15 de out. de 2016

Vitória (ES): mês de ações literárias na Biblioteca Pública do Estado

Fonte: Século Diário. Data: 13/10/2016.
Neste mês de outubro, a Biblioteca Pública do Espírito Santo (BPES), que fica na Enseada do Suá, Vitória, promove uma leva de atividades. O espaço vai receber lançamento de livros, debates, rodas de leitura, exibição de filmes e as visitas monitoradas do Projeto Semeando a Leitura. A entrada é livre para todas as atrações.
A programação de atividades começa na próxima segunda-feira (17), às 15h30, com a apresentação do vídeo Memória do Esporte Olímpico Brasileiro – A luta continua: um documentário em 12 rounds. O trabalho da diretora Renata Sette reproduz a trajetória do pugilista Servílio de Oliveira, Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos da Cidade do México de 1968.
Na terça-feira (18), às 19h, o espaço recebe o lançamento de dois livros: Uma História Brasileira das Doenças, organizado por Sebastião Pimentel Franco (Prof. UFES), Anny Jackeline Torres Silveira e Dilene Raimundo do Nascimento; e Entre cirurgiões, tambores e ervas. Calunduzeiros e curadores ilegais em ação nas Minas Gerais (século XVIII), de autoria de André Luis Lima Nogueira.
Na quarta-feira (19), às 16h, a biblioteca promove uma roda de leitura com a convidada Rita de Cássia Maia. O dia seguinte, quinta-feira (20), às 19h, tem palestra em homenagem ao escritor capixaba Tulo Hostílio Montenegro (1916-1996), no ano do centenário de seu nascimento.
A programação segue até o dia 31 com mais atividades e ações literárias de incentivo à leitura.
Serviço
A Biblioteca Pública do Espírito Santo (BPES) fica na avenida João Batista Parra, 165, Enseada do Suá, em Vitória. A entrada é livre para todas as atrações.
Nota:
A programação detalhada está no URL:

14 de out. de 2016

Evento: CrossRef Live

Devido à alta demanda para o evento de Campinas, o Crossref decidiu realizar em parceria com a ABEC Brasil e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) um segundo dia de evento, desta vez na cidade de São Paulo.
O Crossref Live in São Paulo acontecerá dia 16 de dezembro de 2016 e também será gratuito.
Será um seminário relevante para publishers, editores, prestadores de serviços, 
fontes indexadoras, agências de fomento, bibliotecários, entre outros que possuam interesse em conhecer um pouco mais sobre o que é a Crossref
e os serviços oferecidos. 
O evento é gratuito, mas é necessário realizar a inscrição pois as vagas são limitadas.
QUANDO
Sexta-feira, 16 de dezembro de 2016; das 08:30 às 17:00
ONDE
Auditório da FGV @ Rua Itapeva, 432, São Paulo/SP


11 livros infanto-juvenis que todos deveriam ler ao longo da vida

Fonte: Galileu. Data: 12/10/2016.
Aproveitando a nostalgia presente nas redes sociais por conta do Dia das Crianças, perguntamos aos nossos leitores no Facebook e no Twitter quais livros infantis e infanto-juvenis eles acreditam ser leituras indispensáveis. Recebemos algumas respostas incríveis, veja abaixo:
1 – O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder: “Nenhum outro livro explica aos jovens de forma tão simples as principais linhas de pensamentos filosóficos. Sem contar que o enredo da história de Sofia prender o leitor até o final, que é arrasador!” (Emeline Boni, via Facebook)
2 – Ponte para Terabítia, Katherine Paterson: “Porque a vida pode ser simples, nossa imaginação pode ser incrível e também porque nem sempre os finais são felizes”. (Geisilaine Paula, via Facebook)
3 – O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry: “É um lindo clássico”. (Ana Paula, via Facebook)
4 – O Mágico de Oz, L. Frank Baum: “É indispensável”. (@sabichãodopãodekeijo, via Twitter)
5 – Desventuras em Série, Lemony Snicket: “É uma série de treze volumes, então podem ser lidos aos poucos ao longo da vida. ” (Rodrigo Silva e Silva, via Facebook)
6 – Ei! Tem Alguém Ai?, Jostein Gaarder: “Livro que abre reflexões, distrai e ainda pode mudar suas percepções da vida com simplicidades”. (Samuel Vitor de Souza, via Facebook)
7 – Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos: “O livro narra a visão de uma criança sobre os problemas sociais que a cercam. A pureza é contrastada pela dureza da vida. É uma imersão nos valores humanos através da perspectiva de alguém jovem e com quem podemos nos identificar de imediato”. (@brunajfranco, via Twitter)
8 – Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll: “É uma das obras primas de toda cultura pop, servindo de inspiração/referência para inúmeras obras posteriores. Logo, conhecer esta obra é conseguir intertextualizar com muitas outras (desde Matrix a Batman v Superman). É um texto de várias camadas, podemos interpretar tudo como apenas uma viagem de imaginação ou teoria de multiversos, visto que Lewis Carroll era matemático também. Ou mesmo relevando esta parte matemática, é uma bela história que deixa o antropocentrismo de lado e mostra outro mundo! ”. (@cobaki, via Twitter)
9 – O Senhor dos Aneis, J. R.R. Tolkien: “Eu li quando era adolescente e me apaixonei. Tem gente que leu quando adulto e discorda. Mas acho que a ficção encanta a todos”. (@bruxa_paixaoo, via Twitter)
10 – Aruá, o Boi Encantado, Luís Jardim: “Um livro maravilhoso que traz uma reflexão linda sobre ser humilde”. (João Paulo S. Gomes, via Facebook)

11 – Harry Potter, J.K. Rowling: “Além dos exemplos morais seu estilo é leve, fluido e viciante enquanto inocula sua poesia vibrante e mágica”. (@liriofofo, via Twitter)

Portugal: Já há um milhão de alunos com acesso às bibliotecas escolares

Autoria: Clara Viana.
Fonte: O Público (Portugal). Data: 13/10/2016.
URL: www.publico.pt/sociedade/noticia/ja-ha-um-milhao-de-alunos-com-acesso-as-bibliotecas-escolares-1747152
Em 20 anos, o número de bibliotecas escolares passou de 164 para 2426, mas o corpo de professores bibliotecários está a diminuir.
Cerca de um milhão de alunos do ensino básico e secundário, o que representa 76,5% do total de estudantes, estão em escolas onde existe uma biblioteca, segundo dados disponibilizados pela Rede de Bibliotecas Escolares. Não quer dizer que todos frequentem estes espaços, mas como não existem dados centralizados sobre o número real de utentes, fica o registo impressivo da actual coordenadora da rede: seja com os seus professores ou por livre vontade, a maioria passa por lá. E não só para trabalhar, “mas também para conviver”, adianta Manuela Silva.
A Rede de Bibliotecas Escolares está a festejar o seu 20.º aniversário. Nesta sexta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, faz-se o balanço. Em 1997 existiam 164 bibliotecas nas escolas, no ano passado este número já estava nos 2426. E o objectivo, frisa a sua responsável, é continuar a subir. Por agora, todos os estabelecimentos de ensino do 2.º e 3.º ciclo e secundárias estão abrangidas por um equipamento destes, mas falta ainda garantir que todos os do 1.º ciclo com mais de 100 alunos também tenham a sua biblioteca.
Mais uma vez não existem dados disponíveis sobre quantas escolas deste nível de ensino falta ainda alcançar, mas sabe-se que 900 já têm este equipamento. No total existem 3592 estabelecimentos do 1.º ciclo, mas a maioria tem menos de 100 alunos. As escolas nesta situação terão acesso à biblioteca do agrupamento onde estão inseridas através das rotinas de itinerância comuns à Rede de Bibliotecas Escolares, com livros e dispositivos electrónicos a viajarem de escola em escola.
Crescer é pois um dos objectivos. O outro é consolidar o trabalho das bibliotecas, o que só poderá ser feito pela “promoção do gosto pela leitura, seja em formato impresso ou digital”, afirma Manuela Silva. “Nas bibliotecas queremos que os alunos sejam os protagonistas da sua aprendizagem”, diz, acrescentando que isso passa também pelo desafio de os ensinar a “usar a informação que têm disponível de forma autónoma e crítica”.

Mais novos são os que gostam mais de ler

Nestes espaços existem livros, computadores, dispositivos móveis, como os tablet, que são a sensação do momento. Com aplicações próprias dirigidas para os alunos, incluindo os que têm necessidades educativas especiais, permitem uma abordagem dos conteúdos curriculares a que muitos já se renderam, conta Manuela Silva. E assim se cumpre outro dos objectivos da rede: provar que “existem outras formas de ensinar”, o que tem sido feito em articulação com os professores das disciplinas, a quem se recomenda que utilizem os recursos disponíveis nas bibliotecas para o desenvolvimento das suas aulas.
E quem são os principais fãs dos livros propriamente ditos que habitam nestes espaços? Os alunos do 1.º ciclo, que são os mais novos, e que estão ainda muito receptivos a estes objectos que são os livros, revela Manuel Silva.
O mesmo entusiasmo, acrescenta, pode ser encontrado também nas salas da pré-escolar, onde os livros são lidos em voz alta e folheados com deleite. Esta disponibilidade para a leitura decresce substancialmente no 3.º ciclo: para os alunos adolescentes o atractivo número um das bibliotecas são os dispositivos electrónicos que ali têm ao seu dispor.
No ano passado, último com estes dados disponíveis, existiam 21.791 computadores para uso nas bibliotecas das escolas e cerca de dois mil dispositivos de leitura digital — em 2012 estes últimos eram apenas 348.

Menos professores

Neste mundo que parece em expansão o número de professores bibliotecários, a quem compete gerir e animar estes espaços, está contudo em queda: passou de 1334, em 2014, para 1301, em 2016. Segundo Manuela Silva, esta diminuição é já reflexo da redução do número de alunos, que tem sido particularmente acentuada no 1.º ciclo.

Por lei, a afectação de professores às bibliotecas, que é feita por concurso, depende do número de alunos existente nas escolas ou agrupamentos. Em média, os professores bibliotecários têm 50 anos de idade e a maioria é do sexo feminino, repetindo assim o perfil dominante na classe. Também por lei, não podem exercer esta função em exclusivo: têm de ter uma turma para ensinar ou garantir horas de apoio aos alunos.

11 de out. de 2016

Escolas de biblioteconomia e a biblioteca universitária


Evento: Desenvolvimento de coleções

A IV Reunião Nacional do CBDC ocorrerá no SNBU em Manaus, no dia 17 de outubro, segunda-feira pela manhã.
Segue programação:
8h30 – Abertura oficial (Presidente da CBBU)
8h40 – Construindo a Gestão CBDC 2016‐2018 9h – GT Livros Impressos: apresentação da pesquisa: “Mapeamento dos procedimentos de aquisição de materiais informacionais das Instituições de Ensino Superior no Brasil” (Marcello Mundim Rodrigues e Mari Montana – UFSM) 10h – Serviços e Soluções para Biblioteca: aquisição de livros estrangeiros impressos e eletrônicos (Jonathan Contes – EBSCO)
10h20 ‐ Aquisição para o Desenvolvimento de Coleções Eletrônicas (Lenise Di Domenico – UFRGS) 11h ‐ GT E‐books:  resultados da pesquisa: “Mapeamento do uso de e‐books pelas bibliotecas Universitárias Brasileiras”. (Carlos Nascimento – UFPA e Lenise Di Domenico – UFRGS)
11h30 – Relato de pesquisa: “Trajetória histórica do CBDC e aprendizagem gerada aos seus membros” (Katiussa Nunes Bueno – UFRGS)

Contamos com a presença de todos!

Abraços,

Lenise Di Domenico
Diretoria de Comunicação do CBDC
Bibliotecária do Núcleo de Aquisição - NAQ Biblioteca Central - UFRGS

(51) 3308-3411

“Pequeno Príncipe” disponível com recursos de acessibilidade

O livro “O Pequeno Príncipe”, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, está disponível com diversos formatos e recursos de acessibilidade. O conteúdo é gratuito e de livre acesso. Confira no link: bit.ly/PequenoPrincipeAcessivel
“O Pequeno Príncipe” conta a história de um piloto que cai com seu avião no deserto. Ali ele encontra uma criança loura e frágil que diz ter vindo de um pequeno planeta distante. 
A obra está disponível em desenho universal, com os seguintes recursos: audiolivro, descrição das imagens, tradução e interpretação em Libras, legendas, leitura fácil e leitura ampliada.

Este é o primeiro dos 25 livros que serão disponibilizados online pelo Projeto Acessibilidade em Bibliotecas Públicas. A coleção tem clássicos da literatura, autores contemporâneos já consagrados e escritores que se destacam no cenário atual da literatura brasileira.

As mais impressionantes bibliotecas alemãs

Fonte: Deutsche Welle. Data: 4/10/206.
A única coisa que se precisa saber com certeza é onde fica a biblioteca, disse Albert Einstein uma vez. Confira aqui uma seleção de bibliotecas na Alemanha, em estilos que vão do barroco ao modernismo sem adornos.
Detalhes no URL:
http://www.dw.com/pt-br/as-mais-impressionantes-bibliotecas-alem%C3%A3s/g-35959076

6 de out. de 2016

Evento: Gestão do Conhecimento

I ENCONTRO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO E DA INFORMAÇÃO

São Paulo, 8.10.2016 / 9:00 – 13:00

Objetivo:
Este encontro tem como objetivo apresentar e discutir a importância da Gestão do Conhecimento e da Informação para agregar valor às instituições.
Proporcionar o intercâmbio e a troca de experiências.

Público:
Gestores, bibliotecários, advogados, arquivistas, estudantes e demais interessados.

Programação:
· Gestão do Conhecimento x Informação
   Palestrante: Dr. André Saito – diretor presidente da SBGC
· Mapeamento do Conhecimento
   Palestrante: Dr. Antônio Barroso – pesquisador do IPEN
· Inteligência Estratégica e a Organização da Informação
   Palestrante: Dr. Francisco Carlos Paletta –  Prof. Dr. ECA/USP)
· Cases: Gestão de Conhecimento
   Palestrantes: Alessandra Milauskas – PwC
                        Regina Céli de Sousa – Machado Meyer

Inscrição até 04/10.  Valor: R$ 20,00

Organizadores: SBGC / GIDJ/SP
Apoio: CRB/8, FEBAB,  ECA/USP,  ABRAINFO 

Local: Pinheiros ou Centro (divulgação em breve)

Livro digital perde o brilho e fica com só 3% do setor

Autoria: Roberta Scrivano.
Fonte: O Globo. Data: 3/10/2016.
URL: http://oglobo.globo.com/economia/negocios/livro-digital-perde-brilho-fica-com-so-3-do-setor-20220925#ixzz4M2jfB23R
Os e-books já não são mais vistos como ameaça iminente ao mercado de livros impressos no Brasil. Num setor que faturou R$ 5,23 bilhões no ano passado, as versões digitais estacionaram e hoje representam só 3% do total, o equivalente a R$ 20,43 milhões, segundo o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). Sobre o futuro, a avaliação unânime é de que os e-books serão apenas uma complementariedade ao impresso, e não sua substituição.
Até mesmo a Amazon, dona do mais tradicional dos e-readers, o Kindle, lançado em 2007, e que trouxe grande temor às editoras, admite não ver o e-book como predador. Ricardo Garrido, diretor da empresa americana no Brasil, diz que o livro digital não é um risco aos impressos e não abocanhará fatias expressivas.
— Houve um receio grande de que o e-book seria corrosivo à indústria de livros, por um problema de preços, sobretudo. Hoje, porém, descartamos totalmente esse risco. Mesmo tantos anos depois de lançados, os e-books não passam de 3% do mercado de livros nacional. Definitivamente, não representa um risco. Ele é complementar à leitura tradicional — analisa Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel.
Prova do ritmo lento do mercado de livros digitais no Brasil é a ausência de novas publicações desde o fim de 2015 sob o selo Breve Companhia, da Companhia das Letras, que era uma das grandes apostas da editora para ocupar um espaço neste mercado. Procurada, a empresa nega que o selo esteja sendo descontinuado, mas admite que está revendo a estratégia para e-books.
As editoras dedicadas exclusivamente à publicação de e-books contemporizam a situação. Eduardo Melo, fundador da Simplíssimo, embora diga que o e-book não terá a maior fatia de mercado, explica que a publicação digital é muito utilizada por escritores independentes.
— De 2011 para cá, publiquei 507 e-books e, mais da metade foi publicado depois de 2014. É um sinal de que o mercado está crescendo. Tenho clientes e muitas pessoas me procuram para saber como publicar. Não tenho dúvidas de que o e-book ainda vai crescer no Brasil — disse.
Na Livraria Cultura, que vende o e-reader canadense Kobo, que só perde em vendas para o Kindle, a perspectiva para o segmento não é otimista. O diretor Thiago Oliveira conta que há dois anos não há crescimento nas vendas nem de e-reader nem de e-book.
Entre os especialistas, também é unânime que o e-book deu muito certo em alguns gêneros, como a ficção científica, por exemplo. Um levantamento da Simplissimo, que lista os e-books mais vendidos em Amazon, Apple, Google, Kobo, Livraria Cultura e Saraiva mostra que oito dos top 10 são títulos de ficção e estrangeiros — os outros dois são romances nacionais. Entre os 30 mais vendidos, há também alguns de autoajuda e negócios.
E-READERS EM BAIXA
Há ainda mais um sinal da paralisação do mercado de leitura digital. As vendas dos e-readers, dispositivos que se considerava que seriam o protagonista da destruição das estantes de livros das livrarias, já começaram a cair nos Estados Unidos e, até 2020, vão se retrair por aqui. Dados da consultoria Euromonitor mostram que, em 2014, foram vendidos US$ 2,3 milhões em e-readers no Brasil, contra US$ 2,4 milhões em 2015. A projeção para 2020 é de US$ 1,1 milhão.
Para a Amazon, dona do mais tradicional dos e-reader, o Kindle, porém, não é um indicativo de insucesso dos e-books. Garrido apressa-se em explicar que o Kindle não é um aparelho obsoleto e que, por isso, a retração das vendas não quer dizer que a leitura digital acabou:
— O dispositivo Kindle dura muito, ou seja, uma vez que você adquiriu o aparelho, não precisará trocar por outro mais moderno. Isso quer dizer que a análise da curva de vendas tem de ser feita somando ano a ano, e não olhando desempenhos anuais.
Apesar da defesa de seu produto, o executivo concorda que o e-book não apresenta risco à leitura tradicional. Ele tem um discurso similar ao de Pereira, do Snel, e diz que vê o e-book como complementar ao impresso.
— Se um cliente nosso compra um título impresso, enquanto o livro não chega, ele pode começar a leitura pelo e-book. É um exemplo real de complementariedade — detalha.

O mapeamento deste segmento no Brasil ainda é escasso. Mas, nos Estados Unidos, uma pesquisa do Pew Research Center publicada na semana passada mostra que 65% dos americanos ainda preferem o livro tradicional quando compram um novo título. Apenas 28% optam pelo livro virtual e outros 14% escolhem o áudio-book.

Biblioteca Informatizada é construída em Nova Alvorada do Sul

Autoria: Edyelk dos Santos
Fonte: Capital News. Data: 4/10/2016.
A prefeitura de Nova Alvorada do Sul e a Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (FIEMS), por meio da articulação do deputado estadual Paulo Correa (PR) fazem parte do processo de construção da Biblioteca Indústria do Conhecimento em Nova Alvorada do Sul.
Ao todo serão investidos mais de R$ 800 mil, o que garantirá um espaço adequado para as crianças, adolescentes e jovens realizarem suas pesquisas, pois contará com um acervo de livros de diferentes níveis, CDs e DVDs e computadores com acesso à internet.
O prefeito Juvenal Neto disse que a parceria só foi possível graças à disponibilização do terreno e assinatura do termo de cooperação para manutenção do espaço físico, internet, bem como atualização do acervo da biblioteca.

“A educação sempre foi prioridade na nossa administração e temos a felicidade de ser a primeira administração a construir uma biblioteca de qualidade para atender nossa população”, finaliza Neto.

Vigilantes realizam manifestação na Biblioteca dos Barris

Autoria: Maria Landeiro.

Fonte: Correio 24 Horas. Data: 4/10/2016.

A greve entra em sua quarta semana; ao todo, 70 vigilantes estão parados por conta do não pagamento dos salários
A greve dos vigilantes da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, a Biblioteca dos Barris, entrou na sua quarta semana. Na manhã dessa terça-feira (4), um grupo com cerca de 30 seguranças realizou uma manifestação na porta da biblioteca, exigindo o pagamento dos salários atrasados. Ao todo, 70 vigilantes que trabalham em diversos espaços, não apenas na Biblioteca dos Barris, estão parados.
Na última reportagem feita pelo CORREIO, no mês passado, a Secretaria estadual de Cultura (Secult) havia informado que a verba para o pagamento tinha sido repassada à empresa Java Segurança e que o pagamento deveria ser efetuado na semana de 26 a 30 de setembro. 
“Nós soubemos de um boato que a Fundação Pedro Calmon havia pago uma fatura à empresa Java”, disse o secretário de comunicação do sindicato, Jefferson Fernandes. ”Quando falamos com eles, a empresa informou que essa fatura não é o suficiente para realizar o pagamento e que precisam que a fundação pague as outras”, completou ele.
Segundo a Java Segurança, a empresa não recebeu as faturas dos meses de julho e setembro, o que inviabilizou o pagamento dos salários de agosto e setembro. A vice-presidente da Java, Rosangela Santana, afirmou que o valor da licitação, R$ 142 mil, está defasado. “Não temos reajuste desde 2014, quando, na verdade, deveria ter todo ano”, disse ela. 
De acordo com a vice-presidente, quase R$ 120 mil são destinados ao pagamento dos salários, vale-transporte e alimentação. “Com o que sobra temos que pagar plano de saúde, seguro de vida e fardamento para todos eles. O dinheiro não dá, mas o pior são os atrasos nos pagamentos”.

O CORREIO entrou em contato com a Fundação Pedro Calmon, porém, não obteve retorno sobre o assunto. Essa é a terceira paralisação da categoria em quatro meses. Seguranças da Biblioteca Infanto-juvenil Monteiro Lobato, no bairro de Nazaré, também estão parados. 

5 de out. de 2016

Novo número: Revista Ágora

A revista Revista Ágora: políticas públicas, comunicação e governança informacional acaba de publicar seu último número, disponível em https://seer.ufmg.br/index.php/revistaagora.

Revista Ágora: políticas públicas, comunicação e governança informacional v. 1, n. 1 (2016)
Sumário
Apresentação (1-3).  Maria Aparecida Moura
Artigos
A cultura organizacional e os desafios da Lei de Acesso à informação nas instituições públicas brasileiras (4-25). Simone Regina Luiz Gomes, Rodrigo Moreno Marques, Marta Macedo Kerr Pinheiro.
O direito ao esquecimento e os desafios impostos pelas tecnologias da informação e comunicação (26-43). Luciana Gonçalves Silva Souza, Kátia Gonçalves dos Santos.
Participação social e leitura: o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas de Belo Horizonte (44-77). Ana Amélia Lage Martins, Fabíola Ribeiro Farias.
Intersetorialidade: tendência contemporânea na organização de políticas públicas. A experiência do Programa Maior Cuidado. (78-103). Taiane Queithe da Silva Faustino.
Governança Informacional: possibilidades de ações governamentais sistêmicas por Território de Desenvolvimento no Estado de Minas Gerais (104-120). Rogério Luís Massensini.
Diálogos
Política de Governança Digital Brasileira: em pauta a participação social e a transparência ativa (121-125). Maria Aparecida Moura.
Entrevista
A banalização da violência contra as mulheres e a “cultura do estupro” no Brasil (126-131). Marlise Míriam de Matos Almeida.


Revista Ágora: políticas públicas, comunicação e governança informacional https://seer.lcc.ufmg.br/index.php/revistaagora

Banco do Brasil capacita mais de 4 mil servidores públicos municipais

Fonte: Jornal Agora MS. Data: 3/10/2016.
URL: http://www.agorams.com.br/jornal/2016/10/banco-do-brasil-capacita-mais-de-4-mil-servidores-publicos-municipais/
O Portal UniBB Setor Público, da Universidade Corporativa BB, criado para ofertar conteúdos educacionais on-line para auxiliar na gestão municipal, contabiliza 5.064 cursos concluídos, 11.160 acessos totais e 2.713 acessos a itens de biblioteca e vídeos educacionais. O portal já conta com mais de 4 mil usuários, em 11 estados. Prefeitos, Secretários e Assessores de 665 prefeituras acessam material de formação profissional e também sobre temas específicos da gestão municipal, elaborados pelo BB, em parceria com órgãos públicos especialistas nos temas, como o Tribunal de Contas da União, o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
“A UniBB busca contribuir na capacitação dos gestores municipais, levando a eles uma proposta inovadora de ensino a distância e uma experiência educacional eficiente”, ressalta José Caetano Minchillo, diretor de gestão de pessoas do BB.
Dentre os cursos mais acessados estão: “Importância do Orçamento Público”, “Educação Financeira” e “Desafios da Gestão Municipal”. Já entre as prefeituras que mais acessam o Portal, destacam-se a de Campinas/SP, Sertãozinho/SP e Santo André/SP.
A intenção do BB é ampliar o Portal, lançado em dezembro de 2015, para todas as prefeituras do país até o ano de 2017. No próximo ano, também será iniciado piloto de expansão para a esfera estadual.
Sobre a UniBB
A Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) destaca-se pela inovação em soluções educacionais e pela atratividade e eficácia dessas soluções, disponibilizando aos funcionários treinamentos nas modalidades presenciais, em serviço (on the job) e a distância por meio do Portal UniBB e do aplicativo UniBB Mobile.
O Portal da Universidade Corporativa Banco do Brasil recebe uma média de 23.791 acessos diários. Cada funcionário realiza por ano, em média, 19 cursos on-line no Portal UniBB ou no UniBB Mobile, aplicativo de capacitação por tablets e smartphones (mobile learning) disponível para os funcionários na App Store e na Google Play.
A UniBB disponibiliza, ainda, um acervo com mais de 289 mil livros físicos para empréstimos, e uma Biblioteca Virtual com mais de 4,5 mil títulos, na íntegra, em 40 áreas de conhecimento, publicados pelas mais conceituadas editoras do País. Os e-books da Biblioteca Virtual podem ser acessados a qualquer hora, por computadores ou tablets.

Em 2015, a Universidade recebeu o prêmio internacional Global CCU Awards de “Melhor Universidade Corporativa do Mundo”. A premiação, promovida pelo instituto europeu Global Council of Corporate Universities reconhece as melhores práticas e programas de educação corporativa existentes nos cinco continentes. O reconhecimento baseou-se em avaliação feita por banca avaliadora composta por renomados profissionais de educação corporativa de diferentes países.

Cidade no sul do Japão reabre biblioteca danificada por terremotos em abril

Fonte: Mundo Nipo. Data: 3/10/2016.
URL: http://mundo-nipo.com/noticias-2/03/10/2016/cidade-no-sul-do-japao-reabre-biblioteca-danificada-por-terremotos-em-abril/
Uma biblioteca pública foi reaberta no município de Mashiki, na província de Kumamoto, sudoeste do Japão, região severamente atingida por dois fortes terremotos em abril deste ano, além de milhares de réplicas, que afetaram drasticamente centenas de construções, tanto residenciais como públicas.
O evento de reabertura da biblioteca foi realizado no sábado (1), cerca de 5 meses e meio após o local sofrer danos provocados pelos terremotos, principalmente no equipamento de iluminação, além de algumas rachaduras nas paredes.
Contudo, grande parte da reforma na edificação foi concluída há cerca de um mês. A reabertura não se deu antes porque o local também estava sendo usado como centro de acolhimento aos desabrigados até o final de agosto.
O diretor da biblioteca, Hironari Nishiyama, manifestou esperanças de que a leitura de livros venha a ajudar as pessoas a esquecer o sofrimento pelo qual passaram. Ele disse que deseja continuar a coletar material relacionado aos terremotos para transmitir a experiência às gerações futuras.

Fontes: NHK News | The Asahi Shimbun.

Município organiza Semana Nacional do Livro e da Biblioteca

Fonte: Massa News. Data: 4/10/206.
A partir da primeira semana de outubro, a população poderá conferir a programação completa da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca e se inscrever nos cursos, oficinas, palestras e outras atividades, que acontecerão de 21 a 28 de outubro, em diversos pontos da cidade. Todas as atividades serão gratuitas e abertas à comunidade. O cronograma completo dos eventos, datas, horários e locais de realização estarão disponíveis a partir da próxima semana.
 Para a abertura das atividades, dia 21 de outubro, está prevista a palestra com a professora doutora em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista, Ana Cristina de Albuquerque. No sábado, dia 28 de outubro, das 8 às 18 horas, será realizada uma feira do livro trazendo as novidades do ramo literário, lançamento de obras, estande de editoras com produtos em promoções, oficinas, debates sobre os livros cobrados em vestibulares da região, além de outras atrações. Ela será montada no Colégio Mãe de Deus (Rua Pará, 845, Centro).
 Segundo a coordenadora de atendimento, programação e extensão das Bibliotecas Públicas de Londrina, Leda Maria Araújo, a intenção é fazer uma articulação em rede em âmbito municipal. “Pretendemos fazer uma articulação em rede e oferecermos mais ações culturais de usufruição para trazer público à biblioteca com ações de fomento ao livro, a leitura e a literatura”, afirma.
 Participarão das ações da semana, o Sistema de Bibliotecas Públicas Municipais, a Secretaria Municipal de Cultura e de Educação, SESC, SENAI, Colégio Marista, Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Sistema de Bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), e o Centro Universitário Filadélfia (Unifil).

A promoção da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, em âmbito municipal, é da Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Sistema de Bibliotecas Públicas do Município de Londrina e conta com parcerias público-privadas.

A biblioteca é nossa!

Servidores e empregados da CPRH protestam contra a transferência da biblioteca
Fonte: Diário de Pernambuco. Data: 4/10/2016.
Categoria denuncia que o espaço vem passando por um processo de desmonte, sem receber apoio da diretoria nos últimos 10 anos
Servidores e empregados da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realizam, nesta quarta-feira, um ato público contra a transferência da biblioteca da sede do órgão para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). O ato, organizado pelo sindicato da categoria, foi definido durante assembleia realizada no dia 26 de agosto.
A programação teve início pela manhã, com panfletagem em frente à CPRH. À tarde haverá mobilização e caminhada até a Semas. Com o tema “A Biblioteca é Nossa! ”, os trabalhadores pedem a permanência da considerada "melhor biblioteca ambiental do Norte e Nordeste do Brasil" e uma das melhores de todo país, com um acervo acima de 10 mil títulos.
A categoria denuncia ainda que o espaço vem passando por um processo de desmonte, não recebendo, nos últimos 10 anos, nenhum apoio das sucessivas diretorias da CPRH e sendo transferida para o Anexo II.
Além do atendimento ao público externo, a biblioteca oferece condições para o corpo técnico da agência obter informações para executar as atividades de controle ambiental com maior embasamento. Para a classe, o serviço será prejudicado caso se concretize a transferência para outro local. “Entendemos que a transferência para a Semas demonstra mais um equívoco da atual gestão da CPRH, em virtude dos investimentos já realizados naquele Centro durante anos anteriores às últimas gestões da Agência”, comenta o presidente do Sintape, Manoel Saraiva

Nota do blog:

Sem entrar no mérito da validade ou não do pedido dos servidores dessa agência pernambucana, é importante frisar o aspecto inovador. São os usuários que estão lutando pela biblioteca!

Evento: bibliotecas eclesiásticas de Portugal

A Coordenação de História da Ciência (CHC) do MAST através do Núcleo de Estudos Históricos dos Artefatos de C&T e o Programa de Pós-Graduação em História Social da PUC-Rio convidam para a próxima quarta-feira dia 06 DE outubro as 15h na PUC-Rio localizada na Rua Marquês de São Vicente, 225 - Gávea para a palestra "Clavis Bibliothecarum: uma chave para o mundo das antigas bibliotecas eclesiásticas de Portugal" com o Prof. Henrique Leitão (CIUHCT/Universidade de Lisboa - Portugal).
Resultado de um trabalho de pesquisa de seis anos, com Luana Giurgevich, a obra "Clavis Bibliothecarum: Catálogos e Inventários de Livrarias de Instituições Religiosas em Portugal até 1834" identifica cerca de 1.000 catálogos e inventários de cerca de 400 antigas bibliotecas de conventos, mosteiros e casas religiosas de Portugal. Além disso, apresenta mais de 300 documentos acerca do funcionamento dessas bibliotecas. Trata-se, portanto, do maior estudo sobre as antigas bibliotecas portuguesas que, pela primeira vez, permite formar uma "cartografia" integral desse imenso sistema de bibliotecas, dos seus fundos, e do seu funcionamento.
O objetivo desta apresentação consiste em mostrar os dados que imediatamente se podem retirar deste estudo, bem como as suas consequências diretas para a história do livro antigo e da cultura em Portugal e no Brasil.