizadas, palestras e visitas guiadas. Cinquenta computadores e 24 notebooks estão espalhados pelas salas para pesquisa na internet.

Ludoteca (com brinquedos educativos para crianças) e sala de audiovisual completam as instalações.

- A combinação do antigo com o novo transformou a biblioteca num point. Nós nos reinventamos: montamos oficinas, desenvolvemos trabalhos com crianças e incentivamos a cidadania de moradores de rua – afirmou a diretora Glória Blauth

Bibliotecária de Auschwitz não se considera uma heroína


 

URL: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6209021-EI8142,00-Bibliotecaria+de+Auschwitz+nao+se+considera+uma+heroina+da+cultura.html

Uma mulher, que cuidava de uma pequena biblioteca, foi responsável por proporcionar um pequeno oásis de sanidade mental em meio ao horror de um campo de extermínio nazista, em Auschwitz, que apesar de não ajudar a sobreviver, fornecia um resquício de esperança.

Seu nome é Dita Kraus e atualmente tem 82 anos. Sua trajetória foi contada pelo escritor Antonio G. Iturbe, no romance A bibliotecária de Auschwitz, que parte de fatos reais para criar uma história de ficção na qual Dita é uma autêntica heroína da cultura, encarregada de cuidar de uma biblioteca clandestina no campo nazista.

Mas a Dita Kraus real afirmou, em entrevista à agência EFE em Praga, que não se considera uma heroína. "Nem fui especialmente forte, só que sempre tive a convicção de que não iria morrer, de que não acabaria na câmara de gás", declarou ao lembrar de sua infância.

Dita chegou a Auschwitz quando tinha 13 anos, procedente do gueto judeu de Terezin, na República Checa. "Em Auschwitz, havia uma coisa única. Havia um barracão de crianças. E como menina, estive neste barracão e era responsável pelos poucos livros que havia no local. Era algo único que não existia em outros campos de concentração", relatou.

Na realidade, dos livros que estavam lá, Dita só se lembra de um. "Tenho certeza de que Uma Breve História do Mundo, do romancista e filósofo britânico H.G. Wells, estava lá".

Dita se encarregava de cuidar desse livros, "alguns sem capas", e emprestá-los para as outras crianças, embora afirme que os livros não ajudavam a sobreviver. "Eles não tinham esse papel".

Segundo Dita, "Antonio Iturbe exagerou um pouco nisso", já que a tese do romance é que a literatura serviu de antídoto para o sofrimento e contribuiu para libertar as civilizações de seus fantasmas.

Os livros de Auschwitz, lembra Dita, chegavam das mãos de um presidiário polonês que selecionava a literatura em checo para as crianças do barracão 31 quando os novos presos chegavam à rampa de acesso e perdiam seus bens.

Com tudo, o barracão infantil, de fato, chegou a se transformar em uma espécie de oásis, como lembrou em várias de suas obras o escritor B. Kraus, também internado no campo de extermínio, onde conheceu Dita Kraus, com quem se casou mais tarde.

A passagem por Auschwitz marcou para sempre Dita. "Perdi toda a minha família ali. Meus pais e avôs e todos os meus tios", lamentou. "Penso que ninguém pode imaginar como é ser enviado para a câmara de gás". Dita ainda sofre com pesadelos frequentes pelo o que aconteceu com seus parentes.

"Meu sogro passou por isso. Não consigo superar. Por ele, penso na câmara. Não é uma morte rápida", disse. "Às vezes, me vem esse sentimento. Me identifico com o sofrimento que deviam ter na câmara de gás, que parecia com uma ducha. Porém, ao invés de água, soltavam gás e as pessoas começavam a ficar sufocadas e gritar", lembrou.

E Dita sofre ao ver que "as mães tentavam proteger seus filhos para que não fossem envenenados. Isso é uma das piores coisas que pode existir", acrescentou. Dita viaja para Barcelona e durante sua estadia na Espanha participará da apresentação do romance de Iturbe.

Google faz acordo com editores


Fonte: iBahia. Data: 7/10/2012.

URL: http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/google-faz-acordo-com-editores-para-colocar-livros-em-sua-biblioteca-virtual/

O acordo aconteceu após o Google aceitar que as editoras decidissem se querem ou não que suas obras façam parte da coleção de materiais digitalizados

O Google e a Associação Americana de Editoras (AAP, na sigla em inglês), anunciaram um acordo sobre a digitalização de conteúdos protegidos por direitos autorais para o projeto da biblioteca virtual (Library Project) da empresa tecnológica.

O acordo aconteceu após o Google aceitar que as editoras decidissem se querem ou não que suas obras façam parte da coleção de materiais digitalizados pela companhia californiana, os quais estão disponíveis na ferramenta Google Books. No entanto, apenas 20% do conteúdo total de cada obra é acessado gratuitamente.

As editoras que optarem por deixar que seus trabalhos façam parte da base de dados do Google terão a possibilidade de solicitar uma cópia digital para seu uso, mas o acordo não impede que as editoras americanas possam assinar outros contratos individuais com o Google para o uso de seus trabalhos.

A disputa entre a AAP e o Google começou em outubro de 2005, quando cinco editoras (The McGraw-Hill Companies, Pearson Education, Penguin Group, John Wiley & Sons e Simon & Schuster) processaram a Google por infringir as leis de direitos autorais de propriedade intelectual.

O Google Library Project é um facilitador na busca de livros relevantes, especialmente aqueles que não podem ser encontrados de nenhum outro modo, como os livros descatalogados, sem violar os direitos de autores e editores'.

Complexo do Alemão ganha biblioteca


Fonte: Jornal do Brasil. Data: 05/10/2012.

Moradores do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ganharam uma biblioteca com 1.200 livros, revistas e gibis doados pela Academia Brasileira de Letras. Os frequentadores também terão acesso a oito computadores, poderão assistir filmes, ouvir CDs e participar de oficinas. Os livros, DVDs e CDs não podem ser retirados do espaço. A biblioteca fica dentro da Estação Palmeiras do teleférico e ficará aberta de terça-feira a sábado, das 10h às 19h. A entrada é gratuita.