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13 de dez. de 2012

Centenário de Jorge Amado


Fonte: Biblioteca Nacional. Data: 12/12/2012.
Biblioteca Nacional celebra centenário de Jorge Amado
 A Biblioteca Nacional inaugurará amanhã, quarta-feira, no Rio de Janeiro, uma exposição para comemorar o centenário de Jorge Amado, informou hoje a instituição.
A mostra consiste em 30 peças do acervo da biblioteca, como livros, manuscritos e fotografias, que permitirão conhecer melhor um dos grandes autores da literatura brasileira.
Jorge Amado, autor de obras como 'Dona Flor e Seus Dois Maridos' e 'Gabriela, Cravo e Canela', nasceu em 10 de agosto de 1912 em Itabuna (BA) e faleceu em Salvador em 6 de agosto de 2001.
A exposição ficará aberta ao público até o fim de fevereiro.
Jorge Amado é o escritor brasileiro com mais obras adaptadas para a televisão e um dos autores mais lidos no exterior.
De acordo com a Biblioteca Nacional, seus livros foram traduzidos para 49 idiomas e oferecidos em Braille e em áudio para cegos.

4 de dez. de 2012

Centenário de Jorge Amado


A partir de 12/12, a Biblioteca Na­cional apresenta uma mostra em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge Amado. Cerca de 30 peças estarão expostas, entre manuscritos, livros e fotografias, para que o público conheça um pouco mais de uma das maiores figuras da literatura brasileira, que completaria 100 anos no dia 10/8/2012. Dono de uma obra extensa, com 23 romances, memórias, contos, biografias e obras infantis, Jorge Amado é autor de grandes obras da literatura nacional, como “Mar Morto” (1936), “Capitães da Areia” (1937), “Gabriela, Cravo e Canela” (1958), “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1966), e “Tieta do Agreste” (1977).

A Mostra está localizada no 2º andar da Biblioteca Nacional, e disponível para visitação de segunda a sexta de 09h às 20h, sábado de 09h às 17h e domingos e feriados de 12h às 17h. Entrada franca.

18 de ago. de 2012

Jorge Amado perde entre os jovens


Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 10/08/2012.
Autor: Marco Rodrigo Almeida.
No centenário de Jorge Amado, a Folha destaca a queda do sucesso do escritor, símbolo da literatura brasileira lá fora, no exterior. Se, em 1962, Gabriela, Cravo e Canela chegou a ficar por quase um ano na lista dos mais vendidos do jornal "The New York Times", hoje em dia parece não atrair a nova geração: “Pesquisadores estrangeiros ouvidos pela Folha dizem que Amado continua o símbolo da literatura brasileira no exterior, mas ficaram restritos aos círculos acadêmicos e pouco cativa novos leitores e escritores.”

8 de ago. de 2011

Salve, Jorge!

Fonte: O Globo. Data: 06/08/2011.
Autora: Cristina Tardáguila
Cumprem-se dez anos da morte de Jorge Amado. E, na próxima quarta-feira, 99 de seu nascimento. Entre lamentar a perda de sua risonha companhia e celebrar sua obra, a família do baiano preferiu ficar com a segunda opção. No dia 10, numa "merenda" na Fundação Casa de Jorge Amado, em Salvador, começa oficialmente o ano do centenário do escritor, com a divulgação dos eventos que vão preencher a agenda de comemorações. Antes de 2012 chegar ao fim, Jorge estará por todos os lados: no museu, cinema, teatro e até mesmo em seu amado carnaval. O ponto alto da celebração será a exposição "Jorge, Amado e universal". Ela ocupará 400 metros quadrados do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, entre os meses de março e julho e, em seguida, migrará para o Museu de Arte Moderna de Salvador.
Nota do blog:
O centenário do nascimento de Jorge Amado merece ser bem comemorado. Maiores detalhes sobre a programação do centenário podem ser obtidas no

12 de abr. de 2011

Primeira obra de Jorge Amado completa 80 anos

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 11/04/2011.
Autor: Marcelo Bortoloti.
Há 80 anos, o escritor Jorge Amado (1912-2001) publicava seu primeiro livro, O País do carnaval (176 pp., R$ 39), relançado neste mês pela Companhia das Letras. Com 18 anos, produziu um romance com pouco do colorido e da brasilidade que marcariam sua obra futura, mas inaugurou ali uma produção literária que mudaria para sempre o mercado editorial brasileiro. Ao longo da carreira, com 45 livros publicados, a maioria romances, vendeu 20 milhões de exemplares no Brasil e foi traduzido em 55 países, onde, estima-se, tenha vendido 60 milhões de livros. Isso fez dele o escritor brasileiro de maior público, só superado por Paulo Coelho. Apesar do feito, Amado nunca conseguiu romper a resistência da crítica especializada e, sobretudo do meio acadêmico. Dez anos após sua morte, e a um ano do centenário de nascimento, o descompasso entre seu sucesso com o público e a resistência da crítica permanece.