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6 de dez. de 2016

Biblioteca Central de NYC ganha um 'bunker' de livros

Autoria: Valeria Robecco (ANSA).
Fonte: UOL Notícias. Data: 25/11/2016.
O Bryant Park, um dos lugares mais icônicos de Nova York, floresce no meio dos concretos de Manhattan, principalmente no Natal. Com mercadinhos, feirinhas e pista de patinação, o que ninguém imagina é que embaixo do parque existe um verdadeiro "bunker", só que não para pessoas, e sim, para livros.
O local com mais de cinco mil metros quadrados se estende pelos espaços subterrâneos da Fifth Avenue e chega até a Biblioteca Central de NYC.

No "bunker", há uma mini linha férrea, com um sofisticado sistema de transporte com "vagões" que carregam os livros de um lado para o outro. A linha custou US$ 2,6 milhões. A biblioteca já tinha um sistema de transporte mecanizado para os livros, no entanto, estava ultrapassado, com mais de 25 anos de uso. O novo sistema é mais veloz e confiável. "Cada vez que um vagão se bloqueava, o sistema ficava fora de uso por uma semana, 10 dias", disse Gerry Oliva, diretor das atividades operativas da biblioteca, enfatizando que nessas ocasiões o transporte tinha que ser feito manualmente. O novo trem, além de ser duas vezes mais rápido -o trajeto da biblioteca até o bunker dura cerca de 45 minutos- , e em caso de problemas, o mini vagão pode ser removido sem grandes operações e deixar a linha ferroviária livre para a circulação. Cada vagãozinho tem um motor elétrico e é monitorado por sensores que os permitem andar tanto horizontalmente quando verticalmente. Os livros no bunker são catalogados não por autor - como geralmente é feito -, mas sim pelas suas dimensões. Cada tamanho tem um código e organização, dessa forma, a capacidade de armazenamento do espaço pode aumentar em cerca de 40%. (ANSA)

20 de jan. de 2016

De volta ao futuro

Autoria: Dorrit Harazim.
Fonte: O Globo. Data: 17/01/2016.
Em artigo publicado esta semana na “Folha de S.Paulo”, o professor Luiz Armando Bagolin, diretor da Biblioteca Mário de Andrade, lamenta o fato de pedras, pichações e vandalismo voltarem a acertar a fachada da instituição. Já em 2013, também no rastro dos protestos estudantis contra o aumento de tarifas do transporte urbano, a mais importante e querida biblioteca pública de São Paulo fora danificada por black blocks ou jovens sem-noção.
Nem durante a chienlit de maio de 1968 em Paris as manifestações visaram bibliotecas públicas. Durante o interminável movimento Occupy, que em 2011 se alastrou por 600 comunidades nos Estados Unidos, e nas incendiárias respostas da população negra americana aos abusos da polícia branca ao longo de 2014 e 2015 também não.
Ainda bem, pois hoje mais do que nunca elas talvez sejam os últimos espaços não comerciais nem religiosos, nem partidários ou excludentes que ainda podem ser frequentados sem receio por qualquer tipo de cidadão.
Um aviso para quem pensa que a geração Google e Wikipédia não tem tempo nem interesse em explorar tais espaços: pelo menos em países desenvolvidos, eles continuam a florescer, adaptados aos tempos modernos, é claro. O Pew Research Internet Project, com sede em Washington, há quatro anos estuda a mudança de papel das bibliotecas públicas na sociedade dos Estados Unidos. Segundo seu último relatório, 90% dos frequentadores mais assíduos de bibliotecas também acessam a internet diariamente, 95% deles possuem telefone celular, 46% usam tablets ou computador e 33% leem livros em e-readers.
Ou seja, mesmo tendo ao alcance da mão todo um universo de informação digital, eles não se furtam ao hábito do convívio físico com o local. Representam 30% da amostra, o que não é pouco, e foram classificados como “amantes de biblioteca” e “onívoros de informação” pelo instituto Pew.
Dois anos atrás, a centenária New York Public Library (NYPL), tão reverenciada pelos nativos quanto as catedrais europeias o são pelos seus fiéis, deu um presente de fim de ano aos 30,8 milhões de visitantes de seu website.
A equipe de bibliotecários da instituição havia descoberto uma caixa contendo um tesouro de fichas referentes a consultas recebidas entre as décadas de 1940 e 1980. Além da pergunta, cada ficha continha a data da consulta, quem a recebera, se fora feita por telefone ou pessoalmente.
À época, como hoje, o sistema consistia em tentar atender o cliente de imediato. Quando isso se revelava impossível ou quando a fonte consultada não parecia 100% confiável, a consulta permanecia em aberto para apuração posterior — uma delas por exemplo, recebida em 1940, só conseguiu ser respondida 30 anos mais tarde.
O fichário encontrado pertencia a essa categoria de consultas pendentes, e a NYPL começou a fazer postagens semanais do precioso conteúdo no Instagram, com a hashtag #letmelibrarianthatforyou. Sucesso instantâneo.
Alguns exemplos dessas inquietações de antanho deixadas em aberto:
Qual o ciclo de vida de um cílio?
Os Estados Unidos têm qual porcentagem de banheiras existentes no mundo?
Existe alguma estatística sobre longevidade de mulheres abandonadas? (consulta recebida entre 1h e 2h da madrugada de 15 de fevereiro de 1963)
Quantos grãos contém uma tonelada de trigo?
Qual a espessura de um selo americano, já com a cola adicionada? Resposta: “Não conseguiremos fornecer a informação exata rapidamente. Sugerimos recorrer ao Serviço Postal dos Estados Unidos”. Tréplica: “Aqui é o Serviço Postal dos Estados Unidos.”
Para deleite de quem quer dar uma espiadela nessa cápsula do tempo — uma era em que humanos confiavam em outros humanos — há de tudo um pouco. No lugar de aplicativos para questões profundas, comezinhas, incompreensíveis, utilitárias, de etiqueta, existenciais, bastava um bibliotecário do outro lado da mesa ou da linha telefônica.
Eles eram o Google antes do Google existir.
Segundo a bibliotecária Rosa Caballeri-Li, ainda hoje a equipe de atendentes do Departamento de Referência e Pesquisa da NYPL continua a receber uma média de 1.700 consultas por mês, seja através de chat, e-mail ou telefone, em inglês ou espanhol. “Num país tão informatizado como os Estados Unidos”, explicou à época do lançamento da hashtag no Instagram, “pode soar espantoso as pessoas procurarem refúgio na NYPL. Mas quando há respostas em demasia na internet e você não consegue distinguir o que é ficção de fato, você se sente mais seguro recorrendo a nossos serviços”.
Ou, como já disse o escritor britânico Neil Gaiman, “se o Google te dá cem mil respostas, o bom bibliotecário vai te dar uma, a resposta certa”.
Na NYPL, nenhum atendente considera consulta alguma estúpida. Procuram responder sem arrogância. “Tudo pode ser transformado em momento de aprendizado para quem não sabe”, diz Caballeri-Li. “Não estamos aqui para constranger quem quer aprender”.
É claro que nem todas as bibliotecas públicas são uma NYPL. Tampouco precisam ou poderiam ser. Mas é bom ficar de olho no que resta das nossas. Nestes tempos de blocos nas ruas brasileiras, elas precisam e devem ser protegidas dos black blocks — protegidas tanto pela polícia como pelos estudantes.

Dorrit Harazim é jornalista

20 de nov. de 2015

Biblioteca Pública de New York compra arquivo literário

Autoria: Isabel Lucas
Fonte: O Público (Portugal). Data: 18/11/2015.
A Biblioteca Pública de Nova Iorque anunciou a compra do arquivo da New York Review of Books, um “testemunho único da vida intelectual da segunda metade do século XX nos Estados Unidos”, declarou um dos responsáveis pela compra, na mesma altura em que se anuncia que o espólio da biblioteca será guardado num bunker de betão, equipado com tecnologia avançada a construir nos subterrâneos do edifício do Bryant Park, em Manhattan. Isto acontece depois de em Março ter sido abandonado o plano controverso que previa a mudança do acervo reservado à investigação para Nova Jérsia.
O arquivo recém-comprado à New York Review of Books representa cerca de um quilómetro de prateleiras em linha recta e inclui correspondência entre os editores e fundadores da revista, Robert Silvers e Barbara Epstein, bem como colaboradores regulares como Susan Sontag, Oliver Sacks, Noam Chomsky ou Robert Lowell. Segundo uma notícia publicada pelo The New York Times, os responsáveis pela Biblioteca não revelaram o valor do negócio, mas referiram que está coberto por um donativo. Este arquivo permite entender melhor, por exemplo, um dos períodos de ouro da revista fundada na década de 60 quando fez da cobertura da Guerra do Vietname um das suas grandes apostas editoriais. Muita da correspondência que então se trocou entre editores, correspondentes, analistas e políticos será pela primeira vez revelada além de muito material nunca publicado.
Ainda não há uma data prevista para poder consultar estes documentos, mas sabe-se que os livros que iriam mudar-se para Nova Jérsia vão começar a chegar ao subterrâneo situado quase seis metros abaixo do Bryant Park no próximo mês de Abril e estima-se que no final da Primavera o novo sistema de tratamento e entrega de documentação esteja já a funcionar. Tudo foi pensado para facilitar o acesso aos mais de 135 quilómetros de prateleiras deste bunker. Em vez de estar organizado por assunto, segundo o chamado sistema decimal Dwell, o arquivo estará arrumado por tamanho de documento. Um sistema inovador que parece vir responder às necessidades das grandes bibliotecas que têm cada vez mais dificuldade em atender os pedidos de forma rápida e sem por em causa a manutenção de acervos cada vez maiores. 

1 de mai. de 2014

Biblioteca Pública de New York oferece acesso a 20 mil mapas históricos

A iniciativa da divisão de mapas Lionel Pincus & Princess Firyal assume a distribuição dos mapas sob licença Creative Commons CC0 1.0, o que permite não só a consulta dos documentos, mas também o seu download em formato de alta resolução.
O acesso é feito através da ferramenta Map Warper da Biblioteca de Nova Iorque e exige um registo gratuito.
Segundo as contas da NYPL são mais de 20 mil os mapas agora acessíveis aos entusiastas de cartografia e de história, permitindo manipular e publicar dados entre 1660 e 1922.
Existem cinco mapas históricos sobre o Brasil.


11 de abr. de 2014

Imagens da Biblioteca Digital da New York Public Library



Imagens da NYPL Digital Library
A New York Public Library provê acesso gratuito a mais de 800.000 imagens digitalizadas da sua vasta coleção. Esse acervo inclui manuscritos, mapas históricos, posters, fotografias, etc.
A busca pode ser feita por palavras chave, por assuntos ou por nomes.
Maiores detalhes no URL:

17 de abr. de 2013

Livros digitais ajudam a revigorar bibliotecas públicas


Autoria: Amanda Polato.
Fonte: Revista Época. Data: 18/03/2013.
URL: http://revistaepoca.globo.com/cultura/noticia/2013/03/livros-digitais-ajudam-revigorar-bibliotecas-publicas.html
Logo ao entrar na Biblioteca Pública de Nova York, em Nova York, os leitores encontram a frase: “A biblioteca é esperança, é conhecimento, e é poder”. Depois da recepção, podem andar pelos corredores ou ir logo ao catálogo procurar o que lhes interessa. Com o número da carteirinha de sócio, podem retirar até 12 títulos de uma vez, a qualquer hora dia, sete dias por semana. E, então, decidir se vão ler a obra no smartphone, e-reader, tablet ou no computador, além de escolher o tamanho da letra e fazer grifos usando apenas o dedo. É assim o caminho feito pelos usuários do acervo digital da instituição, acessado de qualquer dispositivo digital, pela internet. Os leitores não precisam mais ir fisicamente à entidade para pegar livros emprestados. Mas a biblioteca centenária vê sua força revigorada com a popularização dos e-books. Aumentou o número de visitantes físicos aos seus prédios depois que foram abertas as portas às estantes virtuais da instituição.
Com seus 34 mil títulos (quase 95 mil exemplares), o acervo digital ainda é muito pequeno comparado com a coleção em papel da Biblioteca Pública de Nova York, que tem quase 6 milhões de exemplares para empréstimo. Mas a demanda pelos livros digitais cresce rapidamente. “Nos últimos cinco anos, a oferta cresceu oito vezes. Todos os dias, há mais pessoas adotando a leitura eletrônica como um estilo de vida e indo à biblioteca em busca desse novo formato. São os leitores que pedem a ampliação do acervo digital”, diz Christopher Platt, diretor de coleções e operações de circulação da instituição.
Usuários de todas as idades têm interesse por esses livros, e eles são especialmente atraentes para os idosos, por permitirem ajustes no tamanho do texto. A equipe da biblioteca oferece até cursos presenciais para ensinar a usar o e-reader e instalar o software de empréstimos.
Assim como mais de 22 mil bibliotecas em diversas partes do mundo, tanto públicas quanto de escolas e universidades, a de Nova York usa um sistema chamado OverDrive, que armazena e-books em uma nuvem e oferece empréstimos por tempo limitado, variável conforme o título. Muitos deles têm filas de espera. Por isso, nenhum pode ser renovado, mas pode ser “retirado” novamente se não houver reserva.
O modelo atrai o interesse até de quem vive longe dos Estados Unidos ou do Reino Unido, dois países com grande quantidade de acervos digitais, e surge a pergunta: por que liberar o acesso apenas aos moradores de uma determinada cidade ou bairro? Por que não permitir, por exemplo, que um brasileiro possa emprestar um e-book no Texas? As instituições dizem que o impedimento é econômico, já que são os impostos locais que ajudam a sustentar as iniciativas.
Mas há iniciativas que visam a universalizar o acesso ao conhecimento – uma das características da era da internet. Em 1996, o ativista Brewster Kahle criou o chamado Internet Archive, um dos primeiros arquivos digitais gratuitos na web. Em sua descrição, o site deixa clara a posição sobre o tema: “As bibliotecas existem para preservar os artefatos culturais da sociedade e oferecer acesso a eles. Se as bibliotecas vão continuar a promover a educação nesta era da tecnologia digital, é essencial que elas estendam essas funções para o mundo digital”. Outra iniciativa, mais recente, é a da Biblioteca Pública Digital Americana, que deve ser inaugurada em abril, conforme mencionado na reportagem de ÉPOCA A prova do livro digital. O site oferecerá, gratuitamente, o acervo em domínio público de diversas bibliotecas acadêmicas dos Estados Unidos, sob a coordenação de um departamento da Universidade de Harvard.
Além do desafio de ampliar o acesso a e-books, as bibliotecas digitais sofrem para aumentar a quantidade de títulos e exemplares. Algumas editoras elevam os preços e limitam o número de vezes ou o período de tempo que cada um pode ser emprestado, porque ele não se deteriora com o tempo, como ocorre com o papel. Os contratos, então, obrigam bibliotecas a adquirir novas licenças com o passar do tempo.
Nem todas as editoras permitem empréstimos do novo formato. Acabam vendendo os títulos apenas para livrarias. No entanto, o diretor de marketing da OverDrive, David Burleigh, afirma que há sinais de mudança. Há poucas semanas, uma das maiores editoras americanas, a Macmillan, aceitou liberar e-books para bibliotecas. “Com certeza isso ajuda a popularizar o formato e aos poucos as editoras vão percebendo as vantagens da estratégia”, diz Burleigh.
Enquanto outros países discutem ampliação de acervos e do acesso, no Brasil mal há planos de investimentos na área digital e as bibliotecas lutam para manutenção dos espaços físicos. “O cenário realmente não é estimulante. Ainda faltam materiais impressos”, afirma Dulce Baptista, coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade de Brasília. Mas ela é otimista e avalia que nos próximos anos o país terá políticas públicas na área que invistam em novas tecnologias. “A demanda da população fará com que isso ocorra.”
No país, quem começou a trilhar o inevitável caminho para a digitalização são as universidades. A expectativa é que esses laboratórios sirvam de referência e ajudem a promover a renovação das nossas bibliotecas públicas – antes que elas virem depósitos de livros empoeirados. A experiência da Biblioteca de Nova York mostrou que a tecnologia pode levar os livros para as nuvens e trazer os leitores de volta, no mundo real.

7 de jan. de 2013

Americana deixa 41 milhões de herança para biblioteca


Fonte: Portal G1. Data: 3/01/2013.

URL: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/americana-deixa-r-41-milhoes-de-heranca-para-biblioteca-e-central-park.html

Uma americana que morreu em 2011 aos 88 anos deixou de herança US$ 20 milhões (cerca de R$ 41 milhões) para a Biblioteca Pública de Nova York e para a instituição responsável pela manutenção do Central Park. As doações foram recebidas com surpresa – nem os amigos de Mary McConnell Bailey sabiam possuía tanto dinheiro – segundo o jornal “New York Post”.

Mary vivia sozinha desde a década de 1940, quando seu marido morreu na Segunda Guerra Mundial. Ela nunca se casou novamente e não teve filhos. Ela morava em um apartamento modesto em Nova York, e trabalhava como voluntária em hospitais e escolas.

A biblioteca e o Central Park receberam a herança recentemente. Cada uma das instituições recebeu um cheque de US$ 10 milhões.

“Você nunca iria imaginar que ela era rica”, afirmou Lizanne Stoll, vizinha e amiga de Mary. “Ela era muito discreta em relação a isso”. Metade do dinheiro doado à biblioteca será usada para manter suas filiais locais abertas.

Mary foi criada em Massachusetts, e vinha de uma família rica. Ela se mudou para Nova York após a morte de seu marido. Ela chegou a trabalhar como professora, mas após receber uma herança com a morte de sua mãe, parou de trabalhar.

23 de fev. de 2012

Um bilhão para a biblioteca!

Fonte: New York Times. Data: 16/02/2012.
Depois de uma pausa por causa da crise econômica, a Biblioteca Pública de New York (NYPL) parece que está dando a volta por cima! O seu plano de um bilhão de dólares para reformar as suas sucursais e o prédio principal (na Quinta Avenida) parece que está tendo sucesso. Com a possibilidade de futura expansão essa biblioteca se tornará a maior biblioteca circulante nos Estados Unidos.
O texto completo do artigo pode ser consultado no URL: <http://www.nytimes.com/2012/02/16/books/new-york-public-library-revives-its-overhaul-plan.html?_r=2&ref=nyregion

10 de nov. de 2011

Alec Baldwin doa cachet à biblioteca de Nova Iorque

Fonte: Destak (Portugal). Data: 9/11/2011.
URL: www.destak.pt/artigo/110325-alec-baldwin-doa-cachet-a-biblioteca-de-nova-iorque
O actor Alec Baldwin doou a uma biblioteca de Nova Iorque o cachê auferido num anúncio de TV para o Capitol One Bank.
A estrela da série 30 Rock deu 250 mil dólares à East Hampton, verba que financiará a expansão da ala infantil da instituição, a compra de novos computadores e uma reforma para facilitar o acesso de deficientes físicos ao local. Em tempos, Baldwin já havia contribuído com 25 mil dólares para obras na biblioteca.