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7 de mai. de 2014

Internet perto dos 3 bilhões de usuários

Fonte: ABINEE. Data: 6/05/2014.
Novos números publicados nesta segunda-feira, 5/5, pela União Internacional das Telecomunicações, indicam que ao fim de 2014 serão cerca de 3 bilhões os usuários da Internet em todo o mundo - dois terços deles em países em desenvolvimento e 2,3 bilhões de acessos em banda larga móvel.
A UIT calcula, portanto, que cerca de 40% da população mundial terá acesso à Internet até o fim deste ano. Mas ainda que em números absolutos a maioria dos internautas esteja em países em desenvolvimento, é também neles que vivem 90% das pessoas que ainda não têm acesso à rede.
Ao fim de 2014, a penetração da banda larga fixa deverá chegar a 10% em todo o mundo, sendo 44% dos acessos na região Ásia-Pacífico, 25% na Europa e menos de 0,5% na África. "Apesar do crescimento em dois dígitos nos últimos anos, a penetração na África segue muito baixa", diz a UIT.
Nas Américas, a taxa de crescimento é a mais baixa - cerca de 2,5% - o que sugere que até o fim do ano a penetração da banda larga fixa na região deverá chegar a 17%. Já na Europa, a penetração da banda larga fixa equivale a três vezes a média mundial.
No caso da banda larga móvel, a UIT calcula que os 2,3 bilhões de acessos em 2014 vão representar uma penetração mundial de 32% do serviço - sendo que nos países desenvolvidos o índice chegará a 84%, ou quatro vezes a penetração verificada nos países em desenvolvimento (21%).
Os maiores percentuais de penetração da banda larga móvel estão na Europa (64%) e nas Américas (59%), seguido das repúblicas da Comunidade de Estados Independentes (repúblicas da ex-URSS, com 49%), Estados Árabes (25%), Ásia-Pacífico (23%) e África (19%).
Visto pela penetração nos domicílios, a UIT calcula que a penetração do acesso à Internet já atinge a saturação nos países desenvolvidos - índice de 78%. O percentual é bem menor, 31%, quando medida a penetração da Internet em domicílios dos países em desenvolvimento.
No Brasil, a penetração de banda larga fixa ainda é pouco inferior à média global e tem baixa qualidade: mais de 50% das velocidades dos planos variam entre 256 kilobits por segundo e 2 megabits por segundo. Velocidades acima de 10 megabits por segundo têm penetração de apenas 2,5% entre a população. Na Coreia do Sul, o percentual chega a 37%.

Os números também mostram 7 bilhões de acessos da telefonia móvel. O crescimento se deve aos países em desenvolvimento, que concentra 78% dos acessos móveis, mas o ritmo está em seu menor nível - 2,6% a. a. - o que indica que o mercado se aproxima da saturação, segundo a UIT. 

22 de jun. de 2011

Entidades comemoram sucesso do twitaço pela banda larga

Fonte: Tele Síntese. Data: 21/06/2011.
Autora: Lúcia Berbert.
Postagens sobre o tema alcançaram o topo dos assuntos mais falados no microblog nesta terça-feira
O twitaço em favor da campanha “Banda Larga é um Direito Seu”, marcado para esta terça-feira (21) alcançou os Trending Topics Brasil (espécie de ranking dos assuntos mais falados no microblog), com mais de três mil postagens sob a hashtag #MinhaInternetCaiu e obteve 1474 twitters só na última hora (entre 16h e 17h), além de cerca de 1600 pessoas que aderiram à campanha no Facebook.
A campanha é promovida por cerca de 60 entidades sociais, que defendem um serviço de acesso à internet mais barato, de melhor qualidade e oferta universalizada. O twitaço foi proposto pelas entidades para evitar o que consideram a transferência do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) para as operadoras privadas.
As entidades defendem a reabertura imediata das negociações sobre o PNBL e o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), que deve ser assinado na próxima semana pela presidente Dilma Rousseff.
O Ministério das Comunicações, que recebeu o maior número de mensagem no seu Twitter, não quis comentar o assunto.

13 de jan. de 2011

Banda larga no Brasil

Fonte: Agência Brasil. Data: 12/1/2011.
A internet de alta velocidade deve estar disponível para a grande maioria da população em, no máximo, quatro anos, garante o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Segundo ele, o governo federal deverá definir, nos próximos cinco meses, os detalhes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que estabelece as diretrizes para a massificação do acesso à banda larga no país.
Segundo o ministro, será preciso um grande esforço conjunto dos governos estaduais e federal e da iniciativa privada para baratear o preço do serviço. “Nos últimos anos, a compra de computadores no Brasil foi facilitada, mas acesso à internet ainda é caro e muito restrito”, avaliou.
Paulo Bernardo anunciou que determinou à nova diretoria dos Correios que prepare uma nova licitação para o serviço de Banco Postal, cujos atuais contratos terminam em novembro.
Em relação aos contratos com as 1,4 mil agências franqueadas, que venceram e foram prorrogados até junho, ele disse que o governo pode retomar os serviços concedidos caso a licitação de novos contratos fracasse. “As franquias são uma coisa boa, e devem continuar. Mas, se a licitação não der certo, não vamos ficar prorrogando, vamos tomar conta do serviço”.
O ministro disse ainda que o governo poderá buscar alternativas para baratear ou acabar com a assinatura básica da telefonia fixa. Segundo ele, os valores cobrados atualmente são altos, mas a assinatura básica está prevista em contrato e qualquer alteração deve ser negociada com as operadoras.