18 de nov. de 2014

Biblioteca de Olímpia (SP) em espaço precário



Fonte: Planeta News. Data: 17/11/2014.
URL: www.planetanews.com.br/index.php?abre=noticias=exibir&id_editoria=1&id=2727#.VGs1cLl0zHY
A Biblioteca Pública Municipal “Dr. Fernando Furquim”, de Olímpia, abriga atualmente cerca de 30 mil volumes de livros diversos, novos e antigos, em situação e espaço bastante precários, nos fundos da Casa de Cultura “Álvaro Marreta Cassiano Ayusso”. E apesar do grande movimento observado ali e da falta de conforto e funcionalidade, o secretário municipal de Cultura, Guto Zanette, diz não ter ideia de tira-la de lá. A Biblioteca faz cerca de três mil empréstimos por mês.
“Temos vários projetos, mas não a ideia de tirar a biblioteca da Casa de Cultura”, disse ele. “Pretendemos fazer apenas algumas adaptações para o futuro”, complementa. Para ele, a biblioteca tem tido “andamento normal”, apesar da situação física em que se encontra. Os cerca de 30 mil livros existentes são fruto de doações, programas do Estado ou mesmo compras, com o rendimento das multas por empréstimo restituído fora do prazo.
Zanette pensa em “mudar o layout” da biblioteca, mas não tira-la dali, pelo menos por enquanto. Pensa, ao invés disso, num projeto itinerante, levando a biblioteca para os bairros. Mas reconhece que o espaço está pequeno para abrigar 30 mil livros. Além disso, falta nela uma bibliotecária, para catalogar, por exemplo, cerca de 200 volumes recebidos em doação que ainda puderam ir para as prateleiras ou serem melhor acomodados.
Recentemente foi feito concurso para a vaga, mas as duas inscritas não alcançaram o índice exigido. Hoje estão lá duas funcionárias, uma delas há 17 anos, mas uma bibliotecária é exigida por lei. Por isso a prefeitura terá que fazer novo concurso em breve. “Há livros mal acomodados por falta de quem catalogue, são mais de 200 volumes”, observa Zanette.
Quanto a tirar dali, Zanette alega que não há planejamento quanto para onde leva-la, embora reafirme que o local “está ficando pequeno”. Somente em um futuro não tão próximo o secretário admite tirar dali a biblioteca. Mas isso após “ter um prédio estratégico, estruturado, novo”.  Só assim, observa, haveria chance de a biblioteca municipal ser tirada da Casa de Cultura.

E-book sobre Gestão do conhecimento

Lançamento: e-book sobre gestão do conhecimento
Título: Múltiplas abordagens da gestão da informação e do conhecimento no contexto acadêmico da ciência da informação
Autoras: Emeide Nóbrega Duarte, Simone Bastos Paiva, Alzira Karla Araújo da Silva
A presente coletânea incorpora a teoria e a prática de disciplina acadêmica voltada à gestão da informação e do conhecimento e nos oferece textos resultantes de estudos da informação, levando em consideração aspectos diversos. Em relação à gestão da informação são abordadas desde questões teóricas a respeito das políticas de informação a indicadores para avaliar os processos de gestão da informação, aplicação em contextos distintos, tais como: produção científica, ambientes cadêmicos, organizações governamentais e organizações privadas. No âmbito da gestão do conhecimento são apresentados textos com reflexão sobre seus processos nas organizações, o papel das redes sociais na construção do conhecimento, desafios da aplicação em ambiente educacional. E ainda são reunidos textos sobre aplicação da gestão da informação e da gestão do conhecimento na comunicação científica, nas bibliotecas universitárias, na inteligência competitiva, e questões relacionadas à competência informacional e ao capital intelectual.

O download pode ser feito a partir do URL, nas versões para PC e tablet: www.editora.ufpb.br/sistema/press/index.php/press/catalog/book/110#.VElpYl_wzII.facebook


12 de nov. de 2014

Biblioteca Mundial da Ciência



A UNESCO anunciou o lançamento de uma biblioteca científica, de forma gratuita e multilíngue, a estudantes de todo o mundo, além da comunidade científica, por ocasião da jornada mundial da ciência ao serviço da paz.
Este instrumento, batizado como Biblioteca Mundial de Ciência (WLoS, por sua sigla em inglês), conta com a parceria e patrocínio da revista científica "Nature" e do laboratório farmacêutico "Roche", indicou em comunicado a Agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
Seu objetivo é "dar acesso a estudantes do mundo inteiro, sobretudo nas regiões mais pobres, às informações mais recentes sobre a ciência".
Além disso, "os estudantes terão também a possibilidade de compartilhar suas experiências e lições através de debates com outros estudantes em um contexto de ensino compartilhado".
Por enquanto, a WLoS conta com mais de 300 artigos de referência, 25 livros e mais de 70 vídeos, cedidos pela "Nature".
"O mundo necessita de mais ciência e cientistas para enfrentar os desafios atuais", indicou a diretora geral da Unesco, Irina Bokova, que pediu "uma educação científica mais apropriada e acessível".
Com este instrumento, a Unesco pretende favorecer a igualdade de oportunidades, melhorar a qualidade do ensino, reforçar a ciência e a educação, promover o uso de conteúdos educativos de livre acesso e fomentar a criação de comunidades de estudantes e docentes.
Detalhes no URL: www.nature.com/wls

Droga Raia lança nova Campanha Nacional do Livro



Desde sua criação, em 2009, o programa já arrecadou mais de 490 mil livros de literatura
Com o tema “O universo infinito das histórias”, a Droga Raia promove a nova edição da Campanha do Livro Raia, desenvolvida com o objetivo de estimular a doação de livros de literatura para contribuir com a criação e a manutenção de bibliotecas públicas. Mais uma vez, A Leitora, será a personagem símbolo da ação. Caracterizada de astronauta, apaixonada por leitura e aventuras, ela busca novas e divertidas descobertas através das páginas repletas de histórias presentes nos livros doados.
“Escolhemos o mote ‘O universo Infinito das histórias’ por representar muito bem a literatura, infinita em sua essência, uma vez que sempre há novas histórias a serem contadas e novos mundos a serem descobertos.” diz Renato Raduan, Vice Presidente de Operações de Varejo da Droga Raia.
Criada em 2009, a campanha do livro já arrecadou mais de 490 mil livros em bom estado de conservação, tendo beneficiado mais de 600 instituições. Um dos grandes diferenciais do projeto consiste em permitir que cada loja Droga Raia escolha quais instituições serão contempladas com os livros recolhidos, de forma a ser possível atingir comunidades distribuídas em todo país.
Para participar, basta realizar doações nas urnas disponíveis em todas as lojas Droga Raia do país. Serão aceitos somente livros de literatura
 Sobre a Droga Raia – Fundada em Araraquara, interior de São Paulo, em 1905, a Droga Raia é uma das bandeiras da Raia Drogasil S.A. Com mais de 497 lojas, atua nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

10 de nov. de 2014

Sherlock Holmes continua em domínio público

Fonte: Folha Online. Data: 03/11/2014.
Autoria: Lawrence Hurley, da Reuters.

O caso da briga pelos direitos autorais das histórias de Sherlock Holmes está encerrado, agora que a Suprema Corte dos EUA manteve intacto um veredicto que determina que 50 obras com o famoso detetive ficcional são de domínio público. Os juízes da alta instância, que assim como o excêntrico investigador escolhem que casos aceitam, recusaram-se a ouvir o apelo apresentado pelo espólio do autor Arthur Conan Doyle, morto em 1930. O espólio pedia que o escritor Leslie Klinger pagasse uma licença de US$ 5 mil antes que um volume de novas histórias baseadas no personagem, conhecido por sua genialidade, seu chapéu de caçador de veados e seu vício em cocaína, pudesse ser publicado. A corte argumenta que as 50 obras de Sherlock Holmes publicadas antes de 1923 são de domínio público, já que as proteções dos direitos autorais expiraram. (...)

E-book reduz a capacidade de concentração, diz Alberto Manguel

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 04/11/2014.
Autoria: Sylvia Colombo.

Quantos livros carregamos na memória? Uma quantidade maior ou menor do que os humanos que viveram em outros tempos da história? Estamos lendo mais, porém esquecendo tudo rapidamente? Sobre esses temas o escritor argentino naturalizado canadense Alberto Manguel, 66, fala nesta quarta (5), na última conferência do ano do ciclo Fronteiras do Pensamento, que ocorre no auditório do complexo Ohtake Cultural, em São Paulo. [Ingressos esgotados]. Apesar de considerar positivo que e-books e leituras virtuais em geral ofereçam acesso a uma quantidade maior de obras e autores, o autor faz ressalvas à expansão dos suportes virtuais: "ler textos eletrônicos não é o mesmo, para o cérebro, do que ler um texto impresso. Perdemos muito da nossa capacidade de interpretar o conteúdo de uma leitura virtual, realizar conexões e refletir sobre o conteúdo porque ela não permite a concentração necessária." Além disso, critica o modo pelo qual sites como Amazon estão estrangulando editoras e livreiros pequenos. "São aqueles que melhor conhecem os livros, e estão perdendo esta batalha, que é desleal." (...)

Biblioteca de Cascavel (PR) comemora 50 anos

Fonte: Portal G1. Data: 4/11/2014.
URL: g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2014/11/biblioteca-publica-de-cascavel-faz-50-anos-com-atividades-para-leitores.html
Para comemorar o aniversário de 50 anos da Biblioteca Municipal Sandálio dos Santos, em Cascavel, no oeste do Paraná, diversas atividades, entre elas apresentações de teatro, música e intervenções literárias estão programadas para serem realizadas na própria biblioteca e também no Lago Municipal da cidade.
A comemoração começou nesta terça-feira (4), durante a manhã, na biblioteca, com exposições de fotos e apresentação de um monólogo sobre a vida do pioneiro da cidade Sandálio dos Santos. Na quarta (5) a partir das 9 horas será apresentado um musical infantil. Na quinta (6), esse mesmo musical será apresentado às 15h. na sexta-feira (7) das 16 às 18 horas, escritores cascavelenses poderão ler trechos de suas obras num Sarau Literário.Para o domingo (9), a partir das 15h, será feita uma tarde de leitura ao ar livre no Lago Municipal da cidade, incluindo atrações para a criança.
As atividades se encerram na segunda-feira (10), às 9h, com um café da manhã para quem for a biblioteca.
História

O prédio onde funciona a Biblioteca Municipal de Cascavel terminou de ser construído em 1969 e foi inaugurado em 1972, para ser usado como sede da prefeitura. Em 1993 o prédio foi readequado e ampliado e passou a ser a Biblioteca Pública Municipal Sandálio dos Santos – Paço das Artes. Atualmente, no local também funciona a Secretaria Municipal de Cultura e o Museu de Arte de Cascavel.

Biblioteca ou escola?

Fonte: Diário da Manhã. Data: 6/11/2014.
Autoria: Rariana Pinheiro.
URL: www.dm.com.br/texto/196497-biblioteca-ou-escola
Ler ou estudar? Das duas práticas qual a mais importante? Para desvendar a questão, conversamos com educadores que discutem ainda as vantagens da literatura no aprendizado
Já é sabido que séculos de conhecimento podem ser adquiridos em centenas de páginas viradas. Seja na narrativa particular da literatura, ou na realidade científica das obras didáticas. No entanto, entre estes dois meios, algum leva vantagem na corrida pela busca do conhecimento? Em outras palavras: entender a invasão da Rússia por Napoleão em 1812, através da visão do clássico Guerra e Paz, de Tolstói, pode ser mais produtivo do que por meio dos livros de história das salas de aula?
Sobre esta questão, o escritor de obras como Menino Maluquinho e Flitcs Ziraldo, não tem dúvidas. E, certa vez causou burburinho, ao dizer para quem quisesse ouvir: “atenção, estudar é importante para você não ser empregado dos outros. Você tem que estudar para poder escolher o seu destino. Mas ler é muito mais importante. Já escrevi 150 livros e vendi quase sete milhões de exemplares. Dizem que escrevo direitinho. Mas nunca estudei na minha vida, só li. A vida inteira li. Quem vai abrir sua cabeça para sacar suas escolhas é o livro. Se pudesse ler todos os livros do mundo, você seria Deus, porque entenderia tudo”.
Mas, a questão é complexa. E, muitos devem estar neste momento questionando se ler e estudar não seriam a mesma coisa. Mas, não são. Na verdade, tratam-se de práticas diferentes, apesar de complementares quase indissociáveis. De acordo com a pedagoga e mestre em educação Ráquia Rabelo, a leitura é importante e se trata de  um importante pré-requisito para o estudo.
“Podemos pegar um determinado conteúdo e lê-lo, mas isso não significa que o leitor esteja estudando. Nesses casos pode ser apenas um ato de prazer ou de lazer. Mas, é claro que nesses momentos o sujeito está também estimulando a imaginação, enriquecendo o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas, adquirindo informações diversas”, analisa.
Dessa forma, a pedagoga acredita que estudar vai além, pois trabalha com conhecimentos científicos, com objetivos pré-definidos. Segundo ela exige ainda, o interesse, perspicácia, concentração, dedicação, e uma boa compreensão da leitura que permita ao indivíduo relacionar diferentes textos, colocando-se em diálogo com as ideias dos autores.
No entanto, voltando a questão sobre qual seria mais importante, ler ou estudar, Ráquia disse não poder tratar do assunto, a partir de reducionismos. Para ela, a resposta deve-se levar em conta especificidades, como: Para quê?, Quem? Em quais condições e qual contexto que deve ser analisado?
“Digamos que em uma sala de aula, o professor utilize um texto complementar para o tema que esteja trabalhando. Neste caso, a leitura será uma forma de estudar. Em alguns casos, mais atraente e enriquecedora. Mas, se este mesmo sujeito a quem foi requerida tal leitura for um analfabeto funcional, ela por si só não o possibilitará compreender e interpretar tais tipos de textos científicos. Nesse caso, será preciso uma maior ajuda ou estudo que o possibilite desenvolver melhores habilidades de leitura, escrita, e assim por diante”, argumenta.
Saber ler
Os mais de 30 anos de experiência dedicados à educação, seja como professora, coordenadora ou diretora de diversas escolas de Goiânia, fizeram a também pedagoga e mestre Márcia Carvalho, acreditar que, dentro deste dilema, o mais importante é: saber ler ou estudar.
“De uma forma mais simplista digo que, se o sujeito for unicamente um decodificador de símbolos, não apreenderá o conteúdo daquilo que esta lendo e, se ler com fluência e não foi ensinado a interpretar, refletir, analisar e ressignificar o conhecimento, a leitura terá pouca serventia, não será um instrumento de transformação”, debate, ela que já comandou a pasta da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia por três anos e hoje é diretora da Câmara Municipal de Goiânia.
Para aprofundar seu argumento, Márcia Carvalho cita a pedagoga Rousaura Soligo e afirma que a compreensão da leitura depende da relação entre os olhos e o cérebro. “Partindo desse princípio, a prática da leitura deve ser capaz de resultar na existência de um leitor ou leitora, que compreenda, não só a essência do texto, mas, que consiga estabelecer relações com o autor ou autora da obra”, argumenta.
Desse modo, a pedagoga completa que, quando um indivíduo de fato sabe ler, quer dizer que tem um ótimo aliado aos estudos. Pois, a prática desenvolve o raciocínio, o senso crítico e a capacidade de interpretação. E, neste caso, nem é necessário que o aluno leia apenas Machado de Assis, mas, revistas de entretenimento são também válidos ao conhecimento.
“Todo material de leitura é importante. O que nós, educadores, buscamos com grande frequência é orientar textos que levem a reflexão, que gerem conhecimento e que proporcionem alegria. Enfim, ler deve ser prazeroso e educativo. Podemos utilizar o interesse pessoal dos educandos para estimular a leitura. Se gostarem de gibis, revistas jornais, internet, TV, entre outros, podemos nos usar desses instrumentos e conseguir grandes avanços nos quesitos leitura e interpretação”, explica.
Para formar devoradores de livros e, consequentemente bons alunos e profissionais, a pedagoga aconselha, que a escola deva proporcionar variados momentos de leitura. Segunda a educadora o colégio, precisa propiciar debates, reflexões em ambientes diferenciados (quando possível), concursos internos de poesias, redações, desenhos, histórias em quadrinhos, montagem e apresentação de peças teatrais.
Porém, se por um lado é dever da escola criar metodologias que se mostrem eficazes em despertar o gosto pela leitura, o papel da família, para enraizar o hábito não é menos importante. “O prazer deve ser despertado na primeira infância. Os pais devem ler com frequência para seus filhos e filhas, encenar as histórias com vozes diferentes, pois, isto atrai a atenção das crianças. Assim, quando a criança chegar à idade escolar, demonstrará interesse pela leitura e, com certeza, será alfabetizada com maior rapidez, prosseguindo seus estudos com tranquilidade”, conclui.
Tal mãe, tal filha
Tavez seja por ter sido incentivada desde muito nova a ler, por sua mãe, a gerente de Recursos Humanos Rogéria Rizzete, que Cecília de 11 anos, tem se destacado na escola. “Ela sempre foi muito bem nas matérias que exigem interpretação de texto. Os professores ainda elogiam sua leitura e dizem que ela comete poucos erros de português, em comparação com outras crianças da idade dela”, comemora Rogéria.
Mas, não apenas no Português a literatura tem lhe beneficiado. Por ter lido recentemente o best seller de John Green, A Culpa é das Estrelas, Cecília é a única na sua sala que sabe falar como é a capital dos países baixos, Amsterdã. Por meio do livro ainda iniciou, por conta própria, o conhecimento sobre assuntos, que só seriam aprofundados no Ensino Médio.
“Em A Culpa é das Estrelas eles visitam a casa de Anne Frank. Aí Cecília foi atrás e pegou o livro Diário de Anne Frank na escola, e dias atrás estava discutindo sobre ele com os professores. A maioria das crianças de 11 anos sequer sabe o que foi o Nazismo, mas a leitura fez com que ela já tivesse esse contato”, conta Rogéria.

Mas, se hoje a pequena lê por vontade própria livros, como Meu Pé de Laranja Lima e sabe quem é Van Gogh, não foi apenas pelo incentivo contínuo dos pais, mas também seus bons exemplos. Desde quando era um bebê, que Cecília, vê a mãe ler, cerca de quatro livros por mês. Em sua casa há ainda uma respeitável estante recheada com centenas de títulos. Seu outro método, também revela. “Pego bastante no pé também”.

Biblioteca de Uberlândia (MG) retoma as atividades

Fonte: Portal G1. Data: 7/11/2014.
URL: g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2014/11/biblioteca-de-uberlandia-retoma-atividades-normalmente-apos-reforma.html
Após três meses de reforma, a Biblioteca Municipal de Uberlândia retomou as atividades. O edifício onde ela está alojada tem 74 anos e é uma das construções mais antigas do Centro da cidade. Nas obras do local foram gastos R$ 120 mil, verba vinda do ICMS Cultural, repassado pelo governo do estado.
De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Neves, vários pontos foram trabalhados durante a reforma. “Nós fizemos uma reforma em que houve substituição de todo o telhado; de parte do madeiramento; substituição do forro, que foi preciso retirá-lo e recolocá-lo; a pintura interna de toda a biblioteca, da parte inferior e superior e da parte externa também”, elencou.
Com o fim da reforma, a biblioteca voltou a funcionar normalmente. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h15 às 18h45, e aos sábados, das 8h15 às 11h45. “Além do empréstimo individual, do espaço para leitura individual e estudos coletivos, nós temos o tele centro, que é o computador para as pessoas utilizarem. Temos também a pintura em azulejo, a contação de história, o ônibus biblioteca”, destacou Gilberto Neves, sobre as atividades realizadas na biblioteca.
De acordo com a Prefeitura, em média 500 pessoas passam diariamente pela biblioteca. “É um espaço arejado, tem wi-fi que a gente pode usar, espaço onde podemos fazer pesquisas. Sempre gosto de vir para cá”, disse o estudante Diego Teodoro Alves, frequentador do local.
Problemas no acervo
A biblioteca passa por um problema comum à outras bibliotecas públicas: a demora na atualização do acervo. Segundo a técnica em Assuntos Culturais, Heloísa Gomes, a maioria das obras chegam ao local por meio de doações. “Na verdade, nós recebemos mais doações da comunidade, que está sempre contribuindo conosco”, destacou.

De acordo com o secretário de Cultura, a atualização do acervo pode ser resolvida com a transferência da biblioteca para um espaço maior. “Nós temos um trabalho de tentar ganhar a doação do espaço do fórum (Aberlado Pena). Assim que terminar a construção do novo fórum, nós temos um pleito, junto ao governador e a Justiça do Estado de Minas Gerais, para ver a possibilidade de doação daquele espaço para nós fazermos uma grande biblioteca pública municipal”, comentou Gilberto Neves.

Bibliotecas de Maringá (PR) recebem doações de quatro mil livros

Fonte: O Diário (Maringá, PR). Data: 8/11/2014.
URL: http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/1226331/doacao-de-4-mil-livros-reforcam-acervo-de-bibliotecas/
O acervo de cinco bibliotecas de Maringá ganhou o reforço de quatro mil livros e revistas na sexta-feira (7). Os exemplares, cuja soma total ultrapassa os R$ 100 mil, foram doados por editoras, em contrapartida ao espaço disponibilizado na 1ª Festa Literária de Maringá (FLIM) no mês passado.
"Estes livros poderão ser utilizados por várias gerações de maringaenses", comemorou a secretária de Cultura, Olga Agulhon, satisfeita com os resultados da FLIM que, além de incentivar a leitura e aproximar leitores e escritores, resultou em doações às bibliotecas.

A bibliotecária Zery Monteiro também demonstrou satisfação com 'aquisição' de livros. "Trabalho há 30 anos na Prefeitura de Maringá e ainda não tinha visto um presente tão especial como este".

31 de out. de 2014

Evento: bibliotecas públicas e comunitárias

O 7º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias (Seminário Biblioteca Viva) se prepara para reunir, entre 17 e 19 de novembro, as principais lideranças do setor no País e no mundo. Na programação, um dos destaques é o quadrinista e empresário Mauricio de Sousa, que participa de bate-papo com o público, às 11h, no dia da abertura do evento. Escritores como Fabrício Carpinejar e Laurentino Gomes também confirmaram presença. O evento acontece no Centro de Convenções Rebouças (Av. Doutor Enéas de Carvalho Aguiar, 23, Cerqueira César, São Paulo/SP), das 9h às 19h.

Uma noite na biblioteca

A sexta edição do projeto Uma noite na Biblioteca já tem data marcada. Realizado pela Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba/PR), acontece nos dias 8 e 9 de novembro. A proposta leva crianças, de 7 a 13 anos, para um divertido acantonamento dentro da BPP. As atividades iniciam às 17h e acabam somente na manhã do dia seguinte. Durante a noite, diversas atividades culturais são oferecidas às crianças, como dança, música, teatro, oficinas, gincanas e festas que acontecem nas diversas seções da Biblioteca. As inscrições podem ser feitas na Seção Infantil da BPP, gratuitamente até o dia 5 de novembro.

Biblioteca infantil completa 40 anos

Fonte: Secretaria de Cultura do Estado do Sergipe. Data: 29/10/2014.
URL: www.infonet.com.br/educacao/ler.asp?id=165052
Diversas atividades especiais marcaram a celebração dos 40 anos da criação da Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar (Biafa). O evento realizado nesta quarta-feira, 29, contou com a presença de alunos da rede pública, que participaram de contação de histórias com a professora e folclorista Aglaé Fontes e com o cordelista Zezé de Boquim, autor do cordel “Biafa 40 anos – Incluindo pequenos cidadãos no mundo da leitura”.
De acordo com a diretora da Biafa, Claudia Stocker, a contação de histórias está entre as principais atividades da unidade. “Desde 2007, temos um projeto de incentivo a leitura e encontros com o autor que conseguiu atrair um público considerável. Além disso, temos um bom acervo, que também é informatizado, e nos rende uma média de 250 empréstimos por mês”, conta. “Também temos oficinas com material reciclável, exibição de vídeo, exposições e concursos de fantasia e redação”, completa.
A história da Biafa foi transformada em verso através da imaginação do cordelista Zezé de Boquim. “Contei sobre a Biafa e sobre os livros. O cordel funciona como um aconchego para as crianças. Ele traz a história verídica e faz gracejo com as crianças, coisa que elas adoram”, comenta o cordelista que é autor de 108 obras.
A professora Aglaé Fontes, foi coordenadora da unidade e hoje empresta seu nome à biblioteca. “Ter o meu nome aqui na biblioteca é uma honra muito grande. Acho que cada bairro e cada escola deveria ter uma biblioteca. A biblioteca não é um lugar só de livro, é lugar de imaginário. Cada  vez que ela se instala, é uma razão de alegria”, diz.
A professora e escritora Cris Souza, que também é diretora da Escola Municipal Ensino Fundamental Alencar Cardoso, aproveitou a data especial para promover uma atividade diferente com as crianças. “Sempre trago os alunos para a biblioteca. Somos clientes desse lugar, pois na nossa escola temos a leitura como foco principal. Hoje, que também é Dia do Livro, resolvemos trazer as crianças para cá. Eles estavam ansiosos, pois é um dia especial devido aos 40 anos da Biafa e à possibilidade de conhecer a patronesse, Aglaé Fontes”, destaca.
As atividades alusivas às comemorações de 40 anos da Biafa seguem durante a tarde, quando acontece a premiação dos vencedores do concurso de redação “A biblioteca dos meus sonhos”, criado especialmente para celebrar a data.
Biafa
A Biblioteca Infantil Aglaé Fontes de Alencar (Biafa) foi inaugurada como anexo da Biblioteca Epifânio Dória no dia 29 de outubro de 1974. A professora Aglaé Fontes foi a sua primeira coordenadora. Em 1985, a Biafa foi desvinculada da Epifânio Dória. Diversas transformações foram realizadas e, após duas reformas, a Biafa ganhou sua forma atual.

A sede da Biblioteca está localizada na Rua Doutor Leonardo Leite, s/n, bairro 13 de Julho. Para realizar empréstimos, é preciso cadastro. O usuário pode levar até três livros, tendo um prazo de 10 dias, que pode ser renovado, para a devolução. Para obter informações é necessário efetuar contato através do telefone (79) 3179-1965.

Deputado defende leitores de livros eletrônicos

Fonte: Câmara dos Deputados. Data: 29/10/2014.
URL: www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=3E1FBD0EDB3BD9604F5477841A22BD48.proposicoesWeb1?codteor=1260892&filename=Tramitacao-PL+4534/2012

As discussões em torno da atualização da Lei do Livro alavancadas pelo Projeto de Lei nº 4.354 ganharam reforços ontem, com o voto em separado do deputado Onofre Santo Agostini (PSD/SC) na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, onde o projeto está estacionado desde agosto, quando foi apresentado o relatório da Deputada Fátima Bezerra (PT/RN). Em seu voto, o deputado catarinense defende a equiparação dos e-readers – e não só dos e-books - aos livros, contrariando o relatório da deputada potiguar. “O relatório apresentado não julgou oportuna a proposta de inclusão da matéria específica do Projeto de Lei, qual seja a inclusão do parágrafo 2º, do artigo 2º onde equiparava livros físicos a equipamentos específicos cuja a função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital. Contudo, deve-se considerar os avanços tecnológicos existentes. A equiparação apenas dos arquivos digitais aos livros físicos não faz sentido” contra-argumentou o deputado em seu voto. O deputado refuta ainda a proposta da deputada Bezerra de incluir os e-readers na chamada Lei do Bem (Lei 11.196/05), já que, nas palavras do deputado, “esta alternativa não trará o mesmo nível de benefícios fiscais à população caso estes equipamentos sejam equiparados aos livros físicos”. Para basear os seus argumentos, o deputado retoma a pesquisa Retratos da Leitura de 2011 que apontou 68% dos brasileiros leitores estão nas classes C, D e E. “Qualquer outra sugestão de desoneração que não seja a imunidade tributária para os aparelhos de leitura digital tornaria ainda inacessível a aquisição desta nova tecnologia para a grande maioria dos leitores brasileiros”, diz o voto. “A redução do preço final do leitor digital, caso haja equiparação aos livros físicos será em torno de 40 a 50%. A imunidade pleiteada pelos leitores digitais é insignificante em face aos objetivos gerados na educação do povo brasileiro e no benefício a autores/escritores, editoras e estudantes”, conclui o deputado.

28 de out. de 2014

Portal da CAPES pode ser acessado por celular

O Portal dos Periódicos ganhou um aplicativo. A ferramenta desenvolvida pela Coordenação de Apoio ao Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com a Rede Nacional de Pesquisa e Ensino (RNP) ficará disponível aos usuários da plataforma para ter acesso aos conteúdos da biblioteca virtual assinados pela instituição com editores internacionais. O app pode ser encontrado para os sistemas operacionais iOS e Android, além de outros, nas categorias Referência e Educação.
O software permite acesso remoto via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe). Dentro dele será possível fazer buscas rápidas por assunto, periódico, base e livro, todos com a funcionalidade de autopreenchimento. Também será possível navegar em websites referenciados pelos resultados da busca, além de ler e exportar artigos em formato PDF.
Criado em novembro de 2000, o Portal dos Periódicos oferece acesso a mais de 36 mil títulos com texto completo, 130 bases referenciais, 12 bases exclusivas para patentes e mais de 250 mil e-books. O portal ainda dá acesso a conteúdos gratuitos selecionados, como bases de livre acesso, periódicos nacionais com boa classificação no Programa Qualis-Capes, além dos resumos de teses e dissertações defendidas no País.

Fonte: FAPES.

Legislação sobre deficientes visuais

GUIA LEGAL — Síntese da legislação federal para pessoas portadoras de deficiência visual:

Novo número: Palabra Clave

A revista argentina Palabra Clave acaba de editar novo número (v. 4, n. 1, 2014).
Sumário:
Artículos
·       Los usos de la red social Facebook en las bibliotecas de institutos y centros de investigación en Argentina. Claudia Nora Laudano, María Cecilia Corda, Javier Planas, María Inés Kessler . 20-32
·       Carolina De Volder, Valeria Isabel Carrizo. 33-47
·       Reseña sobre Biblioteca pública, ciudadanía y educación social. José Daniel Moncada Patiño . 61-63

O texto completo de cada artigo pode ser encontrado no URL:

Evento: Obras Raras