20 de mai. de 2015

A Declaração de Haia

Big Data pode reconfigurar o mundo e salvar vidas através de sua análise, podemos encontrar respostas a desafios como as alterações climáticas e as pandemias globais, pode estimular as economias podem impulsionar a investigação ;. Mas antes de legislação propriedade intelectual deve ser modificado e deve ser melhorado o acesso à tecnologia, fazendo com que os fatos, dados e idéias acessíveis a todos igualmente. "

A organização Ligue des Bibliothèques Européenes de Recherche (LIBER) anunciou em 6 de maio a Declaração de Haia em Descoberta de Conhecimento na Era Digital em Bruelas. IFLA é um dos primeiros signatários da Declaração, que visa promover e aumentar a acordos de consenso sobre a forma de permitir um melhor acesso aos fatos, dados e idéias para a extração de conhecimento na era digital. Acreditamos que a remoção de barreiras ao acesso e análise de uma grande quantidade de dados produzidos pela empresa, você pode encontrar respostas para os grandes desafios como as alterações climáticas, a escassez e pilhagem dos recursos naturais e da globalização. No entanto, os quadros legais vigentes, incluindo o direito de uso e reprodução (copyright) nem sempre ajudam a adopção de novas abordagens em matéria de investigação, particularmente mineração. A Declaração suporta os seguintes princípios em que assenta a abordagem à mineração de dados, para o futuro:
A propriedade intelectual não se destina a regular o fluxo livre de fatos, dados e idéias, mas cujo principal objectivo é promover actividades de investigação.
As pessoas devem ser livres para discutir e prosseguir a sua curiosidade intelectual, sem medo de vigilância, monitorização ou retaliação.
Licenças e condições contratuais não devem restringir os indivíduos de usar informações e idéias.
Será necessário continuar a investigar as noções éticas na aplicação de técnicas de mineração de dados em resposta às rápidas mudanças da tecnologia.
Inovação e pesquisa comercial baseado no uso de dados e idéias não será restringida pela legislação sobre a propriedade intelectual.
A Declaração propõem um roteiro para a defesa de ação para melhores políticas, infra-estrutura e ferramentas. Tem sido muito oportuno lançamento da Declaração no mesmo dia em que a Comissão Europeia anunciou a sua estratégia para o Mercado Único Digital.

Por que é importante?

As bibliotecas têm a oportunidade de explorar a sociedade da informação e consolidar seu papel como agentes do desenvolvimento sustentável. No entanto, continuamente enfrentam desafios diante das restrições à mineração de dados.

Embora os dados não sejam protegidos por leis de propriedade intelectual; textos, documentos e bases de dados podem estar sujeitos a regulamentos de direitos de utilização e reprodução, direitos conexos ou direitos sui generis em bases de dados. Cópias e transformação do conteúdo em um formato legível por máquina , mediante acesso legal, podem afetar os detentores dos direitos exclusivos de reprodução. 
Além disso, as medidas de proteção técnica do conteúdo apresentam outras restrições.  

A IFLA tem defendido reformas para o direito de uso e reprodução, para que a Declaração reflita seu compromisso de alcançar um quadro internacional habilitado em direitos de utilização e reprodução (por exemplo, ações como a Declaração da IFLA de Mineração e texto e dados trabalhadas na OMPI) para oferecer proteção suficiente para a criatividade e o acesso às informações sem restringir a pesquisa e o desenvolvimento do interesse público.

O que vem a seguir:

A Declaração de Haia sobre Descoberta de Conhecimento na Era Digital é uma estrutura diferente, pois pede aos decisores políticos para fornecerem clareza jurídica sobre as questões dos direitos de autor, enquanto pede aos cidadãos, pequenas e médias empresas (PME) e bibliotecas para fazerem o mesmo e assiná-lo. 

A IFLA vai usar esta oportunidade para incentivá-los a promover o acesso à informação e dados abertos em suas regiões mediante assinatura de Termo.

Para mais informações sobre esses tópicos, consulte a página web dedicada aos direitos de autor Limitações e Exceções para Bibliotecas e Arquivos http://www.ifla.org/copyright-tlib


Atenciosamente,

Sigrid Karin Weiss Dutra
CRB 14/093
Diretora da Biblioteca Universitária UFSC
Presidente IFLA/LAC
Fone: 48-9672-9071

16 de mai. de 2015

Novo livro: "A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital"

Desde 1810, quando d. João VI trouxe ao Brasil o acervo de sua coleção de livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas e inaugurou a Real Biblioteca no país, até o momento atual, em que a ciência da informação é uma disciplina instituída, as atividades de tratamento da informação não param de se transformar.
A trajetória das mudanças ocorridas na Real Biblioteca, hoje Biblioteca Nacional, e sua relação com a memória da ciência da informação no Brasil é narrada em A representação da informação na Biblioteca Nacional: do documento tradicional ao digital, de Ângela Monteiro Bettencourt. O livro, lançado pela Fundação Biblioteca Nacional e oferecido em formato PDF na BNDigital, é o primeiro volume da Coleção Ramiz Galvão, criada para divulgar estudos nas áreas da biblioteconomia e ciência da informação.
A autora é coordenadora da Biblioteca Nacional Digital – BNDigital e reúne a experiência de mais de trinta anos de exercício da profissão de bibliotecária na maior biblioteca do país. O livro surgiu como resultado da dissertação de mestrado da autora, que utilizou o rico acervo da própria Biblioteca Nacional para pesquisar sobre processamento técnico antes do aparecimento do digital.
A pesquisa acompanha a evolução dos padrões, normas e protocolos para a representação da informação na Biblioteca Nacional, incluindo os atuais sistemas de documentação digital. “O tratamento da informação digital na Biblioteca Nacional reflete o tratamento da informação de uma maneira geral. A Biblioteca Nacional é a instituição de memória mais antiga do Brasil e sempre foi a agência bibliográfica referencial para outras instituições. Fomos pesquisar o passado para estudar a representação atual da informação digital”, conta Ângela.
A pesquisadora explica também a relevância do tema para as bibliotecas modernas: “a informação digital equaliza duas questões antagônicas entre si – a preservação e o acesso à informação. Trata-se do futuro da informação, principalmente porque o potencial de acesso é multiplicado, várias pessoas podem acessar sem que o suporte se deteriore, ou seja, seriamente prejudicado”, justifica.
A BNDigital (http://bndigital.bn.br) oferece na internet grande parte dos mais relevantes documentos guardados pela Fundação Biblioteca Nacional. E, assim, proporciona tanto a disseminação do conhecimento quanto a preservação dos originais, evitando seu manuseio.
Voltado para profissionais, pesquisadores e estudantes de biblioteconomia, ciência da informação e áreas afins, o livro A representação da informação na Biblioteca Nacional preenche um espaço fundamental na discussão de temas como tratamento de coleções no país e armazenamento de documentos nos formatos analógico e digital.





9 de mai. de 2015

Webinar: livro eletrônico

A Bibliotech promoverá sua última webinar no dia 19 de maio, às 20h.
O tema é "Gestão de livros digitais", com Liliana Giusti Serra, autora da obra "Livro digital e bibliotecas".

Para assistir, basta acessar o evento: https://goo.gl/usJ6y2
Ao final, haverá sorteio de um exemplar de seu livro.


Um olhar sobre a catalogação no Brasil

Com quase 140 anos de história, o periódico Anais da Biblioteca Nacional serve tanto à divulgação do vasto acervo da Fundação quanto à discussão de assuntos técnicos relacionados a organização e preservação de documentos. A edição número 131 trata, sobretudo dessa última função: nela estão publicadas as principais questões atuais da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, relatadas no I Encontro Nacional de Catalogadores (I Enacat) que ocorreu há três anos, juntamente com o III Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação (III EEPC).
Segundo a idealizadora e organizadora do Encontro e também coordenadora de Serviços Bibliográficos da Biblioteca Nacional, Luciana Grings, o evento promoveu uma reunião entre trabalhos acadêmicos e produções de profissionais. “A ideia do encontro surgiu porque percebemos que a BN precisava voltar a fomentar a produção de trabalhos técnicos em Biblioteconomia”, explica Luciana.
Além de publicar a maior parte dos trabalhos apresentados no Encontro, a edição também reproduz na íntegra um dos documentos mais importantes do acervo da Biblioteca Nacional na área de Biblioteconomia, o Plano do Catalogo Systematico da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, que, em 1883, guiou as políticas de organização da coleção da Biblioteca Nacional. O plano também prenunciou o papel que seria consagrado à instituição no século seguinte, o de agência bibliográfica nacional, responsável por toda a produção bibliográfica no país.
Com esta edição, o periódico Anais da Biblioteca Nacional reitera sua função de principal publicação a divulgar o vasto material memorialístico da instituição, contribuindo para a preservação do patrimônio histórico e cultural do país. “A publicação desses trabalhos nos Anais da Biblioteca Nacional representa o reconhecimento ao trabalho do bibliotecário e o compromisso com a evolução da área no país”, completa Luciana Grings.
Para mais informações sobre os Anais da Biblioteca Nacional e acessar as edições anteriores, conheça as páginas da publicação na Hemeroteca Digital:

5 de mai. de 2015

Corrupteca: a biblioteca digital sobre corrupção

A palavra corrupção tem feito parte do dia-a-dia do brasileiro e nada melhor do que se informar por meio de artigos especializados, antes de opinar ou até se indispor com algum amigo partidário, por conta desse assunto.
A Corrupteca é uma biblioteca digital especializada em corrupção desenvolvida e mantida pelo Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPP) da Universidade de São Paulo. Seu objetivo é fomentar a pesquisa, ampliar a transparência e difundir informações sobre o fenômeno da corrupção, fornecendo subsídios para a formulação de políticas para seu combate por parte de pesquisadores e gestores públicos, para o aumento da qualidade da informação vinculada pela imprensa e para a ação cidadã da população em geral.
Com acervo aberto ao público e formado em sua primeira fase por cerca de 100 mil volumes digitais de texto completo, a Corrupteca reúne a produção científica específica sobre corrupção extraída de 48.567 periódicos científicos, disponíveis em 1.643 universidades e centros de pesquisa de 63 países que fazem parte do consórcio Open Archives Initiative (OAI), além do Acervo de Notícias ou Hemeroteca, que em parceria com o Acervo Digital do jornal O Estado de São Paulo, reúne notícias relativas à corrupção desde o ano de 1875.
A biblioteca tem por objetivo excitar a pesquisa, expandir a transparência e promover informações sobre os acontecimentos da corrupção, colocando à disposição informações que auxiliem na formulação de políticas, para o combate da corrupção por parte de pesquisadores e gestores públicos. Aumentando assim a qualidade da informação vinculada pela imprensa e para a ação dos cidadãos em geral, facilmente encontrada na *Coleção Casos.
É um acervo aberto ao público, em sua primeira fase em 2012 com mais de 100 mil volumes digitais de textos completos, inclusive de produções cientificas específicas, extraídas de quase 50 mil periódicos disponibilizados por 1.643 universidades e centros de pesquisas de 63 países. Países estes que fazem parte do consórcio OAI (Open Archives Initiative), isto é, um disseminador de conteúdos eficiente.
Em 2014 a plataforma da Corrupteca foi inovada, segundo um dos objetivos iniciais do projeto, a seria a melhoria continua dos informativos e do diálogo com o público e com as diversas instituições que utilizam e apoiam a Corrupteca.
Acesse o sitio da biblioteca e observe como avançaram no Plano Institucional, dividindo os acervos científicos dos acervos de notícias, facilitando a busca e a localização da informação. Ainda criaram quatro novas coleções: A Coleção Didática, A Coleção Nacional, A Coleção Corrupção nas Manchetes e em destaque citada acima a quarta, *Coleção Casos.

Para maiores informações ver o URL: http://corrupteca.web.versila.com/

4 de mai. de 2015

Evento: Bibliotech

A Bibliotech nasceu em 2013 como resultado da disciplina de “Tecnologias da Informação e da Comunicação” da turma do Mestrado Profissional em Gestão de Unidades de Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Com uma abordagem mais prática, o objetivo da feira é apresentar como a tecnologia tem influenciado as unidades de informação, trazendo novos produtos e serviços e remodelando os tradicionais.
Para a versão de 2015, a feira se ampliou, tendo a participação de mais mestrandos e se expandindo para dois dias. Além de trazer as ambientações tecnológicas, oficinas e palestras estão sendo programadas, além de conteúdo gerado em nossas mídias sociais, com as webinars  no canal no YouTube.
Acesse melhore informações:
 https://feirabibliotech.wordpress.com/author/feirabibliotech/

30 de abr. de 2015

Fluminense lança e-book

Em 2012, quando o Fluminense completou 110 anos, para celebrar a data, o clube lançou um livro impresso comemorativo, apresentando jogos e personagens que marcaram a história do time ao longo de mais de um século de existência. Na época, o livro “Guerreiros desde 1902 – 110 jogos inesquecíveis” foi viabilizado por meio de um financiamento coletivo com o apoio da torcida tricolor. A obra aborda a saga de viradas incríveis, gols nos últimos minutos, batalhas fora de casa, títulos inesquecíveis e clássicos marcantes, mostrando que o Fluminense sempre teve a marca da superação, luta e garra. Agora, em 2015, o Fluminense relança o livro, desta vez na versão digital e com histórias inéditas, tornando-se o primeiro clube de futebol do mundo a publicar um livro eletrônico oficial.

Diferentemente da obra física, o livro vai ter apenas textos, sem imagens. Ele foi revisado e atualizado com dois jogos que marcaram o tetracampeonato brasileiro do clube: Fluminense 1 x 0 Flamengo (30/09/2012) e Fluminense 3 x 2 Palmeiras (11/11/2012). O e-book "Fluminense – Jogos inesquecíveis" é dos autores Dhaniel Cohen, Heitor D’Alincourt, João Boltshauser e Carlos Santoro. A produção e edição do projeto é da Publiki, startup carioca especializada em tecnologia e marketing editorial. O preço sugerido para o mercado é de apenas R$ 9,90. O lançamento oficial do e-book acontecerá no dia 28 de abril, terça-feira, através do site www.publiki.me/fluminense. O produto vai estar à venda nos seguintes sites: Amazon, Apple (iBooks), Google Play, Kobo, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Publiki.
Fonte: Extra. Data: 27/04/2015.

Como memorizar a leitura

Ao longo do processo de leitura, é importante que a pessoa consiga lembrar daquilo que leu para que seu tempo tenha sido gasto produtivamente. Para isso, existem algumas estratégias que podem facilitar a memorização. Saiba 5 estratégias para lembrar com mais facilidades dos assuntos lidos durante sua vida. Confira-as a seguir:

1- Faça resumos no livro

Os resumos facilitam a compreensão, a análise, a sintetização e a avaliação das informações. Dessa forma, você faz com que sua mente mantenha-se ativa durante a leitura e aumenta a capacidade própria de cognição.

2- Fale em voz alta

Após 30 minutos de leitura e tomadas de notas, pare o procedimento e fale em voz alta tudo que você conseguir lembrar sobre o assunto lido. Em um primeiro momento, a memorização é difícil, mas com o tempo você consegue aprimora-la e tem cada vez mais facilidade.

3- Discuta com o livro
Outra maneira de realizar uma leitura ativa é criando questionamentos com base no que você está lendo. Marque as partes do livro que não estão claras para você ou que possam gerar alguma discordância. Essas perguntas podem ser levadas para a sala de aula e servir de base para a retirada de dúvidas.

4- Monte uma pergunta
Ao final de cada capítulo, elabore uma questão que englobe vários pontos da leitura. Separe de 15 a 30 minutos para respondê-la e, assim, você estará memorizando ativamente os conceitos estudados.

5- Grave seus resumos e escute
Essa é uma maneira simples de você conseguir memorizar muitos tópicos sem precisar demandar grande esforço pessoal.

Fonte: Universia. Data: 27/04/2015.

Webinar: Novos papéis dos bibliotecários no século XXI

WEBINARS PARA AMÉRICA LATINA Y CARIBE 2015
La Sección Desarrollo Profesional Continuo y Aprendizaje en el Lugar de Trabajo de la IFLA (IFLA Continuing Professional Development and Workplace Learning – CPDWL) y el Grupo de Interés Especial de los Nuevos Profesionales (IFLA New Professionals Special Interest Group- NPSIG) en colaboración con la Sección de América Latina y el Caribe de la IFLA, y la Escuela de Información, Documentación y Biblioteconomía de la Facultad de Filosofía, Ciencias y Letras de la Universidad de San Pablo, Campus Ribeirão Preto (USP) en Brazil, se complacen en presentar dos nuevas series de webinars en Portugués y Español durante la primera mitad del 2015.
Martes, 5 de mayo de 2015 - 14:00 p.m.*
Título: NUEVOS ROLES DE LOS BIBLIOTECARIOS EN EL SIGLO XX1
Descripción: Unase a nosotros para disfrutar de un webinar en español donde hablaremos de los nuevos roles que desempeñan los bibliotecarios. Este es un webinar especialmente para motivarnos a todos con respecto a los nuevos diversos trabajos que pueden hacer los bibliotecarios. Los adelantos tecnológicos y la rapidez del flujo de la información estan llevando a los bibliotecarios a nuevas avenidas laborales mas allá de los roles tradicionales. Por medio de estos roles los bibliotecarios estan contribuyendo cada vez más en las áreas de investigación, ciencias, salud, gobierno, ecología, museos, archivos, centros de información, corporaciones y en muchas más áreas de nuestro diario vivir. En la actualidad tenemos bibliotecarios dirigiendo la sección de noticias de canales de televisión, departamentos de gobierno, centros de información en compañías mineras, de deportes, de ecológicos y en áreas dedicadas a políticas para el desarrollo. Este es un tiempo maravilloso para nuestra profesión. Nuestros nuevos roles nos estan llevando a beneficiar nuestro mundo grandemente.
PRESENTADORES: Yamira Santiago y Santiago Villegas
Yamira Santiago, Investigadora de Informática en la Rama de Sistemas de Seguridad Crítica en la Aviación, Centro de Investigaciones Langley, Administración Nacional de Aeronáutica y Espacio (NASA), Hampton, Virginia, E.U.
http://www.nasa.gov/…/researchernews/snapshot_ysantiago.html
Santiago Villegas, Estrategia digital para la Gestión del Conocimiento: uso el Social Media, el Marketing Digital, la Web 3.0 (Semántica) y las TIC para potenciar la innovación y el desarrollo de organizaciones, empresas y ciudades.
http://www.reddebibliotecas.org.co/…/SantiagoVillegasBiblio…
.
MODERADORAS: Loida Garcia-Febo, Miembro de la Junta de Gobierno de la IFLA y Sueli Mara S. P. Ferreira, Professor FFCLRP/USP y miembro del Comitê Permanente de IFLA/LAC.
LENGUAJE: Español
ACCESO:
Mais informações https://plus.google.com/events/caacr1dl2jm3rrkhpj71t0srp3o
Participar online via youtube - http://www.youtube.com/watch?v=fdIXZ8oyMKE

28 de abr. de 2015

Resgate da história do Brasil

Digitalização de processo da Inconfidência Mineira resgata história do Judiciário e do Brasil. Um dos documentos mais importantes da história do Brasil – os Autos de Devassa da Inconfidência Mineira, processo que resultou na condenação à morte de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes – pode ser consultado por todos os interessados graças à digitalização realizada pela Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais. Os 11 volumes que reúnem todos os documentos relativos à investigação, para apurar fatos relacionados com "o premeditado crime de rebelião em Minas Gerais” e o processo judicial aberto contra os inconfidentes está disponível no Portal da Inconfidência. Defensor da informatização do Poder Judiciário tanto na área jurisdicional quanto na administrativa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, elogiou a iniciativa, que, na sua avaliação, resgata a história do Judiciário e do Brasil. Na terça-feira (21), Dia de Tiradentes, o ministro conheceu o portal ao participar em Ouro Preto (MG) das comemorações da Semana da Inconfidência e receber a mais alta honraria do Estado de Minas Gerais - o Grande Colar da Inconfidência, na 64ª solenidade de entrega da comenda. O portal traz o contexto histórico em que ocorreram as investigações e o processo, além de petições, interrogatórios, peças de acusação, defesa e sentença, e documentos judiciais e extrajudiciais relacionados ao caso. A primeira edição dos Autos de Devassa da Inconfidência Mineira foi publicada pela Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro) de 1936 a 1938. A segunda edição (1976 a 1983) foi publicada pela Imprensa Oficial de Minas Gerais em parceria com a Câmara dos Deputados. O processo contra os inconfidentes foi movido no século XVIII (entre 1789 e 1792) pela Coroa Portuguesa. Entre os réus estava Tiradentes, condenado à morte por enforcamento pelo crime de alta traição. Ele foi considerado o líder do movimento que se insurgia contra a Coroa Portuguesa pela cobrança de impostos e pregava independência de Minas em relação ao Império. Há detalhes interessantes que constam dos Autos de Devassa, como a sentença de Tiradentes: “Joaquim José da Silva Xavier - Morte natural, levada a cabeça para Vila Rica e os quartos para as estradas de Minas, principalmente na Varginha e Cebolas; infâmia para os filhos e netos, confisco de bens, casa arrasada e salgada, e no meio das ruínas um padrão, que declare o motivo”. Há outras curiosidades no acervo, como a petição de Joaquim Silvério dos Reis, datada de fevereiro de 1795, em que o delator da Conjuração Mineira solicita autorização para viajar ao Brasil a fim de levar para Portugal a mulher e a família, incluindo o sogro – e a resposta, do ministro da Marinha e Domínios Ultramarinos, Martinho de Melo e Castro, ao Conde de Resende, no Rio de Janeiro, com a autorização. Diante da quantidade de informações e documentos disponíveis no portal - somente o primeiro volume tem 419 páginas -, foi elaborado um sistema de busca especial para a pesquisa de dados. Nele, o interessado pode ver as imagens em PDF e compará-las com os originais da edição dos anos 70/80.

Evento: Leitura


Evento: Gestão do conhecimento

Prezados Colegas:


Divulgamos, para conhecimento, a programação do III Congresso Brasileiro de Organização e Representação do Conhecimento (ISKO-Brasil´2015) a realizar-se em Marília - SP, nos dias 17, 18 e 19 de setembro de 2015.
 
Ressaltamos que o prazo para envio de trabalhos para o evento encerra-se em 18 de maio de 2015.


Maiores informações em:


http://isko-brasil.org.br/?page_id=21

José Augusto Chaves Guimarães
Comissão Organizadora


27 de abr. de 2015

Curso: Editoração científica

XXIII Curso de Editoração Científica (XXIII CEC) promovido pela Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) a se realizar no período de
25 a 27 de junho de 2015 em Goiânia/GO, cartaz anexo.
O objetivo do XXIII CEC é levar ao público alvo: editores de periódicos, revisores, autores, pesquisadores, bibliotecários, jornalistas científicos, professores e alunos de pós-graduação, o conhecimento para enfrentar os desafios impostos para a publicação científica dentro das regras atualizadas exigidas pela comunidade científica internacional e em torno do tema: Luz sobre os paradigmas da publicação científica.
 

Evento: Ética e Políticas de informação

IV SEMINÁRIO DE ESTUDOS DE INFORMAÇÃO.
ÉTICA E POLÍTICAS DA INFORMAÇÃO - AGENTES, REGIMES E MEDIAÇÕES

O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense - PPGCI/UFF promove, de 9 a 11 setembro de 2015, no Auditório Florestan Fernandes, Campus do Gragoatá, Bloco D, Niterói, o IV Seminário de Estudos de Informação: Ética e Políticas da Informação - Agentes, Regimes e Mediações.

Com caráter internacional, o evento discutirá temáticas relacionadas às questões das políticas e regimes de informação voltados ao acesso e referidos a princípios éticos, como inclusão, acessibilidade, regimes de verdade e direito à memória.

Os interessados em participar poderão submeter, de 24 de abril a 15 de junho, artigos inéditos, vinculados a três linhas de investigação: I. Ética da Informação; II. Política de Informação; III. Direito à informação.

Os trabalhos, inéditos, voltados para as temáticas do evento - , devem ser enviados em arquivo tipo Word 97-2003, na forma de texto completo, de 24 de abril a 15 de junho,  para < lidiafreitas@id.uff.br>.

Outras informações em: <http://www.ci.uff.br/ppgci>

21 de abr. de 2015

Vídeos científicos

Centenas de vídeos científicos estão disponíveis no site The Science Network. Os principais assuntos cobertos são: Células (137), neurociência (103 itens), Educação (49), Sono (44), Evolução (40), Genética (37), Cognição (36).

Curso de Biblioteconomia completa 100 anos

O primeiro curso de biblioteconomia do Brasil foi o Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional, inaugurado há exatamente 100 anos, no dia 10 de abril de 1915. Atualmente, o curso está associado à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
Mesa de abertura do primeiro curso de biblioteconomia do Brasil
Parte importante da história do antigo curso é contada no volume 130 dos Anais da Biblioteca Nacional, no artigo “Desenvolvimento de coleções no curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional (1915-1949”), de autoria da bibliotecária Simone Weitzel, que hoje dirige a Escola de Biblioteconomia da UNIRIO.
O artigo, que trata da história da criação e evolução da disciplina que ficaria conhecida como “Desenvolvimento de Coleções”, uma das mais importantes para a formação dos bibliotecários, teve como fontes principais os relatórios anuais dos diretores da Biblioteca Nacional, os programas das disciplinas ministradas, além das publicações de biblioteconomia na época. O curso funcionou na Biblioteca Nacional até 1969, quando foi transferido para aquela universidade. O volume 130 dos Anais da Biblioteca Nacional publica ainda outros quatro estudos referentes às áreas da ciência da informação e biblioteconomia, todos resultantes de bolsas que vêm sendo concedidas desde 2004 pela Fundação Biblioteca Nacional.
Segundo Marcus Venicio Ribeiro, coordenador-geral do Centro de Pesquisa e Editoração e editor dos Anais, “essas bolsas favorecem tanto os pesquisadores de várias áreas do conhecimento – que hoje dispõem de um novo espaço institucional de pesquisa –, quanto a Biblioteca Nacional, que multiplica os estudos sobre o seu acervo”.
Em outro desses estudos “A Biblioteca Nacional nos Tempos de Ramiz Galvão”, a historiadora Ana Paula Sampaio Caldeira traça o perfil do médico e erudito Benjamim Franklin de Ramiz Galvão, que dirigiu a Biblioteca Nacional de 1872 a 1884, período em que se delineou o papel a ser desempenhado pela instituição nos séculos seguintes.
Os outros trabalhos resultantes do PNAP são A produção editorial da biblioteconomia lusófona no acervo da Biblioteca Nacional: do século XX aos dias atuais, de Vinicios Souza de Menezes, “A Biblioteca do antigo Colégio dos Jesuítas: Inventário das obras que restaram, de Bruno Martins Boto Leite”, e “Conhecer e conviver: as bibliotecas públicas na Baixada Fluminense e construção da democracia”.
O número 130 dos Anais da Biblioteca Nacional traz ainda algumas das comunicações do IX Encontro Nacional de Acervo Raro e na seção Preciosidades do Acervo, reproduz e transcreve uma das 69 cartas da chamada “Coleção Andradina”, correspondência dos irmãos Andradas (José Bonifácio, Antônio Carlos e Martim Francisco) com Antônio de Menezes Vasconcelos de Drummond, durante o período de exílio na França. Comentada pela bibliotecária Ana Lúcia Merege, da Divisão de Manuscritos, a carta transcrita foi escrita por José Bonifácio em 1825, logo após a assinatura do Tratado de Paz e Amizade, em que Portugal, representado pela diplomacia inglesa, reconheceu a independência do Brasil. Na carta, o “Patriarca da Independência”, diante da obrigação do Brasil de indenizar Portugal pelos prejuízos decorrentes da independência, em dois milhões de libras esterlinas, afirma que “a soberania nacional recebeu um coice na boca do estômago”.

Fonte: Biblioteca Nacional.

Foto: Sessão solene de abertura do Curso. Fonte: Biblioteca Nacional .


6 de abr. de 2015

Curso: gestão de acervos bibliográficos, arquivísticos e museológicos

O Curso procura preencher uma lacuna identificada na rotina de muitas instituições no tratamento dos acervos sob sua guarda e responsabilidade. Essa lacuna está localizada na confluência entre os diversos saberes que regem as atividades comuns ao tratamento dos acervos históricos, arquivísticos  e bibliográficos: a conservação, o tratamento técnico, a pesquisa e a difusão. Todas essas atividades são complementares e só adquirem sentido quando executadas em conjunto e de forma articulada. Em outras palavras, só tem sentido realizar investimentos em conservação – investimentos que podem ser exponencialmente multiplicados quando há o cuidado com a restauração – se o acervo for tecnicamente organizado, catalogado, estudado e transformado em fonte de pesquisa e conhecimento pelas diversas formas midiáticas disponíveis hoje. Denomina-se Gestão de Acervos a execução de forma planejada e articulada dessas atividades, aspectos que serão trabalhados no curso.

Vagas: 200 (para candidatos de todo Brasil)
Carga horária: 180 horas-aula desenvolvidas a distância, com um encontro presencial ao final do curso, que acontecerá em Recife-PE.
Duração: 6 meses.
Valor: o Curso é gratuito.
Inscrições: 30/03/2015 a 30/04/2015.
Endereço: Capacita/Diretoria de Formação/Fundação Joaquim Nabuco(Fundaj)   -   Telefone: (81) 3073-6629
Rua Dois Irmãos, 92 - Edifício Antiógenes Chaves - Apipucos
CEP: 52071-440 - Recife/PE.

Novo número:Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação

Comunicamos a publicação de novo número da Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação (REBECIN), da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação:
SUMÁRIO
URIBE-TIRADO, A. 75 lições aprendidas de programas de competência em informação em universidades da Ibero-América: 2009-2013. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.4-18, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/16/pdf_9>.

FERREIRA, B. C. F; CASTRO FILHO, C. M. de. A relação entre a bibliografia e a formação do profissional da informação. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.19-36, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/9/pdf_10>.

ALMEIDA, A. S. de. A epistemologia da prática docente: uma análise sobre os professores do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.37-56, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/12/pdf_11>.

MÚNERA-TORRES, M. T. Algunas consideraciones sobre las titulaciones de la formación bibliotecológica en América Latina. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.57-88, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/15/pdf_12>.

SANTOS, M. R. de S. Competência em informação no ambiente de trabalho: uma visão sobre o uso de competências do bibliotecário. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.89-112, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/11/pdf_13>.


ERNESTO, E. et al. Marketing e comunicação nos serviços de curadoria de informação: eixos teóricos e reflexões desenvolvidas em contexto acadêmico. Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v.1, n.2, p.113-129, jul./dez. 2014. Disponível em: <http://www.abecin.org.br/revista/index.php/rebecin/article/view/13/pdf_14>.

Limeira: no Parque Cidade novo recanto para viajar na leitura

Fonte: Gazeta de Limeira. Data: 5/04/2015.
URL: www.gazetainfo.com.br/ns/noticia.php?titulo=No-Parque-Cidade-novo-recanto-para-viajar-na-leitura?r=noticias&id=33206
Autoria: Daíza Lacerda.
Gerações de limeirenses passaram seu período escolar pesquisando nos fichários da Biblioteca Municipal, procurando o assunto e dados de algum livro para trabalho e levando até o balcão para que um bibliotecário lhe auxiliasse. Essa operação vai ficar na memória dos mais saudosistas já que, para a nova geração, o esquema será outro: acesso livre a todo o acervo e pesquisa eletrônica pelos totens. Ainda este ano Limeira vai, finalmente, ganhar uma biblioteca do porte que nunca teve, e que a demanda atual de leitores exige. Adequada especificamente para receber a biblioteca, o novo e principal ponto de leitura será em prédio localizado dentro do Parque Cidade, onde antigamente funcionou o Ceprosom, ao lado do ginásio de esportes Vô Lucato.
Desde a sua criação, em 1940, a biblioteca de Limeira passou por várias mudanças, principalmente antes de ter sido estabelecida em prédio anexo ao do museu, do antigo Grupo Escolar Coronel Flamínio, em 1986. As mais recentes foram vividas pela coordenadora Ligia Consuelo Araújo, provavelmente uma das mais longevas bibliotecárias, no posto desde 1996. Começou com o fechamento do prédio para reforma, em novembro 2009. Somente em abril de 2010 é que o acervo ficou novamente disponível, em prédio alugado na Rua Senador Vergueiro, no Centro acima, de onde saiu novamente de mudança em fevereiro deste ano. Desta vez, para local definitivo e mais amplo.

Junto com a diretora de Cultura Fernanda Moreira, Ligia conta que, mesmo que o plano fosse voltar para o prédio do museu, o espaço seria insuficiente para o acervo, como já estava à época do fechamento para obras. São cerca de 40 mil volumes, entre livros e periódicos, além de audiolivros e obras em braile, que já estavam.

2 de abr. de 2015

Dicas para gostar de ler

Autoria: Ana Lourenço.
Fonte: Guia do Estudante. Data: 28/03/2015.
URL: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/estante/2015/03/28/5-dicas-infaliveis-para-gostar-de-ler/
Quando eu estava no colégio, era normal ser chamada de nerd pelos meus amigos porque eu estava sempre carregando um livro, ou mais de um. Na minha sala, alguns colegas gostavam de ler, mas a maioria não era muito fã, não. Por algum tempo, eu achava que isso era uma coisa que você simplesmente tinha: tem gente que gosta de ler, tem gente que não. Hoje, sei que não é exatamente isso. O hábito de gostar de ler não é nada mais do que um treino, ou seja, requer bastante prática e persistência.
Eu sou uma leitora compulsiva desde pequena, mas conheço muitas pessoas que não eram, e se tornaram depois de adultas. Por isso, se você não gosta de ler, mas sente que deveria, fique tranquilo: ninguém nasce gostando. Se você tem disposição e quer que esse se torne um hábito seu, há algumas dicas simples que você pode seguir. Veja qual pode te ajudar e comente depois se funcionou!
1.     Comece com séries ou best-sellers
Um best-seller só é muito vendido por um motivo: o público adora. Normalmente, eles agradam muita gente porque são tramas mais envolventes, ou até com a linguagem fácil e divertida. Que tal dar uma chance a eles? Podem ser sua porta de entrada para o gosto pela leitura. Assim, também, são as séries de livros, aquelas histórias contadas em mais de um volume. Normalmente, cada livro da série acaba deixando algo inacabado, que só vai ser resolvido no próximo livro (ou até no último), ou seja: nada melhor para atiçar sua vontade de devorar o próximo volume.
2.     Leia inspirações ou adaptações
Adorou o último filme do Jogos Vorazes? Ficou viciado no game Diablo 3? Já pensou em ir atrás dos livros que foram inspiração, ou foram inspirados neles? Você provavelmente já sabe, mas as sagas Jogos Vorazes e Divergente são baseadas em livros, assim como A culpa é das estrelas. Se você adorou os filmes, vá atrás dos livros: muita gente desperta o interesse na leitura desse jeito. Se você não é muito fã de filmes, mas adora games, a moda de escrever livros baseados nas histórias dos jogos está cada dia mais em alta. Nos últimos anos, títulos como Assassin’s Creed, Diablo, God of War e Battlefield já ganharam suas adaptações literárias. Se você já adora o jogo, dobram as chances de querer ler o livro.
3.     Descubra seu gênero
Cada um tem o seu gosto. A questão está em descobrir qual é o seu. Talvez você não seja muito chegado em leitura justamente porque não fez essa descoberta ainda. Se você não gosta dos livros que a escola obriga a ler, não significa que você não vá se interessar por leitura em geral. Então, se seu estilo não é exatamente ler os clássicos, não se preocupe, há muitos e muitos outros gêneros literários: ficção científica, terror, suspense, romance, fantasia. Encontre o seu e divirta-se!
4.     Não insista se não estiver gostando
Como falei no item anterior, insistir em uma coisa que você obviamente não está gostando não ajuda em nada. Só vai fazer você sentir como se aquilo fosse uma obrigação, o que tira todo o prazer e a vontade de continuar. Por isso, se estiver achando aquele livro um saco, desista dele e parta para o próximo. Mas isso não significa, também, não gostar do primeiro parágrafo e já jogar o livro para o lado. Dê mais uma lida (um capítulo, pelo menos), porque alguns livros demoram para “engatar”. Se, mesmo assim, você não curtir, pode ir procurar o seguinte.
5.     Reserve um tempo diário para ler
Aqui, eu retomo o que disse no início do post: gostar de ler é treino, e, por isso, precisa de bastante empenho, dedicação e vontade. Se você quer gostar de ler, primeiro precisa fazer da leitura um hábito. Reserve algum tempo todos os dias para se dedicar àquele livro. Pode ser do jeito que você quiser: ler no ônibus; ler à noite, em casa; ler no intervalo das aulas; ler até no banheiro. O importante é fixar essa rotina e o tempo que você dedica a ela, seja meia hora, seja uma ou mais horas. Você também não deve desistir se ficar com preguiça, porque, como eu disse, esse é um exercício de persistência!

Eu garanto, o esforço vale a pena. Logo você poderá ser também um fanático pela (alerta de clichê) magia que é ler um livro. Vem amar ler com a gente!