19 de mai. de 2014

Curso: Mestrado em informação empresarial

Está aberta a 1ª fase de candidaturas ao Mestrado em Informação Empresarial, da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP).
 
Esta 1ª fase de candidaturas decorre até 9 de julho de 2014.
 
Para informações sobre o plano de estudos e processo de candidatura ver
 
 
Para qualquer esclarecimento, por favor, enviar e-mail para anaterra@eu.ipp.pt ou servicos.academicos.eseig@eu.ipp.pt
 
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Cordialmente,

Ana Lúcia Terra
 

Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão - ESEIG
Instituto Politécnico do Porto - IPP
Rua D. Sancho I, 981
4480-876 Vila do Conde
Tel: 252.291.700
Fax: 252.291.714
PORTUGAL

::: UTC de Ciência da Informação
:::
Licenciatura em Ciências de Tecnologias da Documentação e Informação
::: Mestrado em Informação Empresarial

Rap da biblioteca

Veja o vídeo bastante criativo que aborda a biblioteca. URL:
https://www.youtube.com/watch?v=iHllz7UOfkI


14 de mai. de 2014

Simplificação de clássicos da literatura

Fonte: Divirta-se. Data: 12/05/2014.
URL: http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/arte-e-livros/2014/05/12/noticia_arte_e_livros,154551/polemica-da-simplificacao-de-classicos-da-literatura-chega-as-escolas.shtml

Versões adaptadas de Machado de Assis e outros gênios da literatura pretendem aumentar o contato de jovens com a leitura. Especialistas se preocupam com “empobrecimento” do texto
Queridos pelos professores, Machado de Assis e José de Alencar não são autores de cabeceira para a maioria dos alunos. A dificuldade de entender obras clássicas, seja pela linguagem ou complexidade das tramas, reaviva o debate sobre o uso de adaptações literárias nas escolas. Embora a ideia das versões seja incentivar a leitura entre crianças e adolescentes, especialistas se preocupam com o empobrecimento dos textos.
Na semana passada foi alvo de críticas o projeto da escritora Patrícia Engel Secco, que teve apoio da Lei de Incentivo à Cultura para adaptar obras de Machado de Assis para uma linguagem atual. Um dos exemplos, que acirrou ânimos nas redes sociais, foi a troca da palavra “sagacidade” por “esperteza”, de compreensão mais fácil. A polêmica, entretanto, não é novidade nas escolas.
Iuri Pereira, professor de Literatura do Colégio Equipe, em Higienópolis, na região central de São Paulo, é contrário às adaptações. “Geralmente a mudança reduz, simplifica a obra”, diz. “E o mais difícil de Machado, por exemplo, não é a linguagem, mas os temas, que são próprios da maturidade.” Segundo ele, uma estratégia para abordá-lo com os mais novos é usar textos menores, como os contos.
Para a aluna do 3º ano do Equipe Marina Klautau, a aversão aos livros clássicos está ligada às exigências do vestibular. “Muitos colegas acabam mais preocupados em buscar análises sobre o livro do que em ler. Eles se concentram no que é cobrado na prova”, lamenta ela, de 16 anos. “A leitura é tratada como obrigação.”
Outra barreira nos originais, segundo Marina, é o vocabulário. “Para algumas palavras, tenho de procurar o significado. Mas isso não faz com que eu perca o interesse nos livros. Geralmente as pessoas se desmotivam pelas dificuldades de entender a linguagem”, relata.
Evolução
A visita constante ao dicionário, no entanto, pode ser proveitosa. É o que garante Pedro Souza, aluno do 9º ano do ensino fundamental da escola bilíngue Stance Dual, na Bela Vista região central de São Paulo. “Às vezes uma palavra desconhecida prejudica o ritmo de leitura, mas é bom para melhorar o vocabulário. Isso você não tem no livro adaptado”, diz o adolescente, de 14 anos.
Incentivado pelos pais professores, Pedro já se aventurou além dos tradicionais Machado de Assis e Monteiro Lobato e buscou até clássicos estrangeiros. Entre os colegas, porém, o gosto pelas bibliotecas não é o mesmo e a maioria prefere versões mais simples. “Muitos na turma reclamam de textos longos”, diz. “Buscam na internet resumos e até aplicativos que fazem a leitura do livro em voz alta.”
A cobrança, afirma o professor de Língua Portuguesa André Oliveira, deve seguir o nível de maturidade da classe. “Depende da idade do aluno, que deve ter repertório para entender a obra” alerta ele, que dá aulas no Colégio Ofélia Fonseca, em Higienópolis, no centro. Segundo Oliveira, o cuidado é escolher adaptações que não descaracterizem os originais. “Uma boa versão em quadrinhos, por exemplo, serve como estímulo para ler o clássico.”
Risco de simplificar literatura é subestimar leitores
O uso de adaptações na escola serve para aproximar o texto clássico da realidade do aluno. O risco, de acordo com professores, é subestimar a capacidade do jovem de desbravar trama ou linguagem mais complexa.
João Luís Ceccantini, professor de Literatura da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é favorável a adaptar textos antigos, como os da Idade Média ou de antes de Cristo. “Já para obras mais recentes, como as do próprio Machado de Assis, eu resisto”, afirma. “Esse texto está próximo de nós, do ponto de vista literário e linguístico”, afirma.
Outro argumento de Ceccantini é que a possibilidade de adaptação depende do tipo da obra. Para alguns clássicos, por exemplo, as adaptações permitem que os alunos conheçam a trama central, o que ajuda na construção do repertório. “Já no caso do Machado, as histórias são banais. A graça está em como é construída a narrativa.”
O escritor de livros infanto-juvenis Cláudio Fragata explica que a adaptação bem feita exige um entendimento cuidadoso da obra e do público-alvo. “Tento buscar um viés que interessa ao jovem de hoje para conduzir a narrativa”, diz ele, que já adaptou obras de autores estrangeiros, como o francês Júlio Verne. “O texto original, para quem não está acostumado, é chato”, diz. “A adaptação ajuda a criar a prática de leitura.”
Dificuldades
Vera Bastazin, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Literatura e Crítica Literária da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), diz acreditar que o uso excessivo de versões revela a falta de intimidade dos professores com os clássicos. “A adaptação, muitas vezes, não é para o aluno, mas para quem dá aulas. A maioria dos professores não tem preparo e hábito de leitura”, alerta.

Outro problema, segundo ela, é que há muitos projetos de governo que usam as adaptações com visão simplista. “Ao reduzir o tamanho e facilitar a obra, entende-se que todo mundo vai gostar de ler. Isso é uma ilusão.”

Abraçando a Biblioteca Demonstrativa de Brasília

Os amigos da Demonstrativa estão organizando um abraço simbólico nesta sexta-feira, dia 16/05, ao meio-dia, em frente ao prédio da Biblioteca, na W-3 Sul, EQS 506/507.
O ato será em apoio à implementação das condições necessárias à reabertura do prédio da DEMONSTRATIVA. Contamos com a presença de todos os amigos e usuários.

Documento da UNESCO sobre patrimônio cultural imaterial



A Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial é um elemento-chave no processo de valorização de Patrimônio Cultural. Em menos de 10 anos desde sua adoção, a Convenção já obteve a adesão de 145 Estados-membros, um impressionante índice de adesão que revela a importância que os povos atribuem ao seu Patrimônio Cultural Imaterial e a relevância de ações pioneiras da UNESCO nessa área. A expressão Patrimônio Cultural passou a fazer parte do discurso diário, e a necessidade de protegê-lo tem sido amplamente reconhecida. Os Textos base, publicados em março de 2009, foram concebidos como um instrumento prático à disposição de todos os envolvidos, que proporciona acesso rápido e melhor compreensão dos dispositivos da Convenção de 2003. Esta nova edição apresenta as decisões da quarta sessão da Assembleia Geral dos Estados-partes na Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, realizada de 8 a 12 de junho de 2012 na sede da UNESCO em Paris. Vários elementos importantes das Diretrizes Operacionais foram alterados, tais como o princípio de um limite anual geral para as propostas de inscrição e a prioridade dada à Lista do Patrimônio Cultural Imaterial que Requer Medidas Urgentes de Salvaguarda. A necessidade mais premente é a de capacitação para alavancar a implementação da Convenção de 2003. Os Textos base representará um apoio indispensável a esse objetivo.
Título original:
UNESCO. Basic texts of the 2003 Convention for the Safeguarding of the Intangible Cultural Heritage, 2012 edition . Brasília: UNESCO, 2014. 105 p.

O texto completo está disponível no URL:

12 de mai. de 2014

Você é bom bibliotecário de referência?

Você acha que é o único que tem essa dúvida? Não, você nunca é o único.
Já é difícil pensar na vida sem o Google. Mesmo desconsiderando todos os aplicativos e sites úteis, como Gmail, Drive, Youtube, Google + (OK, talvez não este último), viver sem a busca do Google parece distante. Além dos trabalhos de escola, das letras de músicas e todas as buscas que todos fazemos, existem as buscas (muito) estranhas que as pessoas fazem.
O site Search Factory, especializado em serviços de marketing online, listou perguntas e afirmações bizarras são que são feitas centenas ou milhares de vezes no Google, todos os meses. Apesar de o site ser australiano, você vai ver que as buscas são bastante universais.

Vamos, então, às dúvidas do povo, começando pelas mais macabras:
"Como esconder um cadáver?" - mil buscas por mês.
"Como não ser pego por assassinato?" - 1,8 mil buscas por mês.

Alguém precisa ficar de olho nisso aí, não é?
"Encontros de gatos" 110 buscas por mês
"Como eu faço meu gato me amar?" - 390 buscas por mês
Se depender dos humanos, os gatos são os reis da internet. Se depender dos gatos, eles não ligam nem um pouco para os humanos.
"A Lady Gaga é um homem?" - 18 mil buscas por mês
Com a fama, vêm buscas estranhas, não tem jeito.
"Como chamar um cara para sair?" - 14,8 mil buscas por mês
Como consertar um coração partido?" - 9,9 mil buscas por mês

Uma é muito mais simples do que a outra, mas parece que a dúvida sempre existe nos dois casos.
"Como ter um caso?" - 5,4 mil buscas por mês
"Por que eu me casei?" - 40,5 mil buscas por mês

Pelo menos "Why did I get Married?" é o nome de um filme. "Como ter um caso" é só infidelidade mesmo.
"Eu odeio meu trabalho" - 22 mil buscas por mês
"Como ganhar na loteria?" - 40,5 mil buscas por mês

Uma novidade: Não existe um esquema para ganhar na loteria! Por mais difícil que seja acreditar nisso, é pura sorte.
"Como usar o Google?" - mil buscas por mês
"Como eu 'Googleio' alguma coisa?" - 4,4 mil buscas por mês

O Google bem que poderia retornar na busca uma mensagem "Você acabou de conseguir!"
"Papai Noel existe?" 60,5 mil buscas por mês

Pais, deixem seus filhos longe do computador, até a idade correta.
"Por que homens têm mamilos?" 18 mil buscas por mês
Por que não?


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/colunistas/blog_da_redacao/#post_41807

Lembra das bibliotecas do metrô, elas voltarão

Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 10/05/2014.
Autoria> Edison Veiga.
URL: www.estadao.com.br/noticias/impresso,lembra-das-bibliotecas-do-metro-elas-voltarao,1164905,0.htm
As bibliotecas Embarque na Leitura, que durante quase dez anos funcionaram em estações de Metrô de São Paulo, devem voltar no segundo semestre. Desta vez, em outro transporte público. A primeira da nova série deve ser instalada no Terminal Sacomã de ônibus, em agosto.
“Vai ser um ‘sucessaço’”, empolga-se o idealizador do projeto William Nacked, presidente do Instituto Brasil Leitor. “Se o rei Roberto Carlos me desse o direito de sua música, eu cantaria ‘Eu voltei, agora pra ficar…”
Não deve ser a única biblioteca em terminais de ônibus paulistanos. “Em breve, devemos ter um também em Cidade Tiradentes. O projeto é instalar seis bibliotecas do programa em São Paulo até o fim de 2015″, antecipa Nacked.
Se nos metrôs paulistanos as unidades da Embarque na Leitura desapareceram por falta de patrocínio (a última, da Estação Paraíso, foi fechada em dezembro passado, e tinha um total de 22.720 sócios e mais de 250 mil livros emprestados), no resto do País o projeto não deixou de existir. Hoje há bibliotecas ativas em sistema de transporte de capitais como Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife e cidades como Piracicaba (SP) e Campo Largo (PR).
Atualmente são 11 bibliotecas do tipo, sempre atreladas ao transporte público, do metrô de Porto Alegre à balsa do Guarujá. Além das seis paulistanas que o instituto pretende instalar até o fim de 2015, estão no papel outras cinco espalhadas pelo Brasil. “Ou seja: vamos praticamente dobrar”, comemora o idealizador.
Pesquisa. Recentemente, o Instituto Brasil Leitor divulgou os resultados de uma pesquisa mostrando a importância de bibliotecas grátis. O levantamento foi feito com usuários da biblioteca da Estação Paraíso ao longo do ano passado, último ano de funcionamento da unidade. Foram ouvidos 500 usuários cadastrados. Para 23% deles, a biblioteca era a única opção de acesso a livros e 82% disseram que, após o contato com o projeto, passaram a estimular o hábito de leitura entre os familiares e amigos.
Para quem já tinha o hábito de ler, as bibliotecas permitiram um aumento considerável no volume de leitura. Antes do projeto, as pessoas liam em média 1,6 livro por mês. Após o cadastro na biblioteca Paraíso, o número aumentou para 2,6 livros, que representa um crescimento de 62%. Em números absolutos, o resultado representa 12 livros a mais por ano para cada leitor.
Sobre o local onde liam com mais frequência, a maior parte (54%) revelou ler dentro do transporte público (metrô, ônibus ou trem); 33% em casa; 9% no trabalho; 2% em praças e parques e o resultado mais surpreendente: apenas 2% dos usuários tem o hábito de ler em algum estabelecimento de ensino (escola, faculdade ou cursos).

A maioria dos cadastrados na biblioteca Paraíso era formada por mulheres (69%), com média de idade de 37 anos. O número de público feminino aumenta ainda mais quando analisados os frequentadores que emprestaram livros por mais de uma vez (73%), ou seja, entre aqueles que se tornaram usuários recorrentes.

Senado lança guia de fontes sobre a casa

Fonte: Senado Federal.
URL: www12.senado.gov.br/jornal/edicoes/2014/05/12/senado-lanca-site-do-guia-de-fontes-sobre-a-casa
Iniciativa da Coordenação de Marketing e da Agência Senado, vinculadas à Secretaria de Comunicação, reúne mais de 400 fontes de informação institucionais, históricas e legislativas.
A Secretaria de Comunicação Social do Senado lançou na quarta-feira, durante o seminário Desafios da Editoração no Setor Público, no auditório do Interlegis, em Brasília, o site do Guia de Fontes de Informação sobre o Senado Federal, disponível em www.senado.leg.br/guiadefontes. Agora, o desafio é divulgar o trabalho — que reúne mais de 400 fontes de informação institucionais, históricas e legislativas sobre o Poder Legislativo federal — entre pesquisadores, jornalistas e outros formadores de opinião.
A obra impressa, que veio a público no início de 2013, resultou em intenso trabalho de adaptação para a forma de um sistema, em plataforma plone, a fim de aumentar o alcance da ferramenta de consulta. O guia facilita a obtenção de informações por meio de referências e resumos de livros, periódicos, artigos especializados, discursos históricos, material multimídia, serviços e instituições correlatos ao Poder Legislativo federal, entre outros.
O trabalho é uma correalização da Coordenação de Criação e Marketing e da Agência Senado, vinculadas à Secretaria de Comunicação Social do Senado, além do ­ apoio da Biblioteca da Casa.
O objetivo é munir cidadãos e instituições com informações que aprimorem o conhecimento sobre o papel do Poder Legislativo e suas atividades, bem como ampliem as possibilidades de participação popular.
As fontes de informação servem aos demandantes em atividades diversas, como divulgações, investigação acadêmica, ensino em sala de aula ou simplesmente representa uma forma de entrar em contato com o Senado e com as organizações afins. O conteúdo das obras abrange desde a pura descrição de características, lideranças e acontecimentos das duas Casas do Legislativo brasileiro, com foco maior no Senado, até temas práticos e conexos, como o vocabulário adotado no meio e as principais normas de funcionamento e do processo legislativo.
— É um trabalho inédito no Congresso, que servirá como um ótimo ponto de partida para jornalistas e pesquisadores — afirma Davi Emerich, diretor da Secretaria de Comunicação Social.




Evento: Coleções Especiais



I Jornada sobre Gestão e Desenvolvimento de Coleções Especiais - UNESP.

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Programação

20/05/2014 - TERÇA-FEIRA

8h - Inscrições e credenciamento

9h30 - Apresentação cultural
Coral Rairaram
Local: Anfiteatro B

9h45 – Abertura e boas-vindas
- Prof. Dr. Arnaldo Cortina - Diretor da FCL - Araraquara - Unesp
- Flávia Maria Bastos – Coordenadora da CGB – UNESP – Reitoria
- Brunno V. G. Vieira - Presidente Comissão de Biblioteca da FCL - Araraquara - Unesp e Presidente da Comissão Organizadora da Jornada
- Ana Paula Meneses Alves - Diretora da Biblioteca da FCL - Araraquara - Unesp
Local: Anfiteatro B

10h - Conferência de abertura
Gestão de coleções raras e especiais no Séc. XXI: conceitos, problemas, ações.
Responsável: Prof. Ms. André Vieira de Freitas Araújo (UFRJ).
Local: Anfiteatro B

12h – Almoço

14h – 17h30 – Minicursos
Minicurso 1 – A edição de obras raras
Responsável: Prof. Dr. Brunno Vinicius G. Vieira (FCL - Araraquara - Unesp)
Local: Anfiteatro E
Número de vagas: 40

Minicurso 2 – Noções de conservação e restauro de materiais bibliográficos
Responsável: Margaret Alves Antunes (APE - Reitoria - Unesp)
Local: Sala da Congregação
Número de vagas: 30

14h – 17h30 – Cine Campus Especial
Exibição e discussão do Filme: Agora, de Alejandro Amenábar (2009)
Responsável: Profa. Dra. Fabiane Borsato e Prof. Dr. Antônio D. Pires
Local: Auditório da Biblioteca

19h30 – Palestra
Reconstruções históricas para coleções especiais bibliográficas e museológicas
Responsável: Teresa Telarolli (Centro Cultural Profs. Waldemar e Heleith Saffioti – Chácara Sapucaia - Unesp – Araraquara)
Local: Chácara Sapucaia

20h30 - 22h - Atividade Cultural
Uma noite no museu: música, poesia, teatro e interação
Local: Chácara Sapucaia



21/05/2014 - QUARTA-FEIRA

8h30 - Mesa Redonda
Experiências com coleções específicas ou especiais em universidades
Mediadora: Profa. Dra. Tania Regina de Luca (FCL - Assis – Unesp)
Local: Anfiteatro B

UNICAMP: Coleções Especiais e Obras Raras (CEOR)
Responsável: Tereza Cristina Oliveira Nonatto de Carvalho (Diretora Técnica de Coleções Especiais e Obras Raras – Unicamp)

UFSCAR: Coleções especiais em uma biblioteca comunitária
Responsável: Vera Lúcia Cóscia (Bibliotecária responsável pelo acervo de Coleções Especiais da Biblioteca Comunitária - UFSCAR)

10h30 – Café

10h45 - Mesa Redonda
Experiências com coleções específicas ou especiais em universidades
Mediadora: Profa. Dra. Tania Regina de Luca (FCL - Assis – Unesp)
Local: Anfiteatro B

USP: Biblioteca Brasiliana Guita e José Midlin
Responsável: Maria Cristina Carvalho Antunes (Curadora da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP)

UNESP: Biblioteca Digital e o Programa Memória Social da Unesp
Mediadora: Profa. Dra. Tania Regina de Luca (Presidente da Comissão Permanente do Programa Memória Social – Unesp)

13h00 - Almoço

14h30 – Conferência de encerramento
História, memória e patrimônio: convergências para o futuro dos acervos especiais e raros
Responsável: Profa. Ms. Ana Virginia Teixeira da Paz Pinheiro (Fundação Biblioteca Nacional – UNIRIO)
Local: Anfiteatro B

16h30 – Encerramento
- Flávia Maria Bastos – Coordenadora da CGB – UNESP – Reitoria
- Brunno V. G. Vieira - Presidente Comissão de Biblioteca da FCL - Araraquara - Unesp e Presidente da Comissão Organizadora da Jornada
- Ana Paula Meneses Alves - Diretora da Biblioteca da FCL - Araraquara - Unesp
Local: Anfiteatro B

http://fclar.unesp.br/#!/biblioteca/i-jornada-de-colecoes-especiais/programacao/

9 de mai. de 2014

Brasil caiu no ranking da educação

Fonte: BBC Brasil. Data: 8/05/2014.
O Brasil se distanciou da média de 40 países em um ranking que compara resultados de provas de matemática, ciência e leitura, e também índices como taxas de alfabetização e aprovação escolar.
No entanto, apesar de ter o seu índice piorado, o país subiu uma posição no ranking – de penúltimo para antepenúltimo – pois o México apresentou queda maior do que o Brasil no índice.
Esta é a segunda edição do relatório produzido pela empresa de sistemas de aprendizado Pearson (ligado ao jornal britânico Financial Times) e pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU).
O Brasil aparece na 38ª posição do ranking, na frente de México e Indonésia – um avanço de um lugar, na comparação com a edição de 2012.
O indicador do ranking é composto a partir duas variáveis: capacidade cognitiva (medida por resultados de alunos nos testes internacionais PISA, TIMSS e PIRLS) e sucesso escolar (índices de alfabetização e aprovação escolar).
O número usado para comparar os países ("escore z") indica o quão longe cada nação está da média dos 40 países (que é zero, nesta escala). Foram analisadas nações da Ásia, da Europa e das Américas – nenhum país africano participa do ranking.
Em 2012, o Brasil havia obtido um escore de -1.65; neste ano o indicador foi de -1,73, o que mostra que o país está mais distante da média dos 40 países. Já o México viu seu escore cair de -1,6 para -1,76. O sinal negativo indica que ambos os países estão abaixo da média dos 40 países.
Os testes usados para criar o ranking
·                     PISA: prova da OCDE feita com alunos de 15 anos de idade em matemática, ciência e leitura
·                     TIMSS: prova mundial de matemática e ciência feita pela entidade independente IEA
·                     PIRLS: outra prova da IEA, desta vez sobre leitura, feita com alunos da 4ª série ou equivalente
O Brasil piorou nas duas variáveis – tanto na capacidade cognitiva (de -2,01 para -2,06) quanto no sucesso escolar (de -0,94 para -1,08).
Os escores são sempre comparados com a média das 40 nações. Então não é possível determinar ao certo se a piora do indicador do Brasil se deve a uma queda no desempenho dos alunos brasileiros, ou se houve uma melhora na média mundial.
Mais professores de ciência e matemática
"Países em desenvolvimento ocupam a metade inferior do ranking, com a Indonésia novamente aparecendo em último lugar entre as 40 nações analisadas, precedida por México e Brasil", diz o relatório produzido junto com o ranking ("A Curva de Aprendizagem").
"É preciso questionar a habilidade dos sistemas educacionais destes países de suportar índices altos de crescimento econômico no longo prazo."
Ranking de educação
Os cinco melhores:
1. Coreia do Sul
2. Japão
3. Cingapura
4. Hong Kong
5. Finlândia
Os cinco piores:
36. Colômbia
37. Argentina
38. Brasil
39. México
40. Indonésia
Um dos capítulos do relatório discute "lições a serem aprendidas por países em desenvolvimento" e conta com contribuições de Maria Helena Guimarães de Castro, diretora da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), um centro de pesquisas do governo do Estado de São Paulo.
Castro é citada no relatório dizendo que o Brasil precisa de um aumento de 30% no número de professores de ciência e matemática para aliviar as pressões sob o contingente atual - que está sobrecarregado e carece de treinamento.
"Nós não temos professores porque essa carreira não é atraente. Isso é um problema que não será resolvido a não se que o governo e os governantes decidam mudar isso", diz a diretora do Seade, no documento da Pearson e EIU.
Ásia em alta
No topo do ranking, a novidade desta edição é a queda dos países escandinavos e a ascensão de asiáticos.
A Finlândia, que liderava a edição de 2012, viu seu escore piorar de 1,26 para 0,92 – caindo quatro posições e sendo ultrapassada por Coreia do Sul, Japão, Cingapura e Hong Kong. O relatório afirma que países escandinavos, como Suécia e Finlândia, tem visto nos últimos anos as notas de seus alunos piorarem nos testes internacionais.

A Coreia do Sul é o país com a melhor média em relação às 40 nações. Um dos destaques positivos do ranking foi a Rússia, cujos alunos melhoraram suas notas nas avaliações. Com isso, a Rússia subiu sete posições, de 20° para 13°.

Contra o fechamento da Biblioteca Demonstrativa de Brasilia

Prezado Diretor da Fundação Biblioteca Nacional,  Renato Lessa, me dirijo ao senhor para solicitar seu maior empenho na resolução dos problemas pelos quais a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles, de Brasília está passando. Moradora desde 1971 em Brasília, bibliotecária, amiga da BDB, através da Sociedade de Amigos da Biblioteca, usuária e tendo acompanhado a verdadeira revolução que ali aconteceu, com o esforço de toda a equipe da biblioteca para seguir os padrões estabelecidos para as Bibliotecas Públicas da UNESCO e do Sistema de Bibliotecas Públicas brasileiro, peço encarecidamente que a FBN possa socorrer no menor tempo possível e realizar as reformas necessárias para que a BDB fique fechada o menor tempo possível. Centenas de estudantes, concurseiros, vestibulandos, alunos, público em geral, artistas da cidade que ali expõem, lançam livros, realizam palestras em grupo de Atualização da Mulher, que foi criado a mais de 26 anos, voluntariamente, professores voluntários, aposentados que dão aulas de reforço a alunos carentes, estão sendo prejudicados. Tenho certeza que o senhor será sensível a esse apelo. Obrigada!

Iza Antunes Araújo - CRB1-079
Diretoria de Formação Política e Profissional da FEBAB
Conselheira da ABDF
Coordenadora Técnica, voluntária, do Projeto Bibliotecas do Saber

7 de mai. de 2014

Prédio da Biblioteca Demonstrativa de Brasília com problemas

Data: 7/05/2014.
A DEMONSTRATIVA está interditada por ordem da Defesa Civil em função de riscos iminentes no prédio principal para os usuários e servidores, após inspeção no dia 6 de maio.
A desinterdição está condicionada ao cumprimento imediato de exigências relativas ao cenário de riscos, pela Fundação Biblioteca Nacional, instituição responsável pela DEMONSTRATIVA.
A devolução de livros, por ora, está sendo realizada na lateral do prédio voltada para a SQS 307, na entrada da garagem da biblioteca.
Quaisquer outras informações, continuem consultando o site da DEMONSTRATIVA www.bdb.org.br e sua fanpage www.facebook.com/demonstrativa.

Podem também entrar em contato pelos telefones 3242-4733 e 3244-5124.

Internet perto dos 3 bilhões de usuários

Fonte: ABINEE. Data: 6/05/2014.
Novos números publicados nesta segunda-feira, 5/5, pela União Internacional das Telecomunicações, indicam que ao fim de 2014 serão cerca de 3 bilhões os usuários da Internet em todo o mundo - dois terços deles em países em desenvolvimento e 2,3 bilhões de acessos em banda larga móvel.
A UIT calcula, portanto, que cerca de 40% da população mundial terá acesso à Internet até o fim deste ano. Mas ainda que em números absolutos a maioria dos internautas esteja em países em desenvolvimento, é também neles que vivem 90% das pessoas que ainda não têm acesso à rede.
Ao fim de 2014, a penetração da banda larga fixa deverá chegar a 10% em todo o mundo, sendo 44% dos acessos na região Ásia-Pacífico, 25% na Europa e menos de 0,5% na África. "Apesar do crescimento em dois dígitos nos últimos anos, a penetração na África segue muito baixa", diz a UIT.
Nas Américas, a taxa de crescimento é a mais baixa - cerca de 2,5% - o que sugere que até o fim do ano a penetração da banda larga fixa na região deverá chegar a 17%. Já na Europa, a penetração da banda larga fixa equivale a três vezes a média mundial.
No caso da banda larga móvel, a UIT calcula que os 2,3 bilhões de acessos em 2014 vão representar uma penetração mundial de 32% do serviço - sendo que nos países desenvolvidos o índice chegará a 84%, ou quatro vezes a penetração verificada nos países em desenvolvimento (21%).
Os maiores percentuais de penetração da banda larga móvel estão na Europa (64%) e nas Américas (59%), seguido das repúblicas da Comunidade de Estados Independentes (repúblicas da ex-URSS, com 49%), Estados Árabes (25%), Ásia-Pacífico (23%) e África (19%).
Visto pela penetração nos domicílios, a UIT calcula que a penetração do acesso à Internet já atinge a saturação nos países desenvolvidos - índice de 78%. O percentual é bem menor, 31%, quando medida a penetração da Internet em domicílios dos países em desenvolvimento.
No Brasil, a penetração de banda larga fixa ainda é pouco inferior à média global e tem baixa qualidade: mais de 50% das velocidades dos planos variam entre 256 kilobits por segundo e 2 megabits por segundo. Velocidades acima de 10 megabits por segundo têm penetração de apenas 2,5% entre a população. Na Coreia do Sul, o percentual chega a 37%.

Os números também mostram 7 bilhões de acessos da telefonia móvel. O crescimento se deve aos países em desenvolvimento, que concentra 78% dos acessos móveis, mas o ritmo está em seu menor nível - 2,6% a. a. - o que indica que o mercado se aproxima da saturação, segundo a UIT. 

Instituto do Patrimônio Histórico do Estado de Goiás se compromete a contratar bibliotecário

Em audiência realizada na Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal (CCAF), após auto de infração lavrado pelo Conselho Regional de Biblioteconomia 1ª Região, o Instituto do Patrimônio Histórico do Estado de Goiás (IPHAN-GO) se comprometeu em verificar em seu quadro de servidores a disponibilidade de profissional bibliotecário que atue, temporariamente, em sua Biblioteca. Isto ocorreu devido à ausência de biblioteconomista nesta função, constatada pelo CRB-1.
De acordo com o IPHAN-GO, caso não haja tal disponibilidade, o órgão se prontifica em contratar um profissional desta categoria através de licitação, a fim de sanar a irregularidade definitivamente. Este salientou ainda que tal medida deverá ser tomada mediante as devidas disponibilidades orçamentárias da instituição.
Diante disto, o CRB-1 se prontificou em suspender o processo administrativo pelo período de 100 dias, cabendo prorrogação deste prazo, para que o IPHAN-GO possa sanar a devida carência. Com isso, outra audiência foi marcada, desta vez para o dia 14 de agosto de 2014, com o intuito de verificar se as devidas adequações foram ou não estabelecidas.
O CRB-1, mais uma vez, se mantém firme na defesa de nossa profissão e de nossos profissionais, não permitindo que nossa categoria sofra pelo descumprimento das leis que garantem o exercício regular da Biblioteconomia.
Detalhes no URL: http://www.crb1.org.br/index.php/267-em-audiencia-na-agu-iphan-go-se-compromete-em-alocar-profissional-bibliotecario-em-sua-biblioteca

Biblioteca Pública Benedito Leite completa 183 anos

Fonte: 180 Graus. Data: 3/05/2014.
URL: http://180graus.com/maranhao-180/bpbl-comemora-183-anos-com-exposicao
A Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL), uma das mais antigas biblioteca do Brasil, comemora 183 anos de fundação e serviços voltadas para o estudo, pesquisa e leitura. Órgão da Secretaria de Estado de Cultura (Secma) a BPBL comemora aniversário com uma Exposição Fotográfica e Literária, na segunda-feira (5), com obras adquiridas recentemente sobre a literatura da biblioteca, frases de autores conhecidos e fotografias relacionadas à Casa.
A exposição estará aberta a comunidade até o dia 31 de Maio, no horário das 8h30 às 19h, e poderá ser visitada no Salão de Referência.
Biblioteca Pública Benedito Leite
Praça Deodoro s/nº, Centro

São Luís, Maranhão

Câmara dos Deputados discute o livro eletrônico

Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 7/05/2014.
Audiência defendeu que o livro digital seja tratado como o impresso, mas isenção para e-readers ainda é controversa.
Representantes do mercado editorial e membros das comissões de Cultura e de Educação da Câmara dos Deputados se dedicaram ontem a entender os novos significados adquiridos pela palavra livro nos últimos anos, especialmente com o desenvolvimento do mercado de livros digitais. Eles se reuniram em audiência pública em Brasília para discutir o PL nº 4534/2012, que atualiza esse conceito e estabelece a lista de produtos que poderiam ser equiparados ao livro - e que, assim, poderiam ter os mesmos benefícios de isenção tributária que o livro em papel tem. A inclusão do e-book nesse rol foi comemorada. A polêmica, porém, ficou por conta da inclusão dos leitores digitais nesta lista. Entre os debatedores e interessados na questão estavam Alex Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil, que vende o e-reader Kindle, e Sérgio Herz, presidente da Livraria Cultura, que vende o Kobo.
Para a relatora e deputada Fátima Bezerra, que deve preparar um parecer a ser apresentado na Câmara, a desoneração do E-reader poderia ocorrer por meio da Lei 11.196/05, conhecida por Lei do Bem, que dá incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. Os tablets produzidos no Brasil, entre outros equipamentos, já não precisam pagar o PIS/Cofins e tiveram redução no IPI. A ideia é que a iniciativa torne os aparelhos de leituras mais baratos e que eles ajudem a democratizar o acesso a livros no País. Bezerra levantou a questão da Lei do Bem nos últimos minutos do debate que durou cerca de seis horas.
"O momento, agora, é de entender juridicamente o que significa a Lei do Bem, que é muito ampla, e continuar pensando em ter um produto mais acessível para o consumidor", comentou Szapiro ao Estado. Se o E-reader tiver de ser produzido no Brasil, mesmo com incentivo fiscal, talvez grandes players como a Amazon, que importam seu produto, não tenham tanta facilidade em fazer aparelhos pelo preço que conseguem em outros mercados como a China. "Precisamos mesmo estudar a lei, mas não acho que a discussão agora seja sobre fabricar o produto no Brasil. O que queremos é ver como podemos tornar o leitor mais acessível para a população", reafirmou o representante da gigante americana que deve iniciar, nos próximos dias, a venda de livros impressos no País.
O debate só está começando. O projeto de lei em discussão ontem na Câmara, de autoria do senador Acir Gurgacz, altera o artigo 2.º da lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003, que institui a Política Nacional do Livro. Segundo o novo texto, "considera-se livro, para efeito da lei, a publicação de textos escritos em fichas ou folhas, não periódica, grampeada, colada ou costurada, em volume cartonado, encadernado ou em brochura, em capas avulsas, em qualquer forma ou acabamento, assim como a publicação desses textos convertidos em formato digital, magnético ou ótico, ou impressos no sistema Braille". Quanto a isso, houve consenso. "Livro é conteúdo independente do suporte", simplificou Fabiano Piúba, diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura.
Os E-readers entram no texto da lei ao lado de fascículos, atlas geográficos e álbuns para colorir e são assim descritos: "equipamentos cuja função exclusiva ou primordial seja a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico, estes apenas para acesso de deficientes visuais".
Para Karine Pansa, presidente da Câmara Brasileira do Livro, a discussão é importante, já que possibilitará a uniformização do conceito. Ela lembrou que cada estado trata do livro digital de maneira diferente. "Temos que atualizar o conceito do livro e não existe dúvida com relação à imunidade e remuneração. No entanto, existe preocupação com relação ao suporte. Esse momento deve ser discutido de maneira mais ampla e menos rápida. Vamos tomar decisões que vão comprometer o nosso mercado e nosso acesso ao livro de maneira definitiva", comentou.

Participaram, também, profissionais da cadeia do livro - editores, livreiros, bibliotecários, etc. - e de órgãos públicos, como José Castilho Marques Neto, secretário executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura; Mônica Franco, diretora da Divisão de Conteúdo Digital do Ministério da Educação; e Fernando Mombelli, coordenador de Tributação da Receita Federal. 

6 de mai. de 2014

Evento: Competência informativa

III Seminário de Competência em Informação: Cenários e Tendências
Tema Central: “Competência em Informação e Redes de Conhecimento Colaborativo”
Realização: Unesp, UNB, FEBAB e IBICT
Data: 2 e 3 de setembro de 2014
Local: Anfiteatro I - Unesp – Câmpus de Marília (SP-Brasil)
Horário: 08h30 às 18h00.
O objetivo do Seminário é consolidar a criação de um espaço de reflexão, discussão e compartilhamento de experiências e práticas sobre a Competência em Informação e sua articulação com as Redes de Conhecimento Colaborativo, desenvolvidas por pesquisadores e profissionais no contexto das Redes, Sistemas, Unidades e Serviços de Informação e desenhar cenários e tendências para os diferentes contextos.
Programa Preliminar (Parte I) - Dia 2 de setembro de 2014 (Terça-Feira)
08h00 – 08h30 Entrega de Material
08h30 – 09h00 Abertura Oficial pela Coordenação Geral e Instituições Parceiras
09h00 – 10h00 Conferência de Abertura: “Avanços e Perspectivas da Competência em Informação na América Latina” - Conferencista: Alejandro Uribe-Tirado – Universidad de Antioquia – Colômbia (confirmado)
10h00 – 10h15 Coffee Break
10h15 – 10h45 Palestra: “Tema a propor”
Palestrante: Aurora Cuevas-Cerveró – Universidad Complutense de Madrid – Espanha (a confirmar)
10h45 – 11h15 Palestra: “Tema a propor”
Palestrante: Miguel Ángel Marzal García-Quismondo – Universidad Carlos III de Madrid – Espanha (confirmado)
11h15 – 12h00 Mesa de Debates (conferencistas, palestrantes, especialistas convidados e público participante)
12h00 – 14h00 Almoço
14h00 – 15h30 Apresentação de Trabalhos
15h30 – 15h45 Coffee Break
15h45 – 17h00 Apresentação de Trabalhos
17h00 – 17h30 Conferência de Encerramento: “Competências Essenciais para Atuar com a Gestão da Informação, Gestão do Conhecimento e Inteligência Organizacional”
Conferencista: Anays Más-Basnuevo – IDICT e Universidad de La Habana – Cuba (confirmada)
17h30 – 18h00 Encerramento com Relato dos Observadores Externos
Programa Preliminar (Parte II) - Dia 3 de setembro de 2014 (Quarta-Feira)
08h30 – 09h00 Entrega de Material – Divisão dos Grupos de Trabalho
09h00 – 09h15 Abertura Oficial do Seminário para os Grupos de Trabalho
09h15 – 9h45 Apresentação da metodologia de trabalho pela Coordenação Geral
09h45 – 10h00 Coffee Break
10h00 – 12h00 Reunião dos GTs
12h00 – 14h00 Almoço
14h00 – 16h00 Reunião dos GTs
16h00 – 16h15 Coffee Break
16h15 – 17h00 Socialização dos resultados e das recomendações dos GTs
17h00 – 18h00 Encerramento do evento com a apresentação do Relato dos Observadores Externos e do Relator Geral

Declaração da IFLA sobre os direitos autorais

Colegas,
Segue tradução livre de txto divulgado pela IFLA:

Discussões conduzidas pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Comité Permanente de direitos autorais e direitos conexos ( SCCR ) foram interrompidas nas primeiras horas da manhã de sábado 03 de maio , depois que a União Europeia (UE) tentou bloquear as discussão de leis de direitos autorais para ajudar bibliotecas e arquivos de cumprirem as suas missões no ambiente digital.
 
Delegações de Bibliotecas e Arquivos da Europa, América Latina, África , Austrália, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido participaram da 27 ª reunião da SCCR de 28 abril - 2 maio 3014 , para pressionar por um tratado internacional para ajudar a bibliotecas e arquivos a preservar a herança cultural, facilitar o acesso a informações essenciais por pessoas onde quer que estejam no mundo.
 
A reunião terminou em desordem às 1:30 da manhã de sábado de manhã , depois de a UE tentou bloquear o trabalho em exceções ao direito autoral retirados das conclusões da reunião - um movimento visto por outros Estados-Membros e as ONGs de bibliotecas e arquivos presentes como uma tentativa de atrasar , se não inviabilizar , qualquer progresso em exceções ao direito autoral na OMPI .
 
Organizações de bibliotecas e arquivos que estavam presentes na 27 ª reunião da SCCR , desde então, colocam em um comunicado conjunto expressando sua frustração e decepção com a UE, e mobilizam as bibliotecas e arquivos europeus para chegar aos seus decisores políticos para pedir a UE a adoptar uma abordagem mais diferenciada para as discussões.
 
A tentativa da UE na discussão de exceções ao direito autoral para bibliotecas e arquivos , e na educação, na OMPI é particularmente preocupante , tendo em  . A  IFLA defende  para as bibliotecas que forneça acesso às suas coleções através das fronteiras do país , para promover a investigação internacional , a colaboração acadêmica e preservação cultural
 
Um número de países falaram forte em apoio às exceções ao direito autoral para bibliotecas e arquivos durante a reunião , apresentaram-se firmemente contra a UE durante conclusões , incluindo o Brasil , a Índia , o Uruguai , o Grupo Africano. Antes do colapso do Comitê, bibliotecas e arquivos participaram de uma semana produtiva de discussões, tanto na difusão e exceções ao direito autoral . O Presidente da SCCR , o Sr. Martin Moscoso (Peru) convidou bibliotecas e arquivos presentes para adicionarem as suas opiniões para discussões sobre tópicos que incluem o licenciamento, a importação paralela , as atividades transfronteiriças , limites de responsabilidade para as bibliotecas , as obras órfãs e as medidas de proteção tecnológica . Intervenções das organizações pode ser lido aqui . Estas intervenções foram bem recebidas pelos Estados-Membros, com vários comentários sobre a utilidade de exemplos e estudos de caso de desafios a ser enfrentados pelas organizações , devido às leis de direitos autorais para contribuir para o seu entendimento. Você pode ler as intervenções da IFLA em SCCR 27 em:
 
No comunicado de imprensa conjunto, IFLA Secretário-Geral Adjunto Stuart Hamilton falou de grave decepção da IFLA na posição da UE na OMPI :
 
"Nos últimos três anos, os Estados-Membros têm estado a olhar para os projetos de textos sobre direitos autoraise as  exceções para bibliotecas e arquivos . A UE está agora a tentar fingir que elas não existem. Estamos frustrados e profundamente desapontado. Parece que a UE chegou a OMPI, com um objetivo em mente : matar a discussão " .
 
A próxima reunião do Comité Permanente dos Direitos de Autor e Direitos Conexos ( SCCR ) acontece de 30 de junho - . 4 de Julho Na ausência de conclusões a partir SCCR 27 , após a quebra de discussões , SCCR 28 pretende discutir o futuro plano de trabalho da SCCR com o comité criado para fazer recomendações gerais para a Assembléia Geral da OMPI em setembro de 2014.



Att.
Sigrid Karin Weiss Dutra
Presidente IFLA/LAC
Presidente FEBAB

Dificuldades na legislação internacional dos direitos autorais

União Européia rejeita solução internacional de copyright para bibliotecas e arquivos e provoca colapso da reunião da OMPI.
Discussões conduzidas pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual ( OMPI ), Comissão Permanente de Direitos Autorais e Direitos Relacionados ( SCCR ) foi interrompida nas primeiras horas da manhã de sábado 03 de maio, depois que a União Europeia (UE) tentou bloquear discussão de leis de direitos autorais para ajudar bibliotecas e arquivos a cumprirem suas missões no ambiente digital.
Delegações de Bibliotecas e Arquivos da Europa, América Latina, África, Austrália, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido participaram da 27 ª reunião da SCCR de 28 abril - 2 maio de 2014, para pressionar por um tratado internacional para ajudar as bibliotecas e arquivos a preservar a herança cultural, facilitar o acesso a informações essenciais por pessoas onde quer que estejam no mundo
http://www.ifla.org/node/8600