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1 de mai. de 2013

"Neuromancer" completa 30 anos


'Neuromancer', a obra que legitimou o cyberpunk, completa 30 anos. As histórias desse subgênero da ficção científica se passam em futuro distópico com ênfase em alta tecnologia e degradação social
Um mundo onde as corporações multinacionais têm grande poder e controlam um volume substancial da sua vida; onde a computação e a internet estão em todos os lugares, sendo usados até para fins militares; onde as cidades se expandiram tanto até se fundirem; e onde a interface entre homem e máquina está avançando.
Pode parecer uma descrição do mundo atual ou mesmo de alguns anos à frente, mas na verdade é o futuro representado no romance Neuromancer, do escritor norte-americano William Gibson.
Escrito em 1983 (mas publicado em 1984), o livro transformou esse cenário num elemento integral do subgênero que legitimou o cyberpunk. Tecnologias de informação e cibernética mescladas à desintegração na ordem social são alguns dos elementos que caracterizam esse estilo
Detalhes no URL:

Na Amazon (brochura: US$ 17.41; edição para o Kindle US$ 5.04):


7 de jan. de 2011

Editora altera texto de Mark Twain

Autor: Julie Bosman.

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 7/01/2011.

Alguma coisa está faltando em uma nova edição de As aventuras de Huckleberry Finn (1884). Ao longo do livro, por 219 vezes, a palavra "nigger" [algo como crioulo] foi substituída por "slave" [escravo], por decisão da editora NewSouth Books, sediada no Alabama, que planeja lançar a nova versão do romance em fevereiro. Alan Gribben, professor de inglês na Universidade Auburn, em Montgomery, procurou a editora e propôs a ideia. Desde que a editora discutiu o plano de lançar o livro, em reportagem publicada esta semana pela revista "Publishers Weekly", vem recebendo e-mails e telefonemas desfavoráveis, disse Suzanne La Rosa, cofundadora e diretora editorial da NewSouth Books. A notícia deflagrou uma tempestade de comentários furiosos on-line, com a editora sendo criticada por "censura" ou "correção política".