16 de ago. de 2012

Evento: Informação jurídica


Data: 17-19 de setembro de 2012. Local: Brasília, DF.


As áreas de informação e documentação vêm sofrendo grandes mudanças impostas pelas novas tecnologias da informação (TI). Os novos formatos digitais para as publicações modificaram os procedimentos existentes para o ciclo documental.

As bibliotecas jurídicas, com suas coleções híbridas, vivem momentos de transição entre o mundo impresso e o digital.

Muitos autores já escreveram sobre a permanência do livro impresso, entre eles Umberto Eco. Com certeza, o livro existirá e persistirá por muitos anos. Mas é inegável a chegada do livro digital nos acervos das bibliotecas jurídicas. Urge que se discutam profundamente as consequências e as mudanças que estão ocorrendo e outras que ainda estão por vir. Essas e outras discussões estarão presentes na programação do 3º SNDIJ.

O SNDIJ estará dividido em conferências e painéis com os seguintes eixos temáticos: Bibliotecas digitais: cenários e tendências; Informação jurídica: antigas práticas, novos modelos; Bibliotecas, arquivos e museus em prol da qualidade na gestão da informação jurídica e Soluções ao alcance de todos.

15 de ago. de 2012

Novo número: Encontros Bibli


Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação acaba de publicar seu último número  (v.17, n. 34, 2012) em:


Sumário:

Editorial (i-ii). Adilson Luiz Pinto, Márcio Matias.

Artigos

·         Ciência da Informação ou Informática: uma obra rediscutida (no contexto dos estudos de classificação) (1-16). Marco Donizete Paulino da Silva.

·         Construção de linguagens documentárias em sistemas de recuperação da informação: a importância da garantia do usuário (17-30). Dalgiza Andrade Oliveira, Ronaldo Ferreira de Araujo.

·         Constituição da micobiota aérea de bibliotecas públicas no município de Fortaleza, Estado do Ceará, Brasil. (31-41). Lydia Dayanne Maia Pantoja, Roberta Silva Rizzo, Bruno Silva Carvalho, Victor Conde Ferreira, Kandarpa Silva Galas, Francisco Rafael Marciano Fonseca, Germana Costa Paixão.

·         Políticas de informação nas bibliotecas universitárias: um enfoque no processo de aquisição, seleção e organização dos documentos eletrônicos (42-56). Geneviane Duarte Dias, Terezinha Elisabeth da Silva, Brígida Maria Nogueira Cervantes.

·         Coleções em bibliotecas universitárias: manifestações da produção científica (57-85). Sayonara Lizton Nascimento-Andre.

·         Uma visão arquivística sobre o registro de projetos da Universidade Federal de Santa Maria (86-102). Gilberto Fladimar Rodrigues Viana, Daniel Flores.

·         Metodologia para implantação de programas de preservação de documentos digitais a longo prazo (103-130). Maurício Barcellos Almeida, Beatriz Valadares Cendón, Renato Rocha Souza.

·         O google books e a arquitetura do livro (131-141). Stella Moreira Dourado, Nanci Elizabeth Oddone.

·         Wikicouting: repensando a contabilidade pela perspectiva Noética. (142-156). Alex Araujo Lopes.

·         O produtor e o conteúdo da informação na internet: um estudo sobre o tema educação ambiental em páginas e sites brasileiros (157-170). Margarete Pereira Friedrich, Fábio Castro Gouveia, Jaqueline Leta.

Ensaios

·         “Linked data” – dados interligados - e interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus na web (171-192). Carlos Henrique Marcondes.

Resenhas

·         Linguagens documentárias e vocabulários semânticos para a web: elementos conceituais: resenha (193-195). Eliana Maria dos Santos Bahia.

Evento: bibliotecas universitárias


No dia 30 de agosto, será realizado o ENB 2012 – II Encontro Nacional de Bibliotecários de Instituições de Ensino, que falará sobre os novos caminhos para as novas necessidades deste setor.

A programação completa do evento, bem como os valores, encontra-se no URL:

Leitura na Ilha de Deus


Fonte: TV Jornal. Data: 14/08/2012.


A biblioteca comunitária de Caranguejo Tabaiares, na Ilha de Deus, no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife, é um foco de resistência cultural que incentiva a leitura de crianças de baixa renda. Quase sete mil livros estão disponíveis para 60 crianças que passam por lá todos os dias. Outro prédio está sendo construído para abrigar a biblioteca. Quem quiser colaborar pode ligar para o telefone 3077-2535.

A iniciativa supera a baixa aquisição de livros constatada por uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, apesar do aumento do poder de compra dos brasileiros nos últimos anos, ainda se gasta muito pouco com a compra de exemplares.

Xapuri inaugura novos espaços

Fonte: Agência Noticias do Acre. Data: 14/08/2012.

URL: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php/noticias/cultura/20640-casa-branca-em-xapuri-reabre-com-a-inauguracao-de-novos-espacos.html


Conhecida por seu valor histórico-cultural para a comunidade de Xapuri, a Casa Branca foi revitalizada e volta a funcionar como espaço que agrega a Biblioteca Municipal, telecentro, cineclube e museu. Sua reabertura aconteceu no final da tarde da última sexta-feira, 10, com a presença de jovens estudantes de várias escolas e professores do município. Francis Mary, presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), os secretários municipais Mário Jorge e João Ribeiro, das pastas de Cultura e Educação respectivamente, participaram da solenidade.

A inauguração da Biblioteca, montada no segundo andar da Casa Branca, faz parte do “Livro Aberto”, programa responsável pela implantação de bibliotecas públicas em municípios brasileiros que não dispõem dessas instalações e pela revitalização das existentes. A ação é uma parceria entre o governo federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC), e os governos estadual e municipal.

“Esse dia representa um marco para a comunidade de Xapuri. Muitas vezes que vim aqui, esse espaço estava fechado. Fiquei maravilhada com essa revitalização que vemos que foi feita com carinho. A inauguração da Biblioteca é um esforço que vem de parcerias entre os governos Federal, Estadual e Municipal. Todo um mutirão para propiciar a vocês um espaço onde o conhecimento estará presente em várias linguagens. Esse é o lugar onde vocês poderão resgatar a maravilha que é mergulhar no mundo mágico da leitura”, disse Francis Mary.

A ideia é possibilitar o acesso da população à informação e ao conhecimento gerando com isso o seu enriquecimento intelectual. Para isso, o MinC financiou, através de convênio com o município de Xapuri, o kit modernização de bibliotecas que conta com mil títulos de livros, estantes, mesas redondas, cadeiras, almofadas, puffes, carrinho para a exposição de livros e outros.

O governo do Estado, por meio do Departamento Estadual do Livro e da Leitura da FEM, é responsável pelas ações de assessoria técnica que inclui a montagem da biblioteca e a formação do pessoal disponibilizado pelo município para dinamizar o espaço. Já o município disponibilizou o espaço físico adequado, além de ter feito a seleção dos agentes para a dinamização da biblioteca.

“Para nós é muito importante esse ato, primeiro porque estamos trazendo a Casa Branca, que é nosso patrimônio histórico, a ter as condições de receber as pessoas. É muito importante ter esse espaço com a Biblioteca. Aqui é de toda a comunidade e precisamos cuidar bem desse lugar, pois representa a história do Acre e de Xapuri. Estou falando como educador, e vejo que com a cultura e educação juntas iremos fazer bonito”, comentou o secretário municipal de Educação, João Ribeiro.

“Pra mim a leitura é a minha vida”

Enquanto uns andavam de um lado a outro para conhecer o espaço, Ildelfonso Praxedes Spinoza, 11 anos, aluno da escola Divina Providência, aproveitou para se 'jogar' num dos puffes do cantinho infantil da leitura. E confessou: “quero 'devorar' uns cinco desses livros antes que feche a biblioteca”. Ele que disse ser um amante da leitura, aproveitou para elogiar o novo o espaço. “Pra mim a leitura é a minha vida, vou vir direto pra cá. Olha que coisa mais linda, quantos livros maravilhosos. Amo os clássicos, os livros antigos. Amo tudo que é livro e aqui será a minha segunda casa”.


Bibliotecas públicas ampliam acervos


Fonte: PublishNews. Data: 14/08/2012.

Autor: Felipe Lindoso.

URL: http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=69792

A Fundação Biblioteca Nacional divulgou nos últimos dias os números da primeira etapa do programa de aquisição de acervos para as bibliotecas públicas e comunitárias a partir do programa de livros de baixo preço.

Os números são muito significativos e foram amplamente divulgados: 2.114 bibliotecas, de todos os estados da federação, receberam um total de 1.900.574 exemplares de 10.859 títulos, de 274 editoras, das 510 editoras cadastradas. O orçamento da primeira etapa do programa foi de 21 milhões de reais, dos quais foram executados aproximadamente 17 milhões. As sobras dessa etapa serão usadas na segunda etapa do programa, que já tem assegurado mais 16 milhões de reais.

É uma das maiores alocações de recursos para aquisição de acervos para bibliotecas públicas que já houve.

Mas outras características qualitativas do programa merecem nota.

O primeiro e mais importante, sem dúvida, foi a eliminação do paradigma anterior de escolha de listas de livros feitas por comissões nomeadas. Essas comissões, formadas por professores e especialistas de leitura, eram compostas por pessoas altamente qualificadas e com as melhores intenções possíveis.

Esse é que era o problema.

As comissões impunham listas homogêneas de títulos para bibliotecas do Caburaí ao Chuí, desprezando completamente a diversidade de públicos e as necessidades de cada biblioteca.

Esse método de escolha representava uma atitude extremamente paternalista: os sábios escolhiam os livros que a patuleia deveria ler. O problema, evidentemente, é que as necessidades dos usuários de bibliotecas nem sempre coincidiam com as boas intenções dos sábios. A conjunção de livros velhos e de textos que não interessavam aos leitores é, certamente, uma das causas do afastamento dos usuários das bibliotecas. A pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, em todas suas versões, mostra que a população conhece e acha importantes as bibliotecas, mas não as frequenta precisamente por não encontrar ali o que precisa (além de outros fatores, como o período limitado de seu funcionamento).

Certamente os acervos das bibliotecas públicas não devem obedecer à lógica populista de ofertar tão somente o que é solicitado. O trabalho de mediadores de leitura deve, necessariamente, ser informativo e orientador, jamais impositivo.

Voltemos ao programa.

O processo de escolha dos livros usou um ambiente totalmente virtual, através de um portal no site da Fundação Biblioteca Nacional. Esse método teve uma vantagem e uma desvantagem. A vantagem foi a ausência de pressões diretas – ninguém estava ali para pressionar os bibliotecários e responsáveis pelas bibliotecas para escolher este ou aquele título. A desvantagem: a falta de costume de boa parte de bibliotecas, editoras e livreiros no uso do sistema.

Uma das condições para que a biblioteca se cadastrasse no programa era a constituição de uma comissão de usuários que participasse desse processo de escolha. Certamente muitas dessas comissões não funcionaram a contento, com uma existência meramente burocrática. Mas a exigência de que existam induz a uma maior participação dos usuários na administração de suas bibliotecas. É uma semente que esperamos ver frutificar.

Quando o programa foi lançado, havia consciência de que surgiriam muitos problemas em sua execução. As novidades, muitas vezes, são de difícil assimilação. Além do mais, aspectos práticos na execução de um programa desse porte certamente surgiriam, e teriam que ser resolvidos no decorrer do processo.

A previsão, evidentemente, foi correta. Inúmeros problemas surgiram. A grande novidade é que, de modo muito inusitado, o órgão governamental previu o surgimento de problemas (que não sabia quais seriam, evidentemente) e se preparou para solucioná-los da melhor maneira possível.

A primeira dificuldade foi a de receber e encaminhar as dúvidas detectadas pelos diferentes autores envolvidos no processo – editoras, livreiros, bibliotecários. Um sistema de atendimento para isso não havia sido previsto, e teve que ser criado com rapidez, sob pena de esgotamento físico das pessoas que atendiam os telefonemas e recebiam os e-mails com perguntas e questionamentos.

Os problemas que apareceram foram bem variados. Alguns surgiram pelo simples fatos dos interessados não lerem cuidadosamente os editais e instruções do programa.

Alguns exemplos:

Editoras que cadastraram livros não disponíveis (por preço ou estoque).

Entendimento equivocado sobre quem faria a venda às bibliotecas. Várias editoras achavam que venderiam diretamente às bibliotecas, embora o edital fosse claro a respeito de que as vendas se dariam através do circuito de livrarias cadastradas. A consequência do equívoco foi que houve editoras que achavam que receberiam integralmente o preço de capa, quando na verdade receberiam o líquido que descontava a margem das livrarias e os custos de logística.

A logística, questão central não apenas do livro, mas de muitos outros produtos, revelou-se um dos principais problemas. O custo de transporte deste país de dimensões continentais continua sendo um impeditivo para que livros baratos cheguem a todos os rincões. Os Correios não formularam uma política de preços e prazos que fosse satisfatória.

Mas o grande desafio era incluir as livrarias no processo.

Esse objetivo foi alcançado, dentro do escopo do programa. Verificou-se que 1.429 livrarias independentes receberam pedidos – quase metade do total – para entrega às bibliotecas. Evidentemente as redes, embora tenham recebido uma quantidade menor de pedidos, têm a vantagem da concentração.

E isso foi possível a partir de uma constatação óbvia. Nos programas anteriores, a Biblioteca Nacional tinha que providenciar aluguel de armazéns, contratar pessoas e sistemas para separar os volumes, empacotá-los e finalmente pagar o transporte. Isso tudo tem um custo altíssimo, inclusive por ser uma atividade esporádica: é um sistema que se monta e não se utiliza continuadamente.

Quando se transfere essas atividades para as livrarias, não apenas as dificuldades práticas somem, como também os custos se diluem e entram na contabilidade geral de editoras e livrarias, que continuadamente tem que enviar e receber livros. Isso permite que os recursos da BN sejam integralmente aplicados na sua finalidade, e não se percam pagando os meios (logística).

A primeira etapa do programa colocava as bibliotecas diante da tarefa de escolher os títulos que desejava entre a oferta disponibilizada pelas editoras, em condições específicas (preço de capa até R$ 10,00).

A segunda etapa, entretanto, inverte essa equação. Agora serão as bibliotecas que irão gerar demanda às editoras. O processo se dará com as bibliotecas indicando – cada uma delas – duzentos títulos que gostariam de ter disponíveis para seus acervos. A consolidação desses pedidos, pela ordem de frequência, irá gerar uma lista de aproximadamente mil títulos.

Dentre esses títulos, quatrocentos dos indicados pelas bibliotecas serão objeto de negociação entre a BN e as editoras, com o objetivo de conseguir edições de até R$ 10,00 de preço de capa. A Biblioteca Nacional garantirá a aquisição de quatro mil exemplares para as bibliotecas. As editoras deverão colocar outros quatro mil exemplares para venda direta ao público comprador, também com o preço de capa de R$ 10,00. O programa prevê a entrega de displays e cartazes aos pontos de venda cadastrados.

Tal como as farmácias anunciam sua adesão ao “Farmácia Popular” do Ministério da Saúde, as livrarias poderão anunciar que fazem parte da rede do “Livro Popular” a R$ 10,00.

Uma das principais constatações da execução da primeira etapa do programa foi a necessidade de melhorar a formação de livreiros e bibliotecários, e estão sendo desenvolvidos programas de educação à distância para ajudar na solução disso. Ainda falta encontrar um meio de melhorar o nível de informação dos bibliotecários sobre a produção editorial, tanto em seus aspectos quantitativos quanto qualitativos.

A questão da formação leva aos comentários finais.

A imprensa assinalou que a Martin Claret foi uma das editoras que mais vendeu exemplares no programa, apesar do levantamento feito pela Denise Bottman mostrando que várias de suas traduções eram, na verdade, plágio de outras anteriormente publicadas.

Na ocasião eu me manifestei a favor da retirada desses títulos do programa, pela incorreção das informações proporcionadas pela editora. A Biblioteca Nacional – através de seus procuradores – se manifestou contra isso. Os procuradores afirmavam que só se poderia “tirar do mercado” livros a partir de uma decisão judicial transitada em julgado.

Ora, não se tratava de tirar livros “do mercado”, mas simplesmente do Programa. Tal como o FNDE eventualmente atua quando os livros não estão dentro do padrão desejado.

Além do mais, a editora declarou, na época, que iria retirar os livros “com problemas” do cadastro. Não o fez.

Assim, livros problemáticos permaneceram no programa.

A Martin Claret anunciou recentemente, segundo a jornalista Raquel Cozer, da Folha de S. Paulo, que estava relançando dezoito títulos com novas traduções. Melhor para ela, mas o estrago já foi feito.

Felizmente, segundo informações do desempenho do programa, os títulos que puxaram as vendas da Martin Claret foram, principalmente, de literatura brasileira e portuguesa. Mas, evidentemente, foram vendidos também exemplares dos títulos plagiados.

Esse é um dos pontos que, pessoalmente, considero que deve ser melhorado no programa.

Essa situação, contudo, remete também à questão da formação e da informação de bibliotecários e responsáveis pelas bibliotecas (nem sempre são bibliotecários) acerca da produção editorial nacional, suas características e seus problemas. Se bem formados e informados, não indicariam livros problemáticos para aquisição.

Apesar dessas dificuldades, a execução do programa de compra de acervos para as bibliotecas desenvolvido pela Fundação Biblioteca Nacional foi extremamente exitosa e já é um marco de mudança nas políticas públicas do setor.

O aperfeiçoamento, sempre necessário, irá melhorar seu desempenho e qualidade, com o resultado final de proporcionar aos brasileiros um acesso maior ao livro e à leitura.

E é mais disso que precisamos.

14 de ago. de 2012

Evento:Colóquio Brasileiro da Gestão do conhecimento

I Colóquio Brasileiro da Gestão do Conhecimento, Capital Intelectual e Ativos Intangíveis
busca o estabelecimento de um diálogo para a discussão e para
a criação de valorabrangendo:
Níveis de reconhecimento, atitude e utilização;
Razões de uso, adaptações e implicações;
Conceitos, construtos e variáveis;
Experiências e práticas de sucesso;
Processos de criação de valor;
Mensuração econômica e risco;
Comportamento e cultura.

Data: 6 e 7 de Novembro de 2012
SUBMISSÃO DE ARTIGOS ATÉ 10.09.2012

Informações:
José Rezende
Tel.: 021 - 2531 8804
PPGA UNIGRANRIO
Rio de Janeiro
UNIGRANRIO
Rua da Lapa, 86, Centro, RJ

13 de ago. de 2012

Livros censurados ganham exposição


Fonte: Portal Salário Mínimo. Data: 10/08/2012.

URL: www.salariominimo.net/2012/08/10/livros-censurados-ganham-exposicao-na-biblioteca-florestan-fernandes/

Quando Sandra Reimão, inspirada pela leitura do Roteiro censura cinematográfica no Brasil, de Inimá Simões (Senac São Paulo, 1999), foi atrás de uma lista de livros censurados na época da ditadura militar no Brasil, não esperava encontrar o que encontrou: nada.

Existem, sim, muitas reflexões acerca do período. Mas nenhum trabalho havia organizado esse dado em especial. A professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP iniciou, então, em 2005, o levantamento de informações para saciar essa curiosidade.

Cinco anos mais tarde, começa a ter forma seu livro Repressão e Resistência Censura a Livros na Ditadura Militar (Edusp, 2011), fruto da pesquisa desenvolvida, publicado em dezembro do ano passado. Presente no evento de lançamento, Moacyr Novaes, diretor do Centro Universitário Maria Antonia da USP, viu no tema a oportunidade de um curso e uma exposição. Sandra gostou da ideia ,e o resultado foi um curso de um mês, com quatro aulas, além de um exposição na Maria Antonia.

O sucesso do evento desencadeou outro interesse, dessa vez por parte da Biblioteca Florestan Fernandes, também da USP. A diretora Maria Laet e o membro da Comissão da Biblioteca José Carlos Estevão convidaram a autora para trazer a exposição para a biblioteca da FFLCH, onde está atualmente e onde fica até o próximo dia 31.

Sandra também é editora científica da Revista Matrizes, da pós-graduação da ECA, periódico que recebe artigos, resenhas e entrevistas produzidos por acadêmicos na área de comunicação. Enquanto eu montava os textos para a saber o que ia [na exposição], a revista recebeu e aprovou a resenha de Ivan Paganotti sobre o meu livro. Eu não conhecia o Ivan!, conta.

A editora executiva da revista foi quem contou sobre a resenha, e perguntou à Sandra se ela queria ler. Eu li e achei que ele tinha umas frases tão boas, que sintetizavam tão bem a ideia, que eu quis usá-las, relata. Assim, a parte escrita do banner foi feita em colaboração com Paganotti.

O design foi criado por Caroline Pedro e o tratamento das imagens feito por Carla Fontana e Cristiane Silvestrin. Assim, em maio desse ano o livro se apresentava ao visitantes de forma resumida e ilustrada, com capas de livros censurados e cópias dos pareceres emitidos pelo Departamento de Censura e Diversões Públicas (DCDP) do Ministério da Justiça do regime ditatorial.

Quando a exposição foi trazida para a Biblioteca da FFLCH, recebeu a contibuição de Maria Laet e da funcionária Marinês de Souza com exemplos sólidos para o conteúdo. Deu pra ver que todos os livros de não-ficção censurados estavam na Biblioteca Florestan Fernandes, o que indica como o acervo é completo, aponta Sandra.

O primeiro objetivo pretendido era identificar quais foram as obras marcadas pelo Serviço de Censura e Diversões Públicas (SCDP) do DCDP. Para isso, além de pesquisa bibliográfica e em jornais da época, Sandra foi até Brasília, no Arquivo Nacional, e abriu mais de 500 pastas contendo documentos de pareceres e proibições de livros. Destes, aproximadamente 120 eram de autores nacionais, listados em seu livro sob as categorias de ficção, não-ficção, peças de teatro e eróticos/pornográficos, divisão que se repete na exposição.

A segunda meta era entender como se dava o processo de censura. Falamos que havia censura prévia, mas ao mesmo tempo, falamos que havia apreensão. Como era o processo questiona a professora. Na maioria dos casos, explica, o livro era publicado e depois, se houvesse algum tipo de reclamação por parte da população, através de denúncia, ou de iniciativa do governo - ele era averiguado.

Emitiam-se então pareceres, como o que aconselha o impedimento da peça A farsa do Bode Expiatório, de Luiz Maranhão Filho, sob o pretexto de que trata-se de uma tentativa de levar a revolução ao descrédito, através de insinuações de que no Brasil não há liberdade.

A defesa da moral e dos bons costumes era motivo recorrente para cercear a liberdade de expressão naquela época, como se comprova no artigo primeiro do decreto-lei 1.077, de 26 de Janeiro de 1970: Não serão toleradas as publicações e exteriorizações contrárias à moral e aos bons costumes quaisquer que sejam os meios de comunicação.

A definição do que seria moral ficava na mão dos técnicos em censura, como Lilian Filus e Regina Russ, que julgaram perigoso o uso generalizado do texto sobre drogas no livro didático Programa de Saúde, já que se destina a adolescentes de 15 a 18 anos anos, no caso, os mais suscetíveis de querer experimentar o proibido, pois é a idade da busca de liberdade, e todas as gamas de sensação, de perigo e de aventura estão presentes.

O parecer completo, que inclui análise da mensagem, valor educativo e impressão final, está disponível no livro, na exposição e no Arquivo Nacional, que tem acesso aberto ao público.

Serviço


A exposição Repressão e Resistência Censura a Livros na Ditadura Militar tem entrada gratuita e aberta ao público, e fica disponível até o dia 31 de agosto na Biblioteca Florestan Fernandes, da FFLCH (Av. Prof. Lineu Prestes , Travessa 12, 350, Cidade Universitária, São Paulo).

O horário de funcionamento da biblioteca é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 22 horas; e aos sábados, das 9 às 13 horas.

10 de ago. de 2012

Biblioteca vai emprestar I-Pad

Fonte: Jornal de Noticias (Portugal).

URL: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Leiria&Concelho=Batalha&Option=Interior&content_id=2690536

A Biblioteca Municipal da Batalha vai emprestar equipamentos iPad aos utentes, a partir de janeiro de 2013, e desafiar, no próximo mês de setembro, idosos do concelho a escreverem livros eletrónicos, anunciou o presidente da autarquia, António Lucas.

As duas iniciativas integram o projeto "E-leituras" - Ler, Ouvir e Saber, aprovado pela Fundação Calouste Gulbenkian, e cujo custo está estimado em seis mil euros.

O projeto arranca em setembro, em três Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) com 70 idosos: Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Batalha, Centro Paroquial de Assistência do Reguengo do Fetal e Centro Social e Paroquial de São Mamede.

Os utentes vão ser encorajados a escreverem, em cada uma das IPSS, um livro eletrónico, sendo feita uma recolha de lendas e tradições relativas ao local em que está inserida a instituição.

Outro dos objetivos do projeto passa por familiarizar os idosos com as novas tecnologias, através do iPad, e transformá-los em potenciais leitores de livros eletrónicos, que serão disponibilizados no início de 2013 pela Biblioteca Municipal da Batalha. "A ideia é simples: conseguir que cada vez mais pessoas leiam cada vez mais", sintetizou o presidente da autarquia.

O livro eletrónico, que integrará histórias de origem popular e tradicional, deve estar concluído em meados de novembro, passando a englobar uma lista de outros livros, no mesmo formato, que a biblioteca disponibilizará gratuitamente a partir de janeiro, através do empréstimo de iPad.

Os 7300 leitores ativos da Biblioteca Municipal da Batalha, que agrega ainda o Pólo de São Mamede e a Biblioteca Itinerante, terão numa fase inicial, com este projeto, acesso a oito iPad, mediante uma caução cujo valor ainda não foi fixado, durante um período máximo de duas semanas.

Seis destes computadores portáteis - que vão funcionar como leitores de livros eletrónicos - são financiados pela Fundação Calouste Gulbenkian e dois pela Câmara da Batalha.

O "E-leituras" - Ler, Ouvir e Saber pretende "obter junto dos públicos um resultado consistente no que toca à partilha e ao convívio inter-geracional, fomentando a leitura e a escrita em novos suportes multimédia", segundo o documento que fundamenta a candidatura aprovada pela Gulbenkian.

Desde junho que a Biblioteca Municipal da Batalha integra a rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO.

A biblioteca dinamiza projetos como o da leitura inclusiva - apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian - e o do Biblioclube 24, que consiste num serviço de empréstimo automatizado de livros, que se encontram disponíveis dentro de uma máquina, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Brasil precisa renovar a lei do direito autoral


Autor: Rafael Ferrer.

Fonte: Info Online. Data: 26-07-2012.

 O Brasil precisa reformar a lei dos direitos autorais e atualizá-la para o mundo digital, que é baseado em compartilhamento, afirma Pedro Paranaguá, advogado, membro do Projeto Software Livre-Brasil e um dos representantes do projeto sem fins lucrativos Creative Commons no país.

Paranaguá participou da 13ª edição do FISL (Fórum Internacional de Software Livre) e disse que é necessário que o governo brasileiro atualize a legislação de 1998 com o objetivo de traçar um equilíbrio entre proteção do direito de propriedade intelectual e distribuição do conhecimento.

A intenção de uma nova LDA é diminuir o controle sobre os arquivos, obter mais verbas para remuneração dos autores e promover o compartilhamento de conteúdo.

Ainda segundo o advogado, há uma proposta para compartilhar legalmente os documentos digitais sem fins lucrativos, mas não há previsão para aprovar esta petição.

Enquanto isso, Paranaguá diz que a situação atual gera confusão entre as pessoas, que são proibidas de fazer a cópia para fins de arquivo ou preservação ou converter as mídias em formato analógico para o digital.

Evento: Letramento informacional


Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação convida a todos para participar do "Seminário letramento informacional: da educação básica às comunidades e da educação superior ao ambiente de trabalho" nos dias 13 a 17 de agosto.


Maiores informações no URL: www.cid.unb.br/posgraduacao


 


Universidade de Brasília- UnB


Faculdade de Ciência da Informação (FCI)


Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação


Telefone: (61) 3107 2632 ou 2633 Fax: (61) 3107 2633


E-mail: pgcinf@unb.br ou ppgcinf@gmail.com

3 de ago. de 2012

Campanha para estimular a leitura


Com o objetivo de fomentar e valorizar os hábitos de leitura e incentivar o uso das bibliotecas públicas, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Galeno Amorim, lançam nesta quinta-feira, 2 de agosto, a segunda etapa da campanha Leia Mais, Seja Mais.
Os detalhes da campanha, que faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), e terá em 2012 investimentos de R$ 373 milhões do Ministério da Cultura (MinC), serão apresentados numa cerimônia às 11 horas, na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.
O objetivo da campanha é tanto chamar a atenção para a leitura como uma atividade prazerosa quanto um caminho para o crescimento pessoal dos leitores. Voltada a públicos de todas as classes, mas principalmente para a C, D e E, onde concentra-se a maioria dos não-leitores no Brasil, Leia Mais, Seja Mais também busca estimular a prática da leitura nas famílias e entre jovens e adultos, faixa etária em que, segundo os estudos, há uma redução gradativa dos índices de leitura.
Veiculação
A campanha, que ficará no ar durante todo o mês de agosto, começa a ser veiculada na própria quinta-feira nas cinco principais emissoras de televisão aberta (Globo, SBT, Record, Bandeirantes e Rede TV), em emissoras públicas como a TV Senado, a TV Câmara e a TV Justiça e, ainda, em redes nacionais de rádio e em portais de internet.
Na primeira etapa da campanha, ocorrida no final de 2011, foram veiculadas mensagens de estímulo à leitura em 74 jornais em todo o País e nas quatro principais revistas semanais.
Segundo a ministra Ana de Hollanda, “a campanha pretende chamar a atenção de toda a sociedade ao que pode significar, para cada um, ler e ser um incentivador da leitura. Ela pretende valorizar a leitura como prática social e direito do cidadão, direito que ele sequer percebe como tal, ou cuja importância não consegue, muitas vezes, sequer vislumbrar.”
Campanha terá diferentes suportes
Além dos filmes de TV, spots de rádio e banners de internet, a segunda etapa da campanha Leia Mais, Seja Mais contará com uma série de ações nos canais, nas redes sociais do MinC e da FBN e de outras instituições vinculadas ao ministério.
Durante todo o mês, o MinC e algumas de suas vinculadas utilizarão esperas telefônicas com trechos de obras de autores brasileiros, acompanhadas de um convite para que as pessoas também leiam o livro. Vários artistas abriram mão dos cachês e gravaram mensagens sobre a importância da leitura.
No filme que estará no ar a partir desta semana, o público verá a participação de nomes como as atrizes Mayana Neiva e Klara Castanho e os atores Luis Miranda e David Lucas, cedidos pela Rede Globo, além da poetisa e também atriz Elisa Lucinda.
O brasileiro ainda lê pouco
A mais recente edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, divulgada em março, aponta que, embora os indicadores de leitura tenham crescido bastante na última década, os brasileiros ainda leem pouco. Enquanto 88 milhões se declararam leitores, mais de 100 milhões apontaram diversas razões para não ler livros, entre as quais a falta de motivação.
Para o presidente da FBN, Galeno Amorim, ao mesmo tempo em que o governo precisa investir na construção e na reforma da rede de bibliotecas para melhorar o acesso gratuito aos livros e na formação de agentes para fomentar a leitura entre a população, é necessário desenvolver campanhas permanentes. “Valorizar a leitura no imaginário coletivo e chamar a atenção também para o seu papel social e no cotidiano das pessoas é um dos pilares fundamentais das políticas públicas do livro e leitura”, afirma ele.
Serviço:
Lançamento da campanha Leia Mais, Seja Mais 2012
Data: 02 de agosto, quinta-feira
Horário: 11h
Local: Auditório Machado de Assis, Fundação Biblioteca Nacional
Rua México S/N° – Centro, Rio de Janeiro – RJ (Entrada pelo Jardim)

31 de jul. de 2012

Tico Tico na internet

Autor- Ancelmo Gois.
Fonte- O Globo. Data- 31/07/2012.
A Biblioteca Nacional digitalizou 1.831 edições da revista e almanaque “Tico- Tico” que estarão disponíveis ainda esta semana. Ainda segundo o colunista, a Hemeroteca Digital da BN também está pondo na internet cinco milhões de páginas de jornais e revistas.

Evento - Gestão do conhecimento

O 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento  acontecerá em São Paulo, nos dias 22, 23 e 24 de agosto. Há 11 anos, a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC) promove o KM Brasil, com a finalidade de contribuir para transformar o conhecimento em valor, contribuindo para o crescimento das organizações e do país.
O KM Brasil, a cada ano, aborda questões atuais e as tendências mundiais em relação à Gestão do Conhecimento em um olhar mais holístico. O evento reunirá profissionais de empresas públicas, privadas, academia e terceiro setor, do Brasil e de outros países, reconhecidos nacional e internacionalmente, com o objetivo de discutir as dimensões: pessoas, práticas e ferramentas.

Professor influencia a leitura

Fonte- O Estado de S. Paulo. Data- 30-07-2012.
Se o País quiser melhorar o índice de leitura dos seus habitantes, é fundamental investir na capacitação do professor para esse fim. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro no ano passado, mostrou que os professores são os maiores influenciadores desse hábito. Entre as 5 mil pessoas ouvidas em todo o Brasil, 45% apontaram os mestres como tal.
Essa foi a terceira pesquisa da série (iniciada em 2001) e, pela primeira vez, os docentes aparecem no topo da lista. No levantamento anterior, feito em 2007, as mães eram a figura mais lembrada nesse quesito. Elas apareciam com 49% das indicações, ante 33% dos professores. Dessa vez, tiveram dois pontos porcentuais a menos que eles: 43%.
"Isso mostra a crescente importância da escola frente ao papel dos pais, que muitas vezes não conseguem dar esse exemplo", afirma Karine Pansa, presidente do Instituto Pró-Livro. "Logo, se tem esse status de influenciador, o professor precisa ser letrado, gostar de ler."
No Brasil, no entanto, muita gente ainda corre dos livros. O resultado da pesquisa mostrou que apenas 50% dos brasileiros são considerados leitores - segundo a metodologia, pessoas que leram pelo menos um livro nos três meses precedentes ao questionário da pesquisa. É um índice menor que os 55% registrados em 2007.
Nesses quatro anos, o número de livros lidos por ano também caiu de 4,7 para 4. A queda pode ser entendida pela preferência das atividades de lazer. Em 2011, 28% disseram gostar de ler jornais, revistas, livros e textos na internet no tempo livre. O porcentual era de 36% na pesquisa anterior, em 2007. Enquanto isso, o índice de quem gosta de assistir à TV subiu de 77% para 85%.
"Estamos muito longe de alcançarmos países historicamente leitores, como Espanha e Portugal, que registram 10,3 e 8,5 livros/ano por habitante, respectivamente", diz Karen. No Brasil, são os livros didáticos, lidos por obrigação, os campeões.
Biblioteca
Um antídoto para isso, explica Karen, é exatamente o estímulo à biblioteca, equipamento ainda em desuso por aqui. "Precisamos ter estratégias. O público vai se interessar por um acervo bem catalogado, que tenha os livros mais vendidos, uma estante de obras que sempre se renove", diz.
A pesquisa mostrou que 75% da população não frequenta uma biblioteca. Dentre os que frequentam, a maioria (71%) considera o espaço um lugar para estudar; para 61% é um lugar para pesquisa; em seguida, aparece como um ambiente voltado para estudantes para 28% dos entrevistados; e, em quarto, com 17%, a biblioteca é apontada como um local para emprestar livros de literatura.
"Isso nos leva a pensar que se devem estabelecer modelos mais atrativos, com internet e filmes, por exemplo. E eu não acho que isso vá tirar o foco do local. Pelo contrário, serve de isca. A pessoa entra sem pensar no livro e sai de lá apaixonada por literatura.

Curso Imagens fotograficas

CURSO Indexação de Imagens Fotográficas
Objetivo
Discutir aspectos teóricos e metodológicos da análise documentária, especialmente os que se pode observar nos documentos fotográficos, notadamente a aplicabilidade de métodos e técnicas de análise consagrados ao texto escrito e que podem – ou não – ser transpostos para os documentos imagéticos.
Discutir a Análise Documentária de Imagens à luz da Ciência da Informação e da Documentação, visando a examinar e experimentar uma metodologia de tratamento e uma consequente melhora na recuperação da informação contida em tais documentos.
Necessidade x Justificativa
A justificativa concentra-se, primordialmente, nas dificuldades observadas no tratamento de documentos fotográficos. Muitos acervos de imagens são tratados como se não houvesse diferenças entre fotografias e documentos escritos. Entretanto, estas diferenças são muitas, e a fotografia não só apresenta um suporte variado (o negativo é uma base flexível, de plástico; o papel fotográfico possui uma emulsão que possibilita a formação da imagem, etc.), mas transmite sua mensagem de maneira distinta: a linguagem fotográfica é muito diferente da linguagem escrita. Por seu conteúdo histórico e valor informacional, o documento fotográfico requer cuidados especiais e um olhar especializado. Descrever ou resumir uma imagem é diferente de fazer a mesma coisa com uma mensagem verbal. Da mesma forma, extrair palavras-chaves de um documento fotográfico demanda regras e métodos específicos. É preciso um curso com profissional especializado, estudioso do assunto e com experiência prática na área, para apresentar aos profissionais da informação uma metodologia comprovadamente eficaz no tratamento de acervos fotográficos.
Local
702/703 Norte, Bl G, entrada 49, sobrelojas 101/102 - ABDF - Brasília (DF)
Data e carga horária do Workshop
24, 26 e 28/09/2012 (dias 24 e 26, das 09h às 12h. Dia 28, das 08h às 12h)
10 horas aula
Demais informações e pré-inscrições, acesse: http://www.eclatcomunicacao.com.br/curso_indexacao.htm

28 de jul. de 2012

Diga-me o que consegues ler e saberei o que publicar

Autor: Carlo Carrenho. Data: 19/07/2012.
URL: http://publishnews.wordpress.com/2012/07/19/diga-me-o-que-consegues-ler-e-saberei-o-que-publicar/
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil possuía 14,1 milhões de analfabetos maiores de 15 anos em 2009, ou 9,7% desta população. Os dados foram publicados em 2010 na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e referem-se ao ano anterior. O número vem diminuindo timidamente. Era 11,5% em 2004, por exemplo. E, considerada a história social no Brasil, a taxa de analfabetismo nacional até surpreende de maneira positiva. Mas como o mercado editorial deve interpretar e analisar tais dados? Se 9,7% são analfabetos, isto quer dizer que o mercado potencial de compradores de livros é 90,3% da população acima de 15 anos? Infelizmente, ainda estamos longe disso, como mostra a pesquisa Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), cuja edição de 2011 acaba de ser publicada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa.
A importante iniciativa completou 10 anos, e agora é possível uma visão panorâmica da década que vai entre 2001 e 2011. O grande diferencial do Inaf é que ele divide o analfabetismo em 4 níveis, sendo 3 referentes ao grupo chamado de alfabetizados pelo IBGE.
 Vamos a eles:
Analfabetismo: corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases.
Nível rudimentar: corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como, por exemplo, um anúncio ou pequena carta).
Nível básico: as pessoas classificadas neste nível podem ser consideradas funcionalmente alfabetizadas, pois já leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências. Mostram, no entanto, limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de elementos, etapas ou relações.
Nível pleno: classificadas neste nível estão as pessoas cujas habilidades não mais impõem restrições para compreender e interpretar textos em situações usuais: leem textos mais longos, analisando e relacionando suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses.
Baseado nestes níveis, o Inaf demonstra que durante os últimos 10 anos houve uma redução do analfabetismo absoluto e da alfabetização rudimentar, assim como um incremento do nível básico de habilidades de leitura e escrita. No entanto, a proporção dos que atingem um nível pleno de habilidades manteve-se praticamente inalterada, em torno de 26%, como mostra a tabela abaixo:
(...) O Inaf está disponível para download e traz muitos outros dados não abordados aqui, especialmente análises específicas de segmentos populacionais por classe social, região e sexo. Vale a leitura.

Nota do blog: o texto completo do documento do INAF está no URL: http://www.ipm.org.br/download/informe_resultados_inaf2011_versao%20final_12072012b.pdf

Manuscritos da Biblioteca Bodleiana vão a NY

Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 06/07/2012.
Autoria: Patricia Reaney.
Mais de 60 manuscritos medievais em hebraico, árabe e latim pertencentes à Biblioteca Bodleiana, de Oxford, serão expostos neste semestre no Museu Judaico de Nova York. A maioria das peças nunca esteve nos Estados Unidos. A exposição "Cruzando Fronteiras: Manuscritos das Bibliotecas Bodleianas" inclui a Bíblia de Kennicott, criada em 1476 na Espanha e supostamente um dos manuscritos medievais mais amplamente ilustrados que existem. Um dos dois primeiros evangelhos em latim das ilhas britânicas, datado do final do século 6 ou 7, e o Michael Mahzor, mais antigo livro judaico de orações com iluminuras para festividades, também estarão na exposição, que vai de 14 de setembro a 3 de fevereiro.

19 de jul. de 2012

Evento: Seminário sobre Informação na Internet

Já estão abertas as inscrições para o 4º Seminário sobre Informação na Internet, 3º GECIC e 10º Workshop Brasileiro de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento.
Os eventos organizados pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) serão realizados no período de 19-21 de novembro de 2012, no Parlamundi, em Brasília.
Maiores detalhes no URL: http://si2012.ibict.br/

Evento: Preservação e Acesso de Documentos Arquivísticos Digitais

O Arquivo Central do Sistema de Arquivos da Universidade Estadual de Campinas (Arquivo Central/SIARQ-UNICAMP), convida V. Sa. a participar e a contribuir com a divulgação do fórum: "Projeto InterPARES 3 - Preservação e Acesso de Documentos Arquivísticos Digitais Autênticos: os resultados do TEAM Brasil", que será realizado no dia 9 de agosto de 2012, das 9h às 17h, no Auditório do Centro de Convenções da UNICAMP (Av. Érico Veríssimo, 410, Cidade Universitária "Zeferino Vaz", Campinas-SP).
Maiores detalhes no URL:

É preciso construir pontes entre sala de aula e biblioteca

Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 9/07/2012.
Autoria: Ocimara Balmant.
URL: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,e-preciso-construir-pontes-entre-sala-de-aula-e-biblioteca-,897685,0.htm
"É preciso acabar com as dicotomias e estimular a leitura sem preconceito, tanto na infância como na adolescência. Esse desafio deve instigar o trabalho do professor", afirma a argentina Cecilia Bonjur. Formada em Letras e especialista em literatura infantil e juvenil, Cecilia é crítica de livros para crianças e adolescentes, com atuação na formação de professores e mediadores de leitura. Ela esteve no Brasil para participar do seminário Conversas ao Pé da Página, onde conversou com o Estado.

Curso: "Gerenciamento e customização da plataforma de periódicos eletrônicos, eventos científicos e anais online"

O SEER contempla ações essenciais para a construção e gestão de uma publicação periódica eletrônica. Recomendado pela CAPES e pelo SCIELO, o processo editorial no SEER permite uma melhoria na avaliação da qualidade dos periódicos e uma maior rapidez no fluxo das informações.
O SEER é altamente aceito pela comunidade brasileira de editores científicos, permite que a disseminação, divulgação e preservação dos conteúdos das revistas brasileiras apresentem uma melhoria na adoção dos padrões editoriais internacionais para periódicos on-line 100% eletrônicos.
O SOAC é um software livre para gerenciamento de eventos, de cunho preferencialmente acadêmico, que oferece uma variedade de facilidades, com funcionamento em plataforma Web, com o propósito de apoiar a criação de portais de eventos. Agregando em uma única iniciativa todas as ocorrências e edições, de eventos apoiados por uma instituição, racionalizando esforços e oferecendo facilidades a instituição.
O curso é modular. Faça a sua agenda. Programe-se. Escolha os módulos que desejar. Inscrições abertas.
 Para maiores informações e inscrições, acesse:

Manifestação cobra a abertura da Biblioteca Pública do Amazonas

Autor: Adneison Severiano.
Fonte: Portal G1. Data: 19/07/2012.
Indignados com a situação da Biblioteca Pública do Amazonas, que permanece fechada há mais de cinco anos, um grupo de frequentadores do estabelecimento realizou manifestação pela reabertura do local. Na segunda-feira, cerca de 100 pessoas participaram do protesto em prol da biblioteca, no Centro de Manaus. Os manifestantes mobilizados no movimento intitulado "Abre biblioteca" seguiram em protesto contra a inoperância do estabelecimento literário. A bibliotecária e organizadora do movimento, Soraia Magalhães, explicou que o local realmente precisava de reparos, mas que essa reforma já se estendeu por muito tempo.

16 de jul. de 2012

Novo número: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação


Acaba de sair o n. 1 do v. 10 (2012) da Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Abaixo o sumário desse número.
Sumário
Editorial
·       Danielle Thiago Ferreira Ferreira, Gildenir Carolino Santos Santos.
Artigos
·       Aplicação do software Zotero para apoiar a prática de Inteligência Competitiva (p. 1-15). Jandira Ferreira de Jesus Rossi, Luis Carlos Passarini, Leandro Innocentini Lopes de Faria.
·       Organização e representação das informações acadêmicas: um recurso de gestão (p. 16-30). Nadi Helena Presser, Murilo Artur Araújo da Silveira, Márcia Ivo Braz.
·       O audiolivro e sua contribuição no processo de disseminação de informações e na inclusão social (p. 31-52). Suelen Conceição Farias.
·       A arte da pesquisa bibliográfica na busca do conhecimento (p. 53-66). Luciana Pizzani, Rosemary Cristina da Silva, Suzelei Faria Bello, Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi.
·       Proposta metodológica para a geração de indicadores científicos: análise dos Programas de Pós-graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da região nordeste (p. 67-90). Fabio Mascarenhas e Silva, Santana Alves de Guilherme, Márcio Ferreira Henrique Wanderley, Natanael Vitor Sobral.
·       Considerações acerca do processo de alimentação de repositórios através da importação de registros de bases de dados internacionais (p. 91-101). Renan Carvalho Ramos, Pedro Ivo Silveira Andretta, Eduardo Graziosi Silva.
Pesquisa
·       Ações de fomento à pesquisa científica na FaBCI/FESPSP: panorama do período de 2008 a 2010 (p. 102-126). Wellington Ferreira Rodrigues, Valéria Martin Valls, Carla Regina Mota Alonso Diéguez.
·       Análise funcional e administrativa da biblioteca do Centro de Estudos Teológicos das Assembléias de Deus na Paraíba (CETAD/PB): proposta de reestruturação (p.  (127-144). Jussara Ventura Santos, Patrícia Maria Silva.
Relatos de Experiências
·       Estímulo à conservação e preservação do material bibliográfico: relato de experiência (p. 145-154). Inaya Gomes de Andrade, Fabiana de Melo Amaral Gonçalves Pinto, Renata Mara de Almeida, Suelen de Mendonça Soares Cóquero.
·       Indexação compartilhada de artigos: ICAP e periódicos jurídicos – o caso da revista Nomos da UFC (p. 155-163). Marina Alves de Mendonça, Jonathas Carvalho Silva.
·       Avaliação comparativa do software Pergamum entre usuários de uma biblioteca publica e de uma biblioteca universitária (p. 164-179). Josué Sales Barbosa, Maria Fernanda Mayer Camargo, Ana Carolina Souza Dutra, Daniel de Brito Paixão, Aretha Laila Maira Aurélio Souza.
Notícias e Informação
As bibliotecas públicas municipais e a administração pública direta: o apoio legal para o suporte financeiro das bibliotecas: qual é e como conseguir? (p. 180-185). Claudiomiro Machado Ferreira.
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O texto completo dos artigos pode ser acessado no URL:

Capital mundial do livro em 2014


Fonte: International Publishers Association
URL: http://www.internationalpublishers.org/
No ano da Copa do Mundo no Brasil, Port Harcourt, cidade com mais de um milhão de habitantes na Nigéria, será a Capital Mundial do Livro. A informação foi divulgada nesta semana pela International Publishers Association (IPA), que todos os anos, junto com outras entidades e com a Unesco, escolhe uma cidade comprometida com a difusão dos livros e da leitura. Port Harcourt foi eleita no dia 5 de julho, destacando-se entre 11 cidades concorrentes. Ierevan, na Armênia, é a capital do livro em 2012. No ano que vem, será Bangkok, na Tailândia.

Editora batem recorde de venda de livros em 2011

 Fonte: Valor Econômico. Data: 11/07/2012.

URL: www.valor.com.br/empresas/2746270/editoras-batem-recorde-de-venda-de-livros-em-2011#ixzz20LZttTef

Autor: Felipe Machado .

As editoras brasileiras venderam 469,5 milhões de livros em 2011, um aumento de 7,2% em relação a 2010. O total foi considerado um recorde para o setor, segundo a pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, divulgada hoje em São Paulo.
O levantamento anual é feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e Câmara Brasileira do Livro (CBL).
O faturamento do setor foi de R$ 4,837 bilhões no período, um crescimento de 7,36% sobre o ano anterior.
Segundo a pesquisa, as vendas de livros para o governo impulsionaram o faturamento do setor, com aumento nominal de 21,2%. Em relação às vendas ao mercado, que incluem as livrarias e demais canais de distribuição, o faturamento apresentou crescimento de 3,02%.
O número de títulos publicados aumentou 6,2% em 2011 em relação ao ano anterior, para 58,1 mil. O maior aumento foi no segmento de livros científicos, técnicos e profissionais, com expansão de 38%. O faturamento desse grupo aumentou 23% no período, chegando a R$ 910 milhões.
Os livros digitais corresponderam a 9% dos lançamentos, o equivalente a 5,2 mil títulos. O faturamento com e-books foi de cerca de R$ 870 mil. Este foi o primeiro ano em que os livros digitais foram incluídos na pesquisa.

Clássico "O pequeno príncipe" resiste entre os mais vendidos


Fonte: Zero Hora (Porto Alegre, RS). Data:- 02/07/2012.
Autor: Gustavo Brigatti.
Não são vampiros que brilham no sol, nem bruxinho órfão, tampouco adolescentes com poderes divinos ou lutando contra um estado totalitário num futuro distópico. Resistindo a todo tipo de modismo, o grande hit da literatura infantojuvenil é um gurizinho loiro, algo melancólico, que adora viajar e divide o asteróide onde mora com uma rosa temperamental. Seu nome real permanece um mistério, mas por aqui ele ganhou um apelido que o tornou célebre no mundo todo: O Pequeno Príncipe. Escrito e publicado em 1943, durante o exílio norte-americano do piloto francês Antoine De Saint-Exupéry, no Brasil é impresso desde 1952. Aqui está na 48ª edição, já vendeu mais de quatro milhões de cópias e está sempre entre os 10 primeiros de sua categoria. Em 2011, fechou na oitava posição no ranking geral. No mundo, já vendeu mais de 150 milhões de cópias

13 de jul. de 2012

Vida média de uma página da internet


Fonte: Library of Congress.
Autor: Nicholas Taylor.
Qual é a vida media de uma página web? As estimativas variam muito. Em 1997, um artigo publicado na Scientific American falava de 44 dias. Em 2001, um relatório da IEEE Computer sugeriu 75 dias; em 2003, um artigo do Washington Post falou em 100 dias. A determinação da vida media de uma página web é muito complicada e difícil de ser mensurada. Esta temática foi abordada por Nicholas Taylor, num dos blogs da Library of Congress.

12 de jul. de 2012

Bibliotecas brasileiras


Foi publicada na edição de Julho de 2012 da revista 3MAIS, da 3M do Brasil, uma matéria sobre bibliotecas brasileiras que são exemplos de inovação.
Texto do editorial:
"Em todo o mundo, é comum tomarmos conhecimento de inúmeros projetos na área de Biblioteconomia que se transformaram em verdadeiras referências, seja por sua inovação, como a recém-inaugurada biblioteca pública de Stuttgart, na Alemanha, ou ainda, por sua relevância histórica e cultural, como a famosa biblioteca da Abadia de Saint Gallen, na Suiça, e dezenas de outras bibliotecas grandiosas mundo a fora. Impressionados por estes maravilhosos exemplos, muitas vezes, deixamos de voltar nossa atenção para o nosso país, e buscar conhecer nele as referências de bibliotecas que estão inovando, se modernizando, criando novos espaços para mudar e transformar a vida das pessoas à sua volta. E foi com este pensamento que preparamos para esta edição uma lista de bibliotecas brasileiras que são exemplos de inovação, trazendo diferenciais em sua estrutura, no modo de interação com o público ou ainda, na renovação do espaço da biblioteca, transformando-os em verdadeiros centros de cultura e de conhecimento, voltado também para o lazer.
Maiores detalhes no URL: http://www.3m.com.br/bibliotecas