16 de jun. de 2016

Evento: Discotecas




1° Encontro Internacional de Discotecas

de 19 a 22/7
Encerrando as comemorações dos 80 anos da Discoteca Oneyda Alvarenga, de 19 a 22 de julho será realizado o 1° Encontro Internacional de Discotecas. No evento estarão reunidos representantes de renomadas instituições nacional e internacional para apresentarem seus acervos e especialidades. Profissionais da área discutirão o contexto atual de suas atividades, compartilhando suas experiências e debatendo estratégias que podem ser desenvolvidas no sentido de oferecer um melhor trabalho de atendimento ao público frente às novas tecnologias.
A iniciativa é da Discoteca Oneyda Alvarenga do Centro Cultural São Paulo em parceria com o Instituto de Estudos Brasileiros/Universidade de São Paulo, com o intuito de se pensar a Discoteca do futuro. A programação será composta de workshop, mesas de debates e roda de conversa com colecionadores de discos.
Participam do Encontro: UCLA & Smithsonian Institution - Universidade da Califórnia, Serviço Oficial de Difusão, Radiotelevisão e Espetáculos (SODRE, Uruguay), Biblioteca Pública de Nova York, Biblioteca Nacional da França, Instituto Cultural Cravo Albin, Museu da Imagem e do Som/RJ, Instituto Moreira Salles, Discoteca da Rádio Gazeta, Fonoteca Nacional do México, Acervo de Música e Arquivo Sonoro da Biblioteca Nacional (BR), Latin American Music Center - Universidade de Indiana, Arquivo Nacional, Centro de Documentação e Informação da FUNARTE, Arquivo Nirez, Discoteca Pública Natho Henn, Biblioteca do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, Instituto Memória Brasil, Biblioteca Alberto Nepomuceno da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Biblioteca do Instituto de Artes (Fonoteca) da UNICAMP e Instituto de Estudos Brasileiros (IEB).
Parcerias: Consulado da França, Consulado do México, Instituto de Estudos Brasileiros, Instituto Ricardo Brennand, SESC – Serviço Social do Comércio e Latin American Music Center - Universidade de Indiana.
 Inscrições: de 14/6 a 11/7, por meio do preenchimento de um formulário de inscrição. A lista de selecionados será divulgada no dia 13/7 no site do CCSP.

Novo número: Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação



A Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação acaba de publicar seu
último número em http://periodicos.unb.br/index.php/RICI. Convidamos a
navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens de interesse.

Agradecemos seu interesse em nosso trabalho,

Murilo Bastos da Cunha
Universidade de Brasília - UnB
murilobc@unb.br

Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação
v. 9, n. 2 (2016)
Sumário
http://periodicos.unb.br/index.php/RICI/issue/view/1220

Editorial
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Preservar é preciso, viver não é preciso (340-344)
        Murilo Bastos da Cunha

Artigos
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O novo padrão RDA sob a perspectiva das tarefas do usuário (345-364)
        Raquel Bernadete Machado,        Ana Maria Pereira
Reflexões sobre a Ubiquidade, Convergência, Hibridismo e Mobilidade na
Sociedade Contemporânea (365-386)
        Benedito Medeiros Neto
Objetos de Aprendizagem para o Letramento Informacional (387-405)
        Kelley Cristine Gonçalves Dias Gasque
Balanced ScoreCard sua aplicação na identificação de necessidades de
informação de usuários (406-420)
        Rita de Cássia do Vale Caribe

Artigos de revisão
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Análise dimensional da Competência Informacional: bases teóricas e
conceituais para reflexão (421-440)
        Elizete Vieira Vitorino
Por uma semântica do patrimônio cultural (441-459)
        Ana Lúcia de Abreu Gomes
Preservação de acervo audiovisual (460-474)
        Angélica Gasparotto de Oliveira
História do papel: panorama evolutivo das técnicas de produção e
implicações para sua preservação (475-502)
        Clara Landim Fritoli,        Eduardo Leite Krüger,        Silmara Küster de Paula
Carvalho
Documento digital e preservação digital: algumas considerações
conceituais (503-516)
        Ernesto Carlos Bodê
Necessidade de capacitação de gestores para preservação digital na
Biblioteconomia, Museologia e Arquivologia (517-527)
        Sonia Araujo de Assis Boeres Boeres
Preservação de documentos especiais (528-563)
        Miriam Paula Manini

8 de jun. de 2016

Evento: Coleções eletrônicas

O Curso de Biblioteconomia e Gestão de Unidades da Informação – CBG/UFRJ e o Grupo de Pesquisa de Espaços e Práticas Biblioteconômicas – Escola de Biblioteconomia/UNIRIO convidam para a Mesa Redonda sobre Desenvolvimento de Coleções Eletrônicas em Bibliotecas.

A Mesa redonda acontecerá no dia 9 de junho, das 18h às 21h, no auditório Vera Janacópulos, na Urca.

Livro impresso é unanimidade global

Autoria: Fabio Arruda Mortara.
Fonte: Publish News.
URL: http://www.publishnews.com.br/materias/2016/05/04/livro-impresso-unanimidade-global
‘Não há antagonismo entre os meios na mente dos leitores, como alguns segmentos vêm buscando disseminar de modo equivocado’, defende presidente da Confederação Latino-americana da Indústria Gráfica
A mais nova pesquisa sobre a preferência das pessoas quanto à leitura em mídia impressa ou eletrônica, que acaba de ser realizada pela American University, de Washington, EUA, confirma tendências indicadas até agora por numerosos estudos anteriores: há uma clara opção pelos conteúdos impressos, especialmente quando se trata de livros.
O trabalho, coordenado pela professora de linguística Naomi Baron, da American University, abordou 300 universitários dos EUA, Japão, Alemanha e Eslováquia. Demonstra que, apesar da ampla disponibilidade de plataformas eletrônicas como smartphones, tablets, e-readers e computadores, cujo uso faz parte da rotina dos jovens, o livro impresso segue muito à frente na preferência dos estudantes para leituras sérias, com 92%.
A pesquisa integra o novo livro da docente, intitulado Words Onscreen: the Fate of Reading in a Digital World (Palavras na tela: o destino da leitura no mundo digital, em livre tradução). Um dos aspectos mais interessantes dentre os revelados pelos alunos refere-se às sensações na leitura, como a tátil, a olfativa e a cinestética. (cinestesia é o sentido pelo qual se percebem os movimentos musculares, o peso e a posição dos membros).
É interessante comparar essa nova pesquisa a outras realizadas anteriormente, como a da Nielsen BookScan, que indicou: o número de livros impressos vendidos nos EUA em 2014 subiu 2,4%, alcançando 635 milhões de unidades. Segundo especialistas, o crescimento da venda de livros físicos deverá manter-se nos próximos anos, pois os novos leitores parecem gostar cada vez mais do papel. A Nielsen indica que a maioria dos adolescentes entre 13 e 17 anos prefere obras impressas. Além disso, as vendas de títulos de ficção para jovens adultos cresceram 12% em 2014, mais do que os dirigidos aos adultos.
O estudo da American University, assim como o da Nielsen BookScan, também é coerente com pesquisa realizada em 2014 pelo DataFolha, que demonstrou: no Brasil, 59% dos leitores de livros e 56% de revistas optam pelas edições convencionais. No caso de jornais, 48% preferem acessá-los em computadores, tablets e celulares e 46% continuam fiéis às formas tradicionais. É interessante o fato de que 80% dos entrevistados brasileiros afirmaram que ler em papel é mais agradável do que em uma tela.
A pesquisa do DataFolha foi realizada para Two Sides, campanha mundial que chegou ao nosso país em 2014, para difundir a sustentabilidade econômica, social e ambiental da cadeia produtiva do papel e da indústria gráfica. Todos os estudos ratificam os conceitos da Two Sides quanto aos valores agregados pela comunicação impressa e seu caráter sustentável. A iniciativa surgiu na Inglaterra e hoje está presente nos EUA, Canadá, África do Sul, Austrália e Brasil. Aqui, o movimento conta com 42 entidades signatárias, que congregam cerca de 80 mil empresas, geradoras de 615 mil empregos diretos e faturamento anual de US$ 40 bilhões.
O mais importante, numa análise mais aprofundada de todos esses estudos, é que não há antagonismo entre os meios na mente dos leitores, como alguns segmentos vêm buscando disseminar de modo equivocado, numa infundada estratégia de desacreditar os impressos pelo viés ambiental do consumo de árvores para a produção do papel. Vã tentativa, pois esse insumo, no Brasil, utiliza 100% de florestas plantadas, cujo cultivo preserva a vegetação nativa e, de quebra, sequestra milhões de toneladas de carbono na atmosfera. Isso torna a cadeia produtiva da comunicação impressa uma importante frente no combate ao efeito-estufa.

Para a sociedade, a soma das mídias impressas e eletrônicas também é ótima, à medida que o acesso mais amplo e democrático à informação é um direito inerente à cidadania!

DOI: atalho para chegar ao trabalho

Fonte: Pesquisa FAPESP.
Ferramenta ajuda a encontrar artigos em acesso aberto ou cópias gratuitas de manuscritos publicados em revistas comerciais
Uma nova plataforma on-line foi criada para ajudar a encontrar artigos científicos divulgados em acesso aberto ou cópias gratuitas de papers publicados em periódicos comerciais. O DOAI (sigla em inglês para Identificador Digital de Acesso Aberto), disponível no endereço doai.io, é um serviço capaz de rastrear a existência de versões disponíveis na internet de trabalhos científicos. É preciso fornecer o código identificador do artigo desejado, no padrão conhecido como DOI, para que a ferramenta mostre, quando existirem, versões armazenadas em coleções de universidades ou perfis de seus autores. O banco de dados que alimenta o DOAI é o Base, da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, que indexa quase 90 milhões de registros de 4 mil repositórios acadêmicos e outras fontes de acesso aberto no mundo inteiro. “A abrangência é impressionante”, disse Roger Schonfeld, diretor da Ithaca S+R, empresa de comunicação científica, em seu blog no portal The Scholarly Kitchen. “E a busca parece não privilegiar canais oficiais, como grandes repositórios de acesso aberto”, diz ele, que encontrou na plataforma textos de sua autoria indexados no repositório de uma biblioteca da Universidade do Norte do Texas.
A quantidade de artigos científicos disponíveis na internet é crescente. Estima-se que 40% dos papers sejam publicados atualmente em regime de acesso aberto. Esse quinhão é maior quando se analisa o universo de artigos publicados no passado. Ocorre que um conjunto cada vez maior de manuscritos migra ao longo do tempo do acesso fechado, em que só podem ser vistos por assinantes das revistas que os publicaram, para o acesso aberto, em que são franqueados na internet. Um estudo divulgado em 2013 pela União Europeia mostrou que 50% de todos os artigos publicados entre 2004 e 2011 estavam naquele momento disponíveis gratuitamente.
Um dos méritos da ferramenta DOAI é difundir os artigos em acesso aberto sem exigir que o usuário compreenda as regras e a terminologia que regem esse modelo. O acesso aberto se divide em duas grandes vertentes. Uma delas é a “via dourada” (golden road), aquela em que os periódicos são abertos e oferecem o acesso gratuito a seu conteúdo. Entre os exemplos dessa estratégia destacam-se as revistas da Public Library of Science (PLoS) ou a coleção de periódicos da biblioteca SciELO Brasil, um programa financiado pela FAPESP. A segunda vertente é conhecida como “via verde” (green road). Nessa modalidade, um autor é autorizado a arquivar no banco de dados de sua instituição ou em seu perfil profissional uma cópia de seus artigos científicos publicados numa revista comercial. Quem quiser ler o artigo sem pagar pode recorrer a esses repositórios – e a maioria deles está no banco de dados do DOAI.
Há diversas outras variantes. Algumas publicações permitem que os autores depositem cópias de seus artigos em repositórios, mas exigem que a divulgação só seja feita de seis meses a um ano após a publicação, para preservar seus ganhos nesse período inicial. Instituições de apoio, como a Wellcome Trust, fundação britânica de apoio à pesquisa biomédica, e os National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, exigem que os pesquisadores financiados por elas disponibilizem seus artigos em bases de dados de acesso aberto, como o PubMed Central, após um ano da publicação original em revistas científicas de acesso fechado. Outras revistas abrem mão do embargo e divulgam artigos na internet até mesmo antes da publicação do periódico em papel – mas cobram uma taxa adicional do autor para fazer a divulgação livre e antecipada.
Difusão
“O sistema de comunicação científica é complexo. O DOAI pode tornar-se uma ferramenta de localização importante, mas ainda é necessário consolidar a plataforma”, diz Abel Packer, diretor do programa SciELO. De acordo com ele, o DOAI ainda não é muito conhecido e é cedo para saber se terá uma aceitação generalizada. “A difusão deve levar um tempo. Se tudo der certo, todos os artigos indexados no SciELO terão código identificador”, diz Packer.

O DOAI é uma alternativa legal ao site Sci-Hub, criado em 2011 pela programadora e estudante do Casaquistão Alexandra Elbakyan e sediado em São Petersburgo, na Rússia. Trata-se de um repositório on-line com 48 milhões de artigos, na maioria com direitos autorais protegidos, que em fevereiro chegou a registrar 200 mil consultas por dia. O funcionamento do Sci-Hub tem semelhanças com o DOAI, além de uma busca mais abrangente, que não se limita ao código DOI. Seu gigantesco banco de dados oferece artigos que foram baixados por meio do uso de senhas cedidas por assinantes e são disponibilizados livremente. A editora acadêmica Elsevier iniciou em 2015 um processo contra a idealizadora do Sci-Hub numa corte em Nova York por violação de direitos autorais, mas encontra dificuldade em cercear juridicamente uma iniciativa sediada num país distante. “Uma única mulher conseguiu realizar uma colossal disponibilização pública de milhões de artigos antes restritos”, diz Moreno Barros, bibliotecário e doutor em História da Ciência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Adamantina (SP) biblioteca para deficientes visuais

Fonte: Siga Mais.
URL: http://www.sigamais.com/noticias/cidades/biblioteca-e-habilitada-em-edital-de-incentivo-a-leitura-para-pessoas-com-deficiencia/
A Biblioteca Pública Municipal “Cônego João Baptista de Aquino”, vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo de Adamantina, foi habilitada com o projeto “Perspectiva Inclusiva” no Edital n. 01/2016 da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que contemplará os municípios aprovados com kits (tipo 1 e tipo 2) contendo equipamentos eletrônicos de leitura para pessoas com deficiência.
O objeto da eventual contemplação no referido edital será o Kit Tipo 1, contendo um computador, um ampliador automático, um scanner leitor de mesa, um teclado ampliado, um mouse estacionário e um software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela.

“A Biblioteca Municipal apesar de ter o espaço físico totalmente adequado para a acessibilidade, ainda não possuía serviços ou equipamentos voltados a pessoas com deficiência. A habilitação e posterior contemplação neste edital da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência traz um marco de inovação nos serviços ofertados na Biblioteca. Todos os funcionários estavam torcendo por essa aprovação e estamos felizes com esta conquista”, destaca o diretor do departamento de cultura Rafael Teixeira.

Novo número: Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação

A Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN) publicou mais um número da Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação, v. 2, n. 2, 2015.

SUMÁRIO

ARTIGOS DE PESQUISA

TEORIAS DE APRENDIZAGEM APLICÁVEIS AO ENSINO DE BIBLIOTECONOMIA. Gabriela Belmont Farias.

A ARQUIVOLOGIA NA AMÉRICA LATINA: BREVE ESTUDO DAS DISCIPLINAS MINISTRADAS EM UNIVERSIDADES DO BRASIL, BOLÍVIA, URUGUAI E ARGENTINA. Fernanda Frasson Martendal.

ARTIGOS DE REVISÃO

PROLEGÔMENOS DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO: ESTUDO DA LITERATURA. Rita de Cássia do Vale Caribé, Marcílio de Brito.

ESTUDOS DE CASO

ESTUDANTES ADULTOS DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA DE SUCESSO NUMA UNIVERSIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA. Isabel Marques Marcos.

O USO DA WEB SOCIAL POR BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS DE ENSINO SUPERIOR DE FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA. Fernanda Martins D'Ávila.

TENDÊNCIAS TEMÁTICAS DOS GRADUANDOS EM BIBLIOTECONOMIA: UM ESTUDO A PARTIR DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DA UFRN. Arthur Ferreira Campos, Melissa Gabriely Fontes, Claudyaline da Silva Araújo.

RELATOS DE EXPERIÊNCIA


ENSINO DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL NA GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Sueli Bortolin, Rovilson José da Silva.

24 de mai. de 2016

Saiu a segunda edição do "Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia"

Nova edição: Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia
Por que se deve fazer uso regular de artigos de periódicos, patentes, bases de dados, índices e outras fontes de informação científica e tecnológica (ICT)? A premissa básica deste livro, agora numa nova edição aumentada e revisada, é que o conhecimento e o uso regular e efetivo das fontes apropriadas, impressas ou eletrônicas, são as chaves para se alcançar o sucesso na pesquisa, desenvolvimento e inovação, como também em quaisquer atividades ligadas à ciência e tecnologia.
Seu objetivo principal é servir de guia para estudantes universitários, professores e pesquisadores das diversas áreas da ciência e tecnologia, para se orientarem na vasta literatura especializada.
Detalhes no URL:



19 de mai. de 2016

Acervo defasado diminui interesse por bibliotecas

Fonte: G1. Data: 19/05/2016.
URL: http://g1.globo.com/educacao/noticia/acervo-defasado-diminui-interesse-por-bibliotecas-diz-pesquisa.ghtml
Pesquisa foi feita pelo Ibope, sob encomenda do Instituto Pró-Livro. Levantamento mostra evolução do total de leitores no Brasil.
Locais de estudo e pesquisa, frequentados eventualmente por estudantes e com acervos defasados. Esse é um panorama que os números da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2016 traçam sobre as bibliotecas no Brasil. Os três pontos aparecem no levantamento feito pelo Ibope sob encomenda do Instituto Pró-Livro.
A pesquisa apontou que o número de leitores no Brasil cresceu 6% entre 2011 e 2015, e que o total de livros lidos nos três meses anteriores à pesquisa foi de 2,54 obras.
De acordo com a pesquisa, 37% do público que frequenta as bibliotecas do Brasil não é estudante. E do seu público frequentador, 73% as consideram espaço para estudo e pesquisa. As bibliotecas escolares ou universitárias são as mais citadas. Quando questionado sobre o tipo de biblioteca que frequentava, 55% citaram esses espaços, enquanto 51% disseram frequentar bibliotecas públicas.
Apenas 19% dos leitores costumam ler livros em bibliotecas.
"Outros usos e associações que esse espaço poderia ter, o que concorreria para a ampliação de seu público frequentador, tiveram percentuais baixos de menções", aponta a análise dos especialistas que avaliaram os dados da pesquisa.
Quando questionados sobre a avaliação das bibliotecas que frequentam, 41% dos leitores disseram não encontrar os livros que gostariam. Para os entrevistados, o interesse aumentaria com a renovação das prateleiras: 32% afirmaram que teriam maior interesse pelas bibliotecas se elas tivessem mais livros ou título novos, e 22% disseram esperar títulos mais interessantes.
Considerando os dados nacionais, mais da metade (55%) dos entrevistados disse que havia biblioteca pública no bairro, outros 33% disseram que não e 9% não souberam responder.
Quarenta por cento dos entrevistados disseram não ir a bibliotecas por falta de tempo. Apenas 5% dos entrevistados disse ir sempre a uma biblioteca. Outros 66% responderam que não frequentavam, 14% disseram que visitavam raramente, 15% costumavam ir às vezes.
Metodologia
A edição 2016 é a quarta edição da pesquisa, que teve também outras publicações referentes a dados coletados nos anos de 2000, 2007, 2011. A pesquisa teve abrangência nacional, com 5012 entrevistas pessoais, feitas nos domicílios dos entrevistados entre 23 de novembro e 14 de dezembro de 2015. Foram ouvidos brasileiros a partir de 5 anos, alfabetizados ou não.
Perfil da amostra
Entre os ouvidos pela pesquisa em 2015, 8% se declarou "não alfabetizado" ou que "não frequentou escola formal". Outros 21% disseram ter ensino fundamental I (1º ao 5º ano), 25% declararam ter o fundamental II (6º ao 9º ano), 33% o ensino médio e 13% o ensino superior.
Responsável pela pesquisa, o Instituto Pró-Livro (IPL) foi criado em 2006 pelas entidades do setor do livro – Associação Brasileira de Livros Escolares (Abrelivros), Câmara Brasileira de Livros (CBL) e Sindicato dos Editores de Livros (SNEL). É mantido por contribuições dessas entidades e de editoras, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro.
Desde a segunda edição o Instituto adotou metodologia que considera as orientações do Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc), da Unesco, e pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). O objetivo foi buscar um padrão internacional de medição que permita eventuais comparações e estudos sobre a questão da leitura nos países da região.

18 de mai. de 2016

Biblioteca digital luso-brasileira

Fonte: Agência Brasil. Data:10/05/2016.
Autoria: Isabela Vieira.
Conhecer o acervo da Biblioteca Nacional de Portugal, incluindo originais da Torre do Tombo, que guarda arquivos históricos das navegações e da chegada dos portugueses ao Brasil, em Lisboa, já é possível sem precisar cruzar o Oceano Atlântico.
Por meio de uma parceria com a Biblioteca Nacional, o acervo das duas instituições está sendo digitalizado e colocado à disposição do público na internet. São milhares de títulos dos dois países, incluindo jornais e revistas, que podem ser acessados a qualquer hora do dia, de qualquer lugar do mundo. A expectativa é atrair cerca de 100 mil acessos por mês.
O material está reunido no portal Biblioteca Digital Luso-Brasileira, disponível a partir de hoje (10), com mais de 2 milhões de documentos, sob domínio público, de várias épocas e gêneros. Entre eles, a primeira edição de Os Lusíadas, de Luís de Camões, de 1572, e a Carta de Abertura dos Portos, de 1808, assinada pelo príncipe regente, Dom João de Bragança, quatro dias após a chegada da família real à Salvador.
“É a primeira iniciativa a reunir coleções de língua portuguesa, preservando o material – porque, no momento que você digitaliza, você evita o manuseio do original – e o mais importante, democratizando o acesso”, disse a coordenadora da biblioteca, Angela Bettencourt.
O acervo da Biblioteca Luso-Brasileira conta também com obras de 30 instituições de Portugal e mais 20 do Brasil, incluindo o Real Gabinete de Leitura, fundado por imigrantes portugueses no Rio, em 1837. O prédio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Estadual.
Esta é a primeira vez que bibliotecas de países de língua portuguesa se juntam para disponibilizar seus acervos conjuntamente e buscam se igualar a outras iniciativas mundiais. Na Europa, a Biblioteca Digital Europeia – Europeana, tem o maior acervo digital do mundo, com mais de 53 milhões de títulos entre livros, desenhos, pinturas, mapas, vídeos e fotos.
De acordo com a coordenadora, o próximo passo é integrar acervos de países de língua portuguesa de outros países e o primeiro deve ser Moçambique. “Eles já vieram aqui fazer um estágio e, provavelmente, serão os primeiros a se juntar nesta iniciativa”. A Biblioteca Digital Luso-Brasileira foi concebida em software livre.

Detalhes no URL: http://bdlb.bn.br/

E-book será vendido por capítulos

Fonte: E-Book News. Data: 13/05/2016.
URL: http://ebooknews.com.br/no-brasil-ebooks-academicos-serao-vendidos-por-capitulo/
A brasileira Minha Biblioteca, consórcio formado pelas editoras acadêmicas Grupo A, Grupo Gen, Manole e Saraiva, passará a vender mais de 3.000 ebooks acadêmicos por capítulos ou artigos. Usuários poderão mixar as obras e montar seleções de capítulos, criando ebooks personalizados contendo apenas os trechos que lhes interessam de cada obra. O serviço estará disponível em um novo site, PastadoProfessor.com, atualmente disponível em versão beta para usuários convidados.
A novidade estará online oficialmente no segundo semestre de 2016. Editoras podem solicitar um convite para participar da fase beta, pelo email sales@slicebooks.com.
A tecnologia por trás do site vem da companhia norte-americana Slicebooks, que desenvolveu alguns anos atrás um sistema automatizado, que pega um ebook “inteiro” e o quebra em partes, geralmente capítulos, permitindo a comercialização de fragmentos das obras cadastradas
Segundo o CEO da Minha Biblioteca, Richardt Rocha Feller, “PastadoProfessor.com (…) é um exemplo formidável de como proporcionar liberdade, a estudantes e professores, para obter o conteúdo que eles precisam, como e quando precisarem”.
Esta é uma tremenda inovação no mercado digital em geral, mas especialmente no mercado brasileiro e nos ebooks acadêmicos. O livro digital, que muitos julgavam estar “comendo poeira” para o mercado impresso, parece mais ativo do que nunca.

A Pasta do Professor, na versão atual, já disponibiliza trechos de obras para alunos e professores – porém, apenas na forma impressa. O portal pastadoprofessor.com.br permite que as editoras disponibilizem os seus conteúdos de forma fracionada e que os professores criem pastas-do-professor virtuais com a seleção de conteúdo das bibliografias de cada disciplina. Alunos e leitores podem comprar os conteúdos que estão nestas pastas de acordo com a sua necessidade, incluindo ou não outros conteúdos também disponíveis na plataforma. Os valores pagos incluem os direitos autorais e editoriais e os custos de impressão da seleção de conteúdo. É uma alternativa à pirataria, já que permite o consumo de trechos de livros, remunerando autores e editoras.

Mato Grosso é processado por falta de biblioteca escolar

Juiz abre prazo para resposta do governo de Mato Grosso
Fonte: Só Notícias. Data: 7/05/2016.
URL: www.sonoticias.com.br/noticia/geral/estado-e-processado-por-falta-de-bibliotecas-juiz-abre-prazo-para-resposta-do-governo
A Justiça de Mato Grosso abriu prazo de 5 dias para manifestação das partes numa ação em que o Ministério Público Estadual (MPE) pede que o Estado seja condenado e obrigado a instalar bibliotecas em 100 % das escolas estaduais. Ambos os envolvidos, autor e réu, depois de notificados, deverão informar se pretendem produzir provas. Em caso positivo, especificando com objetividade quais são justificarem a pertinência das mesmas.
O despacho é do juiz Luís Aparecido Bortolussi Júnior, responsável pela ação impetrada em março de 2015, na gestão do governador Pedro Taques (PSDB). O processo tramita na Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular.
O Ministério Público pleiteou liminar para que o Estado fosse obrigado a apresentar em 60 dias um cronograma máximo de 2 anos para sua execução para instalar bibliotecas em 100% das Escolas Estaduais, dotadas de infraestrutura e com a garantia de espaço adequado, mobília, acessibilidade às pessoas com deficiência e informatização, especificando a ordem em que as escolas serão contempladas, com os respectivos prazos.
Pediu que fosse determinada multa diária no valor de R$10 mil para cada escola não contemplada ou outro valor a ser arbitrado pelo magistrado, caso a decisão fosse descumprida de modo que a quantia deveria ser bloqueada das contas destinadas à publicidade institucional. No entanto, o pedido de liminar foi negado no dia 3 de junho de 2015, pois o magistrado não viu a necessidade de urgência e optou por apreciar o caso de forma mais aprofundada para embasar melhor sua decisão.
Na inicial, o Ministério Público também pede que seja determinado ao estado de Mato Grosso, a imediata deflagração de concurso público para o cargo de biblioteconomista para atender toda a rede estadual de ensino, bem como, durante o prazo de conclusão do certame público, excepcionalmente, a adotar medidas necessárias para contratar um profissional com registro profissional no Conselho Regional de Biblioteconomia, para cada biblioteca da rede estadual de ensino.

Depois que a liminar foi negada o Estado foi notificado e apresentou contestação em agosto do ano passado que foi impugnada pelo MPE em setembro. Os argumentos utilizados pelo Estado não foram publicados no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Agora, o magistrado vai aguardar as partes se manifestarem sobre a necessidade, ou não, de produção de provas.

Evento: Repositórios digitais

I Fórum Nacional de Repositórios Digitais
Data: 8-10 de setembro 2016.
O I Fórum Nacional de Repositórios Digitais, promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte através do Departamento de Ciência da Informação e da Biblioteca Central Zila Mamede. Será realizado em Natal/RN no período de 16 a 18 de novembro de 2016 com o objetivo de promover um espaço de discussão teórica e prática através de mesas redondas, relatos de experiência e minicursos congregados em quatro eixos temáticos: Gestão e Políticas para Repositórios Digitais; Metadados em Repositórios Digitais; Tecnologias para Repositórios Digitais e Preservação em Repositórios Digitais.

Evento: Desenvolvimento de coleções

Em nome da Comissão gostaria de divulgar a data do próximo encontro do Comitê Brasileiro de Desenvolvimento de Coleções.

A IV Reunião Nacional ocorrerá no SNBU em Manaus, no dia 15 de outubro, data reservada para os eventos paralelos: http://www.snbu2016.com/#!eventos-paralelos/ch4e


Local:    XIX SNBU
             Tropical Manaus Ecoresort
             Av. Coronel Teixeira, 1320 - Ponta Negra
             Manaus - AM

Data:  15 de outubro de 2016, sábado
Horário: 9h às 18h

Em breve divulgaremos a pauta da reunião.

Atenciosamente,

Lenise Di Domenico
Diretoria de Comunicação do CBDC
Bibliotecária do Núcleo de Aquisição - NAQ Biblioteca Central - UFRGS

(51) 3308-3411