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8 de jan. de 2016

Biblioteca histórica da Igreja de Itu (SP)

Fonte: Itu.com
Data:
URL: www.itu.com.br/nossa-cidade/noticia/biblioteca-historica-identifica-periodicos-do-acervo-20151229
Entre os meses de setembro e novembro de 2015 os trabalhos de organização da Biblioteca Histórica da Igreja do Bom Jesus estiveram focados na identificação dos periódicos do acervo. Dezenas de revistas católicas e da cultura geral foram separadas, acondicionadas e classificadas por datas de publicação. O projeto é dirigido pela Bibliotecária voluntária, Prof. Maria Cristina Monteiro Tasca, que tem dedicado um tempo à organização desse precioso acervo.

Grande número de exemplares da revista Mensageiro do Coração de Jesus, fundada em Itu em 1896, foi identificado. A biblioteca está localizada exatamente onde foram as oficinas da revista, entre 1896 e 1927. O acervo já está servindo a pesquisadores. Em novembro houve duas pesquisas para estudos de doutorado em Linguística e para montagem de mostra no acervo do Museu da Música – Itu.



24 de fev. de 2015

QUALIS da CAPES: CGU manda arquivar planilhas dos títulos de periódicos

A solicitação era para que a CAPES divulgasse as planilhas com os componentes da avaliação Qualis periódicos de todas as áreas – conforme pode ser visto neste e neste outro post. Cada uma das 24 coordenações de área do órgão é responsável por estabelecer os critérios que definem a nota dos periódicos onde é publicizada a ciência produzida no Brasil. Essa nota tem um papel fundamental para a avaliação acadêmica, pois é a partir dela que se mede a produtividade, se avaliam pesquisadores e programas de pós-graduação e se distribuem verbas e bolsas. Ademais, a nota QUALIS está diretamente relacionada às relações de poder estabelecidas entre aqueles que controlam os canais de comunicação científica e a comunidade científica de modo geral.
Atualmente os critérios para se estabelecer as notas dos periódicos são definidos sem qualquer processo de consulta pública à comunidade acadêmica. Embora os critérios sejam expostos, com grau de detalhamento variável, pelas coordenações de área, eles não podem ser auditados em sua aplicação. A mesma se dá às escuras: não se conhece tais planilhas ou mesmo se elas existem. Isso dá margem a suspeitas sobre a influência de interesses políticos, uma vez que essa avaliação tem fortes implicações na carreira de pesquisadores, no êxito de grupos de pesquisa e programas de pós-graduação, no sucesso comercial de editoras científicas e se relaciona ao acesso a recursos públicos oferecidos à ciência brasileira. A abertura desses documentos – que não estão sujeitos a qualquer situação de sigilo prevista pela Lei de Acesso à Informação (LAI) – é fundamental para que o processo possa vir a luz e ficar disponível ao escrutínio público.
A CGU demorou cerca de 20 meses para decidir, sendo que em maio de 2013, o presidente da CGU tinha determinado que a CAPES disponibilizasse tais dados.
Na resposta final da CGU, afirma-se que:
“A CGU buscou organizar reunião com a participação do cidadão e dos representantes da CAPES de modo a possibilitar compreender o processo de avaliação do sistema Qualis.” (23480.020334/2012-91, despacho de arquivamento).

Cabe observar que em nenhum momento o solicitante foi procurado pela CGU para tal encontro.
O parecer surpreendentemente afirma que se “constatou não existirem documentos além daqueles já entregues ao cidadão” – cabe dizer que a CAPES não entregou NADA do solicitado – e pede que o órgão passe a produzir e divulgar tais documentos:
“Por meio do Relatório de Auditoria no 201407745, a SFC constatou não existirem documentos além daqueles já entregues ao cidadão e recomendou à entidade aprimorar seus procedimentos de transparência no âmbito do Qualis, produzindo e divulgando em seu site documentos que demonstrem de forma detalhada a utilização dos indicadores previstos na metodologia (quantitativos e qualitativos) de modo a deixar claro como a comissão chegou à classificação dos periódicos.”

O relatório da “auditoria” da CGU tampouco foi disponibilizado pelo órgão, embora numa das respostas tivessem indicado que o documento estaria disponível no link http://sistemas.cgu.gov.br/relats/relatorios.php. Em busca no site da CGU, é possível localizar apenas relatório de auditoria de contas no órgão.
As Informações existem ou não existem?
Se as informações sobre como são aplicados os critérios não existem, então todo o sistema QUALIS de avaliação da qualidade da produção científica brasileira seria um gigantesco castelo de cartas? Se confirmado, esse complexo simulacro serviria para escamotear trocas de interesses pessoais e coletivas envolvendo imensos recursos públicos, de modo a torná-los imunes a qualquer auditoria. E se não existem registros públicos, estamos em face de um escândalo de proporções gigantescas.
Caso essas informações existam, a CGU como órgão de controle deixou de cumprir seu papel, mostrando não possuir nem força nem independência para fazer valer a lei.
Arquivamento do pedido
A conclusão do relatório, é pelo arquivamento do pedido:
“Por todo o exposto, opina-se pelo arquivamento do processo em epígrafe, haja vista inexistirem documentos adicionais a ser fornecidos ao cidadão, razão pela qual não merece prosperar a denúncia de descumprimento de decisão apresentada.”
Com o “arquivamento” do pedido, a CGU manda para sua gaveta uma solicitação que atendia não apenas àqueles que defendem uma ciência aberta e transparente, mas ao interesse maior da sociedade brasileira, que é a ética na gestão pública.
Cabe dizer que com mais de dois anos de lei e nenhuma punição por descumprimento da Lei de Acesso à Informação (LAI), a CGU parece se apequenar cada vez mais, mostrando que não é um órgão preparado para a importante função que lhe foi atribuída de zelar pelo cumprimento da LAI junto ao Poder Executivo Federal.

Fonte: Blog do OKBR, em 24/02/2015.

29 de jan. de 2015

Os primeiros journals

Fonte: Revista FAPESP, n. 227, Janeiro de 2015.
Autoria: Carlos Fioravanti.
Publicações especializadas em ciência começaram a circular há 350 anos na França e Inglaterra
Um boletim de 12 páginas com o título de Journal des Sçavans chegou às mãos dos moradores de Paris no dia 5 de janeiro de 1665. Dois meses depois, em 6 de março, saía em Londres o primeiro número da Philosophical Transactions. Eram as primeiras revistas científicas da Europa – mais tarde chamadas genericamente de journals –, que desde então sofreram numerosas mudanças para se adequar às circunstâncias, ao tempo e às transformações da ciência. As duas circulam até hoje.
O primeiro número de Le Journal des Sçavans, com oito itens, dos quais sete eram resenhas de livros, foi publicado quase dois anos antes da fundação da Academia Real de Ciências da França. Depois chamada Journal des Savants (savant significa estudioso ou sábio), a revista oferecia notícias sobre avanços da ciência – a exemplo da primeira transfusão de sangue na França, em 1667 – e das artes, decisões do governo e da Igreja, resenhas de livros e obituários, entre outros tópicos. Seu primeiro editor foi Denis de Sallo, conselheiro do Parlamento de Paris, advogado, escritor e homem de confiança de Jean-Baptiste Colbert, ministro das Finanças do rei Luís XIV.
Le Journal des Savants viveu com o patrocínio real até 1701, parou de circular em 1792 – durante a Revolução Francesa (1789-99) – e foi retomado e reorganizado em 1816, centrando-se em literatura. A revista foi mantida com recursos do governo federal e depois do Instituto de França, que reúne as principais instituições acadêmicas francesas. Uma das integrantes do instituto, a Académie des Inscriptions et Belles-Lettres, assumiu a publicação a partir de 1909. Nesse mesmo ano a revista publicou um relato do geógrafo francês Paul Vidal de La Blache, mencionando as regiões montanhosas do sul do Brasil. Inicialmente semanal, o periódico é semestral desde 1992.
A inglesa Philosophical Transactions, desde o início maior e mais abrangente que a similar francesa, depois também mudou de nome para Philosophical Transactions of the Royal Society. O uso da palavra Philosophical se refere a natural philosophy (filosofia da natureza), o equivalente ao que depois se tornaria conhecido como ciência. Portanto, o título poderia ser traduzido livremente, hoje, como transactions of science ou “operações de ciência”. O primeiro número – de 16 páginas e 11 itens, entre eles relatos sobre lentes, anéis de Júpiter, um minério de chumbo da Alemanha, um bezerro deformado e o uso de relógios de pêndulos para determinar a longitude no mar – foi editado por Henry Oldenburg, primeiro secretário da Royal Society, criada quatro anos antes. Diplomata e filósofo, Odenburg iniciou a prática da revisão por pares (peer review), enviando um artigo para análise de especialistas antes de publicá-lo.
Desde o início com periodicidade mensal, a revista se propunha a registrar, certificar (por meio da revisão por pares), disseminar e arquivar os avanços da ciência. O plano editorial deu certo, e o periódico publicou alguns trabalhos fundamentais para a ciência, como a teoria de Isaac Newton sobre a luz e as cores, em 1672. Os trabalhos de outros cientistas ingleses importantes, como Robert Boyle, James Clerk Maxwell, Charles Darwin e, mais recentemente, Stephen Hawking, também saíram na Philosophical Transactions. Em 1887 a revista cresceu e foi dividida em duas. A primeira trata das ciências físicas, a Philosophical Transactions of the Royal Society A: Physical, Mathematical and Engineering Sciences; a segunda, das biológicas, Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences.
A revista mais antiga da Royal Society publicava as cartas entre os membros da associação ou a eles encaminhadas. O primeiro relato sobre o Brasil foi uma carta, com a data de 1º de janeiro de 1731. Tinha sido escrito por Jacob de Castro Sarmento, médico judeu português que havia se refugiado em Londres, para o então secretário da Royal Society, Cromwell Mortimer, descrevendo os diamantes encontrados em Serro do Frio, em Minas Gerais. Uma exposição aberta em dezembro de 2014, em cartaz até junho de 2015, é uma das atividades promovidas pela Royal Society para marcar os 350 anos da revista.

URL do artigo: http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/01/19/os-primeiros-journals/

21 de out. de 2013

Evento: Periódico científico

XIV Encontro Nacional de Editores Científicos

VIII Seminário Satélite para Editores Plenos

V Encontro Nacional de bibliotecários

Tema: Gestão integrada de periódicos científicos

 

Data: 10 a 13 de novembro de 2013

Local: Hotel Fonte Colina Verde

Rua Veríssimo Prado, 1500Centro, Estância de São Pedro, SP
CEP 13520-000
Toll-free 0800 13 1009
Tel (19) 3481-9999

 

A programação completa e demais informações em: http://www.abecbrasil.org.br/index.asp

15 de out. de 2013

Evento: Periódico cientifico

XIV ENCONTRO NACIONAL DE EDITORES CIENTÍFICOS (XIV ENEC)



O XIV ENCONTRO NACIONAL DE EDITORES CIENTÍFICOS (XIV ENEC) ocorrerá no período de 10 a 13 de novembro de 2013, no Hotel Fonte Colina Verde em Estância de São Pedro – SP.

O ENEC é uma realização da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC).

Durante o evento, acontecerão o VIII Seminário Satélite para Editores Plenos e o IV Encontro Nacional de Bibliotecários. Organizado em parceria com o SIBiUSP - Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo, o XIV ENEC terá como tema; Gestão Integrada de Periódicos Científicos.

Durante o ENEC acontecerá a 7ª Edição do Prêmio Editor do Futuro (pós-graduandos) e a Sessão de Pôsteres no dia 12 de novembro de 2013.


Maiores informações em <http://www.abecbrasil.org.br/index.asp>

24 de nov. de 2012

Editores de periódicos científicos reclamam do CNPq


Assunto: Re: Carta ao CnPq solicitando alterações no edital para apoio a periódicos - mobilização de editores


Aos representantes das áreas de Ciências Humanas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

O programa de fomento aos periódicos científicos financiados por editais do CNPq/CAPES logrou bons resultados nos últimos anos, especialmente pelo caráter inclusivo, uma vez que essas instituições têm como característica comum uma compreensão horizontal das ciências, não por acaso constituem, cada qual ao seu modo, diferentes Comitês de Áreas e/ou Assessores. Contrariando essa concepção, a chamada MCTI/CNPq/MEC/CAPES n.09/2012 estabelece condicionalidades para a participação de periódicos que resultarão, certamente, na redução da participação dos periódicos das áreas de ciências humanas e sociais.[1] Essa condicionalidade resultará em restrições, justamente pela necessidade de indexação no ISI (Thomson Co.), Scopus (Elsevier), PubMed (US National Library of Medicine) ou Scielo. O processo de indexação em cada uma das bases citadas mereceria uma reflexão apurada, uma vez que existe uma literatura nacional e internacional que contextualiza sua importância e especificidade para as distintas áreas científicas. Entretanto, a demanda dos editores nesse momento pauta-se em dois aspectos da avaliação, entre outros possíveis que exigiriam maior tempo para discussão. O primeiro é a isonomia. Os editais “universais”, constituídos por recursos públicos, deveriam se pautar em políticas horizontais, motivo pelo qual não há sentido em privilegiar algumas áreas, a exemplo das indexações da PubMed, o que fere, de partida, as condições isonômicas de concorrência. O segundo guarda relação com o não reconhecimento, no referido edital, da própria política de qualificação do Qualis-Capes. Para se ter uma ideia, nas áreas de geografia, história e sociologia, existem aproximadamente 15 periódicos nacionais classificados como A-1 e pelo menos outros 30 classificados como A-2 e mais de 60 classificados como B-1 - isso sem enumerar os periódicos nas áreas de educação, arquitetura, urbanismo, ciências políticas, filosofia, direito etc. Que tipo de política é essa que classifica periódicos de A-1 (avaliação de excelência como indicado em diferentes documentos de áreas) e, ao mesmo tempo, os impede de participar de editais financiados pela própria instituição?

Enfim, não se trata de negar a relevância dos indexadores. Ao contrário, são importantes ferramentas de mapeamento do público leitor e quantificação do impacto da produção científica. Contudo, negar a avaliação de área da CAPES como parâmetro de qualidade nos parece um procedimento que desconsidera os caros debates, com participação de editores e representantes de área, que ocorrem na própria CAPES.

Com os argumentos descritos, solicitamos a reconsideração dos parâmetros de exclusão.

 

[1] Como consta no referido edital: “II.2.2.1 - O periódico deve: d) estar, obrigatoriamente, indexado nas bases de dados ISI (Thomson Co.), Scopus (da Elsevier), PubMed (US National Library of Medicine) ou Scielo; e estar classificado no mínimo com B2 no Qualis da área ou subárea de conhecimento para o qual esteja se candidatando”. In: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/-/journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/633932. Acesso em 29/10/2012.

27 de mar. de 2012

Lançamento: “Revistas científicas"

A Ateliê Editorial e Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro: Revistas Científicas dos processos tradicionais às perspectivas alternativas de comunicação.
Organizado por: Dinah Aguiar Población, Geraldina Porto Witter, Lúcia Maria S. V. Costa Ramos, Vânia M. B. de Oliveira Funaro.
No dia 26 de março de 2012 | segunda-feira; das 19h às 22h
Livraria da Vila – Lorena
Alameda Lorena, 1731
Jardins, São Paulo – SP
Tel: 11 3062-1063
Maiores detalhes no URL: www.atelie.com.br

22 de set. de 2011

DOAJ agora com 7.000 títulos


Fonte: Directory of Open Access Journals. Data: 15/09/2011.

O Diretório de Periódicos de Acesso Livre (DOAJ, sigla em inglês) está crescendo, agora são mais de 7.000 títulos de periódicos na sua base de dados. Cerca de 45% desses títulos podem ser pesquisados a nível de artigo, num total de mais de 600 mil registros.

10 de ago. de 2011

Evento: Periódicos brasileiros no JCR 2010

Temos a satisfação em convidá-lo(a) a participar do “Seminário sobre o desempenho dos periódicos brasileiros no JCR 2010” a se realizar em São Paulo, dia 16 de setembro de 2011, das 09h às 13h na FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, R. Pio XI, 1500, São Paulo (SP).
O evento tem como motivação os resultados do JCR versão 2010, publicada em 28 de junho de 2011, que conformam um novo cenário da inserção internacional da comunicação científica brasileira e debaterá as características e conseqüências que emergem deste novo contexto com a participação de especialistas em comunicação científica e cienciometria.
São esperadas as participações de autores, pesquisadores, editores de periódicos brasileiros, bibliotecários, profissionais de informação e demais interessados.
Inscrições disponíveis em http://eventos.scielo.org/jcr2010/
Comitê Organizador: FAPESP - CNPq – FapUNIFESP

15 de jun. de 2011

Nova revista: “Livro”

Fonte: Universidade de São Paulo.
URL: https://sistemas.usp.br/tycho/gruposPesquisaObter?codigoGrupoPesquisa=0067609NX8IPZB
O Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (NELE), da Universidade de São Paulo, apresenta hoje a primeira edição da revista “Livro” (208 pp., R$ 30 – Distribuição: Ateliê Editorial). O ciclo de vida da palavra, a leitura e curiosidades bibliográficas são alguns dos assuntos que estampam as páginas da nova publicação, que chegou ao mercado em maio. Editada por Plínio Martins Filho e por Marisa Midori Daecto, a revista traz nesta edição textos de Alfredo Bosi, Josias Abdalla Duarte, Jerusa Pires Ferreira, Ruy Galvão de Andrada Coelho, Walnice Nogueira Falcão, entre outros, além de artigos dos próprios editores. Integra ainda a publicação o Dossiê Paris-Bucarest, com a contribuição de pesquisadores brasileiros e europeus que participaram de colóquios sobre o livro em suas cidades em setembro de 2010. O futuro do livro impresso também é analisado por Plinio Martins Filho. O próximo número da revista sai no ano que vem.

14 de jun. de 2011

Portal de Periódicos terá versão para smartphones e tablets

Fonte: CAPES. Assessoria de Comunicação.
Data: 14/06/2011.
A Capes desenvolve, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), uma versão de fácil acesso ao Portal de Periódicos para os aparelhos. A versão ainda está em fase de testes, mas os usuários que quiserem contribuir com sugestões podem encaminhar suas observações para periodicos@capes.gov.br
O diretor de Programas e Bolsas no País, Emídio Cantídio, e o diretor de Avaliação, Livio Amaral, participaram no último dia 31 de uma reunião para elaboração da nova ferramenta e diversas sugestões foram dadas para a melhoria da versão de teste. A equipe do Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos da Capes já está providenciando as alterações solicitadas e adquirindo novos equipamentos para o desenvolvimento desta versão.