13 de jun. de 2013

Documento:" A biblioteca do futuro"

Um projeto de investigação sobre o futuro das bibliotecas, conduzido pelo Arts Council de Inglaterra, identificou quatro áreas prioritárias para o fomento e sustentabilidade das bibliotecas no século XXI:
1.                  A biblioteca como centro da comunidade.
2.                  Tirar o máximo partido da tecnologia digital e dos meios criativos.
3.                  Assegurar que a resistência e sustentabilidade das bibliotecas.
4.                  Dotar de conhecimentos adequados os profissionais que trabalham nas bibliotecas.
A pesquisa teve inicio em janeiro de 2012 e seguiu três fases durante as quais os pesquisadores conversaram com mais de 800 pessoas; também foram coletados dados via questionário na internet, obtendo-se 1.400 respostas.
O relatório, dividido em várias partes, pode ser acessado no URL:

Agenda sobre eventos da Biblioteconomia

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) criou uma agenda de eventos na nossa área:
Veja detalhes no URL:

Biblioteca digital sobre folclore e cultura popular

Concentra maior volume de recortes de periódicos sobre folclore e cultura popular referentes às décadas de 1950 a 1970, embora contemple parte da produção intelectual contemporânea veiculada na imprensa.

Menor biblioteca do mundo

Fonte: Portal Terra. Data: 4/06/2013.
URL: http://noticias.terra.com.br/educacao/menor-biblioteca-do-mundo-atrai-visitantes-para-troca-de-livros,a3778ba401f0f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
Uma pequena estrutura amarela instalada em uma rua de Nova York convida os pedestres a esquecer momentaneamente o ritmo alucinado da metrópole para escolher um livro, promover a troca de obras e emprestar títulos já lidos para outros interessados. A "menor biblioteca do mundo" só aceita um leitor por vez - dois, no máximo - e conta com até 40 livros em sua estante. Feita com uma chamativa estrutura plástica amarela, a Little Free Library (pequena biblioteca gratuita, em português) foi montada a partir de materiais reciclados e fica incólume às intempéries ao ar livre porque foi desenhada para proteger seu conteúdo do vento, frio e chuva. As informações são do Daily Mail.
A ideia surgiu há aproximadamente três anos e se espalhou rapidamente pelos Estados Unidos, aparecendo também em algumas áreas da Europa, África e Índia, informaram os autores. A Little Free Library de Nova York está sempre aberta à visitação no bairro Nolita, em Manhattan, onde deve permanecer até setembro. Estima-se que existem atualmente cerca de 5 mil bibliotecas desse tipo em todo o mundo.

Cartilha para gestor de instituições federais de educação superior

O Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União (CGU) realizaram revisão periódica ao conteúdo da cartilha Coletânea de Entendimentos, publicada em fevereiro deste ano. A publicação, destinada a orientar gestores de instituições federais de educação superior, foi elaborada com base em atuações da CGU e na identificação de práticas de gestão bem-sucedidas de diversos segmentos da administração pública federal.
O documento não incluiu a palavra biblioteca. Mesmo assim pode ser útil para o diretor do sistema de bibliotecas.
Murilo Cunha

Detalhes no URL:

8 de jun. de 2013

Projeto de acesso livre está avançando

Fonte: Agência Senado. Data: 28/05/2013.
Proposta aprovada hoje estabelece que universidades, faculdades, centros de ensino superior e entidades de pesquisa disponibilizem o inteiro teor da produção técnico-científica.
As instituições de ensino superior e de pesquisa, públicas e privadas, poderão ser obrigadas a disponibilizar acesso, pela internet, à produção técnico-científica financiada com recursos públicos. A medida está prevista em projeto aprovado nesta terça-feira (28) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
 A proposta (PLS 387/2011) estabelece que universidades, faculdades, institutos e centros de ensino superior, bem como entidades de pesquisa, sejam públicos ou privados, devam manter em repositórios de livre acesso, pela internet, o inteiro teor da produção técnico-científica resultante de pesquisas realizadas com recursos públicos.
Esse apoio financeiro oficial pode ser do governo federal ou dos governos estaduais e municipais e se refere tanto a financiamentos diretos, para aquisição de equipamentos, por exemplo, como ao uso de instalações públicas e pagamentos de salários.
Para o autor do projeto, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), os depósitos digitais de livre acesso reforçam o papel das instituições de ensino superior e de pesquisa de "servir à sociedade e promover o conhecimento científico e a difusão cultural". Favorável ao texto, o relator, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), observa que a disseminação virtual do conhecimento científico já é uma prática dos países mais desenvolvidos.
Sigilo
No caso de produção técnico-científica ou artigos protegidos por contrato de direito de propriedade intelectual, que contenham invenções passíveis de patenteamento ou que tratem de assuntos de segurança nacional, será exigida a divulgação apenas da descrição da produção. No entanto, terminado o prazo de proteção, a instituição será obrigada a divulgar o inteiro teor dos trabalhos.

O projeto determina ainda que o repasse de recursos às instituições deverá ser condicionado à criação de repositórios para livre acesso à produção científica e tecnológica. Prevê também que o governo federal será responsável pela integração desses bancos de informações e fornecerá orientação técnica às instituições de ensino superior e de pesquisa para manutenção do sistema.

Dez anos da pós-graduação em Santa Catarina

No dia 11 de Junho de 2013, todos(as) bibliotecários(as), arquivistas e mestres, doutores(as), pesquisadores(as) envolvidos(as) com as temáticas da Ciência da Informação ou que tenham interesses nessas temáticas poderão conhecer mais sobre o MESTRADO e DOUTORADO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA UFSC. Nesse dia, a partir das 14 horas no AUDITÓRIO HENRIQUE DA SILVA - BLOCO B - TÉRREO do CCE (Básico) - UFSC será realizada programação comemorativa aos 10 ANOS de implantação do Curso de Mestrado em Ciência da Informação na UFSC.
Detalhes no URL:

DF: leitura e biblioteca tem audiência pública

Data: 10 de junho de 2013 (2ª. Feira). Horário: 15 horas.

Local: no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Exposição de literatura erótica

Fonte: Século Diário. Data: 4/06/2013.
URL: www.seculodiario.com.br/exibir.php?id=8667
Até o próximo dia 28 de junho, a Biblioteca Pública do Espírito Santo (BPES) apresenta uma exposição de literatura erótica. A mostra reúne cerca de 50 títulos oriundos das várias coleções da instituição e conta com a curadoria do escritor e professor do Departamento de Comunicação Social da Ufes Erly Vieira Jr.. 
Entre os livros se destacam obras clássicas do gênero, como o Satyricon, de Petrônio, a Arte de Amar, de Ovídio, o Decameron, de Boccaccio, com belas ilustrações a cores, o Jardim Perfumado, de Nafzawi, o Diálogo das Prostitutas, de Aretino, as Memórias de Casanova e, como amostra da vasta obra do Marquês de Sade, Justine. 
As obras Drácula, de Bram Stoker, e Entrevista Com o Vampiro, de Anne Rice, garantem, nas palavras de Erly Vieira Jr. “a presença da metáfora erótica do vampiro e sua forte capacidade de seduzir”. 
Outras presenças essenciais são O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence, Ulisses, de Joyce, cuja publicação na Inglaterra e nos Estados Unidos esteve proibida durante cerca de vinte anos, além de Henry Miller (também proibido pela censura), com Sexus, Nabokov, com Lolita, e Pasolini, com Teorema, e autores de best-sellers dos anos 1960-70 como Harold Robbins e Jacqueline Susann.
Dentre os brasileiros comparecem os ícones Nelson Rodrigues, Cassandra Rios e Hilda Hilst, mais os capixabas Bernadette Lyra, com o romance Aqui Começa a Dança, Luiz Guilherme Santos Neves, com os contos erótico-fantásticos de Torre do Delírio, Saulo Ribeiro, com Diana no Natal, e Reinaldo Santos Neves, com A Ceia Dominicana, onde se faz um diálogo com Satyricon. 
Entre as obras poéticas figuram a poesia homoerótica de Paulo Sodré e Waldo Motta e também Cantáridas, poemas fesceninos dos anos 1930, compostos por Paulo Vellozo e os irmãos Jayme e Guilherme Santos Neves.
Todos os textos reunidos na exposição, de certa forma, remetem à concepção que o francês Georges Bataille fazia do erotismo: uma experiência limítrofe, indizível, uma “perda voluntária do eu”. Para o filósofo, trata-se de uma tentativa de se recuperar uma intimidade originária, perdida com o todo, quando somos concebidos e, portanto, tornados indivíduos. 
O curador da mostra explica que, paralelamente a essa dimensão sagrada do erotismo, outros autores destacam uma dimensão cotidiana, uma espécie de jogo em que se descobre e se explora o corpo do outro, esse (não tão obscuro assim) objeto do desejo. 
Serviço
Biblioteca Pública do Espírito Santo (BPES)
Av. João Batista Parra, 165, Praia do Suá

Vitória, ES

Bibliotecas universitárias terá reunião no Congresso de Florianópolis

XXV CBBD – Florianópolis, 7 a 10 de Julho de 2013

Dia: 08/07/2013 – Local: Sala Ingleses

Programa
09:30h Abertura: Diretoria da CBBU
10:00h Palestra: Bibliotecas Universitárias e a sua atuação na avaliação de cursos do MEC/INEP
A biblioteca universitária e os processos de regulação do ensino superior (MEC/INEP): credenciamento e recredenciamento; autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação. Legislação, instrumentos de avaliação (constantes mudanças), formulário eletrônico e visita in loco pela comissão de avaliadores ad hoc. A prática do bibliotecário nos processos e sua relação com a gestão das bibliotecas universitárias.
Objetivo: Contribuir para que os bibliotecários, atuantes em instituições de ensino superior, trabalhem com autonomia e segurança no que diz respeito aos processos avaliativos do MEC/INEP.
Palestrante: Mírian Queiroz Rocha
Bibliotecária e docente no ensino superior privado. Formação em Biblioteconomia e Documentação pela UNIRIO, pós-graduação na área de Educação/Ensino Superior. Diretora da Biblioteca Central do Centro Universitário do Norte Paulista. Atua na implantação e gestão de bibliotecas universitárias (BUs) desde 1989 e no desenvolvimento de projetos de informatização de acervos e serviços. Presta serviços de consultoria e assessoria, com ampla experiência no gerenciamento de processos de regulação do ensino superior privado: credenciamento e recredenciamento institucional, autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos. Ministra palestras e cursos (inclusive in company). Docente do Programa de Capacitação Técnica e Gerencial (cursos à distância FEBAB).
11:00h – Debates
11:45h – Relato do Encontro Regional de Bibliotecas Universitárias do Norte/Nordeste
Leonilha Lessa e Mirian Cris – UNIFOR: Ações da CBBU

12:30h - Encerramento

Declaração Universal sobre os Arquivos

Prezados/as Colegas,

Em celebração ao Dia Internacional dos Arquivos - 9 de junho (data que ainda pouco comemoramos no Brasil), uma das atividades internacionais em curso é o apoio à Declaração Universal sobre os Arquivos. 

A Declaração Universal sobre os Arquivos foi aprovada na 36a. Reunião da Unesco (Paris, 10/11/011) . Está disponível em português em 

Também pode ser encontrada em outras línguas em http://icarchives.webbler.co.uk/?lid=13343&bid=1101

As assinaturas brasileiras em apoio à Declaração ainda são ainda poucas, como pode ser constatado em http://icarchives.wufoo.eu/widgets/w7y8w5/

Estamos a mobilizar colegas e alunos para ampliarmos o apoio brasileiro à Declaração e, assim, celebrarmos o Dia Internacional dos Arquivos.

Para manifestar seu apoio à Declaração Universal sobre os Arquivos: http://icarchives.wufoo.com/forms/register-your-support-for-the-uda/


Um abraço,

José Maria Jardim
Mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos

UNIRIO

5 de jun. de 2013

Nova revista: Informação e Profissões

A revista Informação@Profissões, iniciada em 2012, é um periódico técnico-científico eletrônico do Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), disponível em Open Access, no sistema SEER (Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas).
A Informação@Profissões tem como objetivo disseminar as comunicações técnicas em Ciência da Informação e difundir as experiências resultantes dos diálogos entre profissionais, especialistas e estudantes que atuam em diferentes regiões do país e no exterior. Publica contribuições técnicas inéditas na área de Ciência da Informação e suas interfaces, nos idiomas português, espanhol e inglês, que são avaliadas (revisão anônima) pelos pares. A revista conta com avaliação dupla e se necessária tripla. As avaliações dos artigos são realizadas pelo Comitê Editorial e pelo Conselho Consultivo.

Instituto Ecofuturo na Feira do Livro

Evento tem Ilustração como tema principal e a Colômbia como país convidado
Pais e professores já podem marcar em seus calendários: do dia 5 ao dia 16 de junho acontece no Rio de Janeiro a 15ª edição do Salão FNLIJ do Livro para crianças e jovens, um dos eventos literários mais importantes do país. Com Ilustração como tema principal e a Colômbia como país homenageado, em razão das diversas parcerias realizadas com o Brasil na área de promoção de leitura e biblioteca, esta edição do Salão promete ser novamente um mergulho no mundo da literatura, do qual o Instituto Ecofuturo foi convidado a participar devido ao seu trabalho de treze anos em defesa do direito de acesso à leitura em todos os cantos do País, cooperando com tradicionais esforços nacionais destinados a esta causa.
O Instituto participará da 3ª edição do Simpósio Retratos da Leitura no Brasil, evento que integra o Salão e está previsto para acontecer no dia 6. Christine Castilho Fontelles, diretora de educação e cultura, será uma das palestrantes e dividirá experiências adquiridas com o projeto Biblioteca Comunitária, realizado em parceria com a FNLIJ Brasil adentro e hoje presente em onze estados brasileiros. Christine estará presente também no painel que acontece no dia 7, “A importância da leitura como fator de cidadania: movimentos na Colômbia e no Brasil e lei das bibliotecas na escola”, apresentando a estratégia e alcance da Campanha Eu Quero a Minha Biblioteca, cujo objetivo é colaborar com gestores públicos, organizações da sociedade civil e cidadãos de todo o país, informando sobre os recursos federais existentes para a educação e que podem ser utilizados para a criação e manutenção de bibliotecas, contribuindo com a efetividade da Lei 12.244/10, que determina que todas as instituições de ensino do país devem ter uma biblioteca até 2020.
“A FNLIJ é um parceiro estratégico do Ecofuturo e o Salão traz a oportunidade de compartilharmos as experiências que realizamos em conjunto Brasil adentro focada na articulação intersetorial para criação e fortalecimento de políticas públicas de leitura e biblioteca, ampliar conhecimentos sobre literatura e conhecer experiências internacionais relacionadas a políticas públicas de leitura e biblioteca. Por esta razão o prêmio oferecido às três equipes das bibliotecas do projeto vencedoras do Prêmio Ecofuturo de Bibliotecas, que está em sua 4ª. edição é vir ao Rio para participar do Seminário, que este ano homenageia o querido poeta Bartolomeu de Campos Queirós”,  diz Christine Fontelles.
Os ingressos para a 15ª edição do Salão custam R$5,00, havendo gratuidade para maiores de 60 anos, portadores de deficiência, professores da rede municipal do RJ e instituições que trabalham com crianças e jovens de comunidades de baixa renda, pré-agendadas com a FNLIJ. A programação completa está disponível no site www.salaofnlij.com.br.
Serviço
Simpósio Retratos da Leitura no Brasil - 3a. Edição
Data: 6 de junho, das 9h às 14h30
Local: Centro de Convenções Sulamérica - Av. Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova - Rio de Janeiro

Palestra: A importância da leitura como fator de cidadania: movimentos na Colômbia e no Brasil e lei das bibliotecas na escola
Data: 7 de junho, das 16h às 17h30.
Local:

Centro de Convenções Sulamérica - Av. Paulo de Frontin, 1 - Cidade Nova - Rio de Janeiro

Velocidade de acesso é barreira

Fonte: Veja. Data: 27/05/2013.
Autoria: Victor Bonini.
A baixa velocidade das conexões com a internet nas escolas públicas brasileiras é uma barreira à adoção da tecnologia como ferramenta de apoio pedagógico em sala de aula. Foi o que 78% dos diretores, 73% dos professores e 71% dos coordenadores de unidades de ensino afirmaram ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que divulgou na última quinta-feira, 23, os resultados da pesquisa TIC Educação 2012
O centro de estudos do comitê (Cetic.br) ouviu 1.592 professores, 831 diretores, 773 coordenadores e 8.332 alunos dos ensinos fundamental e médio, distribuídos em 856 escolas brasileiras. Dessas, dois terços são públicas – municipais e estaduais – e um terço, particulares.
A pesquisa apurou que 90% das escolas públicas têm acesso à internet, mas 32% delas possuem conexão inferior a 1 megabite por segundo, enquanto 26% se conectam com velocidade entre 1 e 2 megabites por segundo. Do total, 24% dos diretores disseram não saber a velocidade da internet de suas instituições.
Além disso, 52% dos educadores de rede pública declararam que foi preciso fazer um curso de informática para aprender a usar o computador e a internet com fins pedagógicos. Para isso, três quarto deles tiveram que pagar o curso do próprio bolso, enquanto 22% foram beneficiados com aulas franqueadas pelo governo.
Outros dados mostram que, na hora de desenvolver habilidades no computador, a maioria dos professores recebe apoio de revistas e textos especializados (46%) ou de colegas de trabalho – como outros educadores (79%), coordenadores ou pedagogos (61%), diretores (57%) e monitores (46%). Só depois, vem a ajuda das secretarias de ensino, que ajudam 39% dos docentes.

O estudo ainda aponta com que frequência são realizadas as principais atividades voltadas aos alunos na sala de aula. No ranking, as tarefas que envolvem o uso do computador estão em último lugar, com 2% de frequência. E, durante o pouco tempo em que se mexe com o computador em sala de aula, 62% dos educadores têm o costume de ensinar os alunos a utilizar a máquina e a navegar na internet. Essa atitude entra em conflito com outros dados da pesquisa que indicam que 62% dos alunos de escola pública já possuem computadores em casa e, inclusive, 44% deles fazem uso da internet no celular.

Cresce o uso de computadores nas escolas

Os computadores portáteis estão mais presentes nas escolas públicas brasileiras, mas a velocidade de conexão limita o uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nessas instituições. Setenta e quatro por cento das escolas públicas possuíam computador portátil em 2012, em comparação com os 67% de 2011 e 49% de 2010.
Detalhes na pesquisa no URL:

Evento: Acesso aberto

Data: 6 a 9 de outubro de 2013.
Local: Universidade de São Paulo, Sistema de Bibliotecas, Auditório.
Objetivo: promover o compartilhamento, a discussão, a geração e a divulgação de conhecimentos, práticas e pesquisas sobre o acesso aberto em todas as suas dimensões e perspectivas, servindo de catalisador à disseminação de políticas, pesquisa e desenvolvimento na área.



1 de jun. de 2013

Evento: Gestão do conhecimento

Para quem não conhece o eDOC, faltam menos de 20 dias para a edição do Rio.

Detalhes no URL: www.edocconsultoria.com.br


ABRAINFO está nascendo oficialmente

Enfim, a ABRAINFO, tendo atravessado todos os obstáculos para alcançar a sua legalidade, já se apresenta como "personalidade jurídica". Esse foi o pequeno passo inicial. Agora precisamos trabalhar coletivamente na construção da entidade, fazendo com que ela seja representativa dos milhares de profissionais da informação, dispersos e, quase sempre, isolados. Partimos para o segundo momento, que exigirá a participação de todos: aglutinar pessoas em torno de objetivos comuns. Só isso garantirá a nossa legitimidade.
O momento que vivemos é um tanto obscuro. As mudanças tecnológicas e seus desdobramentos mostram um cenário que espanta e traz mais perguntas do que respostas. E para alegrar os pessimistas, o quadro nacional e as políticas públicas menos resolvem e mais complicam.
A partir de agora podemos contribuir para reverter o quadro. Vamos nos organizar, pensar juntos, escolher caminhos, obter benefícios coletivos e, certamente, falar mais alto.
Em outras palavras, associem-se à ABRAINFO: http://www.abrainfo.org.br/filiacao.
Tragam para este grupo mais participantes e divulguem esta mensagem.
Luís Milanesi

O presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Profissionais da Informação (ABRAINFO), Antônio Agenor Briquet de Lemos, na conformidade do que preconiza o parágrafo único do artigo 39 de seu estatuto social e demais dispositivos pertinentes, convoca os associados efetivos para a assembleia geral ordinária que ocorrerá no dia 12 de junho de 2013, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, na Rua da Consolação, 94, São Paulo, SP, às 15 h 30 min, em primeira convocação, ou, em segunda convocação, às 16 h, com qualquer número de associados, para tratar da seguinte:
ORDEM DO DIA
I - Apresentação do relatório de atividades da Diretoria Executiva provisória.
II – Eleição do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal.
III – Indicação, pelo Conselho Deliberativo eleito, dos membros da Diretoria Executiva, que serão referendados pela assembleia geral.
IV – Outros assuntos.
São Paulo, 31 de maio de 2013.
Antonio Agenor Briquet de Lemos

Presidente do Conselho Deliberativo

Inaugurada a Biblioteca 104 especializada em artes visuais

O CentoeQuatro e o Instituto Antônio Mourão Guimarães (IAMG) convidam para a abertura da Biblioteca 104, a primeira biblioteca pública com acervo especializado em artes visuais, composto por cerca de 1.500 títulos para consulta no local. O evento acontece neste sábado (1º/06), às 10h, com lançamento coletivo de livros dos artistas João Castilho, Rosângela Rennó, Pedro David, Nitro Editorial, Ilumunuras 3, Poro e Amir Brito, e às 11h, lançamento do livro NEVEN e bate–papo com Raquel VErsieux, Vicente Pessôa e o curador Júlio Martins. Entrada gratuita.
Endereço: Praça Ruy Barbosa, 104, Centro.
Belo Horizonte, MG

Detalhes no URL: www.centoequatro.org

31 de mai. de 2013

Brincadeiras com texto melhora a alfabetização

Fonte: UOL Educação. Data: 27/05/2013.
Autoria: Cristiane Capuchinho.
Incluir exercícios com letras e números na educação de crianças a partir dos três anos melhora o desenvolvimento na alfabetização, afirmam especialistas. A prática, conhecida como letramento, não é novidade em escolas particulares. No entanto, na rede pública, a educação infantil ainda se resume ao cuidado e a brincadeiras sem intenção didática.
A proposta não é a de transformar creches em escolas, mas a de colocar as crianças em contato com textos, letras e conceitos como preparação para a alfabetização, explica a psicóloga Tarciana de Almeida, especialista em psicologia cognitiva.
`Assim as crianças podem chegar ao final do 3º ano [do ensino fundamental] como leitoras, escritoras e falantes de sua língua cada vez mais competente, afirma a pedagoga Patrícia Moura Pinho, professora da Universidade Federal do Pampa.
`É a escola pública que não faz isso com a alegação de que se está `escolarizando a educação infantil. Isso só aumenta a desigualdade, estamos reduzindo as chances dos alunos de escola pública, pontua Angela Dannemann, diretora executiva da Fundação Victor Civita.
Para as especialistas, as críticas ao letramento infantil não são pertinentes. Desde sempre a criança está inserida no mundo da escrita. Tudo depende de como a questão for trabalhada, podemos, por exemplo, trabalhar textos de forma muito rica, sem que a criança seja necessariamente alfabetizada, considera Tarciana.
Ampliando horizontes
De maneira lúdica, os professores podem tornar familiar as letras, diferentes formas de apresentação de texto ou conceitos. `A comparação entre tamanhos de sapatos ou alturas pode ajudá-las a entender o sistema métrico e até mesmo a compreender dezenas e centenas`, exemplifica Angela.
A leitura de diferentes tipos de textos, como livros, cartas e jornais, apresenta a diversidade de registros possíveis para a escrita. Esta é uma forma de trabalhar linguagem em uso real e não descontextualizada e sem sentido, como a escola costuma fazer acrescenta Tarciana.
Os pais têm importante papel na introdução das crianças ao mundo das letras, lendo histórias e apresentando os diferentes mundos da escrita. No entanto, é também aí que mora o problema. As crianças que moram em casas em que os pais têm o hábito de leitura já saem na vantagem e a escola pública não ajuda a mudar esse quadro, critica Angela.
Educação infantil no país
Em 2012, a educação infantil reunia 7,3 milhões de crianças matriculadas no Brasil, segundo o Censo da Educação Básica. Dessas, 4,7 milhões estavam na pré-escola e os outros 2,5 milhões em creches.
Para inserir o letramento nesse período escolar, no entanto, é necessária a capacitação dos professores, que não têm conhecimento didático, afirma Angela. Segundo o Censo Escolar de 2012, 35% dos professores da educação infantil têm apenas o ensino médio.
Idade certa
O Senado aprovou o PNAIC (Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa), que prevê uma série de ações envolvendo União, Estados e municípios para garantir a alfabetização dos alunos da rede pública de ensino até os oito anos de idade até 2022.

O Pnaic prevê o apoio do governo federal para financiar a formação continuada dos professores; as bolsas oferecidas aos profissionais e outras atividades voltadas ao cumprimento dos objetivos do pacto. A estimativa é que sejam investidos cerca de R$ 3 bilhões até 2014.