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30 de mar. de 2016

Governo deve livros do Programa Nacional Biblioteca na Escola

Fonte: Publish News. Data? 29/03/2016.
URL: www.publishnews.com.br/materias/2016/03/29/cbl-se-diz-preocupada-indignada-e-constrangida-pelo-calote-do-pnbe

Na última segunda-feira (28), a Câmara Brasileira do Livro (CBL) expediu um ofício a Antonio Idilvan de Lima Alencar, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), externando a sua preocupação e indignação com a inadimplência do Programa Nacional Biblioteca na Escola (PNBE Temático). No documento, Luís Antonio Torelli, presidente da CBL, diz que as 36 editoras que aceitaram participar do programa têm procurado a entidade em busca de soluções para a falta de pagamento. (...) 

6 de nov. de 2012

Mais de 85 mil escolas receberão acervo de 360 livros


Programa Nacional Biblioteca da Escola atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de estudantes do ensino médio

Fonte: Sonda Brasil. Data: 5/11/2012.

URL: http://www.sondabrasil.com.br/new.asp?cod=24145&dpto=1

Um acervo contendo 360 obras foi selecionado para integrar o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) no próximo ano. O resultado da avaliação pedagógica foi divulgado, e publicado no Diário Oficial da União, da segunda-feira (29) pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretária de Educação Básica (SEB).

O PNBE 2013 atenderá mais de 12,3 milhões de alunos dos anos finais do ensino fundamental além de, aproximadamente, 7,5 milhões de alunos do ensino médio - com orçamento previsto de R$ 75 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para aquisição e distribuição das obras.

Serão distribuídos três acervos distintos, com 60 títulos cada, totalizando 180 títulos, para os anos finais do ensino fundamental e na mesma quantidade para o ensino médio.

Segundo o edital, cerca de 6,7 milhões de obras literárias serão distribuídas para 85,2 mil escolas públicas federais e das redes de ensino municipais, estaduais e do Distrito Federal. Do total de instituições atendidas, 50,5 mil escolas oferecem matrículas dos anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e 34,7 mil são escolas do ensino médio.

O objetivo do programa é oferecer literatura da melhor qualidade aos estudantes brasileiros e, com isso, fomentar cada vez mais a leitura nas escolas, afirma o secretário de educação básica do MEC, Cesar Callegari, que reconhece ainda ser necessário fortalecer alguns pontos.

“Nosso grande desafio é capacitar professores para que eles possam fazer este trabalho de mediação com os alunos. A ideia é que eles conheçam o teor dos livros e assim possam usá-los adequadamente, se apropriando do conteúdo e incentivando os alunos e seus familiares a lerem”, salientou Callegari.

O acervo também estará disponível por meio da tecnologia Mecdaisy, um conjunto de programas que permite transformar qualquer formato de texto disponível no computador em texto digital falado.

Durante a realização do processo de avaliação, seleção e formação dos acervos, o ministério estabeleceu parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O Programa Nacional Biblioteca da Escola foi desenvolvido em 1997 e tem o objetivo de promover o acesso à cultura e o incentivo à leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência.

O atendimento é feito em anos alternados: em um ano são contempladas as escolas de educação infantil, de ensino fundamental (anos iniciais) e de educação de jovens e adultos. Já no ano seguinte são atendidas as escolas de ensino fundamental (anos finais) e de ensino médio. Atualmente, o programa atende de forma universal e gratuita todas as escolas públicas de educação básica cadastradas no Censo Escolar.

O PNBE divide-se em três ações: avaliação e distribuição de obras literárias, cujos acervos são compostos por textos em prosa (novelas, contos, crônica, memórias, biografias e teatro), em verso (poemas, cantigas, parlendas, adivinhas), livros de imagens e livros de história em quadrinhos; o PNBE Periódicos, que avalia e distribui periódicos de conteúdo didático e metodológico para as escolas da educação infantil, ensino fundamental e médio; e o PNBE do Professor, que tem por objetivo apoiar a prática pedagógica dos professores da educação básica e também da Educação de Jovens e Adultos (EJA) por meio da avaliação e distribuição de obras de cunho teórico e metodológico.

Com o intuito de auxiliar alunos e professores em relação à Reforma Ortográfica, o MEC distribuiu, no ano de 2010, mais de 204 mil exemplares do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), desenvolvido pela Academia Brasileira de Letras, beneficiando 137.968 escolas.

A lista das obras inclui obras como A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick; Viagem ao Centro da Terra, do escritor Julio Verne; Dom Casmurro, de Machado de Assis; Moby Dick, de Herman Melville; Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, e Nietzsche em HQ, da Singular Editora.

21 de fev. de 2011

Disputa cada vez mais apertada pelo PNBE

Autora: Raquel Cozer.
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 19/02/2011.
Está cada vez mais acirrada a disputa de editoras para emplacar livros no Programa Nacional de Biblioteca na Escola (PNBE), que garante a compra de grandes tiragens pelo governo. Conforma a coluna Babel, pela primeira vez, o número de casas inscritas superou em muito o de títulos a serem selecionados para distribuição em escolas federais. O edital para 2012, encerrado no dia 4, atraiu 301 editoras, com um total de 3.059 obras inscritas, sendo que 250 títulos serão escolhidos. Em 2006, apenas 165 editoras manifestaram interesse. Em geral, segundo Rafael Torino, diretor de ações educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, de 60 a 90 editoras têm livros selecionados.

15 de jan. de 2011

Livros para bibliotecas escolares

Fonte: Portal do Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Será aberto na próxima segunda-feira, dia 10 de janeiro de 2010, o processo de inscrição e avaliação de livros de literatura para o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE). As obras serão destinadas a instituições públicas que ofereçam os anos iniciais do ensino fundamental, educação infantil e educação de jovens e adultos.
A etapa de cadastramento de editores e de pré-inscrição das obras vai até o dia 23; a inscrição e a entrega das obras e da documentação, de 31 de janeiro a 4 de fevereiro. Cada obra deve ser inscrita em apenas uma das quatro categorias previstas em edital — categoria 1, instituições de educação infantil, etapa creche; categoria 2, instituições de educação infantil, etapa pré-escola; categoria 3, instituições que atendam alunos dos anos iniciais do ensino fundamental; categoria 4, instituições que atendam alunos da educação de jovens e adultos, etapas ensino fundamental e médio.
Os gêneros literários abrangem poema, conto, crônica, novela, teatro, texto da tradição popular, romance, memória, diário, biografia, relatos de experiências, obras clássicas da literatura universal, livros de imagens e de histórias em quadrinhos. Nas antologias, o prefácio deve apresentar  critérios que justifiquem a organização da obra.
Serão aceitos livros que não tenham sido adquiridos em edições anteriores do PNBE, mesmo que os direitos autorais pertençam a outro editor ou que o projeto gráfico-editorial seja diferente. Na edição deste ano do programa, além dos impressos, serão aceitas inscrições de livros em formatos especiais para estudantes com deficiência. As obras terão caracteres ampliados, áudio e CD ou DVD na linguagem brasileira de sinais (Libras). Todas as obras estarão atualizadas com base no recente acordo ortográfico da língua portuguesa.
Os livros também estarão disponíveis em formato digital na página eletrônica do Ministério da Educação. O software desse formato baseia-se no padrão internacional daisy-digital accessible information system, que permite reprodução audível com uso de gravação ou síntese de fala, navegação pelo texto, reprodução sincronizada dos textos selecionados, ampliação de caracteres e conversão para o método braile. Os livros para alunos da educação infantil serão produzidos em material atóxico para crianças até três anos.