4 de mar. de 2016

DF: biblioteca pública recebe pagamento com tampinhas para incentivar leitura

Fonte: Jornal de Brasília. Data: 26/02/2016.
URL: www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/cidades/669532/biblioteca-publica-recebe-pagamento-com-tampinhas-para-incentivar-leitura/
Na Biblioteca Pública do Itapoã, a moeda é uma tampinha de garrafa PET; a mercadoria é um livro; e o valor e o lucro são o conhecimento adquirido. Na região administrativa — localizada há aproximadamente 25 quilômetros da Rodoviária do Plano Piloto — com 20 tampinhas é possível ganhar um livro. Estima-se que, em um mês, 500 obras foram negociadas pelo sistema de barganha. Quanto mais pessoas buscam por exemplares, mais se deseja fornecer.
O escambo literário começou com a união de dois projetos: Tampa Mania (doações de tampas) e Livro por Livro (troca de um livro por outro). Ambos foram idealizados pelas funcionárias da administração regional que comandam o acervo e o público, Rozângela Rodrigues da Silva, de 49 anos, e Lilia Valéria Correa, de 40 anos. "O que a gente mais quer é ver isso aqui cheio", afirma Rozângela ao apontar para as cadeiras de estudo.
As duas começaram a exercer a função de bibliotecária no segundo semestre do ano passado e sem terem experiência no ramo. Foi da simples vontade de que o espaço servisse como um ambiente de socialização para as crianças e os adolescentes da região. "O Itapoã é uma área de vulnerabilidade, temos que estar atentos com as crianças nas ruas", justifica Lilia.
Essa é uma das principais preocupações dela. A funcionária conta que é ex-presidiária e até 2008 esteve na Colmeia (prisão feminina do Distrito Federal). Hoje, estuda direito em uma faculdade particular de Brasília e sonha ser promotora.
Segundo Lilia, o objetivo de incentivar a leitura é reduzir a possibilidade de influências negativas para as crianças do local. Ela explica que a barganha não é com os exemplares do acervo, mas com volumes doados à biblioteca com essa finalidade.
Incentivo
Além da troca, as funcionárias também desenvolvem oficinas de reciclagem com as crianças. São brinquedos e enfeites construídos com CDs, garrafas PET e outros produtos reutilizados. "Qualquer criança pode participar. É só ter idade para usar a tesoura", brinca Rozângela. Com as ações, a biblioteca passou a receber por volta de 30 frequentadores diariamente, inclusive de familiares e de estudantes para concursos. Antes, a média era de cinco em um dia.
Os trabalhos desenvolvidos no local ainda são novidade na região administrativa, onde 68,96% da população não estudam e 44,3% têm ensino fundamental incompleto. Os dados são da última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios do Itapoã divulgada em 2014, pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal. Os índices reforçam o desafio da administração para estimular o hábito de ler, e as ações têm apresentado resultados positivos. "Isso era morto aqui. Tinha até apostila de 1990 para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil", compara Lilia.
Segundo Rozângela, a cada 15 dias, as duas separam exemplares e levam ao Restaurante Comunitário — vizinho à biblioteca — para divulgar o espaço. "É sempre na sexta-feira, porque tem feijoada." Elas se vestem de palhaço e adotam a alcunha de Lika (Lilia) e de Rosa Brilhante para chamar a atenção de quem passa. Contam histórias e criam momentos lúdicos para a criançada.
Família 
As inovações deram certo. Há um mês, Ana Carolina Félix, de 10 anos, tem sido uma frequentadora assídua da biblioteca. Ela conta que lê diariamente cinco livros e ainda leva o irmão caçula, Guilherme, de 5 anos, como companhia. Branca de Neve e os Sete Anões e Aventuras da Barbie são os livros preferidos da garota, que vai à biblioteca no turno vespertino e já está preparada para mudar o cronograma com a volta às aulas na próxima segunda-feira (29). "Aí, eu venho de manhã", responde com um sorriso.

"As crianças trazem as famílias, que também gostam daqui. E assim a biblioteca vai de boca em boca se espalhando pela cidade", acrescenta Lilia. De fantasias e com flores nos nomes, Lilia e Rozângela tentam educar e preparar os moradores do Itapõa para que os espinhos não sejam tão duros. (...)

Transformar a biblioteca numa aventura

Autoria: Luisa Cabral.
Fonte: Esquerda.net. Data: 26/02/2016.
URL: www.esquerda.net/opiniao/transformar-biblioteca-numa-aventura/41424
Umberto Eco faleceu a 19 deste mês, como bibliotecária gostava de lembrar o que lhe fico a dever.
Um lema carregado de prazer, de persistência e luta. Este lema sintetiza tudo quanto aprendi, sei e pratiquei entre as quatro paredes da biblioteca. Valeu sempre mais do que todos os manuais juntos que fui obrigada a ler e a escrutinar. As mais das vezes intragáveis, longe das necessidades dos leitores, da sua paciência e urgência para se embrenharem nas artimanhas que cada biblioteca pode representar. Umberto Eco faleceu a 19 deste mês; como bibliotecária gostava de lembrar o que lhe fico a dever.
Transformar a biblioteca numa aventura. Este lema sintetiza tudo quanto aprendi, sei e pratiquei entre as quatro paredes da biblioteca. Valeu sempre mais do que todos os manuais juntos que fui obrigada a ler e a escrutinar
No Verão de 85 li sofregamente O nome da rosa. Para lá de todas as razões que tornaram famoso o romance, a mim marcou-me pelas alusões finas ainda que diretas ao espaço da biblioteca, ao valor da mensagem escrita, à imperiosidade da leitura. As referências claras à organização que se quer indispensável numa biblioteca: “ao longo das paredes… enormes armários, carregados de livros, dispostos com regularidade. Os armários tinham uma etiqueta numerada, assim como cada uma das prateleiras: claramente, os mesmos números que tínhamos visto no catálogo”; ou à riqueza interminável que uma biblioteca guarda: “…a biblioteca era ao mesmo tempo a Jerusalém celeste e um mundo subterrâneo nos confins entre a terra incógnita e os infernos”; ou à responsabilidade social da biblioteca: “…a biblioteca não podia ser ameaçada por nenhuma força terrena, era portanto uma coisa viva…mas, se era viva, porque não devia abrir-se ao risco do conhecimento?”. Três questões pertinentes para qualquer técnico de biblioteca e, por maioria de razão, para o leitor.
Aspetos fundamentais num apelo às bibliotecas quando estas se tornam um cenário privilegiado para o exercício de normas, regras, soluções tecnológicas, quantificações várias esquecendo os livros, a complementaridade entre eles, a cumplicidade temporal.
De Bibliotheca - Este livrinho, precioso, um manancial de sugestões e análise crítica, constitui um marco para a compreensão do lugar das bibliotecas, da importância dos livros e uma boa decisão seria considerá-lo nos currículos académicos, objeto de leitura obrigatória e discussão
Mas o texto mais marcante sobre o lugar de prazer e construção que as bibliotecas corporizam é, inquestionavelmente, o De Bibliotheca (Paris: L’ Échoppe, 1986 ou Lisboa: Difel, 1987), transcrevendo conferência proferida em 1981. Trata-se de um livro pequenino, menos que bolso, mordaz e acutilante. Abunda em passagens conseguidas sobre o que as bibliotecas são, ou deviam ser, colocando o leitor no centro das suas (nossas) preocupações, observações feitas por quem viveu entre os livros, os usou, refletiu ou escreveu. Basta uma citação para se perceber: “…um dos mal-entendidos que dominam a noção de biblioteca é o facto de se pensar que se vai à biblioteca pedir um livro cujo título se conhece…ora, a função da biblioteca […] é de descobrir livros de cuja existência não se suspeitava”. Esta passagem é das minhas favoritas porque nela se reconhece uma dinâmica e uma dialética que continuam a ter ferozes opositores. Destaco ainda o “modelo negativo” arquitetado e proposto para uma biblioteca. Uma obra-prima de dezanove princípios a desafiar os que insistem em sobrevalorizar as normas e a organização em detrimento das pessoas, do conhecimento, da cultura e do saber. Este livrinho, precioso, um manancial de sugestões e análise crítica, constitui um marco para a compreensão do lugar das bibliotecas, da importância dos livros e uma boa decisão seria considerá-lo nos currículos académicos, objeto de leitura obrigatória e discussão. Fui buscar ao De Bibliotheca o lema puxado para título o qual me inspirou num projeto de âmbito nacional, a maior aventura profissional em que me envolvi. Nunca será demais dar o De Bibliotheca a ler. Dá que pensar, até ao incómodo, mas as bibliotecas agradecem.

Luisa Cabral

Bibliotecária reformada da função pública. Candidata do Bloco de Esquerda nas eleições legislativas de 2015, pelo círculo eleitoral de Lisboa.

Biblioteca Digital do Senado Federal

A Biblioteca Digital do Senado Federal (BDSF) armazena, preserva, divulga e dá acesso, em formato digital, a mais de 250 mil documentos de interesse do Poder Legislativo, propiciando segurança e preservação da informação, maior visibilidade na Internet, maior rastreabilidade em mecanismos de busca e rápida disseminação do conhecimento.
O acervo digital é variado, dividindo-se entre livros, obras raras, artigos de revista, notícias de jornal, produção intelectual de senadores e servidores do Senado Federal, legislação em texto e áudio, entre outros documentos.
As obras publicadas na BDSF são de domínio público ou possuem direitos autorais cedidos pelos proprietários, possibilitando acesso e download gratuitos das obras.



Dados estatísticos sobre a infância

Dados estatísticos sobre a infância
Nas páginas UNICEF podem ser encontrados dados estatísticos sobre o direito e as condições de saúde das crianças residentes em inúmeros países. O usuário precisa selecionar o país de interesse para ter acesso a tópicos como taxa de mortalidade infantil, nutrição, demografia e proteção infantil.

27 de fev. de 2016

Novo curso: Mestrado em Gestão da Informação

MESTRADO PROFISSIONAL EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO - PPGCI/USP
 Inscrições (on line) de 28 de março a 01 de abril de 2016
 Prova dissertativa - 18 de abril de 2016
 Avaliação de Projeto de Pesquisa e Currículo - 09 a 25 de maio de 2016

 Edital disponível D.O. do Estado de São Paulo p. 91 e 92

Meninas e mulheres do Morro: a ONG que vai além da missão de distribuir preservativos

Autoria: Nathalia Toledo.
Fonte: Rádio CBN. Data: 23/02/2016.
URL: http://cbn.globoradio.globo.com/grandescoberturas/rio-451-anos/2016/02/23/MENINAS-E-MULHERES-DO-MORRO-A-ONG-QUE-VAI-ALEM-DA-MISSAO-DE-DISTRIBUIR-PRESERVATIVOS.htm

Grupo tem parceria com a biblioteca comunitária da Mangueira, que tem 12 mil livros catalogados e recebe 600 visitas por semana. Trabalho começou em 1995 por causa do alto índice de doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens.

'Eu não tenho uma formação acadêmica, né? Mas tenho uma expertise de saber que a leitura evolui, que a leitura te dá possibilidades, que a leitura de deixa mais apto a falar de qualquer coisa.'
Eis a nossa primeira carioca campeã. 
'Todo mundo na comunidade me conhece: E aí, Kely! Oh, vou botar meu filho lá, hein.'
Lá na biblioteca comunitária da Mangueira, que tem nada menos do que 12 mil livros catalogados e classificados por cores e recebe 600 visitas por semana. Mas pra entender bem esse feito, a gente volta um pouco no tempo. Nascida e criada no morro da Zona Norte, Kely Louzada faz parte de uma das primeiras famílias a habitar a Mangueira, vinda de Minas Gerais. Na década de 1970, era uma das poucas na comunidade que tinha televisão em casa. E isso já a incomodava de alguma forma.
'Eu levava a galera para assistir televisão lá, quem não tinha. Isso escondido da minhã mãe. Quando ela chegava do trabalho, já tinha que estar tudo arrumadinho, tudo organizado para ela não desconfiar que lá em casa virou um cinema. E fui crescendo com essa ansiedade, com essa preocupação com quem tem mais, quem tem menos.'
Em 1989, com 20 anos, Kely foi convidada a trabalharna Associação de Moradores da Mangueira. No ano seguinte, um episódio seria decisivo para contar essa história.
'Houve uma chuva tão forte que morreram pessoas. Eu lembro que passei três dias e três noites sem dormir fazendo comida, cuidando das crianças que ficaram sem casa e das próprias famílias, dando um acalanto e tal. E, pronto, eu queria aquilo ali para a minha vida.'
E foi assim que nasceu o Meninas e Mulheres do Morro. A ONG foi montada em 1995 por causa do alto índice de doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens. Só que a missão de distribuir preservativos e orientar os adolescentes virou algo maior. 
'Agora nós oferecemos o preservativo e o livro. Porque se você lê muito, se você tem argumento, você vai ter argumento para falar 'tem que usar camisinha, cara, o mundo é esse'.'
Graças a parcerias, o projeto começou a construir uma biblioteca. E não é qualquer uma, não.
'A gente não queria um depósito de livro, a gente queria uma biblioteca comunitária com cunho de biblioteca. As próprias crianças vão às casas resgatar esses livros e eles falam 'ah, não, foi muito caro. A gente vai querer ler e o livro está lá guardado na casa da pessoa.'
O resultado? Os números mostram: hoje o mês mais fraco tem entre 280 e 300 livros emprestados. São quase 7 mil empréstimos ao ano. E a Kely cuida de tudo com a ajuda de quatro pessoas - à hora que for.
'Porque eu penso assim: quando uma pessoa quer ler, então pra quê que eu vou tolir isso? Pra quê eu vou cortar essa vontade? Então a gente vem e empresta nesse horário.'
A biblioteca da Mangueira recebe 120 crianças e adolescentes para atividades todos os dias, sem contar os visitantes esporádicos.
'Acima da metade das pessoas que nós atendemos nesses anos todos hoje tem uma faculdade, são pais e mães de famílias bacanas. Foram duas pessoas que nós perdemos para o tráfico. Pouquíssimo, né?'
Kely Louzada, 47 anos: uma carioca que briga por leitura de qualidade, por dignidade para os moradores da Mangueira. E que fala como se fosse fácil, como se não existisse um mundo de obstáculos para manter um projeto desses. 

'Quando eu olho e vejo de quando eu comecei até aqui, valeu a pena. Valeu a pena os finais de semana, os feriados, filho nascer e com seis, sete dias de alta já estar aqui com filho no carrinho... Todo dia eu levando e falo 'nossa, que bom, estou viva e vou pra lá de novo'. Mesmo a trancos e barrancos, sem grana, sem apoio, mas estou lá. Valeu a pena e vale a pena.' 

Sobre a experiência de leitura

Autoria: Carlos Andrei Siquara.
Fonte: O Tempo. Data: 23/02/2016.
URL: www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/sobre-experi%C3%AAncias-de-leitura-1.1240852
A pedagoga Daniela Figueiredo discute a formação de jovens leitores e o papel das bibliotecas públicas hoje em BH
Há três anos, a pedagoga Daniela Figueiredo resolveu investigar os hábitos de leitura de jovens, o que a levou a uma pesquisa de mestrado centrada no papel das bibliotecas públicas na formação desses leitores. Após defender o trabalho no ano passado, ela realiza hoje um encontro na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte, onde vai comentar com o público as principais ideias e percepções resultantes desse processo.
Um ponto ressaltado por ela é a desmitificação do desinteresse desse público por esses espaços. “Ao contrário do discurso que insiste no fato de que os jovens não leem nada, quando eu fui a algumas bibliotecas, eu notei que muitos deles participavam de atividades de leitura e pegavam livros emprestados. Isso me inquietou e me levou a conhecer melhor esses ambientes que recebem esses leitores e promovem ações voltadas, principalmente, ao incentivo do contato com obras literárias”, afirma Figueiredo.
Outro aspecto que chamou a sua atenção foi a maneira como os frequentadores criavam uma relação com os bibliotecários, o que ao seu ver refletia não só a constante presença deles, mas uma ligação baseada no diálogo. “Eu notei que o envolvimento que eles tinham com os bibliotecários era importante para eles estarem ali. O funcionário saber quem é o jovem, chamá-lo pelo nome, ter uma noção do que ele gosta de ler se revelavam algo essencial, inclusive para a introdução de novas leituras”, diz.
Em 2014, a pesquisadora conta que visitou quatro bibliotecas municipais e também realizou entrevistas com os leitores. Nesta segunda etapa, ela os visitou em casa, o que também foi relevante para compreender a importância do meio familiar para estimular a fruição dos livros.
“Essa ida às casas dos jovens deixou claro que quem costumava frequentar a biblioteca geralmente vinha de uma família que valorizava a leitura. Boa parte dos meninos que eram levados quando crianças continuava participando das ações à medida que crescia. Eles também apontavam, na casa deles, às vezes, um lugar onde guardavam suas leituras, e isso indicavam a maneira como o hábito era cultivado”, completa.
Figueiredo observa que é muito comum os jovens se guiarem a partir dos gostos dos colegas quando o assunto é um livro a ser lido. Portanto, é comum a reprodução nas bibliotecas do foco nos best-sellers do momento, enquanto também há o perfil de outros que buscam alternativas a esse padrão.
“Há uma relação de rede. Eles leem o que todo mundo está lendo, pois esse é um fator que traz pertencimento a um grupo. Porém, ao mesmo tempo, nós vemos que alguns querem fugir desse modelo do best-seller, especialmente quando percebem que há uma espécie de enredo que se repete nessas narrativas”, relata.
Em razão disso, ela comenta ser fundamental a atuação dos bibliotecários, que podem sugerir obras a partir dessas demandas. “Numa das bibliotecas que visitei, por exemplo, eu percebi que os jovens liam muitos títulos com temas de terror, como aqueles sobre vampiros. O bibliotecário, tendo em vista esse interesse, mostrou a alguns deles as obras de Edgar Allan Poe e, assim, aos poucos, eles foram se familiarizando e se apropriando desse autor e de outros que não estão nas listas dos mais vendidos”, afirma.

Figueiredo também questiona a ideia de a leitura de uma obra popular poder levar o jovem a se interessar por outras do repertório clássico. Contudo, ela frisa a necessidade de a biblioteca acolher e permitir o acesso a uma diversidade de conteúdo. “Não acho que exista essa passagem, quase como se fosse uma ascensão do best-seller para o clássico. O que eu entendo é que a biblioteca deve possuir uma variedade de acervo capaz de mostrar ao jovem as várias possibilidades de leitura. O diálogo também é fundamental para que eles construam o entendimento e o significado em torno dos diversos livros”, conclui.

Acre: Biblioteca Pública é referência em acessibilidade e inclusão

Autoria: Márcia Moreira.
Fonte: Agência de Comunicação do Acre. Data: 23/02/2016.
URL: www.agencia.ac.gov.br/biblioteca-publica-e-referencia-em-acessibilidade-e-inclusao/
A Biblioteca Pública está entre umas das dez referências do Brasil quando se trata de inclusão social, segundo o Ministério da Cultura (MinC).
Com projeto de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos, entre outros, o local oferece opções de materiais para que esse público possa usar o conteúdo disponível.
O espaço fornece equipamentos como impressora, scanners, notebooks e tabletes com softwares que traduzem publicações para o braile, bem como livros já publicados na linguagem.
O projeto foi idealizado e financiado pelo MinC, por meio do Sistema Nacional de Bibliotecas, com parceria da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, Mais Diferenças. Além dos materiais, o programa ainda ofereceu diversas formações aos servidores da biblioteca.
Armando Borges é funcionário do local na área de técnica em gestão há oito anos. Deficiente visual, ele atuou como ministrante no curso de braile, e agora ajuda no acervo. Após o último curso, realizado na quinta e sexta-feira, 18 e 19, ele passará a ser o responsável pelo uso da tecnologia assistiva.
“Esses equipamentos não irão ajudar somente as pessoas com deficiência, mas também àquelas que desejam conhecer esse mundo. A tecnologia que temos permite a interação entre todos”, destaca.
Para a coordenadora da Biblioteca Pública, Helena Carloni, o compromisso é estar sempre disponível para fornecer a inclusão.

“Estamos entre as dez bibliotecas referências, e aqui no Norte sermos uma das duas disponíveis, juntamente com Manaus [AM], é muito importante. É algo que exige muita responsabilidade, mas vamos trabalhar para que outras bibliotecas do resto do país também façam parte desse projeto”, ressalta.

Evento: Convergências em Ciência da Informação, Tecnologia e Educação


24 de fev. de 2016

Evento: Patrimônio e mediações sociais e tecnologia

Conforme já colocado anteriormente, venho por meio desta informar a satisfação da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG) em sediar o X Edicic - Encontro da Associação de Educação e Pesquisa em Ciência da Informação da Iberoamérica e Caribe.
Aproveito para informar que a presidência do evento está a cargo da Profa. Dra. Maria Aparecida Moura. O evento acontecerá entre os dias 21 e 23 de setembro de 2016 na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A temática será "Patrimônio, mediações sociais e tecnologia: diálogos interdisciplinares". Serão aceitas comunicações de pesquisa até o dia 30/04 e, para tanto, foi criada uma página do evento utilizando o sistema OJS em versão brasileira (SEER), no endereço http://eventos.eci.ufmg.br/.

Aproveito para solicitar a todos o apoio na divulgação do X Edicic entre todos os nossos parceiros.
Reforço que serão todos muito bem-vindos a Belo Horizonte. BH, a capital ibero-americana da informação em 2016!
Carlos Alberto Ávila Araújo
Diretor
Escola de Ciência da Informação

Universidade Federal de Minas Gerais


23 de fev. de 2016

Mapas antigos do Brasil

Fonte: Archdaily. Data: 15/02/2016.
URL: http://www.archdaily.com.br/br/781955/mapas-antigos-do-brasil-entre-os-seculos-xvi-e-xix
A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro disponibilizou uma série de mapas antigos digitalizados do Brasil entre os séculos XVI e XIX. Disponível na página SlideShgare, o material consiste em uma compilação de 32 mapas, de relevante importância histórica, os quais detalham ricamente o território brasileiro desde do momento da descoberta até sua independência no séc XIX. 
Os originais destes mapas encontram-se em três importantes bibliotecas do mundo – Biblioteca Nacional (Brasil), Biblioteca Nacional de Portugal e a Biblioteca do Congresso dos EUA.  O trabalho “Mapas do Brasil - Coleção Digital de 32 Mapas do Séc XVI ao XIX” visa oferecer a todos aqueles que apreciam mapas, a oportunidade de observar essas relíquias cartográficas que retratam a evolução do conhecimento geográfico a respeito do território brasileiro, ao longo de quatro séculos. 
Acesse os mapas: URL: http://pt.slideshare.net/LuizCdaSilva/mapas-do-brasil-coleo-digital-de-32-mapas-do-sc-xvi-ao-xix

Evento: produção científica e estudos métricos

Seminário Produção Científica e Transversalidade dos Estudos Métricos.
O evento ocorrerá em Salvador/Ba, no período de 14 a 16 de setembro de 2016

Mais informações no URL: http://www.seminariometrias.ici.ufba.br/

Biblioteca Municipal oferece audiolivros

Autoria: Kethlin Meurer.
Fonte: Folha do Mate. Data: 20/02/2016.
Ler amplia o saber, abre novos horizontes e possibilita qualquer pessoa a viajar em um mundo do 'faz de conta'. Ao pensar nas pessoas apaixonadas pela leitura, as bibliotecas oferecem variedades de livros e revistas, bem como, disponibilizam materiais especiais para quem é portador de alguma deficiência. Um desses materiais diversificados é o audiolivro, para deficientes visuais.
Audiobook, audiolivros ou livro falado é uma gravação do conteúdo de um livro narrado em voz alta dentro de estúdio. Pode ser encontrado em novos aplicativos ou em CDs.
Conforme Rosária Garcia Costa, bibliotecária da Biblioteca Pública de Venâncio, não são apenas os deficientes visuais que podem retirar os audiolivros, mas, também, qualquer outro leitor. 'Em grandes cidades, como São Paulo, as pessoas, quando estão no trânsito, escutam as histórias no lugar de ler os livros, já que ler no trânsito poderia render uma multa', comenta.
A bibliotecária ressalta que a comunidade sempre teve disponível os audiolivros. No momento, estão disponíveis no acervo da biblioteca 50 títulos, entre eles estão também os clássicos, como livros dos autores José Guimarães Rosa, Álvares de Azevedo, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, José de Alencar e Machado de Assis.
Rosária conta que, no ano anterior, um edital exigia que as bibliotecas adquirissem algum tipo de material especial, então optou-se pelos audiolivros, porque todas as pessoas podem usufruir. O material novo já está no acervo, mas ainda não foi organizado nas prateleiras. 'Talvez, por isso, poucas pessoas têm o interesse de retirar, porque não veem ou ainda é uma novidade', comenta.
VARIEDADES
Segundo a profissional, a biblioteca oferece outros materiais para os portadores de deficiência. Para atender a todos, os livros em braile também podem ser conferidos nas prateleiras, além de materiais para quem tem baixa visão e DVDs educativos que ensinam libras. 'A biblioteca tem a função de dar acesso à leitura e informação para todos os cidadãos', acrescenta.
Ainda conta que se caso alguém frequente o espaço e não encontre o livro desejado, o material é solicitado na biblioteca do estado.

Rosária comenta que a biblioteca não oferece grande quantidade de livros em braile em função do volume que eles ocupam. Por sua vez, este não é um problema, já que o público que necessita desse tipo de material já tem o hábito de recorrer à biblioteca da Escola Estadual de Ensino Médio Monte das Tabocas.

20 de fev. de 2016

O bibliotecário e o "Nome da rosa"

Fonte: O Observador. Data: 20/02/2016.
URL: http://observador.pt/2016/02/20/bibliotecario-nome-da-rosa/
O primeiro e mais célebre romance de Umberto Eco é o resultado de todas as suas grandes paixões juntas numa história de mistério e linguagem.
“O Nome da Rosa” tinha de acontecer. Era uma questão de tempo. O primeiro romance de Umberto Eco reúne todos os temas que trabalhava há muito – mais do que isso, juntava as suas maiores paixões. A semiótica e a história medieval, a religião e a Europa, os símbolos, a lógica e a Academia mas também os comuns mortais, os leigos de conhecimento e a cultura de massas, juntamente com a Arte e a eterna discussão entre o que é e o que não é belo. E Jorge Luis Borges. Em 2011, Eco dizia em entrevista ao jornal britânico “The Guardian” que “as pessoas estão fartas de coisas simples, querem ser desafiadas”. Contas feitas, essa era uma convicção que o acompanhava há muito. Por isso escreveu O Nome da Rosa.
Não imaginava o italiano que mais de 30 anos depois de o ter publicado, em 1980, estaria a fazer digressões pelo mundo para apresentar os seus romances seguintes. Não escreveu muitos, no total foram sete — o último, Número Zero, ainda no ano passado. Mas eram todos recebidos como se acolhe uma estrela pop. Com ansiedade, com ganas de consumir a obra para depois a ter suficientemente decorada a fim de a transformar em conversa de café. E era também esse um dos dilemas de Umberto Eco, o eterno diálogo entre a cultura intelectual e a cultura de massas. Ou então sempre foram apenas uma, como deu a entender tão bem com O Nome da Rosa.

Códigos

O que é certo é que a linguagem era a sua eterna obsessão. Não tanto a possibilidade de comunicar através de códigos mas a realidade inevitável de que a mesma comunicação pode ter diferentes significados em diferentes momentos, pode ser compreendida de formas distintas em outras tantas ocasiões. Ou como explicava nessa mesma entrevista ao Guardian, “quando um cão ladra, não mente”. Mas nós podemos fazê-lo e isso é fascinante. O Nome da Rosa parte desse princípio. Um crime que parece um suicídio mas pode não ser. Livros que têm um significado aparente mas outros tantos escondidos. Uma religião que segue determinados princípios mas que pode fazer uso de outros opostos ao mesmo tempo. E um homem para descodificar tudo isso e trazer a verdade – pelo menos uma verdade – à superfície. Com as respostas nos livros, como dizia Borges.

Acontece tudo num mosteiro beneditino, no Norte da Itália. Há um assassino que ameaça os monges e é o frade William of Baskerville que chega, acompanhado do seu fiel seguidor Adso, e acaba por investigar a ocorrência. Começa com a tal suspeita de que um dos monges se atirou de uma torre mas as pistas não dizem isso ao sábio franciscano que por ali passa com uma missão com o carimbo do Papa. E à medida que vai querendo saber mais também vai presenciando a morte de mais uns quantos fiéis religiosos. Há uma biblioteca que guarda os segredos dos acontecimentos, livros e iluminuras que escondem respostas difíceis de descobrir à primeira e à segunda. Mas William of Baskerville parece empurrado por uma sabedoria que, apesar das vestes, tem pouco de divina ou sobrenatural. É o homem esforçado a fazer uso da dúvida constante e isso é fascinante. Mais ainda é vermos continuamente a figura do autor na personagem principal. Mesmo que Sean Connery tenha brilhado quando Jean-Jacques Annaud fez uma certeira adaptação ao cinema, faz em Setembro 30 anos.

Avaré (SP): livros na rodoviária

Fonte: G1. Data: 15/02/2016.
O Terminal Rodoviário de Avaré (SP) vai receber, a partir desta segunda-feira (15), o projeto “Livro na Rodoviária”, que traz uma biblioteca itinerante para que os usuários possam ler livros, de graça, enquanto esperam o embarque. O projeto vai ficar até esta quarta-feira (17).
A ação tem como objetivo incentivar a leitura. As obras, que são frutos de doações e fazem parte do acervo da Biblioteca Municipal Professor Francisco Rodrigues dos Santos, podem ser lidas na rodoviária de forma gratuita. Além disso, elas também podem ser retiradas com devolução agendada ou retiradas sem devolução, pois todos os meses um livro pode ser levado sem nenhum custo.
Serviço

O Terminal Rodoviário de Avaré fica na Praça Antônio Batelli. O projeto ficará até esta quarta-feira (17) das 10h até 16h.

Cuiabá (MT): bases comunitárias da PM devem ganhar bibliotecas

Fonte: O Documento (Cuiabá, MT). Data:
URL: ww.odocumento.com.br/noticias/politica/bases-comunitarias-da-pm-devem-ganhar-bibliotecas-,9739
A primeira-dama do Estado e coordenadora do Núcleo de Ações Voluntárias (NAV-MT), Samira Martins, visitou na tarde desta terça-feira (16.02) as bases comunitárias de segurança pública dos bairros Três Barras e Planalto, em Cuiabá, e São Mateus, em Várzea Grande. A visita é o primeiro passo de um estudo para implantação de bibliotecas comunitárias nos locais.
Acompanhada do secretário de Estado de Segurança Pública, Fábio Galindo e do comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Gley Alves de Almeida Castro, a primeira-dama conheceu os projetos de reforma pelos quais as bases comunitárias vão passar ainda este ano e discutiu detalhes de como será a implantação das bibliotecas.
“A ideia surgiu de uma reunião com o secretário Fábio Galindo, que já tinha em mente a reforma destes espaços. Pensamos ‘por que não implantar bibliotecas para que a comunidade tenha mais este espaço de conhecimento e entretenimento? ’”, contou Samira Martins. “Queremos tirar a criança e o jovem das situações de risco e oferecer uma opção de leitura e de estudo”.
Para a escolha dos primeiros espaços que vão receber a iniciativa, o governo fará um estudo de viabilidade, que levará em consideração também os índices de violência do bairro. O NAV-MT será responsável por toda a estruturação, o que inclui o mobiliário e equipamentos conseguidos por meio de doação.
De acordo com o secretário Fábio Galindo, a somatória de esforços contribuirá com o bem-estar da comunidade. “Precisamos avançar nas duas frentes. Construir uma polícia forte e treinada para o combate, mas também uma polícia cidadã, treinada para atender a comunidade. A biblioteca comunitária é uma importante ferramenta de inclusão que fortalece os laços das polícias com a sociedade”.
Quem gostou da ideia foi a moradora do bairro Planalto, Neide Ferreira Valentim. Dona Neide foi uma das primeiras moradoras do local e relembrou dos tempos de violência vividos antes da implantação da base comunitária. Agora, sua grande preocupação é com o estudo dos netos.
“Eu não tive oportunidade de estudar, toda minha vida fiz trabalho braçal. Mas uma biblioteca aqui seria excelente para nossas crianças que estão estudando. Minha neta precisa de um apoio para fazer as tarefas dela. E como nunca estudei, fica difícil ajudar. Tendo essa biblioteca, minha nota é mil para o governo”, disse a moradora.

Já para o coronel Gley Alves, a aproximação da polícia com o cidadão promovida pela construção das bibliotecas, refletirá em mais uma melhoria na segurança pública. “Vejo essa parceria como algo de fundamental importância dentro do modelo que o governo quer implantar, que é um Estado de Transformação. Acredito que a transformação começa no momento em que a segurança pública está integrada à sociedade. E esta biblioteca com certeza vai ser um viés importante desta aproximação”, destacou o comandante-geral.

19 de fev. de 2016

Novo número: Ciência da Informação

A revista “Ciência da Informação” acaba de publicar o seu v. 43, n. 2, 2014. Abaixo o sumário desse número.
Sumário
Editorial
Mediação na ciência da informação. Isa Maria Freire, Gustavo Henrique de Araújo Freire
Artigos
Inclusão digital: um caminho para inclusão social. Renata Maria Abrantes Baracho Porto.
Mediações da informação e da comunicação: Porto Alegre nas narrativas do jornal Zero Hora. Valdir José Morigi, Ana Paula Sehn, Luis Fernando Herbert Massoni.

Nota: o texto completo no URL: http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/issue/view/125

Comissão aprova medidas compensatórias para trabalhar em biblioteca e museu

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou projeto do deputado Uldurico Junior (PTC-BA) que obriga o Ministério do Trabalho a criar regras complementares para proteção das pessoas que trabalham em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória.
A proposta (PL 1511/15), que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei 5.452/43), recebeu parecer favorável do relator na comissão, deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL). O objetivo do projeto é permitir que os profissionais recebam adicional de insalubridade, a ser definido em norma do ministério.
Lessa explicou que museus, arquivos e bibliotecas são locais onde proliferam microrganismos como fungos e bactérias, que afetam a saúde dos trabalhadores.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Nota do blog:

O texto do projeto de lei está disponível no URL: http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=1266576

Deputados aprovam proibição de produção de livros didáticos no exterior

Fonte: Agência Câmara Notícias. Data: 15/02/2016
A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7867/14, do deputado Vicentinho (PT-SP) que proíbe o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de adquirir, direta ou indiretamente, livros didáticos produzidos ou impressos no exterior.
O texto também determina que livros comprados com recursos da Lei Rouanet (8.313/91) deverão obedecer à reserva de mercado prevista para os livros didáticos das escolas públicas.
Na avaliação do relator, deputado Jose Stédile (PSB-RS), a medida incentiva a geração de empregos e de renda no parque gráfico nacional.
“Sem o controle, as já insuficientes verbas destinadas às ações de educação e cultura podem ser desvirtuadas do âmbito doméstico, gerando renda e emprego no exterior”, alerta o parlamentar.
Stédile recomendou a aprovação da proposta com emendas. Ele modificou o texto original para incluir o papel usado na impressão dos livros didáticos entre os itens que devem ser adquiridos pelo PNLD, de forma exclusiva, no mercado doméstico.

O PNLD é um programa administrado pelo Ministério da Educação que distribui livros didáticos para alunos do ensino básico de escolas públicas de estados e municípios.

17 de fev. de 2016

Evento: Acessibilidade em biblioteca pública

O Ministério da Cultura (MinC), por meio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), da Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB/MinC), e a OSCIP Mais Diferenças realizam nos dias 1º e 2 de março de 2016, em São Paulo, o Seminário Internacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas.
O evento, que acontecerá no Auditório István Jancsó da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Universidade de São Paulo (USP), receberá gestores públicos, profissionais e especialistas, de todo o país, além de conferencistas internacionais
O seminário discutirá as perspectivas e os desafios para a construção de bibliotecas para todos, sem qualquer tipo de discriminação: pessoas com deficiência intelectual, visual, auditiva e física, além do público em geral, de diferentes faixas etárias.
O debate sobre a acessibilidade destes equipamentos culturais incorpora diferentes dimensões – arquitetônica, de comunicação e informação, acervo, programação, entre outras – e destaca a acessibilidade enquanto estratégia central não somente para o atendimento das pessoas com deficiência, mas para a democratização do acesso ao livro e à leitura para diferentes públicos.
Para participar gratuitamente faça sua inscrição enviando nome, CPF, endereço, órgão a que pertence e telefone de contato para o e-mail comunicacao@md.org.br. Você também pode se inscrever através do telefone (11) 3881-4610, ramal 46.
Participe!
Seminário Internacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas
São Paulo, 1 e 2 de março de 2016
Local: Auditório István Jancsó 
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária